<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145</id><updated>2011-07-29T01:22:32.410-03:00</updated><title type='text'>Eleições Presidenciais 2006</title><subtitle type='html'>Um blog dedicado às eleições presidenciais brasileiras de 2006, em especial à campanha presidencial e seus principais candidatos. Notícias, análises, comentários, programas partidários e outros materiais relevantes, com destaque para temas vinculados às relações internacionais e à política externa do Brasil.
Farei o  acompanhamento e o registro dos principais episódios da campanha presidencial de 2006.
Que vençam os melhores ou, pelo menos, os mais honestos...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>88</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-2644238930994365431</id><published>2010-02-11T16:34:00.002-02:00</published><updated>2010-02-11T16:39:47.095-02:00</updated><title type='text'>88) Novo blog para as eleicoes de 2010</title><content type='html'>Atenção visitantes ocasionais:&lt;br /&gt;Este blog foi feito para as eleições de 2006 e foi encerrado no meio do segundo turno, sem mais postagens desde então, sequer para despedidas (do que me desculpo...).&lt;br /&gt;Para as eleições de 2010, já fiz um outro blog, que está funcionando neste endereçø:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;a href="http://eleicoespresidenciais2010.blogspot.com/ "&gt;Eleições Presidenciais 2010&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-2644238930994365431?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/2644238930994365431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=2644238930994365431&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/2644238930994365431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/2644238930994365431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2010/02/88-novo-blog-para-as-eleicoes-de-2010.html' title='88) Novo blog para as eleicoes de 2010'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-5955198907684532235</id><published>2006-12-03T16:52:00.000-02:00</published><updated>2006-12-03T16:55:14.772-02:00</updated><title type='text'>87) Os programas economicos dos candidatos</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os programas econômicos dos candidatos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Comentários informais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Roberto de Almeida&lt;br /&gt;(pralmeida@mac.com; www.pralmeida.org)&lt;br /&gt;A partir de perguntas encaminhadas pelos comitês de campanha dos dois candidatos do segundo turno a jornalista de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Globo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Comentários de Paulo Roberto de Almeida: (PRA: )&lt;br /&gt; 1 - Planeja manter o princípio da responsabilidade fiscal? Qual será a meta de superávit primário? Como alcançá-la?  &lt;br /&gt;Lula: Vamos manter a responsabilidade fiscal com crescimento e melhoria da distribuição de renda. Manteremos a meta de superávit primário de cerca de 4,25% do Produto Interno Bruto (PIB) nos próximos quatro anos e aproveitaremos o crescimento mais acelerado da economia para promover a melhoria da qualidade do gasto público. Com o crescimento maior, o peso desse gasto será diluído. Os aumentos reais do valor do salário mínimo e as transferências de renda por meio da Previdência, LOAS e Bolsa Família serão mantidos. É preciso destacar ainda que o ajuste fiscal não se dará em detrimento dos investimentos em infra-estrutura, necessários para o desenvolvimento do país.&lt;br /&gt;    (PRA: Promessas generosas, mas insustentáveis em vista do atual, e futuro, quadro fiscal, que aponta para uma deterioração rápida das contas públicas. Para reduzir os juros, o superávit primário deveria na verdade ser aumentado, não mantido tal qual. Não diz como se vai alcançar crescimento mais rápido, se ele já não foi alcançado agora, num quadro internacional extremamente favorável, que pode não se manter no futuro. Ou seja, promete coisas absolutamente contraditórias ao mesmo tempo, quando o problema real é justamente o aumento irresponsável dos gastos públicos.)&lt;br /&gt;Alckmin: Vou manter. O tamanho do estado brasileiro é desproporcionalmente grande. Apropria cerca de 45% do PIB. No ano passado, a receita corrente própria do governo alcançou 41,4% do PIB, a carga tributária alcançou 37,4% do PIB e outras receitas 4% do PIB. Como seus gastos superaram este total, o governo ainda tomou empréstimos (déficit público) de 3,4% do PIB, o que totaliza 44,8% do PIB. Portanto, a responsabilidade fiscal precisa ser reforçada, não só para começar a reduzir o tamanho do estado, mas também melhorando a sua eficiência e qualidade dos serviços públicos priorizando as despesas de acordo com a demanda da população. A meta de superávit primário será mantida. O ajuste fiscal precisa começar acabando com o desperdício e a corrupção, aumentando a eficiência e a produtividade, racionalizando a utilização de recursos, estabelecendo transparentemente objetivos e metas de cada unidade da administração pública, cobrando resultados e responsabilizando os gestores. Tais medidas foram implantadas no Governo Mario Covas e aprofundadas no meu governo no Estado de São Paulo. Uma vez feito este ajuste e implantado o princípio "o governo só pode gastar aquilo que arrecada" cabe um debate nacional amplo sobre se o tamanho do Estado brasileiro deve ser reduzido adicionalmente ou não. Se a sociedade demandar redução adicional no tamanho do estado serão necessárias reformas institucionais e, isto num país democrático é definido pela vontade popular.&lt;br /&gt;    (PRA: Começa fazendo um diagnóstico mais correto da situação e do peso verdadeiro do setor público. Na verdade, contando com efeitos indiretos da alta tributação e baixo nível dos serviços, os efeitos cumulativos do peso do Estado são ainda maiores, aproximando-se, provavelmente, de 55 a 60% do PIB. Cálculos de tributaristas indicam, aliás, que se todos pagassem os impostos devidos, a carga fiscal seria maior do que 60% do PIB. O candidato é cauteloso e não diz que o tamanho do Estado brasileiro DEVE ser reduzido, pois sabe que a população ainda tem ilusões quanto a um papel positivo do Estado, quando este tornou-se, de fato, atualmente, o principal entrave ao desenvolvimento brasileiro.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 2 - O câmbio flutuante será mantido? Que mecanismos utilizará para reduzir a apreciação do real frente ao dólar?  &lt;br /&gt;Lula: O sistema de câmbio flutuante será mantido. O governo também continuará realizando operações de compra de reservas cambiais para garantir um estoque de reservas capaz de reduzir cada vez mais a vulnerabilidade externa. A queda dos juros e o aumento das importações, proporcionada pelo crescimento maior e pela abertura da economia, diminuirão a pressão pela valorização cambial.&lt;br /&gt;    (PRA: A política do câmbio flutuante veio para ficar, isso parece claro, mas a melhor defesa contra a valorização do real não é a compra infinita de dólares, pois isso custa caro ao Tesouro e também sai caro manter reservas muito altas, pois elas são pessimamente remuneradas, e sim a existência de grandes fluxos de comércio exterior, nos dois sentidos. O governo mantém, pelos seus principais conselheiros econômicos, um viés mercantilista declarado, preferindo apenas exportar, em lugar de manter grandes correntes nos dois sentidos. Uma importação maior contribuiria largamente para desvalorizar o real e aumentar o valor do dólar, que é mantido baixo pelos altos fluxos de entrada, e pouca saída. O governo precisa deixar de ser mercantilista.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: No meu governo o regime de taxa de câmbio será mantido, mas aprimorado. Deve ficar claro que o atual regime tem gerado enormes volatilidades, instabilidades e crises e que o Banco Central tem intervindo fortemente e freqüentemente, seja vendendo dólares como na crise do Méxido em 1995, crise da Ásia 1997, crise da Rússia em 1998, crise do Brasil em 1999, Turquia/Argentina/11 de setembro em 2001, crise do Brasil em 2002, para isto reduzindo as reservas cambiais, tomando empréstimos do FMI e outros órgãos ou emitindo títulos públicos em moeda estrangeira, mas sempre respondendo a choques e crises vindos do exterior. Ou, mais recentemente, o Banco Central tem feito intervenções comprando dólar em função do enorme fluxo respondendo à altíssima taxa de juros fixada pelo próprio Banco Central. O meu governo propõe uma flutuação administrada, mas com objetivos claros e para antecipadamente evitar as crises e estabilizar a taxa de câmbio. O que tem que ser evitado é a criação de expectativa de valorização da taxa de câmbio, pois isto aumenta o retorno do especulador e é uma expectativa que se auto-realiza. Num regime de câmbio flexível administrado, com objetivo de ter uma taxa câmbio de equilíbro fundamental, o equilíbrio ou pequeno superávit na conta de transações correntes poderá ser alcançado e a dívida externa será declinante ou contida num nível prudente, conseqüentemente não haverá razões para a criação de expectativa de depreciação cambial e ataques especulativos. Neste sentido, a livre flutuação para baixo da taxa de cambio é problema, mas para cima não é. Se houver episódios atípicos e passageiros que levam à depreciação, existem instrumentos convencionais para evitar a volatilidade excessiva. Desta forma, a política cambial deve sempre evitar a apreciação sinalizando para o mercado esta decisão, tanto com intervenções do Banco Central como do Tesouro Nacional. A compra de dólares e sua esterilização é o mecanismo típico utilizado. O acúmulo de reservas cambiais não será problema se a taxa de juros interna for igual ou próxima a internacional. E é bom lembrar que somente nesta condição só será possível ter uma boa política cambial.&lt;br /&gt;    (PRA: Politica muito clara de administracao da taxa de câmbio, ou seja flutuação suja, mas tampouco diz que o meio mais fácil de desvalorizar a moeda é reduzindo a oferta de dólar via aumento das importações. Todo político brasileiro parece ter vergonha de importações.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 3 - O sistema de metas de inflação será mantido? Há previsão de incluir metas de crescimento? Qual é o ponto de equilíbrio entre a inflação e a busca de um crescimento mais acelerado?  &lt;br /&gt;Lula: O contexto histórico agora é outro. O objetivo não é mais reduzir a inflação, mas mantê-la baixa. Recebemos um governo com a inflação alta, desequilíbrios orçamentários e nas contas externas, alto desemprego e crescimento muito baixo. Contrariando as expectativas da oposição, conseguimos colocar a economia brasileira na rota do desenvolvimento sustentado. Temos, hoje, um conjunto de fatores positivos: crescimento econômico com inflação baixa e geração de empregos, expansão das exportações com ampliação do mercado interno, aumento do crédito e do investimento com redução constante da taxa de juros e do risco país. Essa combinação de fatores é inédita na história do Brasil. E nós estamos provando que é possível crescer com uma inflação baixa. Não fixamos metas de crescimento no programa, mas é possível perseguir um crescimento médio de pelo menos 5% ao ano a partir de 2007. Para chegar a isso, buscaremos uma elevação da taxa de investimento da economia dos cerca de 21% do PIB esperados este ano para 25% do PIB até 2010. &lt;br /&gt;    (PRA: Começa com uma mentira: a inflação só foi alta em 2002 justamente por causa do “risco PT”, que provocou a maior valorização do dólar em tempos de flutuação de que se tem notícia na história econômica brasileira. O desemprego foi menor do que o existente nos dois anos seguintes. O crescimento baixo continua, aliás exatamente igual. O desequilíbrio nas contas externas já vinha sendo revertido e os saldos superavitários seriam alcançados de qualquer forma. Todas as afirmações são feitas de má-fé e não se sustentam na realidade. Agora se valoriza a inflação baixa, mas TODOS os economistas do PT recomendavam uma taxa de inflação um pouco mais alta para sustentar uma taxa maior de crescimento e uma menor de desemprego. Foram inconsequentes e provavelmente aloprados. A taxa de investimento não tem nada a ver com o regime de metas de inflação, e sim com a capacidade “extratora” do Estado, hoje convertido em despoupador líquido e sanguessuga da poupança privada. Não diz como vai conseguir aumentar a taxa de investimento, aparentemente por vontade divina.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: O sistema de metas de inflação foi desenvolvido na Nova Zelândia num contexto de profunda reforma do estado na qual o objetivo era estabelecer um sistema de gestão pública por resultado com total transparência. Assim, os diversos órgãos de governo têm que publicar seus objetivos e metas, após negociação com o Parlamento, e apresentar relatórios periódicos de prestação de contas a população. Estes relatórios são auditados, avaliados e publicados por um órgão do Parlamento. Desta forma, é um sistema flexível que, de acordo com as circunstâncias, o sistema de metas pode e deve conter outras metas que não só o de inflação. Como de fato aconteceu na Nova Zelândia. Neste conceito, o sistema deve ser mantido, pois é mecanismo sistemático de praticar a democracia. O que chegou ao Brasil é uma corruptela e portanto demanda aperfeiçoamento. De fato, não há razões para que o Brasil tenha uma meta de inflação acima da média mundial, que está em torno de 4% ao ano, e isto estabelece o parâmetro central a ser perseguido pelo Banco Central. Da mesma forma, não há razões que determinem que o Brasil não pode crescer a uma taxa semelhante à média dos países emergentes, que está em torno de 6,8% ao ano, e deverá prevalecer nos próximos anos. Assim, ao invés de extrapolar o passado para o futuro e determinar que o produto potencial não crescerá mais do que 3%, ao ano, e assim praticar uma política de juros em que o produto efetivo fica enquadrado dentro deste limite absurdo, o meu governo parte do pressuposto de que o futuro deverá ser a expressão da vontade e competência da nação brasileira e a materialização das decisões e políticas do novo governo.&lt;br /&gt;Mais do que isso temos um empresariado ativo e competente, técnicos e engenheiros com boa formação, trabalhadores disciplinados e dedicados e uma agropecuária e industria manufatureira competitiva que pode perfeitamente alcançar uma meta de crescimento igual a media dos países emergentes. É preciso, sim liberar estas forças e competências que estão reprimidas pelas altas taxas de juros, sufocadas pela tributação excessiva, penalizadas pela taxa de câmbio apreciada e espremidas pela voracidade do estado.&lt;br /&gt;    (PRA: Dá uma lição de história do regime de metas de inflação e não era isso que tinha sido pedido. Afirma, de modo totalmente gratuito, que “não há razões que determinem que o Brasil não pode crescer a uma taxa semelhante à média dos países emergentes”, quando existem, sim, boas – e más – razões para que o crescimento do Brasil seja pífio. O Brasil simplesmente NÃO PODE crescer mais do que o faz, por insuficiência de poupança, por magreza de investimento, por um péssimo ambiente de negócios, por ser ainda muito fechado, por uma qualidade pavorosa dos recursos humanos, por uma regulação intrusiva e um tributarismo claramente excessivo e exagerado. Quando esses GRANDES problemas forem resolvidos, ai o Brasil voltará a crescer. Do contrário, está condenado ao baixo crescimento e à estagnação da renda.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Como acelerar a queda das taxas de juros? Que medidas serão adotadas nesse sentido?  &lt;br /&gt;Lula: A inflação abaixo da meta abre espaço para uma queda mais acelerada dos juros. A situação econômica do país é segura e estamos convencidos de que ela vai melhorar cada vez mais. A política econômica bem-sucedida vai continuar, só que agora em uma nova fase: superados os desequilíbrios e controlada a inflação, estamos em condições de caminhar para uma taxa de crescimento mais vigorosa, continuando a baixar os juros.&lt;br /&gt;    (PRA: Isso, como explicação, é insuficiente, pois a taxa de juros é claramente influenciada pelo nível da dívida pública, que por sua vez é determinada por gastos em excesso de arrecadação. Uma política fiscal irresponsável não pode garantir uma política econômica bem sucedida.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: Do lado externo, com superávit em transações correntes e redução da dívida externa já existem fortes pressões para a queda na taxa de juros com a queda no risco Brasil. É o governo, com sua atual política, que sustenta, internamente, elevadas taxas de juros. Para quebrar a "convenção" de que taxas de juros mais baixas podem trazer instabilidade financeira é preciso um forte ajuste fiscal e, simultaneamente, um novo mix de política fiscal, cambial e monetária, que simultaneamente traga conciliação de interesses, garantia de estabilidade e delineie trajetória de crescimento sustentável e geração de emprego. No meu governo vou trilhar o melhor e mais seguro caminho para reduzir a taxa de juros que começa com ajuste fiscal, reduzindo a despesa corrente e o compromisso de governo com metas fiscais claramente definidas. O ajuste fiscal com meta de déficit nominal zero, por exemplo, implica que a dívida pública permaneceria constante e, portanto, declinante em relação do PIB. Com isso, estará criada também uma trajetória firme de queda na taxa de juros dos títulos públicos.&lt;br /&gt;    (PRA: Correto. Só não disse que o ajuste fiscal tem de ser feito via redução dos gastos do Estado, não via aumento dos tributos, como tem ocorrido até aqui. Enquanto isso não for dito claramente, só se pode concluir que os políticos são todos covardes, ao não assumir que o Estado é, hoje, o grande problema da economia brasileira.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  5 - Como o candidato se posiciona em relação à independência legal do Banco Central? Pretende encaminhar projeto nesse sentido ao Congresso? Por quê?&lt;br /&gt;Lula: A autonomia do Banco Central é uma discussão que a sociedade brasileira ainda está amadurecendo. É por isso que o Senado Federal iniciou o debate, colhendo posições a favor e contra, para que se possa fazer a melhor opção para o país. Acreditamos que o ideal é que o tema seja tratado da maneira mais técnica e menos ideologizada possível.&lt;br /&gt;    (PRA: O governo é o principal responsável de o tema não estar sendo debatido com a sociedade. Adota uma posição de fato contrária, quando diz que a sociedade precisa examinar o problema. Os economistas esquizofrênicos do PT são todos contra, mas eles não acertaram nenhum diagnóstico e não fizeram nenhuma prescrição correta para a economia brasileira até hoje, porque dar-lhes crédito nessa matéria?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: Conforme resposta a questão 3 num país democrático como a Nova Zelândia a questão relevante não é a independência operacional formal do Banco Central. Em qualquer sociedade que pretenda ser democrática, os órgãos públicos devem estar sempre à serviço da sociedade e esta é que deve estabelecer os suas funções e seus objetivos que devem sempre refletir as preferência da sociedade, isto é, da maioria. Uma vez estabelecidos os objetivos, se for um órgão que envolve conhecimentos técnicos deve ter autonomia operacional. Mas na medida que se dá autonomia operacional deve existir como contrapartida mecanismos de responsabilização, de "accountability" e de transparência.&lt;br /&gt;    (PRA: Resposta totalmente ambígua. Ficou tergiversando. Precisava dizer apenas se era contra ou a favor. Parece que tem medo do debate.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - As agências reguladoras serão mais independentes ou terão maior subordinação aos ministérios?&lt;br /&gt;Lula: As agências reguladoras não podem decidir as políticas públicas. Elas regulam as políticas decididas pelo governo.&lt;br /&gt;    (PRA: Claramente insuficiente e passa por cima do papel relevante que devem ter essas agências na criação de um ambiente estável e favorável ao investimento privado. De fato, como se sabe, esse governo é contrário às agências e fez tudo o que estava ao seu alcance para sabotá-las. Só não fechou porque não tinha condições, do contrário voltaria ao regime promíscuo anterior, quando os ministérios eram balcão de negócios dos serviços públicos para fins claramente políticos e politiqueiros. O registro da ação do governo nessa área é deplorável.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alcmin: As agências reguladoras atuam onde a eficiência e justiça não podem ser alcançadas pelos mecanismos de mercado. Desta forma, as agências reguladoras devem atuar com regras claras e estáveis sempre visando estabelecer um equilíbrio econômico entre os interesse dos produtores e dos consumidores. Preço justo para os consumidores e regras claras e estáveis que garantam remuneração e reduzam o risco dos investidores são fundamentais para a expansão de setores como de utilidade pública. Neste sentido deve ter independência dos ministérios correspondentes.&lt;br /&gt;    (PRA: Também ambíguo, com exceção da última frase, que visa garantir a independência das agências. Deveria ter dito que vai reforçá-las e ampliar o número de agências despolitizadas. )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - Em relação às reformas da Previdência, Administrativa, Tributária, Trabalhista e Sindical, qual será a ordem de prioridade?  &lt;br /&gt;Lula: A prioridade para 2007 é a reforma tributária. E não nos faltou vontade política para fazê-la neste governo. Ao contrário. Ninguém pode esquecer que, em abril de 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi ao Congresso Nacional com 27 governadores para levar uma proposta de reforma tributária. A parte federal foi votada, mas a estadual, ainda não. No mês passado, fizemos novo esforço para tentar a aprovação - propusemos até a concessão de 1% a mais do Fundo de Participação dos Municípios. A oposição, porém, não quis votar. Acreditamos que, com a nova legislatura no Congresso Nacional e com os novos governadores, será possível aprovar essa reforma tão necessária para o país.&lt;br /&gt;    (PRA: Mentira, mais uma vez. Não foi só a oposição que não quis votar: todos os governadores, de situação ou de oposição, não quiseram perder a faculdade de fazer guerra fiscal. Tergiversa sobre o assunto e não expõe claramente que tipo e como pretende fazer com a reforma tributária. Tampouco aborda os outros assuntos, provavelmente porque não pretende mais fazer reforma nenhuma, por ser filosoficamente contrário às demais reformas.)&lt;br /&gt;Alckmin: Com a sucessão de escândalos, inchaço e uso indevido da máquina administrativa, nós vamos herdar uma situação política, administrativa e orçamentária complicadas. Assim, as prioridades já foram definidas: reforma política e ações corretivas na área administrativa e orçamentária ganharam precedência. Com a casa minimamente em ordem será possível encaminhar as demais reformas.&lt;br /&gt;    (PRA: A reforma política é importante, mas não se conseguirá começar por ela, pois ela arrisca bloquear todas as demais reformas. Se deveria claramente colocar no mesmo pé de igualdade as reformas tributária e da previdência, e depois fazer a trabalhista e a administrativa, na suposição de que, no primeiro dia de governo, o novo presidente já terá enxugado a ministrança para não mais do 20 ministérios. Tem de dizer que sem reforma trabalhista, o desemprego não se reduzirá. Hoje o Brasil já é uma república sindical, inclusive patronal. Precisaria quebrar o sistema corporativo que engessa o Brasil.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 - O candidato planeja fazer ou não uma reforma da Previdência? Quais os principais pontos? Introduzirá a idade mínima para aposentadoria? Desvinculará o salário mínimo do piso previdenciário?  &lt;br /&gt;Lula: Não há proposta de reforma da Previdência. Desde o início do governo, estamos realizando uma profunda reforma na gestão da Previdência Social. Fizemos a Reforma Previdenciária para o setor público. Reduzimos gastos e criamos mecanismos - como o recadastramento - para evitar fraudes, desvios e pagamentos indevidos. Recuperamos créditos e modernizamos os sistemas de arrecadação e fiscalização. O resultado é que, no início deste ano, a previsão de déficit era de R$ 50 bilhões, mas já foi reduzida para R$ 41 bilhões. Destacamos o Censo Previdenciário que realizamos e o ajuste no sistema de concessão de auxílio-doença. É preciso também buscar a eficiência da gestão, cujo ponto central, em nosso governo, tem sido a melhoria do atendimento aos beneficiários - que buscamos por meio da ampliação do horário de atendimento de 6 para 10 horas e do fortalecimento do atendimento a distância, por telefone e internet. O crescimento econômico trouxe e trará maior receita ao sistema e apostamos na redução da informalidade, com o projeto de lei em tramitação no Congresso que reduz as alíquotas para contribuintes individuais, incentivando o acesso ao sistema. Agora, com o crescimento mais acelerado da economia, será possível estabilizar, a médio prazo, o valor dos pagamentos previdenciários - que hoje estão em torno de 7,8% do PIB - como proporção do PIB.&lt;br /&gt;Além disso, o Governo Lula considera um equívoco o pensamento de que a desvinculação entre o salário mínimo e o piso seja a solução para o problema da Previdência. Não podemos submeter os nossos aposentados e pensionistas a uma renda menor que o salário mínimo.&lt;br /&gt;    (PRA: O governo simplesmente não reconhece que uma das fontes do enorme problema fiscal que enfrenta tem origem na previdência. Eficiência de gestão para um sistema deformado significa preservas as raízes das iniquidades previdenciárias e não enfrentar o problema de frente, que é o desequilíbrio atuarial das contas, sobretudo as da previdência pública. Confia no crescimento para preservar um sistema iníquo e insustentável. Não tem coragem para enfrentar o problema de frente.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: Está no Plano de Governo que será necessário fazer uma reforma e mencionamos os principais pontos. Sabemos que a idade mínima de aposentadoria e a desvinculação dos benefícios previdenciários do salário mínimo estão na agenda de todos que se debruçam sobre a questão da reforma da previdência. Mas não se retiram direitos já adquiridos. Nós faremos uma reforma sem atropelos e com normas resultantes de amplo debate com a sociedade para desobstruir o futuro. Tentar tirar direitos ou forçar reforma numa direção pode não só inviabilizá-la gerando uma reação política tão forte que pode resultar num tiro no pé.&lt;br /&gt;É preciso um amplo debate nacional, esclarecimento de todas as partes envolvidas e garantias para aqueles que se sentem ameaçados para que a questão tenha um bom encaminhamento e cheguemos a uma reforma que resolva as questões fiscais, que seja satisfatória para os trabalhadores e seja duradoura para as próximas gerações.&lt;br /&gt;    (PRA: Tampouco tem coragem de dizer que é preciso enfrentar as “espertezas adquiridas”, sobretudo no setor público. Afirma, pelo menos, quais os pontos que precisam ser corrigidos, mas existem vários outros que não são tocados. Quando se fala de “amplo debate nacional” é porque se exime de apresentar propostas claras e politicamente difíceis.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 9 - Planeja uma reforma tributária? De onde virão os recursos para compensar perdas de arrecadação? Em que tributos vai mexer? Do que pode abrir mão? A CPMF será mantida? Encaminhará proposta de renovação da DRU?   &lt;br /&gt;Lula: Como dissemos, é a reforma prioritária. Será centrada na simplificação e racionalização dos impostos, para ganhar aumentos de eficiência na arrecadação. Defendemos desoneração das exportações e dos investimentos. As perdas serão compensadas pela maior formalização da economia (recolhimento de tributos sobre os salários dos empregados com carteira assinada e sobre a receita das empresas). Essa reforma envolve articulação com os governadores, principais afetados por propostas como a transformação do ICMS num imposto de valor agregado e na simplificação das alíquotas.   &lt;br /&gt;    (PRA: Vaguidão nas respostas. Não diz, por exemplo, que é preciso enfrentar o peso da máquina do Estado sobre a economia, as inconsistências previdenciárias, políticas setoriais que transferem renda para quem já é rico, e várias outras coisas mais que obstaculizam a redução dos gastos públicos, hoje claramente o fator mais relevante, nos três níveis da federação, que impede uma reforma redutora de tributos e não simplesmente “racionalizadora”, que é um conceito vago.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Alckmin: Da mesma forma que na reforma da previdência social, não é possível forçar a aprovação de uma proposta pré-definida. A reforma será resultado de uma grande negociação, pois passa por questões muito complexas e delicadas politicamente como o da federação. O que é possível é estabelecer princípios que o meu governo adotará. Em primeiro lugar, não será uma reforma para aumentar a carga tributária como tem sido as reformas anteriores. Ao contrário, para estimular o crescimento e ganhar eficiência econômica, temos que desonerar o investimento produtivo, a produção e a folha de salários. Durante do meu período no governo de São Paulo, não aumentamos nenhuma alíquota de imposto, ao contrário reduzimos a alíquota de vários produtos. Para termos maior justiça social é preciso reduzir a participação de impostos indiretos que são muito regressivos no Brasil e aumentar a participação de impostos diretos que incidem de acordo com a capacidade de pagamento de cada indivíduo e, portanto, são mais justos e transparentes. Para reduzir os custos administrativos das empresas é preciso simplificar o sistema tributário. Para evitar distorções alocativas na economia é preciso privilegiar impostos com maior neutralidade como o imposto direto e imposto sobre o valor agregado.&lt;br /&gt;    (PRA: Correto, mas seria preciso dizer também que o imposto indireto precisaria ser federalizado, ter aliquota única e tendencialmente reduzida e que a folha de pagamentos precisaria ser absolutamente aliviada, com o fnal do sistema corporativo que beneficia também os sindicatos patronais. Seria preciso terminar com o imposto sindical e dar autonomia e independência aos sindicatos, acabando com a unicidade.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 - Fará uma reforma trabalhista? Quais os principais pontos propostos?  &lt;br /&gt;Lula: Não há propostas específicas de reforma trabalhista por parte do nosso governo. Nosso compromisso é retomar o debate sobre a reforma trabalhista, por meio do diálogo tripartite, a exemplo do que foi feito no primeiro mandato com a Reforma Sindical. Mas para que se avance nessa questão, é preciso encorajar os trabalhadores com o encaminhamento da Reforma Sindical no Congresso Nacional, que deverá estimular a negociação coletiva e a solução de conflitos. Quanto ao suposto impacto da reforma trabalhista na geração de emprego, relatórios da OIT e da OCDE mostram que não há na experiência internacional evidências empíricas de aumento do emprego decorrente da flexibilização de direitos trabalhistas. Mas não há dúvida de que a atualização das leis do trabalho pode contribuir para criar um ambiente mais propício à geração de emprego e à distribuição de renda, que a rigor dependem do volume e do ritmo de investimento e crescimento da economia. Acreditamos, no entanto, que há espaço para modernizar as relações de trabalho no Brasil sem precarizar os contratos de trabalho ou comprometer os direitos dos trabalhadores. &lt;br /&gt;    (PRA: O governo Lula é claramente refém da máquina sindical, que sob alguns aspectos é uma verdadeira máfia sindical. Existem evidências, sim, de que regras laborais mais flexíveis aumentam a empregabilidade: basta comparar as taxas de desemprego dos EUA e Reino Unido, em torno de 4%, com as do resto da Europa, na faixa dos 9% ou mais. Seria preciso, tão simplesmente, desconstitucionalizar e retirar da legislação a maior parte das regras laborais, deixando o grosso das normas para as negociações diretas e o contratualismo coletivo. Seria preciso, por outro lado, extinguir a Justiça do Trabalho, ela mesma geradora de conflitos e fonte de deformações no mercado de trabalho, quando não de corrupção organizada. Países normais não dispõem de justiça do trabalho e sim de sistema arbitral, complementado por varas especializadas na justiça comum para os casos mais complicados. Arbitragem sempre foi a melhor forma de resoluç ão de conflitos em quaisquer sistemas que exijam rapidez, transparência, clareza de propósitos e menor custo social.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: A reforma trabalhista deverá ter como foco a modernização da legislação trabalhista visando simplificar a contratação de trabalhadores. É preciso também uma legislação que incentive a formalização de 40 milhões de trabalhadores informais.&lt;br /&gt;    (PRA: Excessivamente vago e genérico. Tem medo de dizer que se trata de uma reforma essencial para aumentar o emprego. Sindicatos são feitos para garantir o emprego de quem já está incluído, não de quem precisa trabalhar.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 - Encaminhará projeto de reforma política? Defende as listas abertas, fechadas ou mistas?&lt;br /&gt;Lula: O Brasil precisa fazer a reforma política com urgência. Ela é a mãe de todas as reformas. Nosso governo sempre teve consciência disso, embora a iniciativa e deliberação a respeito do assunto caibam ao Legislativo e não ao Executivo. De toda forma, tivemos que atender outras prioridades, como vocês sabem, porque recebemos um país praticamente quebrado. Agora, felizmente, já colocamos o Brasil nos eixos. Nossa democracia completou um ciclo muito importante, no qual todos os grandes partidos foram governo. Por isso, acreditamos que existam todas as possibilidades de aprovar uma reforma política e eleitoral. E temos certeza de que a grande maioria da sociedade sabe que é preciso mudar a estrutura política - com a fidelidade partidária, o financiamento público de campanhas e outras medidas - para corrigir desvios e combater ainda mais eficazmente a corrupção. A questão da forma de fazer é relevante, mas muito mais importante é não deixar passar essa oportunidade de realizar a reforma política e fortalecer a ética na política brasileira.&lt;br /&gt;    (PRA: Conversa mole, para não dizer o que prefere, e talvez não prefira nada, a não ser a preservação do sistema que aí está, que é um “presidencialismo de mensalão”. Trata-se, sem dúvida, da reforma mais importante, mas que pode paralisar todas as demais reformas se for lançado no início e na frente de todas as demais, Deveria ser deixada para os dois últimos anos do próximo governo e se começar pela tributária, previdenciária, trabalhista, administrativa, nessa ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: O meu compromisso é encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta de reforma política já em janeiro, antes mesmo do início da nova legislatura. O ponto principal será a adoção da fidelidade partidária, que, somada à cláusula de barreira, que já começa a valer agora, vai garantir mais consistência à atuação dos partidos. Não defendo a adoção de listas. A nossa proposta prevê o sistema com voto distrital misto, que será um importante instrumento para reduzir os custos de campanha e aumentar a proximidade entre o povo e seus representantes. O sistema proporcional favorece a defesa de interesses corporativos, que, na maioria das vezes, são legítimos, mas, de modo geral, vão de encontro aos interesses coletivos.&lt;br /&gt;    (PRA: Pelo menos explicita suas propostas, mas erra ao arriscar comprometer todas as demais reformas pela reforma política, claramente a mais difícil de todas por envolver o interesse de parlamentares e regiões. Não diz absolutamente nada sobre a deformação da representação proporcional, do excesso de “representantes do povo”, que representam apenas a si mesmos, do excesso de gastos do Legislativo e não não fala tampouco a reforma do Judiciário que continua necessário pelo lado dos ritos e procedimentos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 12- É a favor ou contra a reeleição presidencial? Planeja acabar com ela ou manter? Se for acabar, planeja ampliar o prazo do mandato?&lt;br /&gt;Lula: A reeleição é um retrocesso político para o Brasil. O mandato de cinco anos, sem reeleição, seria uma solução adequada para o nosso país. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso vai carregar pelo resto da vida o gesto irresponsável de ter aprovado a reeleição em benefício próprio. &lt;br /&gt;    (PRA: Hipocrisia, ao não propor a sua extinção logo no primeiro mandato. Melhor seria ter introduzido regras mais claras para evitar abuso, como os que estão ocorrendo agora mesmo, com o uso da máquina pública pelo candidato no cargo.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alcmin: Sempre disse que essa não é uma questão programática, mas no que depender de mim, eu vou acabar com a reeleição. Hoje ela ocorre sem nenhum critério para quem disputa a eleição e permanece no cargo. Eu tive de deixar o governo de São Paulo seis meses antes das eleições, mas o meu adversário continuou no cargo. Veja o que foi feito esta semana, a primeira do segundo turno das eleições, o presidente Lula libera R$ 1,5 bilhão do Orçamento deste ano para beneficiar o candidato Lula. O valor é praticamente igual ao bloqueado pelo Ministério do Planejamento há menos de 15 dias. Isso é uso eleitoreiro de recursos públicos. Não dá mais para um país como o Brasil admitir que o governo federal adote práticas equivocadas com fins políticos. O presidente Lula transformou 17 ministros em cabos eleitorais do candidato Lula. O povo está cansado desse tipo de conduta, que apenas contribui para reduzir ainda mais o encanto do cidadão com a política. Atualmente, a reeleição não está regulamentada. Sem essa preocupação de reeleição, acho que poderei fazer um governo melhor que o atual, com uma equipe nova, com a legitimidade das urnas. O Brasil pode mais com um time novo.&lt;br /&gt;    (PRA: Correto.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 13 - Pretende avançar ou rever as privatizações? Em que setores há empresas que poderiam ser privatizadas? Em caso negativo, planeja criar novas estatais, em que áreas acha importante o Estado estar mais presente?&lt;br /&gt; Lula: Não haverá nenhuma privatização. Nosso governo está mostrando, com práticas bem-sucedidas, que a privatização de estatais não é a única maneira de garantir investimentos privados em projetos de infra-estrutura. Fizemos, por exemplo, excelentes parcerias entre empresas estatais e o capital privado no setor de energia. Na área de transportes, há o programa de concessões em andamento para a execução da Ferrovia Norte-Sul e para rodovias. Além disso, há o modelo de Parceria Pública Privada (PPP), que se inicia com as BRs 116 e 324. Nesse modelo, grupos privados realizam parte dos investimentos e o Governo entra com outra parcela, que é uma forma de reduzir o impacto dos custos dos pedágios para os usuários. Entendemos que o Estado tem a função importante de atuar como indutor do desenvolvimento. E contamos, para isso, com a participação indispensável dos recursos privados, principalmente nos projetos de infra-estrutura, que são fundamentais para dar suporte ao crescimento sustentável da economia brasileira.&lt;br /&gt;    (PRA: Claramente contrário às privatizações, e as PPPs são uma forma de privatização envergonhada, com a desvantagem de deixar o governo com os custos e a responsabilidade de remunerar o investidor privado, que pode fraudar os seus números, para receber dinheiro do governo. Melhor seria privatizar de vez.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: O programa de privatizações já foi implementado por governos anteriores. Não há nenhuma intenção de criar novas empresas estatais.&lt;br /&gt;    (PRA: Tem medo, vergonha ou pratica oportunismo político ao anunciar que o programa de privatizações já foi implementado. Existem estatais claramente ineficientes e monopolistas que merecem e deveriam ser privatizadas.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 14 - Planeja uma reforma sindical? Quais os principais pontos? Contará com que apoios para realizá-las?   &lt;br /&gt;Lula: Nosso governo já encaminhou ao Congresso Nacional as propostas de Reforma Sindical aprovadas pelo Fórum Nacional do Trabalho. Cabe agora ao Legislativo definir e aprovar a nova legislação sindical brasileira. &lt;br /&gt;    (PRA: Se exime da responsabilidade, pois é claramente contrário quebrar o poder sindical que foi colocado sobre o Estado, como uma nova classe de prebendalistas, de rent-seekers, que sugam os recursos públicos. Se trata de um setor mafializado que mereceria ser totalmente revisto.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: No meu governo, todas as propostas de reformas terão um foco único: o desenvolvimento do país com garantia de manutenção de todos os direitos adquiridos. O Brasil precisa mudar para crescer e permitir que as empresas cresçam também e gerem empregos.&lt;br /&gt;    (PRA: Tergiversa sobre o assunto e não tem coragem de assumir o partido da sociedade contra as máfias sindicais, patronais e de trabalhadores, que assaltam o Estado e vivem às custas dee todos nós.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 - Quais os principais pontos de sua proposta para a área internacional? Manterá o foco na integração regional e diversificação de relações? Planeja insistir na vaga para o Brasil no Conselho de Segurança da ONU?  &lt;br /&gt; Lula: O Brasil continuará privilegiando o processo de integração sul-americana - o Mercosul e a Comunidade Sul-americana de Nações, em especial - e fortalecerá as relações Sul-Sul. Ao mesmo tempo, buscará ampliar seu acesso aos grandes mercados europeu, norte-americano e asiático e manterá com os países desenvolvidos um relacionamento positivo e soberano. A reforma do Conselho de Segurança é uma necessidade da democratização dos processos decisórios internacionais e dará maior legitimidade e eficácia à atuação daquele órgão. O Brasil, assim como a grande maioria dos membros das Nações Unidas, continuará empenhado nessa reforma.&lt;br /&gt;    (PRA: Nada a comentar: more of the same. Ou seja, continuará exatamente a mesma política externa, com todas as suas realizações. A reforma do CSNU, por exemplo, ao aumentar o número de vagas permanentes, não pode servir para democratizar o sistema e sim para dobrar o poder da oligarquia, apenas isso. Trata-se, de toda forma, de um tema que não foi debatido com a sociedade: não se sabe se ela aceita pagar mais para questões externas, quando os problemas internos são tão prementes.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: Vamos despolitizar as negociações comerciais e desideologizar a política externa. A estratégia de negociação comercial, sobretudo regional e bilateral, deverá ser modificada. Meu governo vai buscar a recomposição das relações do Brasil na América do Sul e a intensificação das relações com os centros mais dinâmicos da economia global, especialmente com a União Européia e os EUA, restabelecendo a prioridade das relações com os países desenvolvidos. Vamos criar iniciativas mais agressivas para melhor aproveitar as oportunidades de exportação para a China e defender, de forma mais eficiente, os setores industriais brasileiros ameaçados pela competição, nem sempre leal, das empresas chinesas. A assistência a brasileiros e a empresas brasileiras no exterior passará a ter efetiva prioridade nas atividades do Itamaraty.&lt;br /&gt;A política externa deve ser vista como uma ação de Estado, dentro de uma perspectiva de médio e longo prazos, na qual o interesse nacional deve estar acima de visões conjunturais, ideológicas. A política externa do governo Lula se orienta por uma visão equivocada de mundo e se caracteriza por ser ideológica e partidária na sua execução, além de politizada nas negociações comercias. Pretendo restabelecer os princípios e valores tradicionais defendidos pelo Itamaraty ao longo de décadas.&lt;br /&gt;É muito importante, também, que o Brasil se aproxime com passos medidos e seguros da OCDE ou ser acolhido num G-8, que poderia também incluir a China e a Índia.&lt;br /&gt;    (PRA: Poderia dizer, mais simplesmente, que voltaria para a política externa tradicional do Itamaraty, que nunca foi partidária ou ideológica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 16 - O governo brasileiro criou e liderou o G20, que termina 2006 sem avanços. O que fazer diante deste fracasso?&lt;br /&gt;Lula: Não houve fracasso. O G20 mudou completamente o perfil das negociações da rodada de Doha no âmbito da OMC. A partir do G20, os países emergentes passaram a ter papel fundamental nos debates da OMC. A prova disso é que na última reunião do G20, realizada no Rio de Janeiro, pediram para participar a União Européia, os Estados Unidos e o Japão, além do diretor da OMC, Pascal Lamy. O G20 colocou na ordem do dia o fim dos subsídios agrícolas dos países ricos. O termo "fracasso" para caracterizar a trajetória do G20 expressa uma atitude ideológica, marcada por uma visão submissa e conformista da ordem econômica mundial.&lt;br /&gt;    (PRA: Engano: o G20 não mudou o perfil das negociações, apenas impediu que naquele momento, em Cancun, em setembro de 2003, os americanos e europeus concertados fizessem uma grande maldade contra nós e os demais países exportadores não-subvencionistas. O papel do G20 está claramente exagerado, e sua ação só vale para uma parte pequena do dossiê agrícola, o protecionismo e o subvencionismo dos ricos, não os dos pobres. Nem todos os emergentes estão no G20, e no GATT-OMC as linhas de aliança são claramente ad hoc, não cabendo falar de blocos dos países emergentes e em desenvolvimento.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: O governo Lula errou ao basear toda sua estratégia de negociação comercial em ações multilaterais. Os entendimentos com a União Européia estão paralisados, o Mercosul em grave crise e o processo de integração hemisférico está praticamente morto. Em todos esses exemplos, o governo brasileiro ficou a reboque dos acontecimentos. Meu governo apoiará a retomada das negociações multilaterais da Rodada Doha. Vamos defender um acordo equilibrado, que represente um resultado satisfatório, tendo em mente a agenda para o desenvolvimento. A agricultura deve continuar a ser central nas deliberações. As concessões que forem eventualmente feitas devem ser avaliadas à luz das ofertas recebidas e dos nossos interesses ofensivos.&lt;br /&gt;Vamos ampliar o relacionamento com os países de escala continental, como a China, a Rússia e a Índia, com base na reciprocidade de interesses, e não com a ilusão ideológica de que são aliados naturais em um eventual conflito de interesses com os EUA.&lt;br /&gt;    (PRA: Agricultura pode até ser central para o Brasil, mas não deveria ser o fator impeditivo de um acordo, pois se trata claramente do setor mais conflitivo e mais sujeito a regras especiais. Um coisa é certa: para voltar a crescer é preciso ter regras claras, inclusive para o investimento estrangeiro. Daí a necessidade de uma maior abertura econômico-financeira, e sobretudo comercial. )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  17 - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou um novo referendo em 2007 para acabar com o limite de prazo para a reeleição presidencial, o que possibilitaria a sua permanência no poder indefinidamente. Se isso acontecer, o candidato será contra ou a favor da manutenção do país no Mercosul (cláusula democrática diz que seus membros têm que ser democracias)?&lt;br /&gt;Lula: O presidente Lula tem manifestado recorrentemente sua posição contra a reeleição, pelo menos consecutivamente, dos portadores de cargos executivos. A reeleição continuada de um governante, desde que respeitadas as normas do Estado de direito, não representa qualquer infração democrática. Esta hipótese existe em quase todas as democracias européias: na Alemanha ou no Reino Unido. Na França presidencialista também existe esta possibilidade de reeleição "indefinida". Quem pode, assim, decidir eleições ou reeleições são os eleitores. Por que esta fixação com a Venezuela?   &lt;br /&gt;    (PRA: A fixação com a Venezuela está em que o presidente Lula manifestou, em diversas ocasiões, seu apreço pelo lider venezuelano: ele já esteve inúmeras vezes no Brasil e até decidiu onde deveria ser implementada uma nova refinaria da Petrobras. Isso é manifestação de poder, por parte da Venezuela, e renúncia à soberania, por parte do Brasil. Nosso Tribunal de Contas precisa aferir as contas de certas estatais, que estão sendo utilizadas partidariamente na política externa.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: A questão do referendo na Venezuela é um assunto interno, que deve ser discutido pela sociedade venezuelana. Agora, eu já me manifestei contrário à reeleição sem qualquer tipo de regulamentação. Parece não ser prudente. Como disse, vamos ampliar o relacionamento com todos os países da América do Sul, com base na reciprocidade de interesses e na defesa de nosso interesse. A Venezuela, o quarto maior exportador mundial de petróleo, acaba de entrar para o Mercosul. Isso será um grande desafio para o processo de integração. Sua entrada plena depende da ratificação do Protocolo de Adesão, que será examinado pelo Congresso Nacional somente no ano próximo. O fato de Hugo Chávez estar apoiando publicamente o presidente Lula - que claramente se mostra simpático a algumas das idéias que Chávez coloca em prática na Venezuela - não será obstáculo para tratarmos o relacionamento com esse país com base nos interesses da integração regional e dos interesses do Brasil.&lt;br /&gt;    (PRA: Contornou o problema e não respondeu à pergunta.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  18 - Vai manter o Bolsa Família? Com que formato?   &lt;br /&gt;Lula: Vamos manter e ampliar o Bolsa Família, que é um dos maiores e mais eficientes programas de transferência de renda do mundo e beneficia hoje mais de 11,1 milhões de famílias brasileiras. Em um segundo mandato, vamos aprofundar o papel do Bolsa Família como eixo integrador das ações de combate à pobreza e à desigualdade no Brasil. Ampliaremos a articulação do programa com ações de geração de trabalho e renda, de capacitação profissional, de alfabetização e aumento da escolaridade dos adultos beneficiários, de micro-crédito, entre outros. Assim, as famílias beneficiadas vão criando as condições para garantir o seu próprio sustento, deixando de depender do Bolsa Família. O governo buscará estratégias de acompanhamento individual das famílias beneficiadas que se encontram em situação de maior vulnerabilidade. Além disso, será aprofundada a relação com os programas do governo de apoio aos jovens, bem como com os estados e municípios que têm agenda de combate à fome e à pobreza que o Bolsa Família materializa em todo o país.&lt;br /&gt;     (PRA: O governo se orgulha do BF, quando na verdade deveria sentir vergonha pelo fato de tantas pessoas não conseguirem se inserir pelo emprego e pela renda e devam sua subsistência mínima ao governo, criando uma dependência que é nefasta.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alkmin: A minha decisão é de manter e melhorar o Bolsa Família, criado pelo PSDB no governo Fernando Henrique. O que o governo do PT fez foi mudar o nome de um programa que já existia. Temos que garantir transferência de renda, mas temos que oferecer condições especiais para a superação da pobreza. Estimular os mais pobres a viver de benefícios não é promover a inclusão, o que de fato queremos é dar dignidade, o que só pode ser feito com trabalho. O programa em curso tem muitos problemas, mas temos que superar um a um e melhorar para garantir a inclusão de fato dessa ampla fatia da população.&lt;br /&gt;Quando falamos de aperfeiçoamento, estamos nos referindo, por exemplo, ao gerenciamento do programa. É preciso aprimorar o Cadastro Único Federal, integrá-lo aos cadastros dos programas de transferência de renda existentes nos estados e mesmo a outros programas existentes no âmbito federal, como o PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), o BPC (Benefício de Prestação Continuada) e mesmo a Previdência Rural. Também é preciso criar um sistema de monitoramento efetivo das contrapartidas das famílias. A família não vai sair da sua situação de vulnerabilidade com menos de R$ 100 por mês, mas tem chances de sair com seus filhos formados no ensino fundamental e no médio.&lt;br /&gt;Do ponto de vista de política social, o Bolsa Família deve ser integrado às políticas de educação, saúde, capacitação profissional e de geração de trabalho e renda. É preciso também estudar a possibilidade de acompanhamento e monitoramento das famílias serem realizados pelos agentes comunitários de saúde. Hoje são mais de 180 mil deles em todo o Brasil. Eles estão perto das famílias, têm a confiança das mães e podem ajudar as famílias a atender as condições previstas no programa. Repito; a Bolsa Família será mantida e melhorada.&lt;br /&gt;     (PRA: Correto, apenas isto, e deveria ter dito que o objetivo último seria acabar com BFs e outras assistências públicas. Governo decente promove investimentos e crescimento do emprego, não fica distribuindo esmola.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 - Reajustará o salário mínimo acima da inflação? Qual será o percentual no primeiro ano do seu governo?&lt;br /&gt; Lula: Vamos aumentar o salário mínimo acima da inflação para acelerar a distribuição de renda e estimular o mercado interno. É importante destacar que o salário mínimo teve aumento real acumulado de 26% até abril de 2006, e tem hoje o maior poder de compra dos últimos 26 anos.&lt;br /&gt;    (PRA: Salário mínimo nem deveria existir, pois ele representa um impedimento ao crescimento do emprego e ao equilíbrio das contas públicas. Existindo, não deveria ser nacional, e sim regional, ou estadual.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: Em princípio, uma boa referência para reajustar o salário mínimo de acordo com o aumento do PIB per capita, que é um indicador ainda que não preciso do aumento médio da produtividade. Desta forma, como a prioridade do meu governo é o crescimento mais acelerado do PIB o salário mínimo deverá crescer em termos reais. Entretanto, é preciso lembrar que os benefícios previdenciários estão vinculados ao salário mínimo, da mesma forma, a folha de salários de muitos estados e prefeituras, o que torna o reajuste do salário mínimo uma questão fiscal que tem grandes restrições como todos sabemos.&lt;br /&gt;    (PRA: Contorna o assunto e faz um pouco de magia econômica.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 20 - O que planeja em relação ao crédito consignado e habitacional? Manter? Ampliar? Como?  &lt;br /&gt;Lula: Nós realizamos uma verdadeira revolução no crédito, ampliando o acesso a setores da população que nunca tiveram essa chance. E fizemos isto combinando inflação baixa e melhorando o poder aquisitivo das classes mais pobres. Concretizamos mais de 17 milhões de operações de microcrédito, com taxa de juros máxima de 2%, num total de R$ 3 bilhões emprestados. O crédito consignado foi parte importante dessa política porque ampliou o crédito direto ao consumidor. Entre 2002 e 2005, foram R$ 220 bilhões a mais de crédito ofertado, sendo que, desse total, R$ 40 bilhões são de crédito consignado. O total de crédito na economia brasileira saltou de 24,2% do PIB em dezembro de 2002 para 32,4% em junho de 2006. Num segundo mandato, vamos continuar ampliando ainda mais a oferta de crédito e criando novas modalidades, como fizemos para o setor habitacional. Nossa meta é aumentar o volume de crédito para algo em torno de 50% do PIB.&lt;br /&gt;    (PRA: O crédito e o nível de juros poderiam evoluir positivamente se o governo operasse uma deconcentração no setor, promovendo nova abertura do sistema financeiro e bancário, com entrada de novos parceiros externos. Cartelizado como é hoje, o sistema só pode oferecer juros altos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin: No meu governo o ajuste e a política fiscal sólidos permitirão a queda na taxa de juros e com isso, o crédito ao consumidor e o crédito habitacional, devidamente dosados, serão instrumentos importantes de estímulo a ampliação da demanda e portanto de geração de empregos. Hoje pode se dizer que o trabalhador "paga por duas mercadorias e leva uma" quando compra no crediário, já que a taxa de juros ao consumidor é elevada. Portanto, vamos fazer todo o esforço para reduzir a taxa básica da economia e do crédito ao consumidor, o que resultará num significativo aumento do poder real de compra dos salários dos trabalhadores e ampliação do mercado, particularmente de bens de consumo duráveis.&lt;br /&gt;    (PRA: O diagnóstico é correto, ao dizer que o crediário é um roubo e uma fraude, quando se anuncia que se está vendendo “seis vezes sem juros”. Isso deveria ser coibido como propaganda enganosa. Não diz que a solução é terminar com o cartel das financeiras, abrindo totalmente o sistema à concorrrência e ao ingresso de novos ofertantes externos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 -Tem planos de fazer um choque de gestão? O que isso significa? Cortar quantos ministérios? Cortar quantos DAS? O que mais?&lt;br /&gt;Lula: É importante destacar que, no nosso governo, houve aumento do número de ministérios sem elevação do gasto com pessoal. Prova disso é que, em 2002, o gasto com pessoal e encargos representava 5,3% do PIB. Em 2006, esta proporção ficará em 5,1%, um percentual, portanto, menor do que o verificado no último ano do governo anterior, mesmo com o aumento no número de funcionários na ativa. Estamos produzindo mais com menos gastos, o que significa uma gestão cada vez mais eficiente. Em relação aos ministérios, eventuais modificações serão implantadas no início de um próximo mandato.&lt;br /&gt;     (PRA: O governo não diz que o investimento caiu para níveis irrisórios e que os gastos com pessoal são de toda forma exagerados. Se a gestão é eficiente, então se trata de outro país, que não o Brasil. Sobre o número de ministérios, a pergunta mais simples é a seguinte: quantas vezes por semana o presidente despacha com cada ministro? Não deveria haver mais de 19 ministérios, o número exato de edifícios ministeriais na Esplanada.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alkmin: O meu governo vai valorizar o servidor público. Em lugar de fazer o que o presidente Lula fez, levando para o serviço público pessoas cuja única credencial era ser amigo dele, eu vou prestigiar o funcionário concursado. Vamos fazer todos os concursos necessários para garantir qualidade no serviço público. Hoje, temos 50 mil cargos comissionados. Dá pra reduzir sem demitir ninguém. Aproveitar servidores de carreira nesses cargos. Vou reduzir o número de ministérios ao mínimo necessário para fazer o governo funcionar.&lt;br /&gt;    (PRA: Pelo menos diz que vai reduzir o número de ministérios ao mínimo necessário. Deveria anunciar logo que vai reduzir a no máximo 20, e de preferência 12 ou 15. Deveria também dizer que vai acabar com a estabilidade, um convite à preguiça e à incompetência.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes: Comissão de Programa de Governo da Coligação Lula de Novo com a Força do Povo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentários de&lt;br /&gt;Paulo Roberto de Almeida&lt;br /&gt;Brasília, 7 de outubro de 2006.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-5955198907684532235?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/5955198907684532235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=5955198907684532235&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/5955198907684532235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/5955198907684532235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/12/87-os-programas-economicos-dos.html' title='87) Os programas economicos dos candidatos'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-3464584381862066497</id><published>2006-12-03T16:45:00.000-02:00</published><updated>2006-12-03T16:46:30.956-02:00</updated><title type='text'>86) Programas da campanha presidencial: alguns comentarios</title><content type='html'>Programas da campanha presidencial: alguns comentários&lt;br /&gt;Paulo Roberto de Almeida&lt;br /&gt;Sociólogo, diplomata, professor universitário.&lt;br /&gt;(4 de outubro de 2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre Lula, o PT e seu programa eleitoral:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A coordenação da campanha eleitoral do candidato-presidente afirma, em seu primeiro boletim do segundo turno – bizarramente chamado ‘Anti-Vírus’ – (com data de 3.10.2006), que “No último domingo de outubro, o povo brasileiro dirá um não ao retrocesso, ao atraso, ao neoliberalismo”.&lt;br /&gt;    Essa afirmação é no mínimo surpreendente, quando se sabe que foi exatamente o execrado ‘neoliberalismo’ da política econômica de Lula que garantiu sua altíssima popularidade justamente entre aqueles que sempre padeceram dos males da inflação e da conseqüente erosão de sua renda.&lt;br /&gt;Na verdade, o PT deveria agradecer ao ‘neoliberalismo’ do Banco Central  pelo sucesso absoluto da atual situação econômica.&lt;br /&gt;Lula estará sendo (eventualmente) reeleito pelo seu neoliberalismo econômico, quer o PT goste disso ou não.&lt;br /&gt;    Para ser mais exato, nem o que está escrito no programa de campanha do PT, nem o que diz sua coordenação eleitoral têm a menor importância para o presidente-candidato e terá menos importância ainda, caso ele seja reeleito. Lula, hoje, quer distância do PT, que aparentemente converteu-se no ‘partido dos tabajaras’, e não dá qualquer atenção ao programa que foi elaborado pelos próceres do partido.&lt;br /&gt;    Num eventual segundo mandato, Lula comandará a economia – e a política externa, a segunda das áreas que lhe são mais caras – ouvindo sua própria consciência e seguindo seu tradicional pragmatismo. As ‘recomendações’ econômicas do PT já não eram importantes em 2002 – haja vista a Carta ao Povo Brasileiro, de junho daquele ano – e hoje, mais ainda, não apresentam a menor relevância, já não digo na teoria, e sim em termos práticos. &lt;br /&gt;    Ou seja, os ideólogos do partido nem precisariam se dar ao trabalho de redigir meticulosos documentos gramscianos para o segundo mandato de Lula: seu destino é a lata de lixo do gabinete presidencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre Geraldo Alckmin e os alckmistas econômicos:&lt;br /&gt;    Diferentes na roupagem, iguais no conteúdo: quase não há diferença entre os programas econômicos dos dois candidatos inimigos no segundo turno. De fato, o que caracteriza a atual campanha é uma excepcional similitude de intenções, ainda que não de retórica, entre as plataformas de política econômica dos candidatos Alckmin e Lula.&lt;br /&gt;    O programa do ex-governador paulista é uma cuidadosa assemblagem política de elementos conceituais e prescrições práticas retirados das duas principais correntes que integram o tucanato econômico: de um lado, os desenvolvimentistas pragmáticos – posto que os ideológicos estão na outra campanha, a do neo-neoliberalismo econômico petista – e, de outro, os representantes brasileiros do chamado ‘mainstream economics’, que são alegadamente ‘neoliberais’ para os padrões cepalianos redivivos. Ackmin juntou algumas gramas de desenvolvimentismo à la Mendonça de Barros com grandes doses de realismo à la Armínio Fraga. Ou seja, seu programa comporta diagnósticos e terapêuticas para todos os gostos e orientações do academismo econômico, com as mesmas promessas vagas do programa do PT quanto a crescimento e emprego. Os alckmistas pretendem transmitir um sentido de responsabilidade econômica que também se encontra no programa dos petistas realistas. Estes últimos se esforçam por parecer anti-neoliberais, mas, na prática, eles sabem que, no fundo, deveriam acender algumas velas no altar do Banco Central, que lhes garantiu o sucesso de público que eles nunca teriam tido, se se decidissem pela aplicação de sua macroeconomia surrealista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Na verdade, há uma grande demanda por magia econômica nos programas de ambos candidatos. Eles nunca discutem os problemas reais que já estão na mesa, senão na agenda, do próximo presidente, qualquer que seja ele: a bomba fiscal, que precisa ser desarmada o quanto antes, pois ameaça explodir já no primeiro semestre de 2007; o buraco negro previdenciário, que vai sugando todas as receitas adicionais; o sorvedouro dos gastos correntes, inclusive as novas despesas salariais do funcionalismo público e as benesses do assistencialismo governamental; enfim, o estrangulamento das possibilidades de investimento privado por obra e graça da despoupança estatal, que constitui hoje o principal obstáculo a um processo sustentado de crescimento econômico.&lt;br /&gt;    Não há alquimia capaz de transformar o déficit nominal – que realimenta a dívida pública de forma contínua – em recursos para investimentos produtivos. Isso, nenhum dos candidatos abordou em seus programas eleitorais ou nos discursos de campanha. Mas essa realidade vai desabar pesadamente na mesa presidencial ainda antes do dia 1º de janeiro de 2007. Boa sorte ao vencedor, que não terá apenas batatas para descascar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Roberto de Almeida&lt;br /&gt;Brasília, 4 de outubro de 2006&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-3464584381862066497?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/3464584381862066497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=3464584381862066497&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/3464584381862066497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/3464584381862066497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/12/86-programas-da-campanha-presidencial.html' title='86) Programas da campanha presidencial: alguns comentarios'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-116189344855196018</id><published>2006-10-26T17:01:00.000-03:00</published><updated>2006-10-26T17:10:48.606-03:00</updated><title type='text'>85) Juristas em favor de Lula</title><content type='html'>A argumentação a favor do candidato à reelieção não é propriamente jurídica, legal ou situada no campo da ética e do fiel cumprimento da lei. Se trata de argumentação política e supostamente econômica e social.&lt;br /&gt;Na verdade, o manifesto é muito mais contra a outra coligação, inclusive recuperando o passado, do que a favor do atual presidente.&lt;br /&gt;São indicados fatos ou processos que condenan o candidato alternativo, e se vai até o passado para repudiar a postulação do opositor, mas se consegue o inacreditável feito de falar um pouco de tudo sem tocar em fatos gravíssimos que estão ocorrendo às vistas de todos e que implicam, justamente, o trabalho de procuradores, juízes, policiais, bandidos, militantes, enfim, um pouco todo mundo. Só os juristas não viram... &lt;br /&gt;Em todo caso aqui vai o manifesto de 300 juristas a favor do candidato à reeleição. Que não se percam pelos nomes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lula recebe manifesto de apoio de 300 juristas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, recebeu hoje (26), no Palácio da Alvorada, em Brasília, um grupo de juristas que lhe entregou um manifesto de apoio à sua campanha. O documento, reproduzido abaixo, é assinado por 300 juristas de todo o país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No encontro, estiveram presentes Alberto Kopittke, Cláudio Santos, Gilberto Bercovici, Joelson Dias, José Geraldo de Sousa Júnior, Mauro Menezes e Menelick de Carvalho Netto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia a íntegra do manifesto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MANIFESTO DE JURISTAS - LULA PRESIDENTE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dois diferentes projetos para o Brasil disputam o 2º turno das eleições presidenciais de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A aliança conservadora PSDB-PFL desconhece o papel fundamental do Estado na promoção do desenvolvimento econômico e na mediação dos conflitos distributivos. Seu projeto já foi aplicado durante oito anos - a década desperdiçada - sem crescimento econômico, nem redução da desigualdade social. O apagão simboliza seu fracasso. O desmonte da administração pública, a terceirização dos programas de inclusão e a criminalização dos movimentos sociais exemplificam a lógica neoliberal de privatização do público e de insensibilidade aos graves problemas sociais do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo do presidente Lula recuperou a capacidade de gestão do Estado, reorganizou com êxito as políticas públicas e gerou cerca de 7 milhões de novos empregos. A desigualdade social foi reduzida, e as classes menos favorecidas foram comtempladas por políticas de inclusão com potencial emancipatório. Pela primeira vez e! m uma década, o governo definiu uma política industrial. O país tem batido recordes sucessivos de exportações. As empresas estatais recuperaram a sua capacidade de planejamento e investimento. O Brasil, com a Petrobrás, atingiu a auto-suficiência na produção de petróleo. A América Latina adquiriu centralidade na política brasileira de inserção internacional. Estão criadas as condições reais para que o país retome o crescimento econômico e resgate sua dívida social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aliança conservadora adotou um discurso "lacerdista", desviando a atenção pública da comparação entre os governos FHC e Lula, entre os distintos projetos em disputa para o país. Não se pode esquecer que os atuais paladinos da ética outrora impediram a apuração de vários crimes contra a República. O governo das privatizações e do escândalo da compra de votos para reeleição jamais foi investigado. O candidato Geraldo Alckmin e a aliança PSDB-PFL obstruíram mais de 60 pedidos de CPIs na Assembléia Legislativa de São Paulo. No governo Lula, com a criação da Controladoria-Geral e a reorganização da Polícia Federal, as denúncias têm sido apuradas. O Ministério Público exerce suas atribuições sem embaraço. É necessário, ainda, enfrentar os problemas institucionais que facilitam, de longa data, as práticas de corrupção do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coligação PSDB-PFL representa o abandono do programa institucional que propõe a construção de um país soberano e de uma sociedade livre, justa e solidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em favor do desenvolvimento econômico e do resgate da dívida social,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DECLARAMOS O VOTO EM LULA PARA PRESIDENTE DO BRASIL!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celso Antônio Bandeira de Mello&lt;br /&gt;Luis Roberto Barroso&lt;br /&gt;Américo Lacombe&lt;br /&gt;José Joaquim Calmon de Passos&lt;br /&gt;José Geraldo de Sousa Júnior&lt;br /&gt;Luiz Alberto Warat&lt;br /&gt;José Francisco Siqueira Neto&lt;br /&gt;Alaôr Caffé Alves&lt;br /&gt;Alexandre da Maia&lt;br /&gt;Antônio Maués&lt;br /&gt;Gilberto Bercovici&lt;br /&gt;Jacques Távora Alfonsin&lt;br /&gt;José Alfredo de Oliveira Baracho Júnior&lt;br /&gt;Juliana Neuenschwander Magalhães&lt;br /&gt;Katya Kozicki&lt;br /&gt;Marcelo Andrade Cattoni de Oliveira&lt;br /&gt;Márcio Túlio Viana&lt;br /&gt;Marília Muricy&lt;br /&gt;Martonio Mont'Alverne Barreto Lima&lt;br /&gt;Mauro Menezes&lt;br /&gt;Menelick de Carvalho Netto&lt;br /&gt;Orides Mezzaroba&lt;br /&gt;Ricardo Seitenfus&lt;br /&gt;Sérgio Sérvulo da Cunha&lt;br /&gt;Weida Zancaner&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somam-se a estes, mais 450 assinaturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraão Moreira Blumberg (RS)&lt;br /&gt;Adilson Afonso de Castro (SP)&lt;br /&gt;Adilson Rodrigues Pires&lt;br /&gt;Adriana Ancona de Faria (SP)&lt;br /&gt;Adriana Andrade Miranda &lt;br /&gt;Adriana Martins&lt;br /&gt;Adrianna Freire(SP)&lt;br /&gt;Adriano Pilatti (RJ)&lt;br /&gt;Agassiz Almeida Filho (PB)&lt;br /&gt;Aidê B. Neves(SP)&lt;br /&gt;Airton Tadeu Forbrig (RS)&lt;br /&gt;Alaôr Caffé Alves (SP)  &lt;br /&gt;Alda Lea Suzart de Almeida(SP)&lt;br /&gt;Alexandra Gomes de Santana(SP)&lt;br /&gt;Alexandre da Maia (PE)  &lt;br /&gt;Alexandre de Mattos Melo&lt;br /&gt;Alexandre Feronese (RJ)&lt;br /&gt;Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia (MG)&lt;br /&gt;Alexandre Totorella Mandi (SP)&lt;br /&gt;Aloisio Zimmer Junior (RS)&lt;br /&gt;Álvaro Valério Batista de Pádua (GO)&lt;br /&gt;Alysson Ribeiro Mascaro (SP)&lt;br /&gt;Amélia Vieira(SP)&lt;br /&gt;Américo Lacombe (SP)&lt;br /&gt;Ana Cristina de Mello Pimentel Lourenço (RJ)&lt;br /&gt;Ana Flavia Santos Patrus de Souza (MG)&lt;br /&gt;Ana Guedes(SP)&lt;br /&gt;Ana Luisa Celino Coutinho (PB)&lt;br /&gt;André Costa (CE)&lt;br /&gt;André Sturaro (SP)&lt;br /&gt;Andréa Exposito Barcelar Nunes (MA)&lt;br /&gt;Andréa Mendes (BA)&lt;br /&gt;Anésia Edith Kowalski (PR)&lt;br /&gt;Aníbal Junior (ES)&lt;br /&gt;Anna Carolina Cruz e Souza&lt;br /&gt;Antônio Carlos Porto Junior (RS)&lt;br /&gt;Antônio Cavalcanti Maia (RJ)                       &lt;br /&gt;Antonio da Paixão(SP)&lt;br /&gt;Antônio Maués (PA)                  &lt;br /&gt;Antonio Menezes(SP)&lt;br /&gt;Antônio Roberto Prates Maia (BA)&lt;br /&gt;Antonio S. Tonico(SP)&lt;br /&gt;Aparecido Araújo Lima&lt;br /&gt;Aroldo de Jesus Teixeira(SP)&lt;br /&gt;Artur Stamford (PE)    &lt;br /&gt;Ary Moreira(SP)&lt;br /&gt;Augusto Sérgio São Bernardo(SP)&lt;br /&gt;Bárbara Alves(SP)&lt;br /&gt;Beatriz Sousa Costa (MG)&lt;br /&gt;Bernadino Camilo da Silva&lt;br /&gt;Beto Vasconcelos&lt;br /&gt;Bruno Cunha Costa(SP)&lt;br /&gt;Bruno de A Maia(SP)&lt;br /&gt;Bruno Galindo (PE)               &lt;br /&gt;Bruno Mattos e Silva &lt;br /&gt;Bruno Miranda(SP)&lt;br /&gt;Bruno Scheidemandel Neto (RS)&lt;br /&gt;Caetano Lopes(SP)&lt;br /&gt;Carla Maria Nicolini(SP)&lt;br /&gt;Carlos Alberto Loureiro Costa(SP)&lt;br /&gt;Carlos Alberto Oliveira (RS)&lt;br /&gt;Carlos Eduardo Soares de Freita (BA)&lt;br /&gt;Carlos J. R. Araujo (BA)&lt;br /&gt;Carlos Medrado(SP)&lt;br /&gt;Carlos Ranna&lt;br /&gt;Cecília Caballero Lois&lt;br /&gt;Celso Antônio Bandeira de Mello (SP)&lt;br /&gt;Celso Antunira(SP)&lt;br /&gt;Claudia Maria Barbosa (PR)&lt;br /&gt;Cláudia Salles(SP)&lt;br /&gt;Cláudio Pereira de Souza Neto (RJ)&lt;br /&gt;Cláudio Santos da Silva (DF)&lt;br /&gt;Cláudio Soares de Oliveira Ferreira (PE)&lt;br /&gt;Clécia Moura(SP)&lt;br /&gt;Cleriston Bulhões(SP)&lt;br /&gt;Cleriston Cavalcante(SP)&lt;br /&gt;Clovis Barbosa de Melo (SE)&lt;br /&gt;Cristina U. F. Araújo(SP)&lt;br /&gt;Cynara Monteiro Mariano (CE) &lt;br /&gt;Daisson Portanova (RS)&lt;br /&gt;Daniel Pintangueiro de Avelino (DF)&lt;br /&gt;Daniel Torres de Cerqueira&lt;br /&gt;Daniela Ribeiro de Gusmão (RJ)&lt;br /&gt;Danielle da Rocha Cruz (PB)&lt;br /&gt;Davi de Paiva Costa Tangerin (SP)&lt;br /&gt;David Ribeiro Dantas (PE)                   &lt;br /&gt;Débora Zanon&lt;br /&gt;Deise Oliveira(SP)&lt;br /&gt;Deisy Ventura (RS)    &lt;br /&gt;Deodato José Ramalho Junior (CE)&lt;br /&gt;Deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (SP)&lt;br /&gt;Deuzer dos Santos Laureano (MG)&lt;br /&gt;Dina Santana(SP)&lt;br /&gt;Diogo R. Coutinho (SP)&lt;br /&gt;Dóia Cavalcanti (CE)  &lt;br /&gt;Domingo Ajones Neto(SP)&lt;br /&gt;Durval Ramos Neto(SP)Edigia Maria Aixe (MG) &lt;br /&gt;Edson Knippel&lt;br /&gt;Eduardo Bittar (SP)    &lt;br /&gt;Eduardo Capellare (RS)&lt;br /&gt;Eduardo Fernandes (PB)&lt;br /&gt;Eduardo Rabenhorst (PB) &lt;br /&gt;Egmar José de Oliveira (GO)  &lt;br /&gt;Elcio Dourado (BA)&lt;br /&gt;Elder dos Santos Verçosa (RS)&lt;br /&gt;Eldiri Freitas Barbosa &lt;br /&gt;Eliane Nemer&lt;br /&gt;Emiliano José(SP)&lt;br /&gt;Enéas de Oliveira Matos (SP)&lt;br /&gt;Enoque Feitosa Sobreira Filho (PR)&lt;br /&gt;Enzo Bello (RJ)&lt;br /&gt;Eurico Lacerda Brito(SP)&lt;br /&gt;Evandro Menezes de Carvalho (RS)&lt;br /&gt;Everaldo Gaspar Lopes de Andrade (PE)&lt;br /&gt;Fabiana de Belli (PE)&lt;br /&gt;Fabiano Machado da Rosa (RS)&lt;br /&gt;Fábio Costa Moraes de Sá e Silva (DF)&lt;br /&gt;Fábio da Costa Azevedo&lt;br /&gt;Fábio Luiz Maia Barbosa (RS)&lt;br /&gt;Fábio Noboa&lt;br /&gt;Fabíola M. Pacheco (SP)&lt;br /&gt;Fernanda Alves dos Anjos (MG)&lt;br /&gt;Fernanda Barreto Campello Walter (PE)&lt;br /&gt;Fernando R. Schmidt (SP)&lt;br /&gt;Firmiane Venâncio(SP)&lt;br /&gt;Flávia Carlet (RS)&lt;br /&gt;Francisco de Guimaraens (RJ) &lt;br /&gt;Francisco do Rego Monteiro Rocha Junior (PR)&lt;br /&gt;Francisco dos Santos Santana (SP)&lt;br /&gt;Francisco Galdino &lt;br /&gt;Gabriela Paes de Carvalho Rocha (! RJ)&lt;br /&gt;Genésio Ramos Moreira(SP)&lt;br /&gt;Genildo Paulino(SP)&lt;br /&gt;Geraldo Sobral(SP)&lt;br /&gt;Germano Rocha Fonteles (CE)&lt;br /&gt;Gervásio Firmo dos Santos Sobrinho (SP)&lt;br /&gt;Giane Álvares Ambrósio&lt;br /&gt;Gilberto Bercovici (SP) &lt;br /&gt;Gilberto Calderaro (RS)&lt;br /&gt;Gisela Maria Bester (PR)&lt;br /&gt;Gisele Cittadino (RJ) &lt;br /&gt;Gladys Almeida(SP)&lt;br /&gt;Glauco Pereira dos Santos &lt;br /&gt;Glodoaldo Rodrigues Nunes&lt;br /&gt;Graça Maria Mascarenhas(SP)&lt;br /&gt;Guilherme de Salles Gonçalves (PR)&lt;br /&gt;Guilherme Dias&lt;br /&gt;Guilherme Zagallo (MA)  &lt;br /&gt;Guilhermino A Vacarezza(SP)&lt;br /&gt;Gustavo Ferraz(SP)&lt;br /&gt;Gustavo Ferreira Santos (PE)  &lt;br /&gt;Gustavo Just (PE)    &lt;br /&gt;Harley F. Queiroz(SP)&lt;br /&gt;Helena Amisani-Schueler (RS)&lt;br /&gt;Henrique Luiz de Lucena Moura (PE)&lt;br /&gt;Hilna Falcão (SP)&lt;br /&gt;Hugo Leonardo F. Correia(SP)&lt;br /&gt;Humberto Frederico Suini de Porte (SP)&lt;br /&gt;Iara Ilgenfritz da Silva (RJ)&lt;br /&gt;Igor Tama Sauskas&lt;br /&gt;Iracema Sales (SE)&lt;br /&gt;Iranice G. Muniz&lt;br /&gt;Irlando Linhares (CE)&lt;br /&gt;Isa Simões(SP)&lt;br /&gt;Isaac Reis (MA) &amp;! nbsp; &lt;br /&gt;Isabel Santos(SP)&lt;br /&gt;Isadora Costa Moraes ( RS)&lt;br /&gt;Jackson Azevedo(SP)&lt;br /&gt;Jacques Távora Alfonsin (RS)&lt;br /&gt;Jaime Nunes Bezerra (RS)&lt;br /&gt;Jair Teixeira dos Reis (ES)&lt;br /&gt;Jayme Benvenuto Lima Jr. (PE) &lt;br /&gt;Jéferson Bras(SP)&lt;br /&gt;Jefferson da Silva Boeira (RS)&lt;br /&gt;JH Eidra(SP)&lt;br /&gt;Joana D'Arc Motta Gomes (RJ)&lt;br /&gt;Joanito Santana(SP)&lt;br /&gt;João Américo Pinheiro Martins (DF)&lt;br /&gt;João Bosco Brito da Luz (SP)&lt;br /&gt;João Cordeiro (RO)&lt;br /&gt;João Ernesto Aragones Vianna (RS)&lt;br /&gt;João Henrique Ferrari Gontijo (SP)&lt;br /&gt;João Paulo Allain Teixeira (PE) &lt;br /&gt;João Ricardo Franco Vieira (CE)&lt;br /&gt;João Ricardo W. Dornelles (RJ)&lt;br /&gt;João Roberto Egydio Piza Fontes &lt;br /&gt;Joaquim Leonel de Rezende Alvim (RJ) Renan Aguiar (RJ)&lt;br /&gt;Joares F. Costa&lt;br /&gt;Jorge Alberto Escobar Rodrigues (RS)&lt;br /&gt;Jorge Cavalcante&lt;br /&gt;José A S. Mascarenhas Jr(SP)&lt;br /&gt;José Adroaldo Silva de Almeida (BA)&lt;br /&gt;José Alfredo de Oliveira Baracho Júnior (MG)&lt;br /&gt;José Aníbal Gonçalves Junior (ES)&lt;br /&gt;José Carlos Galvão de Souza (SP)&lt;br /&gt;José Carlos Moreira da Silva Filho (RS)&lt;br /&gt;José Carvalho(SP)José Cláudio Rocha (SP)&lt;br /&gt;José D. Morileiro(SP)&lt;br /&gt;José Fábio Rodrigues Maciel (SP)&lt;br /&gt;José Francisco Siqueira Neto (SP) &lt;br /&gt;José Geraldo de Sousa Júnior  (DF) &lt;br /&gt;José Joaquim Calmon de Passos (BA)                    &lt;br /&gt;José Luis Bolzan de Morais (RS) &lt;br /&gt;José Luiz de Moura Filho&lt;br /&gt;José Luiz Quadros de Magalhães (MG) &lt;br /&gt;José M. V. Muniz Filho(SP)&lt;br /&gt;José P. de Carvalho Jr(SP)&lt;br /&gt;José Ricardo Cunha (RJ)&lt;br /&gt;José Roberto Ferreira Militão (SP)&lt;br /&gt;Joselice Cerqueira de Jesus (RJ)&lt;br /&gt;Joyceane Bezerra de Menezes (CE)  &lt;br /&gt;Jucilene Alcântara(SP)&lt;br /&gt;Juliana Guedes Martins (MG)&lt;br /&gt;Juliana Neuenschwander Magalhães (RJ)&lt;br /&gt;Júlio Calmon de Passos Ramos  (SP)&lt;br /&gt;Júlio César de Sá da Rocha(SP)&lt;br /&gt;Julio de Freitas Brandão (BA)&lt;br /&gt;Karine Silva &lt;br /&gt;Katya Kozicki (PR)   &lt;br /&gt;Kreishan Barberino Mendes  (SP)&lt;br /&gt;Lafaiete Luiz do Nascimento (DF)&lt;br /&gt;Larissa Guanaes(SP)&lt;br /&gt;Larissa Leal (PE)    &lt;br /&gt;Laura Maria Eifler Silva (RS)&lt;br /&gt;Laura Rafaelle Romão(SP)&lt;br /&gt;Laura V.(SP)&lt;br /&gt;Lauro Wagner Magnano (RS)&lt;br /&gt;Leandro Gaspar Scalabrin (RS)&lt;br /&gt;Leon Ângelo Mattei(SP)&lt;br /&gt;Leonardo Carneiro Assumpção Vieira (MG)&lt;br /&gt;Leônidas Colla (RS)&lt;br /&gt;Letícia Barbosa Pinheiro (RJ)&lt;br /&gt;Lícia Souza(SP)&lt;br /&gt;Lídia Woida (RS)&lt;br /&gt;Lídice da Mata(SP)&lt;br /&gt;Lilia Maia de Morais Sales (CE) &lt;br /&gt;Lílian Dalva Michallowsky Gomes (MG)&lt;br /&gt;Lindomar Gomes (MG)&lt;br /&gt;Lola Laborda(SP)&lt;br /&gt;Lourival Rodrigues dos Santos (SP)&lt;br /&gt;Lucas Mendonça Rios (SE)&lt;br /&gt;Lucia Guedes(SP)&lt;br /&gt;Luciana Grassano de Gouvêa Melo (PE)&lt;br /&gt;Luciano Caparroz Pereira dos Santos (SP)&lt;br /&gt;Lúcio Antônio Chamon Junior (MG)&lt;br /&gt;Luís Henrique Ribeiro (MG)&lt;br /&gt;Luis Vinicius de Aragão Costa &lt;br /&gt;Luiz Alberto Warat (DF)&lt;br /&gt;Luiz Evandro V. Duplat(SP)&lt;br /&gt;Luiz Gustavo Bambini &lt;br /&gt;Luiz José Bueno de Aguiar (SP)&lt;br /&gt;Maíra Costa Fernandes (RJ)&lt;br /&gt;Maísa Marta Valle (SP)&lt;br /&gt;Manoel Fermino da Silva Skrebsky (RS)&lt;br /&gt;Manoel Fernando Marques da Silva (SP)&lt;br /&gt;Marcelo Andrade C! attoni de Oliveira (MG)&lt;br /&gt;Marcelo Campos Galluppo (MG)&lt;br /&gt;Marcelo Cerqueira(SP)&lt;br /&gt;Marcelo Gayardi Ribeiro (RS)&lt;br /&gt;Marcelo Labanca (PE)&lt;br /&gt;Marcelo Vieira de Campos (SP)&lt;br /&gt;Márcia Chagas (CE)&lt;br /&gt;Marcia Nina Bernades (RJ)&lt;br /&gt;Márcio Augusto de Vasconcelos Diniz (CE)&lt;br /&gt;Márcio Túlio Viana  (MG)&lt;br /&gt;Marco Anthonio Anthas(SP)&lt;br /&gt;Marco Antônio de Rezende Teixeira (MG)&lt;br /&gt;Marcos  A. Bahiano de Oliveira Filho (RJ)&lt;br /&gt;Marcus Menezes Barberino Mendes&lt;br /&gt;Marcus Vinicius Giralves Silva (RJ)&lt;br /&gt;Marcus Vinicius Gosciola&lt;br /&gt;Margarida Maria Lacombe Camargo (RJ)&lt;br /&gt;Maria Alcina Freire(SP)&lt;br /&gt;Maria Alice Pereira da Silva (SP)&lt;br /&gt;Maria Célia Silva(SP)&lt;br /&gt;Maria do Carmo Cruz(SP)&lt;br /&gt;Maria Euzíra Alves de Carvalho (DF)&lt;br /&gt;Maria José Martins&lt;br /&gt;Maria Kátia Albuquerque&lt;br /&gt;Maria Tereza Rocha &lt;br /&gt;Marialvina N. Felicíssimo (SP)&lt;br /&gt;Marília Muricy (BA) &lt;br /&gt;Marília Rosa Matos Durães(SP)&lt;br /&gt;Marilson dos Santos Santana (BA)&lt;br /&gt;Mário Amorim Conforti&lt;br /&gt;Mário Macieira (MA) &lt;br /&gt;Mario Schapiro (SP)Maristela da Fontoura Machado (RS)&lt;br /&gt;Marizete Santos(SP) &lt;br /&gt;Marlene Barros de Moraes (PE)&lt;br /&gt;Marta Cordolino(SP)&lt;br /&gt;Marthius Sávio Cavalcante Lobato (DF)&lt;br /&gt;Martonio Mont'Alverne Barreto Lima (CE) &lt;br /&gt;Maurício Rands (PE)&lt;br /&gt;Mauro Abdon (RJ)&lt;br /&gt;Mauro de Azevedo Menezes (DF)&lt;br /&gt;Menelick de Carvalho Netto (DF)&lt;br /&gt;Mirtes Lazzeri Arantes (MG)&lt;br /&gt;Mônica Aragão (SP)&lt;br /&gt;Nadine Borges (RJ)&lt;br /&gt;Nei Viana Costa Pinto (SP)&lt;br /&gt;Nélia Almeida (BA)&lt;br /&gt;Nélia Cristina Silva Almeida(SP)&lt;br /&gt;Newton de Menezes Alburquerque (CE)&lt;br /&gt;Nivaldo Pereira(SP)&lt;br /&gt;Normando Rodrigues (RJ)&lt;br /&gt;Orides Mezzaroba (SC)&lt;br /&gt;Orocil Pedreira Santos Junior (BA)&lt;br /&gt;Oscimar Alves Torres(SP)&lt;br /&gt;Osias Ernesto Lopes(SP)&lt;br /&gt;Otávio Pinto e Silva (SP)&lt;br /&gt;Othorgenes Brandão (BA)&lt;br /&gt;Patrícia Lacerda de Lima(SP)&lt;br /&gt;Patrick Mariano Gomes (SP)&lt;br /&gt;Paula Freitas&lt;br /&gt;Paulo Abrão Pires Júnior (RS) &lt;br /&gt;Paulo Antônio de Menezes Alburquerque (CE)&lt;br /&gt;Paulo José Villela Loumar (SP)&lt;br /&gt;Paulo Ricardo Schier (PR)&lt;br /&gt;Paulo Roberto do Nascimento Martins (RS)&lt;br /&gt;Paulo Teixeira&lt;br /&gt;Pedro Estevam Serrano (S! P)&lt;br /&gt;Pedro Henrique Alves Santana (RJ)&lt;br /&gt;Pedro Mauricio Pita Machado (RS)&lt;br /&gt;Pedro Rodrigues Pedrosa (CE)&lt;br /&gt;Pedro Villas Boas Castelo Branco (RJ)&lt;br /&gt;Plicia Maria Umbelino (DF)&lt;br /&gt;Plínio Arantes (MG)&lt;br /&gt;Prudente Mello (SC)&lt;br /&gt;Rafael Agnello dos Santos (SP)&lt;br /&gt;Regina Soares (RJ)&lt;br /&gt;Renata Lima de Castilho (SC)&lt;br /&gt;Renato Kliemann Paese (RS)&lt;br /&gt;Renato M. H. (SP)&lt;br /&gt;Ricardo Barros Cantalice (RS)&lt;br /&gt;Ricardo Blattes (RS)&lt;br /&gt;Ricardo Guimarães Só de Castro (RS)&lt;br /&gt;Ricardo José Martins (BA)&lt;br /&gt;Ricardo Machado Ramos(SP)&lt;br /&gt;Ricardo Marcelo Fonseca (PR)&lt;br /&gt;Ricardo Pretucci Souto (RS)&lt;br /&gt;Ricardo Seitenfus  (RS)&lt;br /&gt;Ricardo Zamora (RS)&lt;br /&gt;Rita de Cássia dos S. Conceição(SP)&lt;br /&gt;Rita Rosely A Teixeira(SP)&lt;br /&gt;Robson Almeida Silva(SP)&lt;br /&gt;Robson Barros Dias(SP)&lt;br /&gt;Rode Anélia Martins (SC)&lt;br /&gt;Rodolfo de Carvalho Cabral (PR)&lt;br /&gt;Rodrigo Antônio Ribeiro - (MG)&lt;br /&gt;Rodrigo Azevedo (RS)&lt;br /&gt;Rodrigo Gonçalves (RS)&lt;br /&gt;Rogério Favreto (RS)&lt;br /&gt;Romeu Alvarenga Carvalho Silva (MG)&lt;br /&gt;Rômulo Guilherme Leitã! o (CE)&lt;br /&gt;Roquevaldo Souza(SP)&lt;br /&gt;Rosa Maria Garcia (SC)Rosane de Almeida Tierno (SP)&lt;br /&gt;Rubens Pessoa&lt;br /&gt;Samuel Rodrigues Barbosa (RJ)&lt;br /&gt;Sandoval Jatobá&lt;br /&gt;Sandra R.S Villares&lt;br /&gt;Sandra Regina S. Melo(SP)&lt;br /&gt;Sandra Silveira(SP)&lt;br /&gt;Sávio Lobato (DF)&lt;br /&gt;Serge Normando(SP)&lt;br /&gt;Sérgio Francisco Carlos Graziano Sobrinho (RJ)&lt;br /&gt;Sérgio Ricardo RV de Souza(SP)&lt;br /&gt;Sérgio Sérvulo da Cunha (SP)&lt;br /&gt;Sônia M. da Silva França  (SP)&lt;br /&gt;Sônia Santana(SP)&lt;br /&gt;Soraia Ramos Filho(SP)&lt;br /&gt;Soraya Bastos C. Pinto(SP)&lt;br /&gt;Stella Bruna Santos (SP)&lt;br /&gt;Taís de S. Miranda(SP)&lt;br /&gt;Tarso Cabral Violin (PR)&lt;br /&gt;Tatiana Ribeiro de Souza (MG)&lt;br /&gt;Telma da Graça de Lima Laje (RJ)&lt;br /&gt;Telma de Lima Laje &lt;br /&gt;Tereza Cristina(SP)&lt;br /&gt;Thereza Ferreira&lt;br /&gt;Thiago Bottino do Amaral (RJ)&lt;br /&gt;Thiago de Menezes Lima(SP)&lt;br /&gt;Tiago Leal Ayres(SP)&lt;br /&gt;Uilian Diego Martins Siqueira&lt;br /&gt;Uirá M. de Azevedo (SP)&lt;br /&gt;Uira Scobar Alioti (MT)&lt;br /&gt;Uis Souza(SP)&lt;br /&gt;Valdecir P. Nascimento(SP)&lt;br /&gt;Valmir Martins Batista (RS)&lt;br /&gt;Valnei Barbosa&lt;br /&gt;Valnez Bittencurt (RS)&lt;br /&gt;Vanderley Caixe (SP)&lt;br /&gt;Vand! ilson P. Costa(SP)&lt;br /&gt;Vandilson Rosa Matos(SP)&lt;br /&gt;Vera Karan Chueiri (PR)&lt;br /&gt;Vera Lúcia Santana Araújo (DF)&lt;br /&gt;Victor Hugo do Carmo (RJ)&lt;br /&gt;Vinicius A F. R. Cascone (SP)&lt;br /&gt;Virgínia de Carvalho Leal (PE)&lt;br /&gt;Virginius José Lianza da França (PB)&lt;br /&gt;Vitor Hugo Loreto Saydelles (RS)&lt;br /&gt;Wagner Junior Correa&lt;br /&gt;Wagner Moreira Martins&lt;br /&gt;Walber de Moura Agra (PE)&lt;br /&gt;Waldemar Oliveira(SP)&lt;br /&gt;Walmir Mota(SP)&lt;br /&gt;Weida Zancaner (SP)&lt;br /&gt;Wesley O. Collyer (SC)&lt;br /&gt;Wilson Feitosa B. Neto(SP)&lt;br /&gt;Wilson Madeira Filho (RJ)&lt;br /&gt;Wladimir Guanauskas(SP)&lt;br /&gt;Zau Pimentel (SP)&lt;br /&gt;Zilton Rocha(SP)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-116189344855196018?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/116189344855196018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=116189344855196018&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116189344855196018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116189344855196018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/85-juristas-em-favor-de-lula.html' title='85) Juristas em favor de Lula'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-116175087000158464</id><published>2006-10-25T01:33:00.000-03:00</published><updated>2006-10-25T01:34:30.013-03:00</updated><title type='text'>84) Ruy Barbosa: sempre atual?</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SINTO VERGONHA DE MIM&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Ruy Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto vergonha de mim&lt;br /&gt;por ter sido educador de parte desse povo, &lt;br /&gt;por ter batalhado sempre pela justiça,&lt;br /&gt;por compactuar com a honestidade,&lt;br /&gt;por primar pela verdade&lt;br /&gt;e por ver este povo já chamado varonil&lt;br /&gt;enveredar pelo caminho da desonra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto vergonha de mim&lt;br /&gt;por ter feito parte de uma era &lt;br /&gt;que lutou pela democracia,&lt;br /&gt;pela liberdade de ser&lt;br /&gt;e ter que entregar aos meus filhos,&lt;br /&gt;simples e abominavelmente,&lt;br /&gt;a derrota das virtudes pelos vícios,&lt;br /&gt;a ausência da sensatez&lt;br /&gt;no julgamento da verdade,&lt;br /&gt;a negligencia com a família,&lt;br /&gt;célula-mater da sociedade,&lt;br /&gt;a demasiada preocupação&lt;br /&gt;com o "eu" feliz a qualquer custo,&lt;br /&gt;buscando a tal "felicidade"&lt;br /&gt;em caminhos eivados de desrespeito&lt;br /&gt;para com o seu próximo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho vergonha de mim&lt;br /&gt;pela passividade em ouvir,&lt;br /&gt;sem despejar meu verbo,&lt;br /&gt;a tantas desculpas ditadas&lt;br /&gt;pelo orgulho e vaidade,&lt;br /&gt;a tanta falta de humildade&lt;br /&gt;para reconhecer um erro cometido,&lt;br /&gt;a tantos "floreios" para justificar &lt;br /&gt;atos criminosos,&lt;br /&gt;a tanta relutância&lt;br /&gt;em esquecer a antiga posição&lt;br /&gt;de sempre "contestar",&lt;br /&gt;voltar atrás&lt;br /&gt;e mudar o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho vergonha de mim&lt;br /&gt;pois faço parte de um povo&lt;br /&gt;que não reconheço, &lt;br /&gt;enveredando por caminhos&lt;br /&gt;que não quero percorrer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho vergonha da minha impotência,&lt;br /&gt;da minha falta de garra,&lt;br /&gt;das minhas desilusões&lt;br /&gt;e do meu cansaço.&lt;br /&gt;Não tenho para onde ir&lt;br /&gt;pois amo este meu chão, &lt;br /&gt;vibro ao ouvir meu Hino&lt;br /&gt;e jamais usei a minha Bandeira&lt;br /&gt;para enxugar o meu suor&lt;br /&gt;ou enrolar meu corpo&lt;br /&gt;na pecaminosa manifestação de nacionalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado da vergonha de mim,&lt;br /&gt;tenho tanta pena de ti, &lt;br /&gt;povo brasileiro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tanto ver triunfar as nulidades,&lt;br /&gt;de tanto ver prosperar a desonra,&lt;br /&gt;de tanto ver crescer a injustiça,&lt;br /&gt;de tanto ver agigantarem-se os poderes&lt;br /&gt;nas mãos dos maus,&lt;br /&gt;o homem chega a desanimar da virtude,&lt;br /&gt;a rir-se da honra,&lt;br /&gt;a ter vergonha de ser honesto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-116175087000158464?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/116175087000158464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=116175087000158464&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116175087000158464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116175087000158464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/84-ruy-barbosa-sempre-atual.html' title='84) Ruy Barbosa: sempre atual?'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-116174727041035576</id><published>2006-10-25T00:33:00.000-03:00</published><updated>2006-10-25T00:34:30.430-03:00</updated><title type='text'>83) Involucao politico-eleitoral</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Involução&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Gustavo Ioschpe&lt;br /&gt;Folha de Sao Paulo, 24 de outubro de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SER HUMANO em geral e as vítimas da historiografia marxista (os brasileiros) em particular temos a tendência a acreditar que estamos numa evolução constante e que o progresso é inevitável. Mas essa esperança não é comprovada pela experiência histórica. Acredito estarmos passando agora por um momento de involução. Que parece programada para continuar. &lt;br /&gt;O viés ideológico que fundou e animou o PT deixou de ser aplicável no começo dos anos 90. Lula se deu conta em 2002, e propôs um programa que era a negação de suas idéias dos 20 anos anteriores. Aproximou-se do centro para poder ser eleito e governar. Porém, não conseguiu gerar um projeto alternativo de país para preencher o vácuo que se instalara. &lt;br /&gt;O projeto de governo foi substituído por um projeto de poder. E, com a voracidade de quem amargou 20 anos de ostracismo, parece ser um projeto de poder a qualquer custo. Esse programa se desenvolve em duas frentes: a programática e a institucional. &lt;br /&gt;Na parte programática, vemos a criação de uma série de iniciativas destinadas a gerar melhorias de curto prazo nos setores tradicionalmente abandonados da sociedade, cujo voto é de obtenção fácil e barata. &lt;br /&gt;Nestes enquadraria a expansão do Bolsa Família, o ProUni, os programas de agricultura familiar etc. Seu ponto em comum é lidar com a pobreza sem chegar às causas, garantindo sua reprodução ad eternum. &lt;br /&gt;Pobreza se resolve com crescimento econômico e geração de empregos. Isso demanda melhoria de capital humano, investimento em infra-estrutura e melhorias do sistema jurídico, entre outras variáveis. &lt;br /&gt;Acesso à universidade se dá com melhoras na educação básica, não com cotas. Mas não seriam essas medidas positivas? Sim, se viessem acompanhadas das reformas estruturais que fazem com que a geração seguinte não mais precise delas. &lt;br /&gt;Atualmente, ocorre o oposto: as pequenas vantagens se financiam via aumento do tamanho do Estado, que prejudica o desenvolvimento. Os pequenos ganhos de hoje se dão às custas de perdas futuras. E o sucesso eleitoral da tática garante sua permanência. &lt;br /&gt;Se não bastasse essa aridez programática, vem ainda o segundo eixo, de golpeio às instituições. Dinheiro público foi usado para comprar o Congresso, eliminando a relação de independência que deve existir entre os Poderes. &lt;br /&gt;Aparentemente o mesmo dinheiro foi usado para comprar, de um criminoso, um dossiê que visava começar a campanha de destruição das lideranças da oposição. Já houve projetos de controle de jornalistas, do audiovisual. Agora já se fala de "democratização" da mídia e reforma constituinte. &lt;br /&gt;Os dois eixos somam-se para criar um programa que desidrata a democracia de suas funções vitais, mantendo-a em existência apenas nominal. Com um Parlamento cooptado e uma população seduzida por migalhas, caminhamos rumo à estagnação econômica e ao retrocesso sociopolítico.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;GUSTAVO IOSCHPE é mestre em desenvolvimento econômico pela Universidade Yale (EUA)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-116174727041035576?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/116174727041035576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=116174727041035576&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116174727041035576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116174727041035576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/83-involucao-politico-eleitoral.html' title='83) Involucao politico-eleitoral'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-116151899375325322</id><published>2006-10-22T09:07:00.000-03:00</published><updated>2006-10-22T09:09:53.773-03:00</updated><title type='text'>82) Como deve ser dificil reformar um pais,contra a vontade do povo...</title><content type='html'>Não custa nada lembrar certos fatos indesejáveis e uma atitude ainda menos compreensiva dos eleitores e cidadãos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Eleitor rejeita elevação da idade para aposentadoria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Jornal &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Valor Econômico&lt;/span&gt; - pág. A10&lt;br /&gt;Cristiano Romero&lt;br /&gt;08/09/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que especialistas apontam para a necessidade de aprofundamento de reformas fiscais, com o objetivo de acelerar as taxas de crescimento da economia brasileira, os eleitores dos três principais candidatos à presidência da República demonstram pouca disposição em apoiar novas mudanças. A quinta rodada da pesquisa telefônica feita pelo Ipespe junto a mil eleitores, no último dia 6, constatou que 88% rejeitam o aumento da idade exigida para aposentadoria e 80% não aprovam o fim da gratuidade nas universidades públicas. Apenas 9% concordam com a mudança de idade e 11% com o fim da gratuidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está entre os eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a menor resistência a mudanças nas regras das aposentadorias, como uma forma de redução dos gastos públicos - 11%, diante de 8% dos eleitores do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, candidato do PSDB à Presidência, e de 7% da senadora Heloísa Helena, candidata do P-SOL. Lula também possui mais eleitores, segundo a pesquisa Ipespe/Valor, favoráveis ao fim da gratuidade nas universidades - 13%, face, respectivamente, a 9% de Alckmin e 6% de Helena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há um rechaço claro dos eleitores ao aprofundamento das reformas", concluiu o diretor do Ipespe, o cientista político Antônio Lavareda. Em enquetes anteriores, constatou-se que a população está mais favorável, neste momento, a reformas fora da área econômica, notadamente, à reforma política e ao endurecimento das leis penais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, por um lado, estão pouco receptivos a novas reformas econômicas, os eleitores demonstram, por outro, saturação em relação ao aumento de impostos. Os pesquisadores do Ipespe perguntaram se, para equilibrar as finanças públicas, o governo federal deveria fazer cortes no orçamento ou elevar os impostos. A maioria absoluta - 80% dos entrevistados - ficou com a primeira opção. Curiosamente, o maior percentual de defensores de corte dos gastos está entre os eleitores da senadora Heloísa Helena - 94%, diante de 85% de Alckmin e 81% de Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando questionados sobre as áreas que devem sofrer mais cortes de gastos, quase 1/3 dos eleitores (29%) defenderam que seja nos salários do funcionalismo público e 17% na construção e manutenção de estradas. Novamente, está entre os simpatizantes da candidata do P-SOL, uma defensora ferrenha dos servidores públicos, o maior número de pessoas favoráveis à redução de gastos com o funcionalismo - 38%, face a 37% dos eleitores de Alckmin e 24% de Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A percepção de que a economia está melhor hoje do que há quatro anos aumentou em relação à pesquisa anterior, feita em 29 de agosto - passou de 53% para 56% dos entrevistados. Melhorou de forma acentuada em relação à primeira rodada, realizada em 25 de julho, quando 45% da população elogiaram o desempenho da economia. O saldo entre aqueles que dizem que a economia melhorou e os que afirmam que piorou pulou de 23 para 36 pontos percentuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os eleitores de Alckmin, 57% acham que a economia está melhor ou igual. Entre os de Heloísa Helena, 62% têm essa opinião. Pela primeira vez, solicitou-se ao eleitor que comparasse a situação econômica no governo Lula com a do governo Fernando Henrique Cardoso. "Tivemos o mesmo resultado de quando FHC não era mencionado", informou Lavareda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa mostra também que diminuiu, de 46% para 44%, o percentual de eleitores que consideram sua situação financeira pessoal agora melhor do que há quatro anos. Ocorre que o número de pessoas afirmando que piorou diminuiu de 24% para 22%. Tudo isso ratifica, na avaliação de Lavareda, que é no terreno da economia que está se dando o processo de escolha dos eleitores em favor de Lula. Mesmo a exploração, pelo candidato tucano, do fato de que o Brasil cresceu menos nos últimos anos do que outros países não está surtindo efeito junto ao eleitorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisa do Ipespe, 46% dos eleitores de Alckmin acham que a economia brasileira cresceu tanto ou mais do que outras economias. Isso é mais do que os 40% que acreditam que cresceu menos. Trinta e um por cento dos eleitores de Alckmin aprovam a gestão de Lula na área econômica. "É a economia que está levando a água para o moinho das intenções de voto de Lula", disse Lavareda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às intenções de voto, a 5ª pesquisa Ipespe/Valor mostra estabilidade em relação à enquete anterior. Na pesquisa espontânea, Lula tem os mesmos 41% de intenções de voto, face a 19% de Alckmin (que cresceu um ponto percentual) e a 5% de Heloísa Helena. Na pesquisa estimulada, Lula lidera com 49%, percentual que lhe daria a vitória no primeiro turno da eleição, seguido por Alckmin com 28% (alta de 1%) e Helena com 8% (queda de 1%). O candidato do PDT, senador Cristovam Buarque, que antes tinha 1%, agora caiu para zero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a pesquisa, 32% de seus eleitores dizem que ainda podem mudar de candidato. Como Lula tem 49% das intenções de votos na pesquisa estimulada, isso representa quase 16% dos eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consolidação do voto petista é inferior ao do voto tucano. À pergunta se a opção de voto seria definitiva, 74% dos eleitores de Alckmin responderam que sim, enquanto entre os eleitores de Lula este patamar foi de 67%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro aspecto ruim para o candidato petista é que a decisão de Alckmin de explorar as denúncias do mensalão estão produzindo efeitos, ainda que limitados. Para 40% dos entrevistados, as denúncias diminuem a vontade de votar em Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Isso justifica a manutenção da artilharia de Alckmin contra Lula", comentou Lavareda. A pesquisa, por outro lado, mostra que 81% dos eleitores do Lula não mudarão seu voto em função das denúncias do mensalão. Se, para crescer, Alckmin precisa tirar votos do presidente, a pesquisa mostra um alcance limitado das denúncias do mensalão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele lembrou que as intenções de voto pouco têm a ver com as propostas dos candidatos. De fato, segundo a pesquisa, Lula e Alckmin têm praticamente o mesmo percentual de eleitores que consideram suas propostas as melhores para o país - respectivamente, 33% e 31%.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-116151899375325322?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/116151899375325322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=116151899375325322&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116151899375325322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116151899375325322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/82-como-deve-ser-dificil-reformar-um.html' title='82) Como deve ser dificil reformar um pais,contra a vontade do povo...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-116127933305722737</id><published>2006-10-19T14:34:00.000-03:00</published><updated>2006-10-19T14:35:33.123-03:00</updated><title type='text'>81) Debate sobre politica externa na berlinda eleitoral...</title><content type='html'>Brasília - DF, 19/10/2006&lt;br /&gt;Entrevista concedida pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores, Embaixador Celso Amorim, ao jornal Gazeta Mercantil&lt;br /&gt;O Brasil nunca teve tanto prestígio, diz Amorim/Capa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Exman&lt;br /&gt;Brasília, 19 de Outubro de 2006 - O chanceler Celso Amorim, em entrevista exclusiva a este jornal, disse que no governo de Lula o Brasil ganhou um prestígio que nunca teve, a ponto de ter papel de protagonista nas negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) e de ser convidado para participar das reuniões do G8, que inclui os sete países mais ricos do mundo. Mas reconhece que nem todas as metas foram alcançadas, como a ampliação do Conselho de Segurança da ONU. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília - Chanceler faz balanço dos quatro anos de governo Lula no cenário internacional. &lt;br /&gt;Amante do cinema, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, recorre ao boxe para ilustrar o que considera sucesso da política externa do governo Luiz Inácio Lula da Silva, criticada pelo candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin. Antes da gestão petista, diz o chanceler, comentava-se no exterior que o Brasil - mesmo tendo capacidade de competir nas categorias destinadas aos pugilistas de maior peso - disputava as divisões mais baixas. &lt;br /&gt;Agora, acrescenta Amorim, o Brasil é convidado para participar das reuniões do G8, o grupo dos sete países democráticos mais ricos do mundo e a Rússia, e tem um presidente que desempenha papel de protagonista nas negociações comerciais multilaterais. &lt;br /&gt;Em entrevista exclusiva à Gazeta Mercantil, Amorim rebate com ironia a acusação de que a atuação do Itamaraty não foi pautada pelo pragmatismo durante o governo Lula. "Diga para os empresários que estão ganhando dinheiro na China, Índia, Rússia ou África do Sul devolverem o dinheiro porque ele é ideológico", provoca Amorim. "Não vivemos mais na Guerra Fria", acrescenta. &lt;br /&gt;A seguir os principais trechos da conversa, na qual Amorim se coloca à disposição de Lula caso o presidente seja reeleito e nega que o País tenha sido derrotado, por exemplo, ao não conseguir o status de integrante permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - Qual a opinião do senhor sobre as propostas dos candidatos à Presidência para a política externa? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celso Amorim - O presidente Lula está muito bem preparado porque conhece os temas de política externa. Os outros não têm sido muito felizes quando buscam criticar. Não vou citar nomes. Outro dia li um artigo que dizia que nossa política é ideológica e não é pragmática, mas tudo o que ele (Geraldo Alckmin) dizia (que faria se eleito) a gente está fazendo, só que melhor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - O debate é pobre? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - A oposição não vê flancos para criticar. Quiseram citar o caso da Bolívia para dizer que o Brasil deveria ter sido mais duro. Na base do diálogo, o Brasil tem sido firme na defesa de seus interesses. É diferente de ser arrogante, colocar tropas na fronteira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - Qual o saldo da política externa brasileira na gestão Lula? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - Muitas coisas que estavam no programa de governo do presidente Lula ocorreram. Houve o fortalecimento do Mercosul e a inclusão da Venezuela no bloco. Construímos a Comunidade Sul-Americana de Nações. Aconteceu a integração com a África, países árabes e outros grandes países em desenvolvimento. Essa integração não ocorre só em termos formais, mas em termos materiais. Houve aumentos espetaculares no comércio. As pessoas esquecem de dizer que o comércio aumentou mais onde colocamos ênfase na política externa. Não alcançamos todas as metas, como a ampliação do Conselho de Segurança da ONU e a conclusão da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC). Mas estas questões não dependem só de nós. E, mesmo nestes casos, caminhamos na direção certa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - A oposição e parte do empresariado consideraram um erro a inclusão da Venezuela no Mercosul. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - A vida é complicada, dinâmica e sempre produz problemas novos. Estamos enfrentando os problemas num patamar mais elevado de integração com nossos vizinhos, com maiores benefícios econômicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - Quais benefícios econômicos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - A América Latina é hoje o maior parceiro comercial do Brasil. Só a América do Sul já é maior do que os Estados Unidos, sendo que o comércio com os EUA está batendo recordes. Não estamos falando de uma situação de diminuição do comércio com os norte-americanos. &lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - O Brasil tentou conquistar uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU, além das diretorias gerais da OMC e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Houve falta de foco na política externa brasileira? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - - Não. Acho que querer ao mesmo tempo a diretoria da OMC e do BID foi provavelmente algo demais. Mas o caso da OMC não afetou em nada o prestígio do Brasil. Pelo contrário. Fortaleceu. Durante o processo de candidatura, nossa mensagem foi transmitida. Ulysses Guimarães também não se elegeu (à Presidência da República, em 1989), mas contribuiu para a democracia do Brasil. Não vou dizer que o Brasil nunca teve prestígio, mas nunca foi tão alto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - E a meta do Brasil de virar membro permanente do Conselho de Segurança da ONU? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - A questão do Conselho de Segurança não pode ser misturada com os outros temas. Trata-se de uma reforma da ONU, e não de uma candidatura do Brasil. O Brasil não perdeu nenhuma candidatura. A discussão sobre a reforma está no centro dos acontecimentos. Se vai ocorrer em um ou dois anos, não sei. Durante quanto tempo tivemos de lutar aqui para ter democracia e estabelecer a Constituinte? Essas coisas não ocorrem tão rapidamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - A diplomacia brasileira foi derrotada nesses temas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - Não. No episódio da candidatura da OMC, a extensão dos contatos que fomos obrigados a fazer fortaleceu o G20. O grupo, que tinha ficado reduzido a 13 membros depois da reunião de Cancun por causa das pressões, hoje tem 23 países. A gente nem quer mais. Claro que se alguém se apresentar tudo bem, mas não fazemos mais proselitismo. Está bem do jeito que está. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - Já é possível ter a dimensão da importância histórica do G20? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - A decisão de fazer o G-20 foi um lance muito ousado. Hoje parece fácil e até óbvio. Na época, não era. O G20 é uma conjugação de países em desenvolvimento que atua de maneira não confrontacionista, mas propositiva. Não é mais o presidente Lula que diz que o G20 mudou a geografia comercial do mundo. São os livros de geografia da França. Todo mundo reconhece que o Brasil tomou a liderança e assumiu os riscos do G20. Diria sem falsa modéstia que o Brasil mudou a dinâmica das negociações da OMC. Não foi o Brasil sozinho. Mas o Brasil lidera o G20 e é procurado -e diria que quase que cortejado - por EUA, União Européia e Japão, entre outros países. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - Os críticos dizem que a política externa do governo Lula é ideológica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - Diz para os empresários que estão ganhando dinheiro na China, Índia, Rússia ou África do Sul devolverem o dinheiro porque ele é ideológico (risos). O que tem de ideológico? Não vivemos mais na Guerra Fria. A Índia tem um acordo na área de energia nuclear com os EUA, e a África do Sul é citada como exemplo de transição para a democracia. Lamento muito dizer, mas ideológicos são esses críticos que não conseguem ver além de paradigmas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - Que paradigmas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - Eles são presos aos paradigmas de que o Brasil sempre foi um país dependente e tem que continuar a ser. Que o Brasil precisa pedir licença para fazer as coisas. Esses paradigmas dizem que o Brasil não pode olhar para a Índia ou para a África do Sul sem passar antes por EUA ou Europa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - O senhor permanecerá no cargo em eventual segundo mandato do presidente Lula? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - O presidente Lula representa um projeto muito importante para o Brasil, com o qual sempre me identifiquei. É um projeto de desenvolvimento nacional independente. Essa independência não é contraditória à interdependência. Significa aumentar a capacidade de tomar decisões autônomas levando em conta o que se passa no mundo, com inclusão social ao mesmo tempo. Se o presidente me pedir alguma missão que eu possa ajudar nesse projeto, provavelmente continuarei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - O Brasil está na presidência do Mercosul neste semestre. O que foi feito de fato neste período? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - Como o Mercosul tem uma reunião a cada seis meses, não se pode esperar que de seis em seis meses ocorra alguma coisa espetacular. Se a gente tiver a expectativa, vai gerar frustrações e erros. Não se pode pensar que o Mercosul vai ficar jogando foguetes ao ar a cada seis meses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - Mas o que foi feito? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - Conseguimos ter uma conversa muito positiva com Uruguai e Paraguai. Estamos tratando os problemas das assimetrias dentro do Mercosul sem que isso implique rupturas. A temperatura das queixas diminuiu muito. A Venezuela está se incorporando, e o Fundo para a Convergência Estrutural e Fortalecimento das Instituições do Mercosul está sendo operacionalizado. Por fim, as negociações com os países do Conselho do Golfo também são importantíssimas. Pela primeira vez, estamos vendo algo concreto e real chegar ao Mercosul. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - Quais as ações voltadas aos países menores do Mercosul? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - Estamos estudando – e provavelmente adotaremos – medidas que facilitem desde já o fim da dupla cobrança da Tarifa Externa Comum (TEC) para facilitar o comércio. Se necessário, começaremos unilateralmente com os países menores. Mas o bloco é feito também das relações bilaterais dos países. Fui recentemente numa missão ao Uruguai em que levamos diversas instituições, inclusive privadas, para estudar como podemos contribuir efetivamente para o rompimento dos gargalos normativos, burocráticos e de financiamento. Queremos fazer algo semelhante com o Paraguai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - Como andam as conversas informais para que a Rodada Doha seja retomada? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - Por causa do momento político aqui, nos EUA e em outros lugares, estamos num momento que recomenda que tudo seja um pouquinho na surdina. Uma semana atrás falei com o Peter Mandelson (comissário europeu), por iniciativa dele. Acredito que depois da eleição parlamentar americana, no fim de novembro ou início de dezembro, possa ocorrer algo de mais peso e consistência. Acredito que seja muito difícil para a negociadora norte-americana, Susan Schwab, assumir um compromisso neste momento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - Quais as perspectivas para o reinício das negociações? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - Não sei quando ou de que maneira ocorrerá a retomada. Não tenho bola de cristal. Mas tenho confiança de que a rodada irá adiante. Todos querem e vêem que é necessário fazer movimentos. É diferente de situações anteriores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - Como são dentro do governo – entre Itamaraty, Palácio do Planalto e Ministério de Minas e Energia – as discussões sobre o papel que a Petrobras deve ter nas negociações com a Bolívia sobre a questão do gás natural? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - A gente tem que buscar um equilíbrio. A Petrobras desempenha a política energética do governo e, ao mesmo tempo, é uma empresa. Nem sempre é muito fácil equilibrar, mas o diálogo é bom e tem sido positivo porque introduz uma boa dose de pragmatismo na discussão. Não pode ser uma discussão puramente política ou técnica. O diâmetro do gasoduto e o preço do gás são questões técnicas. Mas o conjunto da relação é político. Em resumo, temos que criar um bom ambiente político para que haja uma boa negociação técnica. E isso tem ocorrido bem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - A proximidade do fim do prazo imposto pela Bolívia para as negociações pode atrapalhar um entendimento? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - Não vou fazer agora uma previsão sobre isso. É um assunto delicado tanto lá quanto cá. Há canais abertos de negociação. O problema do prazo é que os temas são complexos e exigem um pouco de tempo. Se houver bom senso, a gente conseguirá resolver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - No início do mandato, o presidente Lula era considerado o principal líder da região. Nos últimos anos, no entanto, alguns analistas apontam o crescimento da influência do presidente venezuelano, Hugo Chávez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - Não estamos em competição por liderança. O presidente Lula representa para o mundo - não só para a região - um caminho de uma liderança reformista, democrática, moderada e de diálogo que tem muita atração. Não cabe a minha pessoa fazer um juízo de valor sobre as posições e o comportamento do presidente Chávez, que foi eleito e confirmado pelo povo venezuelano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gazeta Mercantil - O Brasil condenou o teste nuclear realizado pela Coréia do Norte. Qual pode ser o efeito sobre o país dessa crise? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.A. - Nada que ocorre no mundo nos é estranho. Temos a convicção de que não se combaterá efetivamente e eficazmente a proliferação nuclear se não houver passos efetivos para o desarmamento nuclear total. O Brasil já tem escrito na sua Constituição que não quer ter arma nuclear. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;Alca e Bolívia dividem tucanos e petistas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flávia Marreiro&lt;br /&gt;ELEIÇÕES 2006 / POLÍTICA EXTERNA&lt;br /&gt;Campanha de Alckmin ataca politização do Itamaraty; coordenador do comitê de Lula crê em independência da política externa&lt;br /&gt;É na negociação com a Bolívia e na discussão da Alca (Área de Livre Comércio das Américas) que estão as principais diferenças dos programas de política externa de Geraldo Alckmin e Luiz Inácio Lula da Silva. Escalado pelo tucano, o ex-embaixador Rubens Barbosa critica a "politização" do Itamaraty, diz que será dada "nova prioridade" aos países ricos e que recorrerá a cortes internacionais para exigir da Bolívia que cumpra contratos com a Petrobras. O coordenador da campanha do PT, Marco Aurélio Garcia, aposta numa saída negociada com Evo Morales. Leia na seção "Candidatos em 20 pontos", suas opiniões sobre Alca.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Barbosa defende diálogo com os EUA e aplicação da lei no caso do gás boliviano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Reportagem local&lt;br /&gt;Leia trechos da entrevista:&lt;br /&gt;FOLHA - O sr. critica a "politização" da política externa. Em que pode ter prejudicado o Brasil? &lt;br /&gt;RUBENS BARBOSA - A politização das decisões começa nas premissas, na visão de mundo equivocada do PT, no antagonismo entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento. Estamos no mundo globalizado, onde é preciso uma reação muito rápida e um ajustamento a essa nova posição. Como conseqüência dessa visão de mundo, decorreram atitudes na política externa que repercutiram negativamente. Por exemplo, o Brasil quis assumir uma postura de líder da região e isso gerou um certo ressentimento com os vizinhos. O Brasil decidiu reconhecer a China como economia de mercado, trazendo prejuízo, quando poderia ter feito isso até 2012. O Itamaraty sempre teve visão de Estado e essa politização representa o contrário. Estou cansado de ver Celso Amorim em comícios. Fiquei 42 anos lá e nunca tinha visto isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Quais serão as prioridades de Alckmin na política externa? &lt;br /&gt;BARBOSA - O aumento das exportações não resultou da política externa, mas da situação econômica mundial. Crescemos, mas poderíamos ter crescido mais. Não fechamos um acordo que aumentasse significativamente o comércio. O que está no programa do Alckmin é que tem de se dar uma nova prioridade a esses mercados maiores e mais dinâmicos. Não é questão de querer se submeter aos EUA ou aceitar a Alca. É buscar ampliar a participação nos mercados, sem ideologia. Essas oportunidades não estão sendo buscadas porque não há um diálogo significativo com essas economias. Temos de voltar a conversar com os EUA, o que não fizemos nos últimos quatro anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Como tirar o Mercosul da crise? Alckmin diz que é a Argentina "bater o pé" que o Brasil aceita. O que mudará na relação com o país? &lt;br /&gt;BARBOSA - Propomos um amplo debate no Mercosul. É o que também propõe o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez. É necessário saber o que os países querem. É importante debater dentro do Brasil. O MAC [mecanismo de salvaguardas] foi uma imposição da Argentina que aceitamos. Foi uma decisão política. A idéia é discutir concretamente essas restrições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - No caso da Bolívia, Alckmin diz que "o Brasil foi humilhado". O que mudará na negociação? &lt;br /&gt;BARBOSA - Quando Alckmin mencionou isso não estava pensando em atacar a Bolívia. Ele está falando em aplicar a lei. Qualquer país que tenha bens expropriados a primeira coisa que faz é recorrer a uma corte internacional. Não fazer isso gera insegurança jurídica no continente. É uma situação hoje onde os nossos interesses, aparentemente, não estão sendo defendidos. O que se faria é enviar uma nota dizendo: estamos invocando o tratado de garantias de investimento. No caso do Brasil, é aplicar o contrato do preço do gás: não aceitamos o aumento político do preço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Morales, Kirchner e Chávez declararam apoio a Lula. Alckmin já fez críticas a eles. Como será o relacionamento com esses países? &lt;br /&gt;BARBOSA - Isso é normal no calor da campanha. O apoio mostra afinidade ideológica. E as relações se recompõem, porque o Brasil tem um peso e os países têm de conversar com o governo. Haverá interesse nosso de aprofundar relações.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Garcia diz não temer quanto à Bolívia e defende ampliação do Mercosul&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Reportagem local&lt;br /&gt;Leia trechos da entrevista:&lt;br /&gt;FOLHA - A campanha de Geraldo Alckmin critica a politização do Itamaraty e diz que isso fez o Brasil perder. O que dizer em resposta? &lt;br /&gt;MARCO AURÉLIO GARCIA - Essa afirmação é falaciosa. É uma tentativa de desqualificar a política externa que não está fazendo outra coisa senão retomar a velha tradição do Itamaraty, que é a do barão do Rio Branco [1845-1912], que é a tradição da política externa independente. Toda política externa, como o nome diz, tem um componente político.&lt;br /&gt;Poderia devolver dizendo que essa crítica está empapada de uma idéia que governos tentaram imprimir à política externa de que não tínhamos que nos aproximar da América do Sul, dos países do sul porque essa era uma visão ultrapassada. Mantemos hoje uma relação extraordinariamente forte com os EUA e a União Européia. O Reino Unido tem sido um grande aliado nosso, seja na ONU ou na OMC. Se o presidente Lula tivesse uma visão obsoleta da política externa, não estaria sendo convidado para três reuniões do G-8 -das quatro que aconteceram desde 2003. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - O que fazer, a curto prazo, para tirar o Mercosul da crise? O bloco permitirá que se negocie isoladamente com os EUA? &lt;br /&gt;GARCIA - Estamos oferecendo alternativas para isso. Alguns exemplos: o Congresso aprovou o Focen [fundo estrutural], que é um dos instrumentos de atenuar as assimetrias; estamos estudando mecanismos para melhorar a inserção de países como o Uruguai e o Paraguai. Quanto aos acordos, essa flexibilização existe dentro das regras do Mercosul, mas há limites. Não queremos criar constrangimento. O objetivo do Uruguai, de aumentar o comércio com os EUA, também é o nosso. Nossa política comercial registrou progressos com o sul e com países desenvolvidos. Se não fosse assim, não teríamos os resultados que temos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - A negociação com a Bolívia pelo gás e pela indenização das refinarias se arrasta. E o Brasil teve surpresas negativas. Vai haver mais surpresas, vai se acirrar? &lt;br /&gt;GARCIA - Não. Vi uma declaração do senador [Antonio] Peredo, que é uma figura influentíssima no MAS [partido de Evo Morales], que nos deixou tranqüilos. Ele diz: "Queremos continuar a cooperação com o Brasil, a Petrobras será indenizada naquilo que lhe couber, não queremos levar para uma mediação internacional no plano puramente da negociação". Tem sido difícil porque a Bolívia está passando por um processo político muito intenso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Morales, Kirchner e Chávez declararam apoio a Lula. Não é ingerência nos assuntos internos? &lt;br /&gt;GARCIA - A decisão aqui não pode sofrer constrangimentos externos. É um tema nacional. Mas isso não exclui que, sobretudo os analistas políticos, possam especular sobre cenários.&lt;br /&gt;A imprensa internacional tem refletido certa inquietação sobre a política externa do Alckmin. É uma política que cria um sentimento de isolamento do Brasil, o que seria desastroso. O fato de Alckmin querer reeditar a Alca a todo custo me parece complicado.&lt;br /&gt;Ele está assessorado por embaixadores qualificados. Talvez não os esteja ouvindo, porque revelou um despreparo grande. Isso foi visível no debate da TV Bandeirantes, onde procurou substituir os conhecimentos de política externa por clichês.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Candidatos em 20 pontos - 12 - Política externa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sr. priorizará as relações com a América Latina ou com os EUA? As negociações para a criação da Alca serão retomadas?&lt;br /&gt;A discussão da Alca (Área de Livre Comércio das Américas) está congelada há quase três anos, mas os EUA têm apostado na assinatura de tratados de livre comércio com países da região, como Peru e Colômbia. Em novembro, em Mar del Plata, o Mercosul se opôs à retomada das negociações, argumentando que "não estão dadas as condições para um acordo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula&lt;br /&gt;Esse dilema é falso. Continuaremos privilegiando o processo de integração sul-americana -o Mercosul e a Comunidade Sul-Americana de Nações, em especial -e fortalecendo as relações Sul-Sul. Mas, ao mesmo tempo, vamos ampliar ainda mais o acesso aos mercados europeu, norte-americano e asiático. Mantemos com os países desenvolvidos um relacionamento positivo e soberano. No nosso governo, as relações do Brasil com esses países são excelentes, e assim devem permanecer. Mas temos de diversificar cada vez mais nossas relações porque a dependência não é amiga da soberania. Em relação à Alca, defendemos o interesse nacional e regional. E a reunião de Miami estabeleceu o marco sob o qual as negociações poderão avançar, embora exista um consenso entre os países de que, no momento atual, as negociações no âmbito da OMC são prioritárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin&lt;br /&gt;A América do Sul é o nosso entorno geográfico e nosso segundo parceiro comercial. Vamos ampliar as relações com todos os países do nosso entorno e recompor as relações do Brasil no âmbito da América do Sul, com base em interesses recíprocos. A integração regional continuará prioridade, em especial as iniciativas de integração física, energética e comercial. Vamos igualmente intensificar as relações com os centros mais dinâmicos da economia, como a Europa, os EUA e o Japão, como faz a China. Vamos buscar novas formas de cooperação comercial com os EUA, maior parceiro. Quanto à Alca, vamos atuar pela retomada das negociações, embora sabendo das dificuldades, pois estão paralisadas e dificilmente serão retomadas nas atuais bases. Os EUA não estão mais interessados por conta da tendência protecionista no Congresso norte-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sr. considera a Venezuela um aliado estratégico? A hostilidade entre o país e os EUA pode prejudicar o Mercosul?&lt;br /&gt;A Venezuela é, desde julho, membro pleno do Mercosul. O presidente Hugo Chávez intensifica campanha anti-EUA e o palco da polarização, agora, é o impasse na eleição para o assento não-permanente da América Latina no Conselho de Segurança da ONU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula&lt;br /&gt;Não. Os problemas da Venezuela com os EUA não são de exclusiva responsabilidade de um país. O Brasil tem procurado atenuar conflitos internacionais, sobretudo aqueles que incidem em nossa região. A presença da Venezuela no Mercosul, além de sua importância econômica e comercial, tem relevância política. O Mercosul, em sua etapa atual de desenvolvimento, não tem uma política externa comum, ainda que procure atuar conjuntamente no mundo em uma série de aspectos, como de natureza econômica e comercial. A construção de políticas regionais comuns é um processo que está em fase inicial. É um dos déficits políticos que o Mercosul possui e que deveremos enfrentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alckmin&lt;br /&gt;Vamos ampliar o relacionamento com todos os países da América do Sul, com base na reciprocidade de interesses e na defesa de nosso interesse. A Venezuela, o quarto maior país produtor de petróleo e um dos maiores da região, é um parceiro comercial importante para o Brasil e acaba de entrar para o Mercosul. Creio que as posições de Hugo Chávez não serão obstáculo à integração regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/noticia_veiculo.asp?ID_VEICULO=2&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-116127933305722737?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/116127933305722737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=116127933305722737&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116127933305722737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116127933305722737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/81-debate-sobre-politica-externa-na.html' title='81) Debate sobre politica externa na berlinda eleitoral...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-116104963326247339</id><published>2006-10-16T22:39:00.001-03:00</published><updated>2010-02-07T17:40:45.765-02:00</updated><title type='text'>80) Censura Eleitoral?</title><content type='html'>Um exemplo de censura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 Outubro 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interpretação das leis comuns, no Estado Democrático de Direito, é regida pela precedência da Constituição. No caso brasileiro, a Constituição Federativa da República do Brasil, promulgada em 1988. Durante o primeiro turno, representantes de vários T.R.E. se excederam em suas interpretações das leis, a exemplo da censura&lt;br /&gt;imposta a jornais e blogueiros do Amapá. Agora, impedem a liberdade de um jornalista expor suas idéias. No caso, Arnaldo Jarbor.  Se a população não levantar a voz, corre o sério risco de vê-la amordaçada por juízes parciais, como noticiado no Blog do Noblat: 13/10/2006:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da agência Estado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rádio CBN deverá retirar de sua página na Internet, e na de todas as suas afiliadas, o comentário do colunista Arnaldo Jabor feito às 8h05 do último dia 10 de outubro. A decisão é do ministro Ari Pargendler, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A rádio CBN foi notificada da decisão, por fax, nessa quinta-feira, dia 12. O&lt;br /&gt;comentário impugnado foi o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigos ouvintes, o debate de domingo serviu para vermos os dois lados do Brasil. De um lado, um choque de capitalismo. De outro, um choque de socialismo deformado num populismo estadista, num getulismo tardio. De um lado, São Paulo e a complexa experiência de Estado industrializado, rico e privatista. De outro, a voz dos grotões, onde o estado ainda é o provedor dos vassalos famintos. De um lado, a teimosa demanda do Alckmin pelo concreto da administração pública, e do outro, o Lula, apelando para pretextos utópicos, preferindo rolar na retórica de símbolo (...). Na representação, a coligação A Força do Povo (PT-PRB- PCdoB), que apóia a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, argumentou que o comentário de Arnaldo Jabor teria emitido opinião favorável ao candidato Geraldo Alckmin e negativa ao atual presidente da República. A determinação do ministro destacou que: "o comentário impugnado na petição inicial pode ter contrariado a legislação eleitoral. Como medida de natureza cautelar, determino liminarmente sua retirada "da página da Representada na rede mundial de computadores e de todas as suas afiliadas" (fl. 06). Comunique-se. Intimem-se".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde quando um jornalista no exercício de sua profissão está proibido de manifestar sua opinião? Se ao fazê-lo ele caluniou, difamou ou injuriou alguém, o atingido pode processá-lo. Caberá à Justiça condená-lo ou não. No artigo V da Constituição está dito: "É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue o texto INTEGRAL do ótimo artigo censurado do Jabor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arnaldo Jabor&lt;br /&gt;O Globo - 10/10/06 - Página 8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é a origem do dinheiro?&lt;br /&gt;Este é o lema da campanha da oposição&lt;br /&gt;O debate de domingo serviu para vermos dois lados do Brasil. De um lado, a busca de um "choque de capitalismo", de outro, um delirante choque de um socialismo degradado em populismo estadista, num getulismo tardio. De um lado, São Paulo e a complexa experiência de um estado industrializado, rico e privatista, e, do outro, a voz de&lt;br /&gt;grotões onde o Estado ainda é o provedor dos vassalos famintos. De um lado, a teimosa demanda de Alckmin pelo concreto da administração pública, e, do outro lado, o Lula apelando para pretextos utópicos, preferindo rolar na retórica de símbolo, lendo constrangido estatísticas e citando obras que nem foram iniciadas. Alckmin foi&lt;br /&gt;incisivo; Lula foi evasivo. Lula saiu da arrogância do primeiro turno para o papel de "sóbrio estadista injustiçado". Mas não deu para esconder seu mau humor quase ofendido, por ter de dialogar ali com aquele "burguês", limpinho, sem barba. Faltou-lhe a convicção de suas afirmações, pois seu "amor ao povo" não teve a energia de antes. Gaguejou, tremeu, suas frases peremptórias não tinham ritmo, não tinham punch line, não "fechavam", enquanto Alckmin parecia um cronômetro, crescendo no ritmo e concluindo com fragor. Lula estava rombudo, Alckmin era um estilete. Lula estava deprimido porque raramente foi contestado assim, ao vivo. Sempre recuamos diante do sagrado "Lulinha do povo", imagem que se rompeu domingo. Houve um leve sabor de sacrilégio na acusação do agora agressivo "picolé de chuchu". Alckmin rompeu a blindagem do Lula, protegido dos escândalos, Alckmin atacou a intocabilidade do operário sagrado e tratou-o como cidadão. Isso. O Lula perdeu um pouco da aura&lt;br /&gt;de "ungido de Deus". Lula sempre se disse "igual" a nós ou ao "povo", mas sempre do alto de uma intocabilidade, como se ele estivesse "fora da política". Sempre houve um temor reverencial por sua origem pobre; qualquer critica mais acerba soava como um ataque da "elite reacionária que não suporta um operário no poder", como clamam tantos lulo-colunistas e artistas burros. Quando apertou o cerco, Lula tentou se valer dos pobres, dos humildes, falou da mãe analfabeta, mas sempre evitou responder qualquer pergunta concreta, como se a concretude fosse uma ofensa a seu mundo ideológico puro, acima da vida "comum". Várias vezes, suas falas não faziam sentido,&lt;br /&gt;porém mantinham para o espectador acrítico aquele ronronar grosso que empresta um ritmo de fundo em torno à sua imagem de "símbolo dos pobres".&lt;br /&gt;Lula não precisa dizer a verdade; basta parecer. Sempre que o Alckmin o encostava na parede, ele chamava as verdades proferidas de "leviandades", o que é muito comum no vocabulário petista, que nomeia de "erros" os crimes cometidos ou de "meninos" os marmanjos corruptos que transportam dólares na cueca ou nas maletas e que foram "desencaminhados", coitados, por bandidos comuns, talvez até (quem sabe?) "a serviço" de tucanos solertes.&lt;br /&gt;Lula tentou encobrir os crimes de sua quadrilha apelando para pretensos "crimes" de gestões anteriores, como barragem de CPIs, votos comprados, caixa 2 sem provas.&lt;br /&gt;Ele e os petistas se julgam donos de uma metaética, uma supramoral que os absolveria de tudo e, por isso, Lula se utilizou de mentiras e meias verdades para responder às acusações de mensalões e sanguessugas em seu governo. Para justificar a omissão e a&lt;br /&gt;passividade diante da Bolívia e do prejuízo de um bilhão e meio de dólares nas instalações da Petrobras, Lula chegou a criticar a violência burra do Bush para se absolver na política de "companheirismo" com o Evo Morales.&lt;br /&gt;Em vez de se defender de acusações pontuais, dizia que a Era FH&lt;br /&gt;também era corrupta, como nas brigas de bordel, em que as&lt;br /&gt;prostitutinhas se defendem apontando os pecados das outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula tentou fugir da pergunta que não vai se calar: "Qual a origem do dinheiro?" Lula respondeu com a metáfora batida: "Muitas vezes o sujeito está na sala e não sabe o que está acontecendo na cozinha". Ou seja: é normal que o chefe da Casa Civil e agora o presidente do partido, Berzoini, Hamilton Lacerda, o chefe da campanha do&lt;br /&gt;Mercadante, o diretor do Banco do Brasil, seu assessor, seu churrasqueiro, petistas ativos no diretório, todos soubessem e trouxessem o dinheiro em malas, sem avisar o chefe. E quer que a gente engula. Lula pediu a Deus que não o mate "até que ele saiba de onde veio o dinheiro". A resposta obvia é: "Não precisa perguntar a Deus; basta perguntar aos seus assessores na sala ao lado...", como escreveu a Miriam Leitão.&lt;br /&gt;Quando Alckmin o apertava, ele o desqualificava: "Meu Deus... como é que pode? Você está nervoso, Alckmin... Não é o seu estilo...", querendo trancar o desafiante em seu papel de gentil picolé. Diante do pedido de explicações, fugia, tentando abordar "questões programáticas" (como se ele as tivesse...), como se elas pudessem estar acima das "bobagens de crimes que sempre houve, de erros de companheiros" etc... Assim, tentou voar por cima da ética assassinada.&lt;br /&gt;Acontece que os crimes de sua quadrilha "são" a questão principal e também "programática" porque, além da imoralidade, esses crimes prefiguram uma política que visa a atropelar a democracia através de grossuras truculentas que os mantenham no emprego a qualquer custo. Lula não pôde responder a pergunta fatal "De onde vem o dinheiro?" porque sua origem é conhecida.&lt;br /&gt;Todos sabemos que o dinheiro veio de algum nicho onde está guardado para "despesas do partido", dinheiro desviado ou de fundos de pensão ou de estatais ou de bancos oficiais ou de contratos superfaturados.&lt;br /&gt;Todos eles sabem.&lt;br /&gt;Só falta o nome do dono da cueca ou das maletas. E certamente o advogado do governo não permitirá que saibamos até o dia 29. Tudo está óbvio. Neste momento perigosíssimo de nossa História, só resta esperar que o "povo" perceba o óbvio, já que os intelectuais jamais o enxergarão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://recantodovelhinhorabugento.blogspot.com/"&gt;http://recantodovelhinhorabugento.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-116104963326247339?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/116104963326247339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=116104963326247339&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116104963326247339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116104963326247339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/80-censura-eleitoral.html' title='80) Censura Eleitoral?'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-116062128407097918</id><published>2006-10-11T23:46:00.001-03:00</published><updated>2010-02-07T17:41:50.855-02:00</updated><title type='text'>79) ...e um privatista convencido...</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;O que está em jogo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(texto apócrifo de Emir Sader ) – se ele fosse sociólogo ao invés de comunista. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se a Petrobrás vai ser privatizada – como deveria e como é feito nas melhores economias do planeta - e, com ela, o Banco do Brasil, a Caixa Economia Federal, a Eletrobrás – dinossauros lânguidos que só se tornaram algo competitivos depois que assumiram modelos de gestão voltados para o mercado.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se os movimentos sociais voltarão a ser criminalizados, como de fato criminosos o são e devidamente reprimidos pela justiça e pelo aparelho coercitivo das polícias sem a proteção de políticos engajados.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se o Brasil seguirá privilegiando sua política externa de alianças com a Argentina, a Bolívia, a Venezuela, o Uruguai, Cuba,seguindo a cartilha Stalinista / Gramcista do Foro de São Paulo e subordinado ao Ditador da Ilha Cárcere, ao invés do alinhamento às políticas dos países que representam a eficácia gerencial e administrativa, resultando nas maiores economias do planeta.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se retornará a política de privatização na educação, concedendo espaço ao mercado para prestar um serviço de melhor qualidade sem o pesado ônus para toda sociedade;&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se a política cultural será centrada no financiamento privado, deixando de prestigiar os produtores esquerdistas, que se valem de dinheiro público para produzir peças de adulação marxista, que se calam diante da censura depravada e deturpação (cortes de cenas) de filmes estrangeiros que mostram que o lugar de criminosos como Che-Guevara é o latão de lixo.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se teremos menos ou mais empregos precários, como os que dizem ter criado nos últimos 3 anos, todos com menos de 2 salários mínimos, menos ou mais empregos com carteira de trabalho, devidamente onerados pelos encargos de uma CLT que esmaga a iniciativa das empresas.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se haverá mais ou menos investimentos públicos em áreas como energia, comunicações, rodovias, saneamento básico, educação, saúde, cultura, coisa que o governo Lula nem sabe do que se trata, &lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se seguiremos fingindo diminuir as desigualdades no Brasil mediante políticas sociais paternalistas, estimulantes da mendicância, da preguiça e da submissão nefasta das pessoas e famílias a um governo totalitário (quem não votar em mim, vai morrer de fome!!!) disfarçado de benfeitor – com falso aumento do poder aquisitivo real do salário mínimo (falso porque comparado ao dólar subvalorizado), diminuição do preço dos produtos da cesta básica graças à quebradeira dos produtores rurais, bolsa-esmola; ou se voltaremos às políticas tucano-pefelistas do governo FHC, que transformaram o Brasil - um país inflacionário e estacionário -  preparando-o para um período de crescimento sem precedentes, que o governo Lula descartou.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno é tudo isso – o que, por si só, é de uma enorme proporção e já faz diferença entre os dois candidatos. O que está sobre tudo em jogo nos segundo turno é a reinserção internacional do Brasil, com conseqüências diretas para o destino futuro do país.&lt;br /&gt;Com Lula se manterá a política que privilegia a integração regional e as alianças Sul/Sul, que se opõem à Alca em favor do Mercosul, ou seja, um acordo entre pobres para disseminar a miséria, preparando a América do Sul e Central, para se tornar a República Socialista das Américas – cujo primeiro grande passo é a doação das instalações da Petrobrás à Bolívia, que no futuro será patrimônio da Nomenklatura. Com Alckmin se privilegiariam as políticas de livre comércio: Alca, assinatura de Tratado de Livre Comércio com os EUA – que a exemplo do NAFTA, transformou a economia do México, acabando com a hiperinflação naquele país; fortalecendo o Mercosul, que não é impeditivo para outros tratados, distanciando o Brasil de “parceiros” sul americanos que a cada troca de camisa, aplica um calote, como a Argentina o fez.&lt;br /&gt;Tudo isto está em jogo no segundo turno. Diante disso ninguém pode ser neutro, ninguém pode ser eqüidistante, ninguém pode ser indiferente e tampouco ser inocente, imaginando que as práticas adotadas por Fidel, Lênin, Stalin, Chaves e outros meliantes internacionais, irão trazer a bem-aventurança prometida pelo PT que se transformou em Valdomiros, Marcos Valério, Zé Dirceu, República de Ribeirão, mensalão, dólares em cuecas, dossiês e tantos outros “pequenos erros cometidos por companheiros”&lt;br /&gt;Emir Sader é sociólogo e imbecil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-116062128407097918?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/116062128407097918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=116062128407097918&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116062128407097918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116062128407097918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/79-e-um-privatita-convencido.html' title='79) ...e um privatista convencido...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-116062120267308131</id><published>2006-10-11T23:44:00.000-03:00</published><updated>2006-10-11T23:46:42.690-03:00</updated><title type='text'>78) O sociologo anti-privatista...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O que está em jogo&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Emir Sader &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se a Petrobrás vai ser privatizada – como afirma o assessor de Alckmin, Mendonça de Barros à revista Exame – e, com ela, o Banco do Brasil, a Caixa Economia Federal, a Eletrobrás.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se os movimentos sociais voltarão a ser criminalizados e reprimidos pelo governo federal.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se o Brasil seguirá privilegiando sua política externa de alianças com a Argentina, a Bolívia, a Venezuela, o Uruguai, Cuba, assim como os países do Sul do mundo, ao invés da subordinação à política dos EUA.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se retornará a política de privataria na educação.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se a política cultural será centrada no financiamento privado.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se teremos menos ou mais empregos precários, menos ou mais empregos com carteira de trabalho.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se haverá mais ou menos investimentos públicos em áreas como energia, comunicações, rodovias, saneamento básico, educação, saúde, cultura.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se seguiremos diminuindo as desigualdades no Brasil mediante políticas sociais redistributivas – micro-crédito, aumento do poder aquisitivo real do salário mínimo, diminuição do preço dos produtos da cesta básica, bolsa-família, eletrificação rural, entre outros – ou se voltaremos às políticas tucano-pefelistas do governo FHC.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno é tudo isso – o que, por si só, é de uma enorme proporção e já faz diferença entre os dois candidatos. O que está sobre tudo em jogo nos segundo turno é a inserção internacional do Brasil, com conseqüências diretas para o destino futuro do país.&lt;br /&gt;Com Lula se manterá a política que privilegia a integração regional e as alianças Sul/Sul, que se opõem à Alca em favor do Mercosul. Com Alckmin se privilegiariam as políticas de livre comércio: Alca, assinatura de Tratado de Livre Comércio com os EUA, isolamento da Alba, debilitamento do Mercosul, da Comunidade Sul-Americana, das alianças com a África do Sul e a Índia, o Grupo dos 20.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno é a definição sobre se o Brasil vai subordinar seu futuro com políticas de livre comércio ou se o fará em processos de integração regional. Isso faz uma diferença fundamental para o futuro do Brasil e da América Latina. Adotar o livre comércio é abrir definitivamente a economia do país para os grandes monopólios internacionais – norte-americanos em particular -, é renunciar a definir qualquer forma de regulamentação interna – de meio ambiente, de moeda, de política de cotas, etc. É condenar o Brasil definitivamente à centralidade das políticas de mercado, com a perpetuação das desigualdades que fazem do nosso o país mais injusto do mundo.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno então é se teremos um país menos injusto ou mais injusto, se teremos um país mais soberano ou mais subordinado, se teremos um país mais democrático ou menos democrático, se teremos um país ou se nos tornaremos definitivamente em um mercado especulativo e nos consolidaremos como um país conservador dirigido pelas elites oligárquicas (como um mistura de Daslu mais Opus Dei). Se seremos um país, uma sociedade, uma nação – democrático e soberanos - ou se seremos reduzidos a uma bolsa de valores, a um shopping center cercado de miséria por todos os lados.&lt;br /&gt;Tudo isto está em jogo no segundo turno. Diante disso ninguém pode ser neutro, ninguém pode ser eqüidistante, ninguém pode ser indiferente.&lt;br /&gt;Emir Sader é sociólogo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-116062120267308131?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/116062120267308131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=116062120267308131&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116062120267308131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116062120267308131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/78-o-sociologo-anti-privatista.html' title='78) O sociologo anti-privatista...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-116039876810517798</id><published>2006-10-09T09:57:00.000-03:00</published><updated>2006-10-09T09:59:28.120-03:00</updated><title type='text'>77) Apenas uma pergunta...</title><content type='html'>Do blog de Paulo Moreira Leite (do Estadao), em 8 de outubro de 2006, mas antes do debate televisivo entre Lula e Geral do Alckmin:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Se eu fosse Alckmin perguntaria a Lula...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;por Paulo Moreira Leite, Seção: Brasil às 19:27:25.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...o que ele sabe sobre a origem do dinheiro da operação tabajara. Durante o debate da TV Bandeirantes, eu diria assim: “Presidente Lula. O senhor conhece a maioria das pessoas que participaram dessa operação de compra do dossiê. Muitas frequentam seu gabinete e até sua casa. Elas foram expulsas do PT. Eu acho que o senhor, como presidente da República, tem a obrigação de saber todos os detalhes deste crime. O senhor disse que não sabia de nada antes de tudo acontecer. Mas tenho certeza de que pelo menos depois foi se informar de tudo. Estou certo de que, como todos os brasileiros, o senhor queria saber quem pagou essa operação e quem estava no comando de tudo, quem era o chefe. Então eu lhe peço, presidente: conte ao eleitor brasileiro quem fez isso. O povo brasileiro merece. O senhor foi eleito para dizer a verdade.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-116039876810517798?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/116039876810517798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=116039876810517798&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116039876810517798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116039876810517798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/77-apenas-uma-pergunta.html' title='77) Apenas uma pergunta...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-116019290344288525</id><published>2006-10-07T00:46:00.000-03:00</published><updated>2006-10-07T00:48:23.446-03:00</updated><title type='text'>76) O que esta em jogo, 2: a visao pro-Alckmin</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O QUE ESTÁ EM JOGO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Luiz Nazario (05 de outubro de 2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se o Estado vai ser inteiramente aparelhado pelo PT – como o deseja Emir Sader e todos os Caros Amigos – e, com isso, a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Economia Federal, a Eletrobrás também se tornarão empresas a serviço da corrupção petista.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se os criminosos comuns e os criminosos que agem dentro dos movimentos sociais voltarão a ser inocentados e apadrinhados pelo Ministro da Justiça.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se o Brasil seguirá privilegiando sua política externa de alianças com os governos fascistas que se apossaram da Bolívia e da Venezuela; com a tirania hereditária que domina Cuba com mão de ferro; e com as ditaduras fundamentalistas e populistas do Sul do mundo, ao invés de seguir a política de Democracia, Direitos Humanos, Direitos Civis, Liberdade Individual, Liberdade de Imprensa, Tolerância e Respeito às Minorias, vigente no Norte do mundo.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se continuará a política de destruição da educação.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se a política cultural será centrada no dirigismo estatal.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se continuaremos a ter, sob Lula, ainda mais empregos precários e menos empregos com carteira de trabalho.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se continuaremos a ter, sob Lula, ainda menos investimentos públicos em áreas como energia, comunicações, rodovias, saneamento básico, educação, saúde, cultura.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se, sob Lula, continuaremos a aumentar as desigualdades no Brasil mediante políticas perversas de redistribuição de renda através do sangramento máximo das classes médias para adoçar a boca dos miseráveis com bolsas-esmolas e aumentar ainda mais a renda dos grupos financeiros que se encontram no topo da pirâmide.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno é tudo isso – o que, por si só, é de uma enorme proporção e já faz diferença entre os dois candidatos. O que está, sobretudo, em jogo nos segundo turno é a inserção internacional do Brasil, com conseqüências diretas para o destino futuro do país.&lt;br /&gt;Com Lula se manterá a política que privilegia a desintegração regional e as alianças com ditaduras. Com Alckmin se privilegiariam as políticas de livre comércio.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno é a definição sobre se o Brasil vai subordinar seu futuro com políticas de livre comércio ou se o fará em processos de desintegração regional e alianças com ditaduras. Isso faz uma diferença fundamental para o futuro do Brasil e da América Latina. Adotar o livre comércio é abrir definitivamente a economia do país, é renunciar ao modelo terceiro-mundista das ditaduras retrógradas que impedem o crescimento econômico e o desenvolvimento do país (sob Lula, e com toda a conjuntura global favorável ao crescimento, o Brasil ficou na rabeira do mundo, atrás apenas das desgraçadas Filipinas). É inserir o Brasil definitivamente nas políticas de mercado, com a diminuição progressiva da pobreza, do atraso econômico, da incompetência administrativa, da corrupção sistêmica, das desigualdades que fazem do nosso país, sob Lula, o mais injusto do mundo.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno então é se continuaremos a ter, sob Lula, um país mais injusto, um país menos democrático, mais subordinado às ditaduras terceiro-mundistas e fundamentalistas; se teremos um país livre ou nos tornaremos uma ditadura populista sem lei nem mercado, atrasada como Cuba, consolidando-nos como país totalitário e fracassado, dirigido pelas ignorantes, retrógradas e corruptas elites petistas (como um mistura de Cuba mais Irã). Se seremos uma nação democrática e soberana ou se seremos reduzidos a miseráveis dependentes de bolsas-famílias do papaizinho Lula, a uma Brasilha de luxo e corrupção servida por nababescos Aerolulas, cercada de miséria por todos os lados.&lt;br /&gt;Tudo isto está em jogo no segundo turno. Diante disso ninguém pode ser neutro, ninguém pode ser eqüidistante, ninguém pode ser indiferente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-116019290344288525?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/116019290344288525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=116019290344288525&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116019290344288525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116019290344288525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/76-o-que-esta-em-jogo-2-visao-pro.html' title='76) O que esta em jogo, 2: a visao pro-Alckmin'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-116019280575937235</id><published>2006-10-07T00:44:00.000-03:00</published><updated>2006-10-07T00:46:45.773-03:00</updated><title type='text'>75) O que esta em jogo, 1: a visao pro-Lula</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O QUE ESTÁ EM JOGO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Emir Sader (03 de outubro de 2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se a Petrobrás vai ser privatizada – como afirma o assessor de Alckmin, Mendonça de Barros à revista Exame – e, com ela, o Banco do Brasil, a Caixa Economia Federal, a Eletrobrás.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se os movimentos sociais voltarão a ser criminalizados e reprimidos pelo governo federal.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se o Brasil seguirá privilegiando sua política externa de alianças com a Argentina, a Bolívia, a Venezuela, o Uruguai, Cuba, assim como os países do Sul do mundo, ao invés da subordinação à política dos EUA.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se retornará a política de privataria na educação.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se a política cultural será centrada no financiamento privado.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se teremos menos ou mais empregos precários, menos ou mais empregos com carteira de trabalho.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se haverá mais ou menos investimentos públicos em áreas como energia, comunicações, rodovias, saneamento básico, educação, saúde, cultura.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno não é apenas se seguiremos diminuindo as desigualdades no Brasil mediante políticas sociais redistributivas – micro-crédito, aumento do poder aquisitivo real do salário mínimo, diminuição do preço dos produtos da cesta básica, bolsa-família, eletrificação rural, entre outros – ou se voltaremos às políticas tucano-pefelistas do governo FHC.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno é tudo isso – o que, por si só, é de uma enorme proporção e já faz diferença entre os dois candidatos. O que está sobre tudo em jogo nos segundo turno é a inserção internacional do Brasil, com conseqüências diretas para o destino futuro do país.&lt;br /&gt;Com Lula se manterá a política que privilegia a integração regional e as alianças Sul/Sul, que se opõem à Alca em favor do Mercosul. Com Alckmin se privilegiariam as políticas de livre comércio: Alca, assinatura de Tratado de Livre Comércio com os EUA, isolamento da Alba, debilitamento do Mercosul, da Comunidade Sul-Americana, das alianças com a África do Sul e a Índia, o Grupo dos 20.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno é a definição sobre se o Brasil vai subordinar seu futuro com políticas de livre comércio ou se o fará em processos de integração regional. Isso faz uma diferença fundamental para o futuro do Brasil e da América Latina. Adotar o livre comércio é abrir definitivamente a economia do país para os grandes monopólios internacionais – norte-americanos em particular -, é renunciar a definir qualquer forma de regulamentação interna – de meio ambiente, de moeda, de política de cotas, etc. É condenar o Brasil definitivamente à centralidade das políticas de mercado, com a perpetuação das desigualdades que fazem do nosso o país mais injusto do mundo.&lt;br /&gt;O que está em jogo no segundo turno então é se teremos um país menos injusto ou mais injusto, se teremos um país mais soberano ou mais subordinado, se teremos um país mais democrático ou menos democrático, se teremos um país ou se nos tornaremos definitivamente em um mercado especulativo e nos consolidaremos como um país conservador dirigido pelas elites oligárquicas (como um mistura de Daslu mais Opus Dei). Se seremos um país, uma sociedade, uma nação – democrático e soberanos - ou se seremos reduzidos a uma bolsa de valores, a um shopping center cercado de miséria por todos os lados.&lt;br /&gt;Tudo isto está em jogo no segundo turno. Diante disso ninguém pode ser neutro, ninguém pode ser eqüidistante, ninguém pode ser indiferente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-116019280575937235?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/116019280575937235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=116019280575937235&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116019280575937235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/116019280575937235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/75-o-que-esta-em-jogo-1-visao-pro-lula.html' title='75) O que esta em jogo, 1: a visao pro-Lula'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115993274367974079</id><published>2006-10-04T00:28:00.000-03:00</published><updated>2006-10-04T00:32:23.696-03:00</updated><title type='text'>74) Um pouco mais de realismo por parte do favorito...</title><content type='html'>Do boletim de campanha do candidato a presidente-presidente (com perdão pela redundância, mas esta é a situação).&lt;br /&gt;O boletim, curiosamente, se chama "Anti-Virus" (váa lá saber por que...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A batalha decisiva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 29 de outubro, acontecerá o segundo turno das eleições presidenciais. &lt;br /&gt;Nesse mesmo dia, haverá segundo turno para escolher o governador dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Maranhão, Pará e Goiás.&lt;br /&gt;Os números do primeiro turno presidencial são os seguintes: Lula recebeu 46.662.365 votos (48,61% dos votos válidos); Alckmin obteve 39.968.369 votos (41,64% dos votos válidos); Heloisa Helena 6.575.393 votos (6,85%); Cristovam 2.538.844 votos (2,64%); Ana Maria Rangel 126.404 votos (0,13%); Eymael 63.294 votos (0,07%); e Luciano Bivar 63.294 votos (0,06%). Votos brancos: 2.866.205 (2,73%); nulos: 5.957.207 (5,68%); abstenções: 21.092.511 (16,75% do total de votos).&lt;br /&gt;A campanha de segundo turno será muito curta e extremamente polarizada. A campanha de mobilização terá início nos próximos dias. Na próxima semana, recomeça o horário eleitoral gratuito. Na TV, os programas terão dois blocos diários de 20 minutos para cada candidato; e irão ao ar às 13h e às 20h30. Nos dez estados em que haverá segundo turno, os candidatos a governador também terão dois blocos de 20 minutos, que seguirão os programas dos presidenciáveis, e inserções.&lt;br /&gt;Lula é o favorito para vencer. Passamos ao segundo turno com maioria dos votos. É fortíssimo o apoio a Lula entre as camadas populares, que constituem a maioria do eleitorado. É imenso o repúdio ao que significou o governo FHC e ao que significaria um governo Alckmin, inclusive entre o eleitorado que não votou em nós no primeiro turno. E temos o apoio dos principais movimentos sociais do país.&lt;br /&gt;Mas eleição não se ganha de véspera. A oposição conservadora fará de tudo para nos derrotar. E conta com o apoio de grande parte da mídia, que seguirá fazendo campanha sistemática contra nosso governo e nossa candidatura.&lt;br /&gt;Por isso, nosso vitória precisará ser garantida através da mobilização e da polarização política. Esta é a orientação da coordenação nacional da campanha Lula (ver nota abaixo).&lt;br /&gt;Com esta edição, Antivírus volta a circular diariamente, travando o bom combate em defesa de nossas idéias. Cada boletim trará um editorial político, uma análise sobre nosso adversário e uma pequena nota respondendo às mentiras que circulam sobre nós.&lt;br /&gt;Contamos com o apoio e a colaboração dos leitores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Lula de novo, com a força do povo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A campanha Lula dirige um profundo agradecimento aos milhões de homens e mulheres que, neste domingo, votaram a favor da reeleição do Presidente; e aos milhares de militantes que, em todo o país, trabalharam incansavelmente pela nossa campanha. Chamamos todos a, no segundo turno, reeleger o presidente da República e eleger os governadores comprometidos com nosso projeto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O segundo turno será um confronto entre dois projetos de Nação. De um lado, as forças progressistas comprometidas com um Brasil democrático, popular e soberano. De outro lado, o bloco conservador que governou o Brasil na década de noventa e nos primeiros anos deste século.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lula é candidato à reeleição, porque seu governo foi extremamente positivo para o Brasil: desenvolvimento econômico, redução da vulnerabilidade externa, ampliação do mercado interno, crescimento do emprego, aumento da massa salarial, redução da fome, da miséria e da desigualdade social. O segundo mandato aprofundará isto. Como diz o presidente, ?o nome do meu segundo mandato será desenvolvimento, com distribuição de renda e educação de qualidade?.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No último domingo de outubro, o povo brasileiro dirá um não ao retrocesso, ao atraso, ao neoliberalismo. Não voltaremos aos tempos de descalabro que marcaram o governo Fernando Henrique Cardoso e os 12 anos de governo tucano em São Paulo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para derrotar o atraso, a campanha Lula buscará, com firmeza e com humildade, ganhar a confiança e o voto dos eleitores que, no primeiro turno, se abstiveram, votaram em branco e nulo, votaram em outras candidaturas e inclusive os eleitores que optaram por nosso adversário. Apresentaremos nossos acertos, reconhecendo e corrigindo nossos erros, reafirmando o que será nosso segundo mandato e desmascarando de maneira clara e didática as mentiras que foram lançadas contra nós, especialmente nas últimas semanas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como no primeiro turno, a vitória dependerá principalmente do entusiasmo do povo, dos militantes, dos apoiadores de nossa candidatura: as lideranças dos movimentos sociais e dos partidos, nossos candidatos de primeiro turno, os nossos governadores, parlamentares e prefeitos, a intelectualidade democrática e a juventude. Conclamamos o povo brasileiro a ocupar a linha de frente da campanha.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lula de novo, com a força do povo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;À vitória!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A coordenação nacional da campanha Lula presidente&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115993274367974079?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115993274367974079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115993274367974079&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115993274367974079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115993274367974079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/74-um-pouco-mais-de-realismo-por-parte.html' title='74) Um pouco mais de realismo por parte do favorito...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115970733475165042</id><published>2006-10-01T09:53:00.000-03:00</published><updated>2006-10-01T09:55:34.770-03:00</updated><title type='text'>73) Ultimas previsoes eleitorais</title><content type='html'>Do ex-Blog de Cesar Maia, 1 de outubro de 2006: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IBOPE/DATA-FOLHA -PRESIDENCIAL ! MÉDIA ! &lt;br /&gt;Lula 45,5%. Alckmin 34,5%. Heloisa Helena 8%. Outros 4%. &lt;br /&gt;Demais: 46,5%. Lula 45,5%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DATA-FOLHA: INTENÇÃO DE VOTO NUM SEGUNDO TURNO: &lt;br /&gt;Lula 49%. Alckmin 44%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IBOPE- GOVERNADOR: PELOS ESTADOS ! VOTOS VÁLIDOS ! &lt;br /&gt;RGS: Rigotto 34%. Olivio e Yeda 25%. &lt;br /&gt;Sergipe: Marcelo Déda 53%. João Alves 43%. Outros 4%. &lt;br /&gt;Bahia: Paulo Souto 51%. Jaques Wagner 41%. Outros 8%. &lt;br /&gt;RGN: Wilma e Garibaldi 48%. Outros 4%. &lt;br /&gt;S. Catarina: Luiz Henrique 50%. Amin 35%. Outros 15%. &lt;br /&gt;Maranhão: Roseana 51%. Lago 32%. Vidigal 12%. Outros 5%. &lt;br /&gt;Pará: Almir Gabriel: 44%. Ana Julia 32%. Priante 15%. Outros 9%.  &lt;br /&gt;Minas: Aécio 80%. Outros 20%. &lt;br /&gt;S.Paulo: Serra 60%. Mercadante 26%. Outros 14%. &lt;br /&gt;Goiás: Maguito 48%. Alcides 42%. Outros 10%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTADO DO RIO ! GOVERNADOR ! &lt;br /&gt;Ibope: Cabral 41%. Denise Frossard 20%. Crivella 17%. Outros 12%. &lt;br /&gt;Data-Folha: Cabral 41%. Denise Frossard 20%. Crivella 18%. Outros 10%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SENADOR: IBOPE E DATA-FOLHA DIVERGEM ! &lt;br /&gt;Ibope: Jandira 35%. Dornelles 30%. Diferença 5 pontos. &lt;br /&gt;Data-Folha: Jandira 38%. Dornelles 26%. Diferença 12 pontos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115970733475165042?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115970733475165042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115970733475165042&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115970733475165042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115970733475165042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/10/73-ultimas-previsoes-eleitorais.html' title='73) Ultimas previsoes eleitorais'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115944480404089770</id><published>2006-09-28T08:56:00.000-03:00</published><updated>2006-09-28T09:00:04.043-03:00</updated><title type='text'>72) E agora uma convocacao do outro campo...</title><content type='html'>Para registro, igualmente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sábado vistam azul...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É vergonhoso para um país quando, numa eleição, em lugar de votarmos em propostas e programas, tenhamos que optar por uma quadrilha de bandidos ou não. Muito mais vergonhoso ainda, é saber que metade dos eleitores apoia a bandidagem!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PSDB e os partidos coligados vão promover a " Onda Azul por um Brasil Decente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia é que, no sábado, dia 30, ocorram caminhadas em todas as cidades do país. Caminhadas que mostrem a nossa indignação com este desgoverno que aí está. Uma verdadeira "onda azul", representando a grande virada que nós podemos - e vamos! - mostrar nas urnas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos de nós estão, há mais de um ano, travando uma guerra na web. Muito falamos e escrevemos a respeito da nossa indignação. Agora chegou o momento da ação. Um dia antes de irmos às urnas, vamos mostrar a nossa força para o Brasil inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, o mais importante é divulgarmos o evento. E é aí que nós, cyber-amigos, podemos ajudar. Espalhe esta informação através da sua lista de e-mails, comunidades do Orkut, sites e blogs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguem, abaixo, os dados do evento: &lt;br /&gt;Onda Azul por Um Brasil Decente &lt;br /&gt;Data: 30 de setembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informe-se com as coordenações de campanha no seu estado para saber o local de concentração na sua cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para localizar as coordenações de campanha:&lt;br /&gt;http://www.geraldo45.org.br/sis/comite.htm&lt;br /&gt;ou ligue para o 0800 722 00 45.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115944480404089770?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115944480404089770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115944480404089770&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115944480404089770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115944480404089770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/72-e-agora-uma-convocacao-do-outro.html' title='72) E agora uma convocacao do outro campo...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115944448794516105</id><published>2006-09-28T08:52:00.000-03:00</published><updated>2006-09-28T08:54:48.726-03:00</updated><title type='text'>71) Um manifesto pro-Lula</title><content type='html'>Registrando, para que não se perca nos desvãos da história...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Do site da Liderança do PT an Câmara dos Deputados,  www.informes.org.br, em 28 de setembro de 2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Manifesto de apoio à Lula tem adesão de 431 personalidades&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;27 de  Setembro de  2006 - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reeleição de Lula recebeu o apoio de 431 intelectuais, artistas e líderes religiosos e de movimentos sociais. No manifesto “Com Lula, nossa responsabilidade social”, personalidades como Candido Mendes, Maria da Conceição Tavares, Emir Sader, Leonardo Boff, Jurandir Freire Costa e Dom Waldyr Calheiros defendem a reeleição já no primeiro turno. Segundo o documento, a vitória em 1º de outubro fortalecerá ainda mais o presidente Lula, que estará “livre de pressões poderosas em contrário, capaz então de realizar e ampliar transformações que a sociedade exige”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia a íntegra do manifesto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, profissionais, universitários, artistas, líderes religiosos, dirigentes e assessores de movimentos sociais e de pastorais, participantes da sociedade civil, com ou sem filiação partidária, declaramos nosso firme apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva para sua vitória no primeiro turno das eleições de outubro, somando-nos aos setores populares que já fizeram sua escolha pelo país afora, como indicam as pesquisas. Estes últimos sentem concretamente as melhorias em suas vidas e de suas famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos novo momento de um projeto político de transformações sociais que avançou no Brasil com a eleição de um operário migrante em 2002 e se fortalece na América Latina nas últimas eleições, com a emergência de candidatos, vários dos quais vitoriosos, ligados a esses mesmos setores populares ou deles provenientes. Lula é hoje referência internacional, especialmente na América Latina e nos países pobres. Constatamos também, no atual mandato presidencial, uma política externa independente, firme e criativa, que terá de continuar no futuro, num cenário internacional cada vez mais conturbado, dividido e absurdamente violento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, recentes escândalos têm despertado perplexidades na sociedade. Condenamos com veemência todos os tipos de corrupção e de manipulação política. O processo vem de mais atrás, em muitos níveis da sociedade e do poder, mas agora atingiu fortemente setores da base de sustentação do governo. Isso não pode ser ignorado nem negado. O positivo é que todos os escândalos, velhos e novos, vêm sendo denunciados e divulgados, com destaque para o trabalho da controladoria geral, da polícia federal e do ministério público, o que pode favorecer a possibilidade de serem exemplarmente punidos, sem distinção de partidos ou entidades. Além disso, as próximas eleições, que não se reduzem ao nível presidencial, poderão, através do voto, afastar políticos corruptos, tarefa difícil, porém indispensável. Assim se fortalece a luta pela ética na política, que não se confunde com os moralismos oportunistas e eleitoreiros, como foram no passado o de Jânio da vassoura e o de Collor dos marajás e que podem sempre reaparecer com outros disfarces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emprestamos nosso apoio para acelerar e ampliar políticas sociais, políticas educacionais e de segurança nacional, geração de emprego, reforma agrária, redução das desigualdades, com mudança na política econômica. Evidencia-se também cada vez mais a imperiosa necessidade de uma reforma política abrangente e profunda, com a participação não só dos partidos, mas de setores amplos da sociedade. Falta muito por fazer. Esse projeto não se realiza num curto prazo e sofre pressões de um poder real dominante na sociedade nacional e internacional que o tem deixado bem aquém das expectativas criadas. Compete a todos nós como sociedade civil organizada seguir pressionando os poderes da República para o seu cumprimento. Isso será muito mais eficaz com a reeleição de Lula no primeiro turno: ele sairá fortalecido, para estar mais livre diante de pressões poderosas em contrário, capaz então de realizar e ampliar transformações que a sociedade exige.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E m conseqüência, conclamamos diferentes segmentos da sociedade a se empenharem na vitória de Luiz Inácio Lula da Silva em outubro de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Candido Mendes, cientista político, professor e escritor / Leonardo Boff, escritor e teólogo / Luiz Alberto Gómez de Souza, sociólogo, assessor de movimentos / Jether Ramalho, sociólogo, evangélico, assessor de pastorais / Maria da Conceição Tavares, economista, professora emérita UFRJ / Frei Betto, escritor / Maria José Sousa dos Santos, médica / Jurandir Freire Costa, psicanalista, professor UERJ / Joel Birman, psicanalista / Emir Sader, escritor, professor UERJ / D. Waldyr Calheiros, bispo católico / Bispo Sebastião A. Gameleira Soares, Igreja Episcopal / Rev. Paulo Ayres Mattos, teólogo metodista, professor / Otávio Velho, antropólogo, escritor / Pe.José Oscar Beozzo, historiador, assessor de pastorais / Pe. Marcelo Barros, escritor, teólogo beneditino / Maria Helena Arrochellas, teóloga / Helio Saboya, jurista / Alexandre Gazé, advogado, professor / Lygia Sigaud, antropóloga, Museu Nacional/UFRJ / Carlos Brandão, escritor, assessor de pastorais / Maria Alice M. Brandão, professora, assessora de pastorais / Regina Novaes, antropóloga / Michel Misse, professor IFCS/UFRJ / Francisco Menezes, presidente do CONCEA / Dulce Pandolfi, diretora IBASE, pesquisadora FGV / Antonio Cechin, educador, assessor CEBs / Silke Weber, socióloga, professora UFPE / José Ricardo Ramalho, sociólogo, professor IFCS/UFRJ / Agostinho Guerreiro, diretor IDACO, ex-presidente Clube de Engenharia / José Sérgio Leite Lopes, antropólogo, professor Museu Nacional/UFRJ / Ricardo Gouvea, Fundação Bento Rubião, União Nac.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moradia Popular, / Moacir Gadotti, diretor, Instituto Paulo Freire / Arthur Poerner, escritor, professor UERJ / Maria Regina Soares de Lima, professora IUPERJ / Fabiano Santos, professor IUPERJ / Muniz Sodré, escritor, professor UFRJ / Pe. Manfredo de Oliveira, filósofo, escritor, Fortaleza / Laura Tavares, professora UFRJ / Lúcia Ribeiro, socióloga, pesquisadora / Lucília Garcia Ramalho, documentalista, agente de pastoral social / Neide Esterci, antropóloga, professora IFCS/UFRJ / Elina Pessanha, socióloga, professora IFCS/UFRJ / Regina Morel, socióloga, IFCS/UFRJ / José Roberto P. Novaes, economista, professor IE/UFRJ / Rosilene Alvim, socióloga, professora UFRJ / Pastor Claudio de Oliveira Ribeiro, professor Univ. Metodista / Magali do Nascimento Cunha, professora, jornalista / Eli Diniz, professora, IE/UFRJ / Adalberto Cardoso, professor IUPERJ / Pastor Edson F. de Almeida, teólogo, professor / João Ramos Costa Andrade, médico, professor UERJ / Ceres El-Jaik Andrade, médica, profesora UFRJ / Emy Muge, editor, luterano / Celerino Carriconde, Centro Nacional de Medicina Popular / Wladimir Pomar, jornalista, escritor / José Joffily, cineasta / Pierre Sanchis, antropólogo, professor emérito UFMG / Marcio Tavares d’Amaral, psicanalista, professor UFRJ / Charles Pessanha, cientista político, professor UFRJ / César Barreira, sociólogo, professor UFC / Cícero Sandroni, jornalista, escritor / Laura A. de Athayde Sandroni, escritora / Alino Lorenzon, filósofo, professor UERJ / Pastora Leni Gusmão, evangélica / Dante Limongi, advogado, professor universitário / Hamilton Pereira da Silva (Pedro Tierra), poeta / Madel Therezinha Luz, socióloga, professora UERJ / Célia Maria Leite Costa, historiadora / Renata Bernardes, jornalista / Tomiko Borner, assistente social, assessora de movimentos sociais / Cibele Azevedo Corrêa, arquiteta / Iram Jacóme Rodrigues, USP / Rogerio Marques de Oliveira, arquiteto, artista plástico / Clovis Pinto de Castro, teólogo metodista, educador / Sergio Coutinho, assessor CEBs/ CNBB / Maria Auxiliadora de Almeida C. Arantes, psicóloga, psicanalista, SP / Pe. Márcio Fabri dos Anjos, teólogo, pesquisador em bioética / Arlindo Fábio Gómez de Sousa, sociólogo / Pastor Carlos Dreher, teólogo luterano, escritor / Anivaldo Padilha, sociólogo, líder ecumênico metodista / Regina Gonçalves de Moura, médica, professora UERJ / Márcia Miranda, teóloga, educadora / Benedito A. Martins de Oliveira, professor UFSJ / Luiz José Dietrich, teólogo / Maristela Fantin, socióloga / Iza Guerra Labelle, professora, Serviço Social/UFRJ / José Manuel Carvalho de Mello, pesquisador UFF / Atelisa de Salles Palhano de Jesus, músico / Pe. Ricardo Rezende, assessor de pastorais / Marilda Varejão, jornalista / Manoel de Jesus Soares, filósofo, professor Univ. Santa Úrsula / Nei Paiva Chaves, educadora / Letícia Cotrim, educadora / Pedro Celestino Pereira, engenheiro / Alípio Casali, filósofo, educador, PUC-SP / Samuel Aarão Reis, educador popular / Conceição Senna, atriz, cineasta / Zélia Villar de Mello, psicanalista, artista / Maria Inês Gianasi, psicóloga / Carlos Roberto Carvalho, escritor, professor, SP / José Roberto Machado e Silva, biomédico, professor UERJ / Marisa Dreyer Breitenbach, médica, professora UERJ / Luiz Longuini, teólogo protestante, professor universitário / Oscar Acselrad, professor COPPE/UFRJ / Beatriz Costa, educação de trabalhadores / Rogerio de Almeida Cunha, teólogo, Pastoral Operária, MG / José Celestino, advogado, Comité 9840, MG / Luís Carlos Antero, sociólogo, jornalista / Armando Dias Maciel, arquiteto, Infraero / Flamarion Maués, historiador, editor, SP / Pe. Claudio Perani, teólogo, diretor do SARES, Manaus / José Inácio Parente, psicanalista, fotógrafo / Pablo Gentili, irmão lassalista, jornalista / Patrícia Monte-Mór, antropóloga / Maria Nazaré Lins Soares, aposentada UFRJ / Pe. Manuel Godoy, agente de pastoral / Marcelo Perine, filósofo, professor universitário / Pastor Western Clay Peixoto, metodista / Carlos Francisco Signorelli, Conselho Nacional do Laicato / Ermanno Allegri, diretor ADITAL / Davina Moscoso de Araújo, teóloga / Maria de Fátima Pimentel Lins, educadora / Leonel Itaussu A. Mello, cientista político, professor USP / Nara Antunes, escritora Apoios recebidos após a reunião de intelectuais com o Presidente Lula. São Paulo, 28 de agosto (ordem alfabética)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adeliani Almeida Campos, professora UFCE / Adir Tavares, diagramador, SP / Adriano van de Vem, sacerdote, CEBI/CPT/CEBs / Agamedilza Sales, professora, movimento feminista, Manaus / Agnès Delobel Lorenzon, psicomotricista / Ahyas Siss, professor UFRRJ / Alba Gomes de Paiva, psicanalista / Alberi Bernardi Boraski, bancário, RN / Alcineide Cabral / Alexandre Bersot, ilustrador, RJ / Alexandre Fortes, historiador, professor,UFRRJ / Alexandre Porto, agrônomo / Aliria Martins da Silva, do lar / Alyda Sauer, tradutora / Américo H. da Rocha Filho, professor, SEPE-Angra / Ana Beatriz Campusano Martinez, artista, educadora, RJ / Ana Lúcia Valença de Oliveira, professora UFRRJ / Ana Maria C.Vieira, administradora, professora / Ana Maria Quiroga, professora, RJ / Ana Maria T. Nigro Rodrigues, arquiteta / Ana Muller, advogada / Ana Paula da Silva Nascimento, psicóloga / André Augusto Lux / André N. Furtado de Mendonça, desenhista industrial, RJ / André Rodrigues Brandão, publicitário, cineasta / Andréa Araújo Torres, psicóloga, RS / Anete Ferreira, consultora de marketing / Ângela Antunes, Instituto Paulo Freire / Ângela Maria Corrêa Tristão, bióloga, Juiz de Fora / Anne-Marie Millon Oliveira, professora UERJ / Antonia A. Souza Moreira, estudante ICRE / Antonio Balduíno Andreola, pedagogo, aposentado UFRGS / Antonio Carlos Ribeiro Fester, professor, SP / Antonio F. Pestana de Castro, professor USP / Antonio Leopoldo Tristão, engenheiro / Antonio Luigi Negro, historiador, professor UFB / Antonio Rubens Pompeu Braga, sociólogo / Ariel S. Wollinger Martins, efeitos visuais e interação digital, SP / Ariston Andrade, jornalista / Armando Ferreira Gomes, sacerdote / Augusto H. Alves Rabelo, estudante, UNB / Bárbara Pataro Buckner / Benedito Ferraro, sacerdote, professor, assessor de pastorais / Benito Paret, professor, empresário informática / Benoni Dias Covatti, professor, DF / Bernardete Aguiar, arquiteta, DF / Betânia T. Soares, psicóloga, professora / Camila Tenório Cunha, professora UNICAMP / Carlos Eduardo Fecher, maestro, professor / Carlos E. Leme de Paula, universitário, SP / Carlos E. Malhado Baldijão, aposentado USP / Carlos R. Muniz de Araújo, sociólogo, empresário, Campinas / Carol Coutinho Johnsson, geóloga, RJ / Carlos A. Dreher, teólogo, escritor, pastor luterano / Cecília Sodero Pousa, educadora, assessora de grupos religiosos / César Góes, sociólogo, professor UNISC / César W. de Lima Góis, psicólogo, professor UFC / Cezar Nonato B. Candeias, pedagogo, professor UFAL / Clarissa Sucupira Vieira, funcionária pública, SC / Claudemiro Godoy do Nascimento, filósofo, professor UEG / Claudete da Silva M. Frencken, professora ensino básico, CE / Claudia Helena Leite, arquiteta SP / Cristian C. Rodrigues Ribeiro, sociólogo, Campinas / Cristina Villaça, terapeuta, professora / Dalva Oliveira, socióloga, advogada / Danielle Corêa Tristão, publicitária, RJ / Dea Conti Nunes, filósofa, USP / Dorival Ristoff, pastor luterano / Edimilson Custódio de Oliveira, rede estadual de ensino / Edmilson Martins de Oliveira / Edson Junqueira Leite, engenheiro florestal, DF / Edson M. de Jesus, pres. Assoc. Prod. Rurais e Pescadores, BA / Edson Nóbrega da Silva, secretário, UERJ / Eduardo Martinez, estudante, UNIPAMPA, São Borja, RS / Eduardo Raccah, artista plástico, Berlim, Alemanha / Eduardo Santoro Gemal, músico, poeta, jornalista / Elcio Florentino Vaz, engenheiro naval / Eliana Belo Silva, auditora, SP / Eliane Brasileiro, cantora / Eliane Monteiro Moreira / Eliane B. Morais Falcão, professora UFRJ / Eliane Nobre Sampaio, socióloga / Elias J. Silva, poeta, educador popular, CE. / Elias Marques da Cruz, corretor de imóveis / Elisabeth G. Barbosa, bióloga, Inst. D. Hélder Câmara / Elisabeth Vargal, professora UFPE / Elizete Antelmi Fabbri, socióloga, professora / Eloisa E. Lopes de Abreu, aposentada, EMBRATEL / Elza Franco Braga, professora UFC / Eneida da Costa, jornalista, MG / Eneida Ramos Parente, assistente social / Enzo Luís Nico Jr., geólogo, SP / Esmeralda da Silva Ferreira, professora / Espedito de Freitas, técnico informática, SP / Euler V. Corrêa Tristão, engenheiro / Eva Aparecida Vieira, do lar / Evaldo de Lara Cardozo, aposentado, Curitiba / Evandro Alves Parente, engenheiro civil / Evelyne Wagna Lucena, pedagoga, professora UFAL / Evinha Sampaio, atriz, artes cênicas SP / Federico Neiburg, Museu Nacional/UFRJ / Fernanda Pacheco Ferreira, psicóloga PUC-RJ / Fernando Ribeiro, escritor / Fernando Teixeira da Silva, historiador, Unicamp, Unimep SP / Flander de Almeida Calixto, professor, FE/USP / Flávia Martins de Albuquerque, pesquisadora, Museu Villa Lobos / Flávio Ribeiro de Souza, analista de sistemas, CERNE Sistemas / Francisca Malvinier Macedo, bibliotecária / Francisco Carlos Torres, veterinário, SC / Francisco C. Ferreira da Silva, administrador, FUNASA/CE / Francisco Luis Ferreira, aposentado, Ministério da Saúde / Frederico Lisboa Romão, cientista social / Gabriela Alves, química, UERJ / Gema Ester Fagundes, secretária executiva, RS / Geórgia Marins Reeve, jornalista, empresária / Geraldino A. Ferreira Martins, psicanalista, Campinas / Geraldo A. Locks, Universidade do Planalto Catarinense / Geraldo Frencken, teólogo, professor, Fortaleza / Gilmar Barros / Gisélia Franco Potengy, antropóloga, professora UFPE / Giuliano de Souza Orso, advogado, RS / Glenda Barbosa de Melo, engenheira / Graça Caldas, jornalista, professora / Guilhermo Rubem, antropólogo, professor UNICAMP / Gustavo Pacheco, perito em logística, RJ / Heitor Hugo da Silveira, DNOCS / Helena Rocha, comunicadora, marketing / Helena Santana, professora ensino médio, BA / Helio Valim, arquiteto, professor universitário / Henrique Viana Lyra, médico / Hilda Fátima de Lima, representante comercial, MG / Inês Andrade, arquiteta / Inez Odulé da Silva, artista plástica, Bruxelas, Bélgica / Iria Hauerstein, escritora, luterana / Irlys Barreira, socióloga / Hugo Mombach, Irmão lassalista, jornalista / Isolina Rosa, jornalista, educadora / Ivan N. Pinto dos Santos, médico / Ivo Alfredo Hanauer, educador popular, RJ / James Fiúza Vieira, Rede Educação Cidadã, CE / Jean Schalau, micro-empresário, Porto Alegre / Joana Andrade, Colégio de Aplicação/UFRJ / João A. Vieira da Silva, sociólogo, professor ensino médio, CE / João Batista Ferreira, psicanalista, RJ / João Bosco Rosa Cruz, engenheiro, empresário / João Carlos Ferreira Filho, sociólogo, SP / João Carlos Moura, psicanalista, artista plástico / João Everton da Cruz, educador, Correio Filosófico / João Quesado, fotógrafo, SP / Joarez Virgolino Aires, antropólogo, editor / Jonathan R. Bertassi da Silva, universitário, SP / Jorge Luís dos Santos, sociólogo / José A. Santos da Silva, musicólogo, professor UFPE / José A. Pires de Almeida, sacerdote, Itapira, SP / José Arthur H. B. Sauer, engenheiro, Niterói / José da Silva Oliveira, estudante, PUC-Campinas / José Edi Nunes da Silva, jornalista, RS / José Fonseca, geólogo, RJ / José Lima Castro Jr., educação popular / José R. Moreira, sacerdote, coordenador de pastoral, Lajes / Josilane A. Pereira, Universidade do Planalto Catarinense / Josival A. de Sousa, servidor público, CEFET, Petrolina / Juarez A. Brito de Vasconcellos, publicitário, RJ / Julia Miranda, socióloga, professora UFC / Juliana D. Pastore, Inst. Paulo Freire / Jussara Seixas, enfermeira / Karla Alves e Alvarez Perez, professora, MG / Kátia Schweickardt, engenheira agrônoma, cientista social / Kim Ribeiro, compositor, músico / Lana Nowikow, jornalista / Lelia de Menezes Stein, professora UNESP / Leonardo Campos, agência de comunicação / Lílian Florentino Vaz, arquiteta / Lina Rosa, jornalista, educadora / Lindomar de Abreu Dantas, estudante, SP / Lino Allegri, sacerdote, coordenador de pastorais / Lívia Suassuna, professora UFPE / Lourdes Grzybowski, editora / Lourdes M. de Pontes Gondim, pedagoga / Lourdes Tomás Scherer, técnica em administração, RS / Lucia Gomes de Almeida, filósofa, BA / Luciana de Arruda Covolan, do lar, Bauru / Luciane A. de Oliveira, terapeuta ocupacional, professora UFC / Luciano Furtado Sampaio, filósofo, professor UECE / Luigi Bordin, filósofo, professor UFRJ / Luigi Giuliani, sacerdote, Manaus / Luís Carlos Borges, pesquisador MCT / Luís Carlos S. Santos, economista, / Luiz A. Costa Ortiz, engenheiro elétrico / Luiz Antônio de Oliveira, eletrotécnico, BA / Luiz Fernando Carceroni, professor / Luiz Seixas, editor / Manuel Domingos, professor UFC / Mara L. Penna Queiroz, professora UERJ / Marcelo Timotheo da Costa, historiador, CEPDOC / Márcia Antunes, psicanalista, RJ / Márcia M. de Oliveira Melo, professora UFPE / Marcio Leal Gonçalves, jornalista, empresário Mídia.com / Márcio Neves Bóia, médico, professor UERJ / Marcos J. Ortolani Lousada, economista, bancário / Maria Aparecida Fenizola, socióloga / Maria Auxiliadora Lemenhe, socióloga, professora UFC / Maria Beatriz Peixoto Fenizola / Maria Benedita de Souza, do lar / Maria Cândida Bordenave, tradutora, professora / Maria Claudia Conti Nunes, sanitarista / Maria das Graças C. de Oliveira, educadora, professora UFPE / Maria de Fátima Farroco / Maria de Lourdes F. Vaz, aposentada, Campos de Jordão / Maria de Lourdes Viana Lyra, historiadora / Maria do Pilar C. Santos, socióloga / Maria Inez F. de Moura, servidora pública / Maria Inez P. Anderson, médica, professora, UERJ / Maria Irisnei Albuquerque, pedagoga / Maria Izabel R. Figueira, educadora, MG / Maria José Aquino, socióloga, professora UFPA / Maria José Martins de Oliveira / Maria Odete Vasconcelos, médica, antropóloga, UFPE / Maria Olivia Ferreira, advogada, FUNASA/CE / Maria Otília Albuquerque, dona de casa / Maria Rodrigues Pinheiro, advogada, CE / Maria Sara Rocha Moura, do lar / Maria T. M. Rodrigues Belda, pedagoga, socióloga / Marica Bordin, assistente social, Casa das Meninas, RJ / Marieta de Moraes Ferreira / Marilse Guimarães Oliva, socióloga / Maristela Fantin, socióloga / Marlos de Barros Pessoa, professor, UFPE / Marta M. C. da Silva, socióloga, professora ensino médio, CE / Marta Regueira Teodósio, professora UFPE / Mary Pimentel Ayres, socióloga, professora UECE / Matilde Cechin, educadora popular, professora / Maurício Leal Dias, advogado, professor / Mauro C. Alves Brandão, economista, UFMG / Milton de Pina Jr., economista, RJ / Misael Augusto Pinto, médico / Moacir de Araújo Lyra, engenheiro / Monica Henze, psicóloga, RJ / Naila P. Manzini, administradora de empresas, Guarujá / Najda Urt A. de Moraes, aposentada, Pe / Nancy Oliveira Brandt, administradora de empresas / Nara A. Andrade Junqueira, economiária / Nelcy Ungaretti Moresco, enfermeira / Nestor Scherer, comerciante / Octavio D. de Serpa Jr., médico, professor UFRJ / Olinto Pegoraro, filósofo, professor UERJ / Osório Casimiro Albuquerque, aposentado / Oswaldo Terra, professor, São Bernardo do Campo / Pascal Lorenzon, advogado / Paulo E. Gomes Bento, professor UFSCar / Paulo Fontes, historiador, professor visitante Princeton, EUA / Paulo Joanil da Silva, missionário oblato, SP / Paulo Roberto Padilha, Instituto Paulo Freire / Paulo Roberto S. Garcia, jornalista, editor / Pedro Troyack, animador cultural, RJ / Pitanga do Amparo / Purcina Siqueira, trabalho com catadores de materiais recicláveis / Rafael A. de Santana, estudante UECE / Raimunda N. Sousa Vieira, servidora pública, UNB / Reduzindo Vaz, aposentado, Campos de Jordão / Regina Dantas, historiadora, Museu Nacional/UFRJ / Regina Galdino, diretora teatral, SP / Regina H. Alves Pacheco, psicanalista, RJ / Regina Linhares, advogada, RJ / Ricardo Donato, médico, professor UERJ / Ricardo Mello, Salvador / Ricardo S. Bernardes, engenheiro, professor UNB / Rita Serpa, bailarina, Projeto Luar de Dança, RJ / Rivaldo V. da Cunha, médico, professor UFMS / Roberto Cartaxo M. Rios, engenheiro Petrobrás / Roberto Lopes de Abreu, professor UERJ, agente pastoral / Roberto Motta, professor UFPE / Rogerio Chaves, sociólogo / Rogerio Ruvoletto, presbítero católico, Duque de Caxias / Rosemary F. da Costa, teóloga, RJ / Rubens Viana da Silva, economista / Rute M. Machado Rios, educação popular / Sady C. de Souza Jr., analista, professor / Salete V. Camba, Inst. Paulo Freire / Salime M. Couto, economista, assessora bíblica / Samela S. Gomes de Oliveira, psicóloga / Sandra G. Mendes da Silva, arquiteta / Sebastião Soares, engenheiro / Sergio C. Neumayer, administrador de empresas / Sergio Edgard da Luz, pedagogo, SP / Sérgio M. da Silva, cabeleireiro SP / Sonia Correia Lins, dentista / Suzana Guterres, aposentada, RS / Tatiana Alves, professora, Colégio Pedro II / Teresinha C. Albuquerque, assistente social, CE / Teresinha de Oliveira, doméstica / Thais Lima / Vanderlei L. Antunes, professor ensino médio, SC / Vasti de Moura Ribeiro, socióloga / Vera Inuzo, socióloga / Vera L. Pasqualetto, administradora, Bauru / Vera L. Santana Araújo, advogada, DF / Vera Pereira, socióloga, UFRJ / Vilma Hamacker, presbítera evangélica / Walkyria Ranna de Araújo, psicopedagoga / Willer M. Ferreira, Conselho Estadual de Saúde, MG / Xavier C. de Sousa Neto, historiador / Zélia Granja Porto, educadora, professora UFPE / Zenóbia R. Cunha, professora, Conselho de Saúde, Contagem / Zilma M. Luiz, assistente social, Centro Clarice Lispector / Zuleica Jorgensen Malta Nascimento.&lt;br /&gt;Portal do PT (www.pt.org.br)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115944448794516105?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115944448794516105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115944448794516105&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115944448794516105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115944448794516105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/71-um-manifesto-pro-lula.html' title='71) Um manifesto pro-Lula'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115905397064596200</id><published>2006-09-23T20:22:00.000-03:00</published><updated>2006-09-23T20:26:10.666-03:00</updated><title type='text'>70) Registro de "porta-malas"</title><content type='html'>Trecho de uma matéria da Veja, edição 1975, 27 de setembro de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O guarda-malas do planalto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Assessor especial do presidente Lula envolvido com a compra do dossiê tucano era responsável pela segurança do ex-tesoureiro Delúbio Soares&lt;br /&gt;Policarpo Junior &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VEJA ouviu dois seguranças que trabalharam com Delúbio nesse período. Na presença de três testemunhas e antes da eclosão do escândalo do dossiê, eles disseram ter sido contratados pela empresa de Freud. Como são militares da ativa, tinham a segurança de Delúbio como "bico". Por isso, não havia registro em carteira. Os seguranças só concordaram em conversar na condição de não ter o nome revelado. Temem uma punição funcional. Cuidadosos, eles anotavam os roteiros percorridos. Há registro de encontros "sigilosos" de Delúbio com o presidente Lula em São Bernardo do Campo. O que mais chama atenção nas histórias narradas pelos seguranças, porém, é a presença quase constante de malas de dinheiro, o que se tornou um símbolo da atuação dos petistas no governo. Os seguranças contam que a comitiva do tesoureiro do PT se deslocava com freqüência ao Aeroporto de Congonhas para pegar e levar malas. Desconhecem o destino das que iam ou a origem das que chegavam, mas sempre havia uma mala para pegar ou levar ao aeroporto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os roteiros anotados mostram que na véspera da intervenção federal no Banco Santos a comitiva de Delúbio fez uma visita ao prédio. O tesoureiro permaneceu no banco por alguns minutos e voltou com uma mala. Embora não tenham examinado o conteúdo, os seguranças foram avisados de que estava cheia de dinheiro. Eles anotaram a operação como "transporte de dinheiro". É curioso que isso tenha acontecido. No horário da visita do tesoureiro, o banco já havia encerrado o atendimento aos clientes. Em outra operação, em vez de mala, o dinheiro andava em envelopes. Um dos seguranças contou que recebeu a missão de levar um envelope com dinheiro a um homem que aguardava na suíte de um hotel. A data, o hotel, o número do quarto estão anotados na agenda dos seguranças. Alguma semelhança com o escândalo da compra do dossiê? A diferença é que, nesse caso, ninguém foi preso. O esquema de segurança de Delúbio foi desativado por Freud depois do escândalo que revelou que "nosso Delúbio", como a ele ainda se refere o presidente Lula, era um trambiqueiro. Ele, suas malas e seu guarda-malas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fim de transcrição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O que achei mais curioso é que tenha sido às vésperas da decretação da intervenção das autoridades de fiscalização no Banco Santos. Certamente tratou-se de "inside information" (talvez do Ministério da Fazenda) e o PT tratou de salvar algum dinheiro...&lt;br /&gt;Curioso, indeed...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115905397064596200?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115905397064596200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115905397064596200&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115905397064596200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115905397064596200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/70-registro-de-porta-malas.html' title='70) Registro de &quot;porta-malas&quot;'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115905285460448153</id><published>2006-09-23T20:03:00.000-03:00</published><updated>2006-09-23T20:07:34.606-03:00</updated><title type='text'>69) A frase da semana: uma crise normal</title><content type='html'>A frase: "É uma crise normal, que não atinge em nada o presidente"&lt;br /&gt;O autor: Ministro das Relações Institucionais Tarso Genro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntar não ofende (1): O que seria uma crise normal?&lt;br /&gt;Perguntar não ofende (2): O que seria uma crise anormal?&lt;br /&gt;Perguntar não ofende (3): Se a crise é normal, não tem importância?&lt;br /&gt;Perguntar não ofende (4): Se ela se transformar em anormal, vai atingir o presidente?&lt;br /&gt;Perguntar não ofende (5): Se for este o caso, o que vai dizer o ministro das Relações Institucionais: mais alguma frase genial como essa?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115905285460448153?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115905285460448153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115905285460448153&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115905285460448153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115905285460448153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/69-frase-da-semana-uma-crise-normal.html' title='69) A frase da semana: uma crise normal'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115905260379808289</id><published>2006-09-23T20:02:00.000-03:00</published><updated>2006-09-23T20:03:23.810-03:00</updated><title type='text'>68) E agora uma nova serie de pesquisas eleitorais...</title><content type='html'>Sabado, 23 de setembro&lt;br /&gt;Agencia Estado&lt;br /&gt;Pesquisa realizada ao longo de um período de três dias encerrado ontem, sexta, mostra que o mais recente escândalo no Planalto causou impacto significativo entre os eleitores e que a tese sobre a apatia dos brasileiros diante da corrupção talvez não passe disso mesmo, ou sjea, uma tese ainda a ser comprovada ou desmentida pela realidade dos fatos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lula caiu dois pontos em relação à pesquisa IBOPE anterior, encerrada no dia 20, e está agora com 47. Alckmin subiu 3 pontos em três dias e está com 33. Heloísa Helena está com 8. Na projeção de votos valídos, Lula fica com 52% e seus contendores, somados, 48%. Alckmin partiu para o ataque pesado na televisão. Se tendência apontada pela pesquisa continuar, a decisão da disputa presidencial acontecerá no dia 29 de outubro e não no dia 1. Lula mantem favoritismo num segundo turno. Mas a bola volta para o centro do campo, o jogo começa outra vez e o presidente e o ex-governador terão medir forças perante a platéia brasileira em pelo menos um debate televisionado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115905260379808289?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115905260379808289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115905260379808289&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115905260379808289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115905260379808289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/68-e-agora-uma-nova-serie-de-pesquisas.html' title='68) E agora uma nova serie de pesquisas eleitorais...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115904788789703851</id><published>2006-09-23T18:43:00.000-03:00</published><updated>2006-09-23T18:44:47.916-03:00</updated><title type='text'>67) Uma analise do quadro de votacao por um entendido na materia</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TESES EQUIVOCADAS SOBRE O VOTO EM LULA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Cinco idéias falsas que impedem a adequada compreensão de como se formaram as intenções a favor da reeleição&lt;br /&gt;Por Marcos Coimbra&lt;br /&gt;A íntegra da pesquisa CartaCapital/Vox Populi pode ser encontrada na edição impressa (semana de 25 de setembro de 2006). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quinta rodada da pesquisa CartaCapital/Vox Populi, realizada, entre 16 e 19 de setembro, a apenas dez dias da eleição, confirma os principais resultados das que fizemos nas últimas semanas, daqueles de nossa rodada anterior, nos dias 26 e 27 de agosto, e das realizadas por outros institutos no mesmo período: o favoritismo de Lula e as grandes chances de ele vencer as eleições no primeiro turno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lei Pelé.&lt;br /&gt;O preconceito de que o eleitor não sabe votar é a base para muitos dos erros de análise&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O favoritismo do presidente permanece e até aumenta, se consideramos que o tempo é cada vez mais curto para seus adversários. Com três quartos do horário eleitoral já transcorridos, não houve qualquer redução de sua vantagem sobre a soma das intenções de voto nos demais candidatos. Em agosto, contra os 50% de Lula, somavam 36% seus adversários; nesta última pesquisa, ele tem 51% e os outros, juntos, 34%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, reforçou-se a tendência à consolidação das intenções de voto em Lula, que vinha acontecendo desde os primeiros dias, após o começo do horário eleitoral: no fim de agosto, a relação entre voto espontâneo e estimulado já era muito alta, de 86%, e agora chega a 90%, sugerindo que apenas um em cada dez eleitores que pensam votar Lula é “menos definido”, o que se confirma com os 86% que afirmam estar “decididos e não pretendem mudar de idéia” sobre esse voto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula está melhor hoje que, por exemplo, Fernando Henrique em meados de setembro de 1998, quando faltavam poucos dias para a sua reeleição. Em pesquisa nossa de então, FHC tinha 41% na espontânea e 49% na estimulada, índices inferiores, ainda que pouco, aos que Lula alcança nesta pesquisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que os acontecimentos dos últimos dias, com as novas trapalhadas de petistas dentro e fora do governo, vão mudar esse favoritismo? Será que o “dossiê” contra Serra, com suas ridículas maquinações e personagens, vai atingir o presidente? &lt;br /&gt;Pode-se dizer, com segurança, que, passados os primeiros três dias com o assunto em pauta, nada ocorreu. Se daqui para a frente algo vai acontecer, só nos resta esperar para saber. Entretanto, somos livres para especular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente, acredito que Lula continua favorito para ganhar as eleições no dia 1º de outubro, pela simples razão de que ele tem já, por tudo que as pesquisas indicam, um número de eleitores decididos amplamente suficiente para isso. Ou seja, as pessoas que dizem ter certeza de que vão votar em Lula bastam, mesmo se desistirem todos os que apenas quando estimulados optam por seu nome, chocados pelo assunto do “dossiê”. &lt;br /&gt;Os “decididos” por Lula chegaram a essa conclusão depois de um longo período de consideração, que foi amadurecendo desde quando, com o “mensalão”, tiveram de pensar se era mesmo em Lula que iriam votar nas eleições de 2006. Para chegar à conclusão que dizem ter chegado, tiveram de pensar muito e avaliar denúncias até mais graves que as de hoje, pois envolviam diretamente o governo e pessoas muito mais centrais que o submundo atualmente em discussão. Se aqui chegaram “firmes”, não parece ser pelo que estão ouvindo agora, quando faltam dez dias para a eleição, que vão mudar. Tudo isso, é claro, se forem as que conhecemos as “novas denúncias”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja a hora, então, de nos perguntarmos qual a natureza do voto em Lula, porque tanta gente diz pretender votar nele, tanta, que tudo aponta para sua vitória em primeiro turno. Mais que um exercício acadêmico, isso pode ser essencial para que saibamos, como País, tirar das eleições que se avizinham aprendizagem e conseqüências, seja para o próximo quadriênio, seja para o futuro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-me que o primeiro passo é desfazer alguns equívocos que, a meu ver, têm impedido a adequada compreensão do que são e de como se formaram as intenções de voto em Lula. São cinco as principais teses equivocadas, que circulam quase desimpedidas no discurso de ampla porção de nossas elites, na sociedade e entre “formadores de opinião”: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1ª O voto em Lula é um voto “cínico” &lt;br /&gt;É impressionante como essa suposição está presente nas opiniões e avaliações sobre a provável vitória de Lula este ano. Desde leigos a pessoas que se acham muito informadas, passando por eleitores que, eles próprios, pensam em votar no presidente, forma-se o sentimento de que é o “cinismo” do eleitor que explica o fato de Lula estar à frente. &lt;br /&gt;Subjacente a essa idéia, parece estar o argumento que, para quem pretende votar em Lula, ética, moral, respeito às leis, são palavras sem sentido. Aceitar Lula é, assim, aceitar o vale-tudo e o jogo sujo, seja por concordar com ele, seja por não acreditar que exista alternativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem vê os eleitores de Lula dessa maneira não tem idéia de como foi traumático, para a quase totalidade deles, o “mensalão” e tudo que com ele veio à tona. Aquelas denúncias levaram os eleitores a uma revisão profunda de suas opiniões sobre o presidente e o PT, com a qual se debateram durante meses. Quem, como nós, acompanhou esse processo, através de inúmeras pesquisas, qualitativas e quantitativas, sabe que muitos desses, incluindo eleitores que sempre haviam votado Lula, hoje estão pensando em votar nos demais candidatos. Outros, como as mesmas pesquisas mostram, decidiram-se por Lula, mas nunca ignorando ou menosprezando o “mensalão”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O voto em Lula não é, portanto, um voto de quem “não está nem aí” para a ética. Lula está sendo votado apesar do “mensalão” e não porque o “mensalão” é irrelevante para seus eleitores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2ª O voto em Lula é um voto “burro” &lt;br /&gt;Quando procuram “explicar” as razões de uma vitória de Lula, muitas pessoas em nossa elite ficam perplexas com a “burrice” do eleitor, que não consegue entender o “mensalão” e “tudo o que ele quer dizer” sobre Lula e seu governo. A isso se agrega a visão de que eleitores educados não votam Lula, sendo apenas entre analfabetos que está sua intenção de voto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados dessa e de muitas outras pesquisas não mostram isso, ao contrário. Lula não perde de Alckmin em nenhum nível de escolaridade e, em seu pior desempenho, empata com ele entre pessoas com escolaridade mais alta. Ou seja, há tantos eleitores com educação superior pensando em votar Alckmin, quanto em Lula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao argumento da “incapacidade de entender o mensalão”, o que estamos vendo é que muitos eleitores, sem desconhecê-lo (e sem achar que é irrelevante), apenas não fizeram aquilo que a oposição a Lula, ao que parece, queria que fizessem: que julgassem Lula e seu governo com o único critério do “mensalão”. Assim procedendo, ou seja, se recusando a uma avaliação tão simples e unidimensional, revelaram-se capazes de um julgamento mais “sofisticado” e complexo, tudo menos “burro”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3ª O voto em Lula é um voto “manipulado” &lt;br /&gt;Uma terceira maneira de desqualificar o voto de eleitores que pensam em Lula é dizer que é um voto “manipulado” por mistificações de vários tipos, da comunicação e do marketing, mas, especialmente, do Bolsa-Família, o “mensalinho” dos muito pobres, como se chegou a dizer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa tese não se sustenta em nada de sólido. As evidências de que o Bolsa-Família “explica” o voto em Lula nas famílias beneficiárias, ao contrário, são muito frágeis. Para sustentar o argumento, seria necessário mostrar, por exemplo, que eleitores de famílias análogas, mas onde não há beneficiários, votam de maneira significativamente diferente, coisa que, até agora, não foi demonstrada com adequado rigor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, no plano individual, a prova é, no mínimo, inconclusiva, no plano coletivo é menos ainda. Se fosse verdade que o programa tem esse tipo de impacto, seria razoável esperar que, em cidades onde a cobertura é maior, a propensão a votar em Lula aumentasse, seja por haver mais beneficiários diretos, seja por haver ganhos indiretos (no comércio, especialmente) que seus habitantes creditassem a ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base em pesquisas como as que fazemos, nós e os demais institutos, não se pode dizer isso, nem de longe. O que temos, quando classificamos os municípios incluídos em nossa amostra em categorias de cobertura, indo de “baixa”, “média”, “alta” a “muito alta”, é que todos os tipos de município tendem a votar de maneira semelhante. Ou seja, não há qualquer relação entre viver em municípios de “baixa” ou “muito alta” cobertura e votar ou não votar em Lula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Bolsa-Família é importante fator de voto em Lula, ainda que menos, para o eleitorado popular, que a política de salários e de preços que, em seu entender, o governo pratica e que é boa. Ambos são uma confirmação do que mais esperavam de Lula como presidente, por tudo o que ele tinha sido na vida: alguém que ia fazer diferença exatamente aí, nas condições de vida dos mais pobres. O Bolsa-Família é muito mais significativo como símbolo, do que como a “esmolinha” que muitos imaginam que é. O programa é a promessa cumprida, o compromisso básico que Lula honrou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4ª O voto em Lula é um voto “nordestino” &lt;br /&gt;Das teses não substanciadas sobre o voto em Lula, a que mais facilmente se desmente é a que afirma que “Lula ganha por causa do Nordeste”, por isso se entendendo que sua vitória seria uma oposição entre o Brasil “moderno” e o “atrasado”. Na fantasia de alguns articulistas, trazendo riscos de chegar à “ruptura” entre os dois. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma simples observação da tabela abaixo mostra que essa idéia não se sustenta: &lt;br /&gt;Em outras palavras e ao contrário do que imaginam muitos: Lula parece ter condições de vencer as eleições no primeiro turno, com ou sem o voto do Nordeste. É fato que ele tem muitos votos na região, mas também é verdade que ele é votado, e muito, no que essas pessoas pensam ser o Brasil “moderno”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5ª O voto em Lula é um voto de “miseráveis” &lt;br /&gt;A última de nossas teses equivocadas (que poderiam ser até mais, tantas são as concepções sem fundamento atualmente em curso) é outra em que nossa elite parece acreditar piamente: Lula vai ser eleito pelos “miseráveis” e contra a vontade do resto do País. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base para esse equívoco é a apressada leitura de resultados de pesquisas, amplamente propagadas por parte da imprensa, que mostrariam que Lula perde “de muito” nas classes de renda mais alta, mas compensa esse “fracasso” com alta intenção de voto entre os muito pobres. Entre esses (e aí este se liga ao equívoco anterior), Lula vence, pois “comprou” seu voto com as migalhas que distribui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer profissional de pesquisa sabe que tirar conclusões de subamostras muito limitadas não é admissível. Na maior parte das vezes, no entanto, é isso o que ocorre: em uma amostra nacional com 2 mil entrevistas (qualquer que seja o tamanho de eventuais expansões estaduais), entrevistados de famílias com mais de dez salários mínimos de renda, são cerca de cem, se não se fizer uma cota específica. Em um estrato desse tamanho, a margem de erro pode passar de 30%, tornando qualquer interpretação puro exercício de fantasia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para indicar quão frágil é o argumento, podemos ver na tabela abaixo o resultado das respostas sobre intenção de voto entre pessoas com esse nível de renda, em uma amostra cumulativa com cerca de mil entrevistados, ou seja, com tamanho adequado: &lt;br /&gt;O que os dados mostram é que Lula e Alckmin estão muito próximos na intenção de voto desse tipo de eleitor, a rigor empatados, na margem de erro, nacionalmente. Não há, portanto, razão para dizer que o voto em Lula é “miserável”. Considerando apenas os segmentos com renda relativamente mais elevada, ele tem tantos votos quanto o candidato do PSDB.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115904788789703851?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115904788789703851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115904788789703851&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115904788789703851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115904788789703851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/67-uma-analise-do-quadro-de-votacao.html' title='67) Uma analise do quadro de votacao por um entendido na materia'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115829526521652875</id><published>2006-09-15T01:35:00.000-03:00</published><updated>2006-09-15T01:41:05.296-03:00</updated><title type='text'>66) Passando o pires, mas nao pretendo colaborar...</title><content type='html'>Abaixo, um pedido direto para colaboracao a um dos candidatos. Feito em termos profissionais, em estilo cordato e educado, deve seduzir muita gente.&lt;br /&gt;Como eu nao sou seduzível por nenhum tipo de partido, não pretendo colaborar. &lt;br /&gt;Mas, fica o registro (com o nome do candidato e da coligação suprimidos).&lt;br /&gt;Paulo Roberto de Almeida &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, 12 de Setembro de 2006.   &lt;br /&gt;Prezado Sr. Paulo Roberto de Almeida   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Em nome da Coligação “????” quero convidar-lhe a contribuir financeiramente para a campanha (de fulano). Além de ajudar a viabilizar a divulgação da plataforma de (fulano) para o Brasil, seu apoio terá um importante significado político: seu nome constará da relação de doadores que, após as eleições, ficará disponível para consulta no site do Tribunal Superior Eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2006, a Justiça Eleitoral aumentou as exigências para as doações eleitorais. Para cumprir a legislação e facilitar esse processo, a Campanha (fulano) criou um cupom exclusivo destinado a doações entre R$ 5,00 e R$ 1.000,00. Para contribuir, o doador deve preencher o cupom, comparecer com ele a qualquer agência da CEF ou do BB e fazer um depósito identificado para a campanha, em dinheiro. Após fazer o depósito, basta colocar o boleto em qualquer agência ou caixa dos Correios. Ele funciona como cartão-resposta e não tem custo para o doador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique aqui para imprimir seu cupom de doação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço ainda mais um favor. Caso você autorize a inclusão de seu nome em anúncios de apoiadores da candidatura do (fulano) que poderão vir a ser publicados na imprensa antes das eleições, envie um e-mail para comitefinanceiro@(fulano).org.br com seu nome, profissão, telefone e o seguinte texto: “Autorizo a publicação de meu nome em anúncios de apoiadores da Campanha (fulano).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se desejar mais informações, entre em contato com nosso Comitê Financeiro: &lt;br /&gt;Muito obrigado e um abraço  &lt;br /&gt;(Tesoureiro, ou arrecadador, você escolhe)&lt;br /&gt;Coordenador financeiro da Campanha (fulano) 2006&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115829526521652875?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115829526521652875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115829526521652875&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115829526521652875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115829526521652875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/66-passando-o-pires-mas-nao-pretendo.html' title='66) Passando o pires, mas nao pretendo colaborar...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115829077143370203</id><published>2006-09-15T00:24:00.000-03:00</published><updated>2006-09-15T00:26:11.450-03:00</updated><title type='text'>65) Luta contra a corrupcao: proposta de um dos candidatos</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O combate à corrupção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Coluna Econômica – 15/09/2006&lt;br /&gt;Blog: &lt;a href="http://www.luisnassif.com.br"&gt;www.luisnassif.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, programas de governo são um amontoado genérico de mesmices, uma relação de boas intenções, um check list sobre o que fazer, pouco sobre o como fazer. Dessa sina não escapam os planos de governo de Lula e de Geraldo Alckmin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a cartilha “Combate à Corrupção”, de Alckmin –lançada ontem em Juiz de Fora—contem uma sistematização interessante de práticas contra a corrupção, algumas delas já foram implementadas no governo federal, outras no estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro ponto é a chamada fiscalização prévia, prática já adotada em algumas fiscalizações do Tribunal de Contas da União. A proposta é fortalecer uma nova classe de funcionário público, o Gestor de Contratos Públicos, vinculado ao Ministério do Planejamento, que atuariam como uma auditoria preventiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo é a criação de instrumentos que permitam à sociedade acompanhar todo o processo de gastos públicos. A idéia é que todo pagamento a fornecedores seja eletrônico, através dos sistemas SIAFI/SIASG (sistema informatizado que controla o orçamento público). Seria criada uma Unidade Gestora em cada município para administrar todos os contratos com fornecedores pagos com recursos da União. Outra providência “ovo de Colombo” é utilizar a estrutura administrativa de avaliação acompanhamento  de projetos das instituições financeiras federais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira medida é a integração de todos os órgãos federais envolvidos no combate à corrupção. Esse trabalho de integração já foi instituído pelo Ministro da Justiça Márcio Thomas Bastos, juntando Receita, Banco Central, Polícia Federal, Ministério Público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quarta é ampliar o combate à lavagem de dinheiro, fortalecendo a a COAF (Comitê de Controle das Atividades Financeiras).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quinto, menos relevante, é criar mais um setor interno na Advocacia Geral da União, incumbido da recuperação do dinheiro desviado, além de promover as sentenças condenatórias do TCU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexto é reduzir ao máximo os casos em que se admite a dispensa de licitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sétimo é mudar a lei para permitir a demissão rápida do funcionário público acusado, resguardado o amplo direito de defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O oitavo é a criação de um sistema para medir e avaliar gastos públicos, dotando o Estado de um acompanhamento permanente de fornecedores, serviços e produtos. Além disso, condicionar a participação dos fornecedores à inscrição e cadastramento no banco de dados do Estado. Foi esse modelo, instituído por Mário Covas, que permitiu uma redução significativa nos contratos de serviço do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nono é o uso do Pregão e da Bolsa Eletrônica em todas as compras governamentais de produtos padronizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O décimo é o fim da Comissão Mista do Orçamento, além de um orçamento mais realista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, impor contratos de gestão para empresas públicas ou sociedades de economia mista, fazendo-as trabalhar com metas. No governo de São Paulo o governador não atuou assim, permitindo a manutenção de instituições sem um pingo de transparência, como é o caso da Fundação Seade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sensaboria da campanha, é um documento relevante, como sistematizador de idéias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115829077143370203?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115829077143370203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115829077143370203&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115829077143370203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115829077143370203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/65-luta-contra-corrupcao-proposta-de.html' title='65) Luta contra a corrupcao: proposta de um dos candidatos'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115791300040351652</id><published>2006-09-10T15:24:00.000-03:00</published><updated>2006-09-10T15:30:00.440-03:00</updated><title type='text'>64) Servico de utilidade publica: sempre contra alguem</title><content type='html'>Não sou particularmente adepto de alguma ideologia dessas disponíveis no mercado de idéias. Prefiro pautar meus julgamentos políticos por uma avaliação objetiva quanto ao que me parecem ser os critérios básicos de seleção de candidatos polóticos: seriedade na gestão da coisa pública, honestidade pessoal, propósitos claros e comprometimento com a melhoria do bem estar coletivo.&lt;br /&gt;A mensagem que recebi abaixo me pareceu equilibrada e comprometida com o bem comum. Não conheço o remetente -- como soe acontecer nessas correntes -- e tampouco tenho algo a ver com o Rio de Janeiro. Mas acredito que informação ainda é um bom critério para uma avaliação ponderada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;============  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezado amigo e amiga,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;peco tres valiosos minutos da sua atencao. Somente tres minutos, para que nao nos arrependamos pelos proximos oito anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Cabral esta proximo de se eleger Governador do Estado do Rio de Janeiro no primeiro turno destas eleicoes, dando continuidade ao governo atual. Mas voce sabe quem na verdade e Sergio Cabral? Sabe o que ele aprontou, com quem ele anda, e o que ele ainda e capaz de aprontar? Imagino que nao.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz uma pesquisa pela Internet e montei o relatorio abaixo que revela, na minha opiniao, o PERIGO que Sergio Cabral representa para o nosso Estado. Ofereco sete razoes basicas para voce NAO votar em Sergio Cabral. Apos cada informacao, coloquei o link da Internet para que voce possa comprovar a fonte. Se eu achei tudo isso com uma simples pesquisa, podemos imaginar o que ainda deve haver escondido! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voce que vai votar em Sergio Cabral, leia abaixo, pesquise e reflita bastante. Depois disso, pense bem se voce esta fazendo a coisa certa.&lt;br /&gt;Voce que ainda esta em duvida, leia abaixo, pense bem e voce ira chegar a mesma conclusao que eu. A CERTEZA de que nao deve votar em Cabral.&lt;br /&gt;Voce que precisa de argumento para convencer os outros, leia abaixo e repasse a todos os seus conhecidos - ajude-nos a salvar nosso Estado. &lt;br /&gt;Voce que nao pensa em politica, pense em seu futuro! Conheca, entenda, contribua!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho certeza que ninguem aqui quer mais 4 ou 8 anos de corrupcao e desgoverno em nosso Estado do Rio de Janeiro. Sergio Cabral e lobo em pele de cordeiro! Pense que nos poderiamos ter impedido esses oito anos de Garotinho e Rosinha, mas nao o fizemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repasse essa informacao!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos abrir o olho! Vamos lutar para salvar o nosso Estado! Somente nos, formadores de opiniao, podemos fazer isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande abraco,&lt;br /&gt;Jose Luiz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 Razoes para nao votar em Sergio Cabral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabral e Garotinho, Garotinho e Cabral&lt;br /&gt;Veja no relatorio abaixo abaixo o link para os videos de Cabral se derramando em elogios a Garotinho. Cabral tem duas caras e acha que somos bobos. Lembra-se do Collor?&lt;br /&gt;(Des)governo Garotinho/Rosinha afundou o Estado&lt;br /&gt;Precisa dizer algo? Veja detalhes abaixo, como a corrupcao com o escandalo das ONGs, o desperdicio dos milhoes do petroleo que entram no Estado, os absurdos gastos com propaganda e o rombo que Rosinha deixara para seu sucessor!&lt;br /&gt;Escandalos no comando da ALERJ&lt;br /&gt;Veja detalhes sobre o envolvimento de Cabral com Silverinha, aquele do escandalo do propinoduto. Veja tambem a contribuicao de Cabral no abafamento do escandalo da Banda Podre da Policia. Veja tambem sobre a verdadeira milionaria casa de Cabral em Angra dos Reis, declarada incompativel com seu salario e patrimonio!&lt;br /&gt;Senador ausente e suspeito&lt;br /&gt;Voce sabia que Cabral e Senador representante de nosso Estado, mas falta metade das votacoes? Isso mesmo, ganha e nao trabalha! E quando trabalha, e para se envolver em escandalos como o da Loterj, para aplaudir policiais federais corruptos e para fazer leis que prejudicam o cidadao e favorecem os banqueiros!&lt;br /&gt;Idosos: a falsa bandeira&lt;br /&gt;Lembra-se do caso da Clinica Santa Genoveva, onde morreu mais de uma centena de idosos por maus tratos? Nao? Cabral estava por perto, leia abaixo.&lt;br /&gt;Cabral e o novo Collor&lt;br /&gt;Duas caras... voce vai se deixar enganar de novo?&lt;br /&gt;Cabralismo NAO!&lt;br /&gt;Chega de manias! Vamos votar com consciencia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatorio Sergio Cabral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabral e Garotinho, Garotinho e Cabral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se que Cabral e PMDB, assim como Rosinha e Garotinho, e e apoiado por eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acha isso pouco? Veja aqui dois videos recentes de Cabral se derramando em elogios a Garotinho! E ele mesmo dizendo! http://www.youtube.com/v/7_FDZWAXJY0 e http://www.youtube.com/v/As5SZealw4w.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba voce que, nas regioes do Estado onde que Rosinha e Anthony ainda sao populares, Cabral fala muito bem do governo deles e utiliza todo o apoio que recebe do casal. Mas onde Rosinha e Anthony sao impopulares, como na Capital, Cabral os critica duramente! Voce acha que Cabral esta enganando os outros? E voce que ele esta querendo enganar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se: Cabral e Garotinho. Garotinho e Cabral. Nao ha como separar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja mais em:&lt;br /&gt;Materia de O Globo, "Cabral: 'Nao adianta tentarem nos dividir", em http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=276954 e http://brasil.indymedia.org/images/2006/07/357587.jpg&lt;br /&gt;Blog do Marona, dizendo que "Globo relata uma briga que ainda nao houve", em http://blogdomarona.blogspot.com/2006/08/globo-relata-uma-briga-que-ainda-no.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Des)governo Garotinho/Rosinha afundou o Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voce sabia que os (des)governos do casal Garotinho aumentaram os impostos do Estado do Rio para os niveis mais altos do pais? Sabia que isso inviabilizou o desenvolvimento de varios setores, tirando a competitividade do nosso Estado? Voce sabia que no Estado do Rio o ICMS e de 19%, o mais alto do pais? O ICMS e cobrado sobre a circulacao de mercadorias, ou seja, afeta diretamente o preco de tudo e a economia do Estado! Veja um exemplo na materia "Rio perde posicao no setor de automoveis" - http://www.acrj.org.br/article.php3?id_article=85 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voce ve alguma melhora na seguranca nos ultimos 8 anos? Na saude? Na educacao? Voce acompanhou o escandalo da corrupcao das ONGs, que levaram Garotinho a uma ridicula greve de fome para desviar a atencao? Relembre na excelente materia da Veja, em http://news.tce.sc.gov.br/Aplic/clipping.nsf/$defaultview/E0BF51D6876C86328325716300482CD9?OpenDocument&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voce sabia que este governo desvia milhoes e milhoes de areas essenciais para propaganda ? So a  campanha "Dez mil obras", custou R$ 11 milhoes aos cofres do Estado. Uma serie de reportagens de O Globo revelou que a lista das dez mil obras tinha projetos nao realizados, inacabados ou que nao resolveram os problemas dos moradores. Realmente sai caro convencer os eleitores que mentiras sao verdades! Veja mais em http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=391ASP013 (procure por "Propaganda de obras custou R$ 11 milhoes") &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voce sabia que mais de 80% da producao nacional de petroleo sai do nosso Estado? E que, com os royalties desse petroleo, rios de dinheiro entram em nosso Estado, ainda mais com o preco do Petroleo em alta? Esse dinheiro, se bem utilizado, deveria funcionar como um enorme impulso para o crescimento economico do Estado do Rio, desenvolvendo a industria, criando empregos e melhorando a vida de todos. Mas isso nao acontece: o Governo do Estado esta torrando o dinheiro e estamos perdendo essa grande oportunidade. E para onde vai esse dinheiro? Para os bolsos de alguns, para propaganda, para dar a impressao de alguns numeros positivos e para as politicas populistas do casal Garotinho, para as quais ainda sao desviadas verbas da saude e educacao. Pobreza a 1 Real, nao e mesmo? Entenda em http://www.comciencia.br/reportagens/petroleo/pet08.shtml .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposito, Rosinha Garotinho deixara para seu sucessor ou sucessora, segundo o Tribunal de Contas (TCE), um rombo de mais de R$1 bilhao nas contas do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escandalos no comando da ALERJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabral foi presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voce lembra do Silveirinha? Aquele fiscal de renda com relacoes promiscuas com o governo Garotinho, que comandou um esquema de corrupcao na Secretaria da Fazenda do Estado do Rio e mandou quase nove milhoes de dolares para fora do pais? Isso ficou conhecido como escandalo do Propinoduto na epoca (lembre-se do caso em http://jornal.valeparaibano.com.br/2003/04/15/nac/fiscal.html ). Pois e, Cabral tinha empregada em seu gabinete ninguem menos que a mulher do Silveirinha! Depois que isso foi descoberto, Cabral se fez de bobo e retirou a nomeacao rapidinho. Na verdade, a relacao de Cabral com Silveirinha vem de 1998, quando ele era presidente da TurisRio e Silveirinha diretor da RioTur. Eles trabalhavam no mesmo andar. Lembre-se na noticia de 2003 em http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u44800.shtml .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabral hoje critica seguranca publica - mas em 2000, quando Cabral era presidente da ALERJ, estourou o escandalo da banda podre na Policia. Deputados Estaduais planejavam abrir uma CPI quando Paulo Melo, aliadissimo de Cabral, passou a frente deles, abriu uma CPI a ser presidida por ele mesmo e encerrou-a sem conclusao, terminando em pizza e enterrando o assunto. O que disse Sergio Cabral sobre isso na epoca? "O presidente da Assembleia Legislativa, Sergio Cabral Filho (PMDB), nao quis falar sobre a crise no setor de seguranca do Estado." Esta somente encontramos no jornal, em papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabral comprou uma mansao avaliada em cerca de R$ 1 milhao no luxuosissimo condominio Portobello em Angra dos Reis, com um salario de apenas R$4 mil mensais, enquanto era presidente da ALERJ. Ele foi denunciado ao Ministerio Publico em 1998 pelo entao governador Marcello Alencar e pela Amperj (Associacao do Ministerio Publico do Estado do Rio de Janeiro) em 2003 por improbidade administrativa, ou seja, por adquirir bens no exercicio do mandato incompativeis com seu patrimonio ou renda. Segundo eles, e dinheiro roubado do povo! E verdade que fotos falsas circularam pela Internet mostrando uma casa que nao e a de Cabral. Sim, sabemos que sao falsas porque Sergio Cabral nao abre sua mansao em Angra nem mesmo para esclarecer as denuncias! Essa historia esta podre, nao? O fato e que, usando todo seu poder, Cabral conseguiu o arquivamento do caso sem sequer mostrar sua mansao. Veja o caso em http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u48489.shtml. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senador ausente e suspeito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabral se diz atuante no Senado. Mentira! Verifiquem: na verdade Cabral faltou a mais da metade das votacoes (52%) em 2006 no Senado, onde importantes questoes do pais eram decididas. Pior que ele mesmo so o Crivella, com 86,4% de faltas nas sessoes. Em anos anteriores a coisa e quase a mesma: Cabral faltou 48% das votacoes em 2005 e 37% em 2004. Crivella faltou 47,8% das sessoes em 2005 e 47,7% em 2004. Veja em http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=292736 ou em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1408200606.htm (assinantes da Folha de S. Paulo). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Cabral, enquanto senador, foi ainda citado no escandalo das loterias (Loterj), voce se lembra? Lembra-se do nome Waldomiro Diniz? O na epoca deputado federal Ande Luiz (PMDB-RJ), cassado por tentar extorquir R$ 4 milhoes do bicheiro Carlinhos Cachoeira para tirar seu nome da CPI da Loterj, disse em uma gravacao que Cabral fazia parte de seu grupo de ladroes! E Paulo Melo, amigo de Cabral citado anteriormente, tambem! Andre Luiz declarou: "Nos formamos um grupo so, Sergio Cabral, Picciani, eu, Calazans, Paulo Melo". Veja o caso todo e a citacao do nome de Cabral em http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=158304 . Mais detalhes sobre o caso em http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u67680.shtml .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voce se lembra da recente Operacao Cerol? Nela foram presos Jose Milton Rodrigues e Jairo Kullmann, dois ex-superintendentes da Policia Federal no Rio, acusados de cobrar propina para proteger sonegadores de impostos (veja em http://www.terra.com.br/istoe/1919/brasil/1919_policia_bandida.htm e http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/07/21/materia.2006-07-21.1874897952 ). Pois e, Sergio Cabral, enquanto senador, fez em 2004 um requerimento pedindo voto de aplauso (!) do Senado a Jose Milton Rodrigues e ao ex-delegado regional executivo, Roberto Prel, tambem preso na mesma operacao. O motivo seria o "sucesso das operacoes da Policia Federal no Estado do Rio de Janeiro do combate a criminalidade, em especial o crime organizado". Roberto Prel era dado por muitos como certo para proximo Secretario de Seguranca Publica em um eventual governo Sergio Cabral. Incrivel, nao? Leia abaixo a integra do pedido de aplauso para os bandidos da PF:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor SENADOR - Sergio Cabral&lt;br /&gt;Ementa Requer, nos termos do art. 222, do Regimento Interno do Senado Federal, seja consignado voto de aplauso ao Superintendente da Policia Federal no Rio de Janeiro, Delegado Jose Milton Rodrigues, e ao Delegado Regional Executivo, Dr. Roberto Jaureguiber Prel Jr., pelo sucesso das operacoes da Policia Federal no Estado do Rio de Janeiro no combate a criminalidade, em especial ao crime organizado.&lt;br /&gt;REQUERIMENTO, SENADO, INSERCAO, ATA, VOTO, APLAUSO, SUPERINTENDENTE, DELEGADO REGIONAL, POLICIA FEDERAL, SUCESSO, COMBATE, CRIMINALIDADE, ESTADO, (RJ).&lt;br /&gt;Despacho inicial (SF) CCJ - Comissao de Constituicao, Justica e Cidadania&lt;br /&gt;Tramitacoes Inverter ordenacao de tramitacoes (Data Ascendente)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nao acredita? Veja no proprio site do senado: http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=70076 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voce sabia que Sergio Cabral e o autor do Projeto de Resolucao 57/2003, que beneficia os banqueiros e prejudica o cidadao ou empresarios endividados? A partir de sua aprovacao, Estados e Municipios podem transferir dividas de cidadaos e empresarios para os bancos pais, que passarao a cobra-los de maneira implacavel. Ou seja, a divida foi privatizada! O banco fica com uma parte e repassa o restante ao governo. Veja detalhes em http://www.nossosaopaulo.com.br/celiofranco/A_CobrancaDaDividaAtiva_CSF.htm .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idosos: a falsa bandeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Cabral se diz defensor dos velhinhos. Pense bem, sera que ele se importa mesmo com os idosos? Vou mostrar que, na verdade, nao. Voce se lembra do caso da Clinica Santa Genoveva? Vamos refrescar a memoria: em 1996, todos viram nos jornais e TV o escandaloso caso da Clinica de Idosos Santa Genoveva, com revoltantes e degradantes imagens de abandono e maus tratos, que resultaram na morte de 112 velhinhos. O dono desta clinica, Eduardo Spinola, era candidato a prefeito do Rio pelo PTB. Curiosamente, ele abandonou a sua candidatura e foi apoiar o Cabral em ato solene, passando a ser cogitado para fazer parte do seu secretariado. Gracas aos ceus, Cabral nao foi eleito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia no texto "Disputa pelo governo do Rio", em http://blogdomello.blogspot.com/2006/01/disputa-pelo-governo-do-rio.html&lt;br /&gt;Destaco o trecho: "Neste ano de 2006, completa-se o 10? aniversario da morte criminosa de 112 idosos na clinica Santa Genoveva. Cabral era muito ligado ao doutor Eduardo Spinola, um dos socios da clinica, que foi inclusive cogitado para fazer parte de seu secretariado em eleicao passada. Sera cobrado por isso. Afinal, juntar idosos com clinica Santa Genoveva acaba em morte. Como se nao bastasse, ainda ha o fato de que ele e o candidato do casal Garotinho, que governa o estado ha longos oito anos..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabral e o novo Collor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil acha que esta vacinado contra outra enganacao tao gritante como o Collor, com uma imagem falsa, inventada e construida com propaganda. Quem nao se lembra do "Cacador de Marajas"? Voce acreditou, nao? Pense! Este suposto "defensor dos idosos" nada mais e do que pura propaganda. Voce que acha que ele na verdade nao apoia o Garotinho, que e so jogo politico, pense bem! Ele quer enganar voce. Lembre-se de Collor! Cabral e uma enganacao, um embuste. E um outro Collor, talvez mais moderno e esperto, e estamos caindo direitinho no conto do vigario mais uma vez. Nao e hora de aprendermos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabralismo NAO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do chaguismo, do brizolismo, do garotismo, teremos agora o cabralismo? &lt;br /&gt;Temos que aprender a votar! Procure saber sobre o seu candidato antes de escolhe-lo. Saiba sobre seu passado. Veja quem o esta apoiando. &lt;br /&gt;Nao acredite em tudo que e dito. Nao acredite na imagem. A Internet tem muita informacao, pesquise! Pergunte! Pense! &lt;br /&gt;Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SE VOCE CONCORDA, POR FAVOR REPASSE A TODOS OS SEUS CONHECIDOS. SOMENTE NOS PODEMOS MUDAR O FUTURO DE NOSSO ESTADO.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115791300040351652?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115791300040351652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115791300040351652&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115791300040351652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115791300040351652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/64-servico-de-utilidade-publica-sempre.html' title='64) Servico de utilidade publica: sempre contra alguem'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115775146947248347</id><published>2006-09-08T18:36:00.000-03:00</published><updated>2006-09-08T18:37:49.486-03:00</updated><title type='text'>63) Registrando: a resposta do PT a FHC</title><content type='html'>Em nota, Berzoini rebate declarações de FHC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA À IMPRENSA&lt;br /&gt;Em relação à "Carta aos eleitores do PSDB", de autoria do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, temos a manifestar o seguinte: mais do que uma tentativa de melhorar o desempenho do seu candidato a presidente, a carta tenta reverter a imagem negativa de FHC, expressa nas pesquisas de opinião.  A idéia é confirmada ainda pela total exclusão de sua imagem do programa de TV do seu candidato.&lt;br /&gt;A atitude do ex-presidente beira o desespero. Felizmente a população brasileira não pensa como ele. Ao contrário, reconhece os avanços, a seriedade e o compromisso do presidente Lula com a nação, como mostram os altos índices de aprovação obtidos nas pesquisas, tanto do governo como da figura do presidente e do seu partido.&lt;br /&gt;Infelizmente a autocrítica de FHC aos erros do PSDB agora é tímida e tardia. Há muitos casos de irregularidades e de denúncias de corrupção praticados durante o seu governo que até hoje não foram bem esclarecidas. Da mesma forma, em São Paulo, o governo Alckmin impediu a instalação de mais de 70 CPIs na Assembléia Legislativa. Os ataques grosseiros do ex-presidente Fernando Henrique ao presidente Lula demonstram a sua incapacidade de se comportar adequadamente na condição de ex-presidente da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 8 de setembro de 2006.&lt;br /&gt;Ricardo Berzoini&lt;br /&gt;Presidente Nacional do PT&lt;br /&gt;Coordenador-geral da campanha da coligação A Força do Povo&lt;br /&gt;------------------------------------------&lt;br /&gt;OUÇA TAMBÉM NA RÁDIO 13:&lt;br /&gt;FHC foi "esquecido" no horário eleitoral de seu partido, afirma Ricardo Berzoini&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta quem tem que dar é o povo. Esta foi a afirmação do presidente do PT e coordenador da campanha da coligação A Força do Povo, ! Ricardo Berzoini, ao rebater a carta que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso divulgou nesta quinta-feira. Berzoini diz que este foi um ato impulsivo e descontrolado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma tentativa desesperada do ex-presidente de retornar à cena política, já que seu próprio partido não dá espaço para ele defender os seus oito anos de governo no programa eleitoral de Geraldo Alckmin. Portanto há, claramente, uma ansiedade na qual ele manifesta opiniões absolutamente incompatíveis com o que o povo brasileiro assistiu durante o seu governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Berzoini disse, ainda, que as pesquisas mostram que o candidato tucano Geraldo Alckmin esconde FHC justamente por que o ex-presidente é um péssimo cabo-eleitoral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fala um cidadão, que quando foi presidente, usou de todos os instrumentos para impedir CPI"s , para retirar! a autonomia do Ministério Público e de calar qualquer tipo de investigação da Polícia Federal. É surpreendente como o ex-presidente FHC vem agora criticar quem equipou a Polícia Federal, criou mecanismos novos de investigação, estruturou a CGU e deu total liberdade para o Ministério Público investigar, além de ter sofrido três CPI"s durante o seu governo. Buscaram centralmente atacar o governo e não conseguiram obter provas de nenhum tipo de corrupção suspeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do PT conclui, também, que a rejeição a Fernando Henrique Cardoso é altíssima nas pesquisas, por isso o seu partido, o PSDB, p! refere não falar dos seus 8 anos de governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;saiba tudo sobre a campanha em www.lulapresidente.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115775146947248347?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115775146947248347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115775146947248347&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115775146947248347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115775146947248347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/63-registrando-resposta-do-pt-fhc.html' title='63) Registrando: a resposta do PT a FHC'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115773198367643770</id><published>2006-09-08T13:12:00.000-03:00</published><updated>2006-09-08T13:13:03.763-03:00</updated><title type='text'>62) Registrando: carta de FHC aos tucanos...</title><content type='html'>CARTA AOS ELEITORES DO PSDB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília (7 de setembro) - Atravessamos um momento paradoxal: de aparente desconexão entre o que é o sentimento da opinião pública e o discurso eleitoral rotineiro; de tanta desfaçatez dos que ocupam o poder e de tanta informação sobre a corrupção e os desmandos de quem deveria dar as pautas de comportamento pensando mais na Nação que em seus umbigos e nada mais faz do que se jactar de grandezas inexistentes. Diante disso, resolvi me dirigir aos militantes, simpatizantes e eleitores do meu partido, e mesmo às pessoas de boa fé que olham a política com atenção, embora sem se envolver na vida partidária, para expor com franqueza algumas questões que me parecem essenciais para que o PSDB possa continuar a contribuir para uma mudança de mentalidades e de práticas no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que não pairem dúvidas: é do Presidente e de seu partido (ou deveria dizer ex-partido?) que falo acima, pois são eles, inquestionavelmente, os responsáveis por deixar que os piores setores da política ocupem a cena principal, expondo o país às misérias a que todos assistimos indignados. E mais indignados ficamos quando vemos o Presidente e seus arautos passarem a mão na cabeça dos que "erraram" (como se eles próprios não fossem os culpados) com a desculpa de que "todos são iguais" ou, então, em versão mais sofisticada da mesma falta de vergonha, dizerem que "a culpa é do sistema".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecemos por aí. Há muita confusão no ar no trato das questões morais. Moral se refere a condutas individuais. Uma coisa é a discussão filosófica sobre a ética, os fins últimos ou o que seja. Outra é a responsabilidade moral: quem transgride as leis, os costumes, as práticas aceitas em uma comunidade, pode fazê-lo em nome do que seja, de um partido, um ideal, uma paixão. Responderá pela transgressão perante a comunidade e estará sujeito às penalidades do caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pagar mensalão é crime e como crime deve ser tratado. Pagar mensalão para deputados, comprar seus votos, não é igual sequer a outra transgressão, a de não declarar dinheiro obtido para a campanha eleitoral, o "caixa dois". A razão é simples: no caso do caixa dois, a fonte do dinheiro usado geralmente é privada, embora nem sempre o seja, e o objetivo é ajudar algum candidato individual em sua eleição. O candidato e seus financiadores devem responder por essa ilicitude eleitoral. No caso do mensalão a fonte foi pública; é roubo do dinheiro do povo, ainda que empréstimos fictícios de bancos privados tenham sido usados para encobrir esse fato. Os arrecadadores obedeciam a diretrizes de um partido, com a cumplicidade de partes da administração. A prática deu-se sob o olhar benevolente de ministros e mesmo com a cumplicidade de alguns deles (refiro-me à acusação do Procurador Geral da República). O próprio Presidente, que é responsável pelos ministros, não tendo atuado para demiti-los nem depois do fato sabido, é passível de crime de responsabilidade. E, mais do que simplesmente corromper pessoas, corrompeu-se uma instituição, o Congresso Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não quer dizer que o sistema eleitoral vigente seja bom ou que não precise ser mudado. Entretanto, apenas culpar "o sistema" e escapar da responsabilidade pessoal é um sofisma que nada tem a ver com comportamento moral. São as pessoas, cada uma de acordo com sua participação no delito e de acordo com a gravidade de sua atuação individual, que devem responder pelas transgressões, e não qualquer idéia abstrata de "sistema". Este pode e deve ser mudado. Mas as pessoas que cometeram crimes precisam ser punidas. A impunidade, a postergação de decisões da Justiça sobre os presumivelmente culpados (vide o caso que deu origem a presente série de escândalos, o de Valdomiro Diniz) desmoraliza tudo, desanima a população e dá a impressão de que o povo é indiferente à corrupção. Não é indiferença, é descrença na punição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, nós do PSDB não fomos suficientemente firmes na denúncia política de todo esse descalabro no momento adequado. Não será agora, durante a campanha eleitoral, que conseguiremos despertar a população. Mas, para nos diferenciarmos da podridão reinante, temos a obrigação moral de não calar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que também somos responsáveis pelo que hoje se vê: a cada dia mais corrupção; a cada dia, menor reação. Erramos no início, quando quisemos tapar o sol com a peneira no caso do senador Azeredo. Compreendo as razões: ele é pessoalmente decente; tudo se passou durante a campanha para sua reeleição como governador, que afinal ele perdeu. Mesmo assim, calamos muito tempo e sequer dissemos o que sabemos: entre os responsáveis pelas finanças de campanha do então governador estava seu vice, hoje ministro do Presidente Lula. Nem isso dissemos com força! Mas não por isso podemos calar diante do descalabro. Ainda que o eleitorado não nos acompanhe neste momento, deixaremos as marcas de nosso estilo, de nossas atitudes, para calçar um futuro melhor para o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o PSDB se justifique perante o eleitorado como uma força renovadora ele tem que se distinguir. A podridão que encobre "a política" está nos transformando em vultos. Precisamos reganhar nossa cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso candidato à Presidência tem as mãos limpas. Tem história de seriedade. Por que não bradar isso com força ? Por que não fazer o contraponto com o outro lado. Nada a temer nem a esconder. Geraldo Alckmim pode dizer o que Lula não pode porque sua história não passa por acusações de suborno a prefeituras. Ele não tem que explicar, como Lula, por que tendo tanto dinheiro vivo (e quanto!), não paga dívidas. Por que ora diz nunca ter ouvido falar de sua dívida no partido, ora que a discutiu, mas não a reconhece. Enfim: faltam condições morais a um e sobram a outro. Essa é a diferença. E este é o ponto de partida para recuperar o reconhecimento público do valor da política. Sem que haja uma diferença entre bons e maus, a geléia geral predomina e elegeremos de cambulhada um Congresso no qual os sanguessugas e mensaleiros derrotados serão substituídos por outros prestes a reviver a mesma história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O não à corrupção, não nos iludamos, é a condição para o futuro, tanto do país como nosso. Mas não basta a diferenciação moral. Há problemas urgentes que afligem o povo e sobre os quais não podemos calar. O mais angustiante é o medo: medo do crime, da violência. Também neste caso o PSDB tem responsabilidades e tem o que dizer. Em São Paulo, para cingir-me ao estado que foi governado por Alckmin, as taxas de homicídio e latrocínio caíram fortemente graças à ação da polícia. Nunca se prendeu tanto, a um ponto tal que a cada mês há mais 800 presos, descontando-se os que são liberados. Para atendê-los seria preciso construir uma penitenciária por mês! Resultado: o sistema prisional está abarrotado e, há que reconhecer, não foi capaz de dar tratamento adequado à massa de presos, criando um caldo de cultura para a criminalidade e deixando ao PCC espaço para demagogia em nome da melhoria de condições de vida dos prisioneiros. Sem falar no uso continuado de celulares, da cumplicidade entre criminosos e advogados, às vistas cúmplices, algumas vezes, das autoridades carcerárias. Reconhecer isso não é desmedro. O governo federal, à parte a demagogia recente de oferecer o que não tem (a Força Pública Federal) ou o uso instrumental das Forças Armadas para tarefa que não lhes compete, não transferiu no momento oportuno os recursos do Fundo de Segurança Pública, criado no governo anterior, nem se empenhou pela aprovação pelo Congresso das mudanças necessárias nos codigos de Processo Penal e de Execuções Penais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante desse descalabro, o PSDB e seus candidatos têm discurso: assim como se mostraram capazes de prender, saberão, no governo federal e nos estados, criar melhores condições no sistema prisional, sem deixar de serem duros no combate ao crime organizado e a todas as formas de delito. Empenhar-se-ão para que haja maior diferenciação nas penas, utilizarão, com apoio da Justiça, as penas alternativas, endurecerão, como o governo de São Paulo já fez, o tratamento dos criminosos de alta periculosidade, aplicando-lhes tratamento diferenciado, causa aliás do horror que o PCC tem ao PSDB. E sobretudo, batalharão pela aprovação das medidas que estão no Congresso e que permitem a ação unificada das polícias civis e militares e a intensificação do uso dos serviços de inteligência, incluindo os das Forças Armadas. Nada disso, entretanto, tornará o PSDB indulgente com quem pensa que polícia está ai para baixar o porrete e matar, nem com a confusão inaceitável entre pobreza e crime, periferia e PCC . Sem esquecer que se os governos do PSDB tiveram êxitos em baixar as taxas de homicídios e latrocínio - crimes da alçada estadual - o mesmo não se poderá dizer do governo Lula sobre os crimes de alçada federal: o contrabando de armas e de drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, portanto, razões de sobra para não temer a discussão do crime, das drogas e da violência, temas que tanto preocupam o povo. E há como nos diferenciarmos das forças governistas no debate. Esta diferenciação é essencial. Se não, por que votar em nós? Essa diferenciação começa no aspecto moral mas avança em tudo mais. Não quero cansá-los, mas é descabido aceitar que a política econômica atual seja a continuidade da nossa. Sim e não. Mantiveram o que era óbvio (metas de inflação, câmbio flutuante e superávits primários), pois do contrário já estaríamos a ver os protestos das donas de casa contra a inflação e a carestia. Mas, sem avanços nas reformas e sem ousadia diante de um panorama favorável na economia mundial, o custo da aplicação dessas medidas será grande. Sem reforma da Previdência (o que foi aprovado não teve seqüência nas leis complementares e portanto nada mudou de fato), tornou-se impossível baixar os juros há mais tempo. Assim, para manter a boa apreciação dos credores internos e externos, o superávit primário teve que se manter nas alturas, sufocando os recursos para a construção de estradas e da infra-estrutura em geral. Quem pagou o preço? O povo, através dos impostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, diante da conjuntura eleitoral e para compensar os anos de carência, veio a bonança às custas do futuro: aumentos de salário, expansão das bolsas, expansão do crédito, antecipação do décimo terceiro salário dos funcionários etc. Não havendo um incremento significativo dos investimentos (a taxa, em moeda corrente, anda abaixo de 20% do PIB há vários anos) e havendo a ampliação do gasto público, é só a conjuntura internacional mudar e pagaremos o custo da crise fiscal, das ineficiências acumuladas, da falta das reformas, tudo sempre revestido da maior empáfia dos que pensam que "nunca neste país, se fez mais e melhor do que neste governo". A verdade é que há uma gastança irresponsável e um novo inchaço do governo, sem nenhuma preocupação com a qualidade dos gastos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso sem esquecer do "aparelhamento" do estado, com as sucessivas nomeações de "companheiros" e aliados, sem a devida qualificação técnica. Processo que alcança grau máximo de irresponsabilidade quando são nomeados políticos derrotados ou apaniguados para ocuparem posições nas agências reguladoras, causando temor nos investidores dada a politização de uma área do governo cuja respeitabilidade e independência técnica é essencial para atrair investimentos. Que ninguém se iluda: o PSDB não se fia no mercado como o promotor do bem estar social. Nós sabemos que a ação do Estado é essencial. Mas de um Estado verdadeiramente democrático e republicano, que não se deixa usar pelos interesses privados, de partidos, pessoas ou empresas e que não se encastela em uma burocracia arrogante e pouco competente que , no final das contas, acaba por servir apenas ao capital, repudiando-o onde ele é necessário (nos investimentos) mas cedendo ao que seus piores segmentos desejam concedendo privilégios ao alvedrio do poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na linha de assumir posições claras e firmes, o PSDB deve aproveitar as pressões mais do que justificadas por uma reforma eleitoral para iniciar a pregação, desde já durante a campanha eleitoral, das vantagens do voto distrital. A principal delas é que o voto distrital quebra a espinha do atual sistema que induz à corrupção e à desunião partidária. Hoje o candidato compete fortemente com seus companheiros de partido, pois sua eleição depende do número de votos que tiver, em contraposição ao número obtido por outros candidatos do mesmo partido. Além disso, cada candidato "pesca" votos no âmbito de todo o estado. Como a lei eleitoral permite que cada partido lance candidatos correspondentes ao dobro do número de cadeiras que cada estado tem no Congresso, em um estado como São Paulo serão 140 candidatos por partido. Supondo que depois da lei de barreira sobrem sete partidos, poderão estar competindo 980 candidatos pelo voto dos 25 milhões de eleitores paulistas. Isso obriga o candidato a esparramar sua campanha por todo o estado (o que custa caro) e leva à dispersão de responsabilidades: o eleitor se esquece em quem votou, no emaranhado de candidatos, e o candidato, uma vez eleito, não sabe, de fato quem são seus eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na insegurança, e pensando na reeleição futura, o deputado (como já teria feito o candidato) vai estabelecer uma rede de segurança apoiando-se em prefeitos e eventualmente em alguma empresa, aos quais busca prestar favores, numa versão atualizado do velho clientelismo (que subsiste nas zonas mais pobres do país) que intercambiava votos por favores prestados diretamente ao eleitor. Essa é a sementeira da corrupção: uma emenda no orçamento ajuda o prefeito, ajuda a empresa amiga. Para realizá-la o deputado exerce a função de despachante de luxo: negocia com pessoas da administração federal tanto a área de aceitação da emenda como, mais tarde, aprovado o orçamento, a respectiva liberação das verbas: está fechado o circuito das sanguessugas, sendo que o das ambulâncias, provavelmente, foi apenas um dos muitos circuitos existentes. No meio do caminho, as propinas e vantagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O voto distrital acaba com isso ou pelo menos dificulta muito. Por que? Porque em cada distrito cada partido lança apenas um candidato (não há mais a concorrência destrutiva da coesão partidária), o eleitor sabe mais facilmente em quem votou e pode acompanhar o desempenho do eleito em função dos interesses do distrito. Mesmo no caso de São Paulo, onde forçosamente os distritos serão compostos por cerca de 350.000 eleitores (25 milhões divididos por setenta cadeiras) torna-se muito maior a proximidade entre eleitor e eleito e, portanto, se torna mais fácil cobrar do candidato e obrigá-lo a prestar contas: na próxima eleição serão os mesmos 350.000 eleitores que escolherão entre sete pessoas, uma delas já no cargo e as outras seis denunciando irregularidades, se as houver, praticada pelo deputado que busca a reeleição. E torna menores os custos das eleições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode haver uma discussão sobre a substituição do sistema atual de voto proporcional e uninominal pelo de "listas fechadas" dos partido, sistema no qual o eleitor vota na legenda e não em pessoas e os candidatos ocupam as vagas ganhas pelo partido na ordem definida pela direção partidária. O inconveniente deste sistema é que as oligarquias partidárias terão mais força para ordenar a lista e, como entre nós o voto é muito personalizado, o eleitor se distanciará ainda mais do candidato. Também é possível adotar um sistema de voto distrital misto. Este tem a vantagem de assegurar mais claramente as opiniões minoritárias e a votação em candidatos cuja base é dispersa, dado que seu apoio vem da opinião de eleitores distribuídos pelo espaço estadual. O maior inconveniente é a dificuldade de compreensão do sistema pelo eleitor e sua aplicação na prática. Entretanto, se esta for a solução para uma convergência política, não vejo porque o PSDB iria se opor. A defesa do voto distrital puro está baseada em que a lei de barreira já restringirá, de qualquer modo, a chance dos mini-partidos e o voto de opinião será mais facilmente acolhido nos distritos metropolitanos, o que levará os partidos a apresentarem candidatos com estas características para vencer as eleições distritais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há outros temas nos quais o PSDB pode e deve marcar sua identidade. Temas que afligem os brasileiros e para os quais há soluções. Mencionei apenas os politicamente mais candentes, embora nem sempre se refiram às questões estruturais. Entre estes a educação prima. O PSDB tem a responsabilidade de lutar por seu legado. O que fizemos no governo federal e em alguns governos estaduais em matéria educacional é muito valioso. Não se trata apenas do aumento da matrícula em todos os níveis do ensino, mas de uma mudança de mentalidade: a preocupação com avaliar e a introdução de novas técnicas de avaliação de resultados, a diferenciação de salários de acordo com o desempenho dos professores, a formação de fundos de pesquisa (infelizmente contingenciados), e assim por diante. Cabe-nos agora inovar mais. O grande desafio será o da extensão do tempo de permanência das crianças nas salas de aula, o aumento do salário dos professores, sua melhor qualificação, e a generalização do uso dos computadores. Tudo isso é factível e nós sabemos como fazê-lo, sem misturar educação com propaganda nem transformar cada programa em nova trincheira partidária, com a nomeação de apaniguados e militantes .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo se diga sobre saúde, reforma agrária (é clamoroso o que o governo atual faz de errado e lento nesta área, pela qual fomos tão criticados e na qual tanto fizemos). E não devemos temer a Bolsa-família. Ela não apenas resultou de programas que nós criamos (inclusive a preparação técnica para a unificação dos programas) como vem sendo desvirtuada pela velocidade eleitoreira com que cresce e pelo descuido na verificação da satisfação de requisitos para sua obtenção. E sobretudo porque tem sido feita no embalo da pura propaganda eleitoral, tornando um propósito saudável, pois inauguramos estes programas como um "direito do cidadão", numa benesse do papai-Presidente. Na verdade por este caminho formar-se-á uma nova clientela do governo. Se a ela somarmos a clientela dos assentados pela reforma agrária que não são emancipados, quer dizer, que não produzem para pagar seus compromissos e dependem a cada ano de novas transferências de verbas orçamentárias, estaremos criando o maior exército de reserva eleitoral da história. Aí sim caberá o "nunca se viu neste país..."!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para gerar empregos e transformar os programas assistencialistas, embora importantes, em pontes para o verdadeiro bem estar (que depende dos programas universalistas na saúde, na educação e, sobretudo na geração de empregos de melhor qualidade) não cabe dúvidas de que o PSDB, sem se atemorizar com slogans do tipo "governo neoliberal" (mesmo porque, se for para adjetivar, a nenhum governo caberia melhor o epíteto do que ao do PT), deve pregar e praticar uma revolução capitalista, ou, nas palavras usadas há tanto tempo no discurso de Mário Covas, um "choque de capitalismo". Não podemos continuar meio envergonhados cada vez que o PT e seus aliados falam de "privataria". Privatizamos sim, e nada temos a esconder no processo de privatização: tudo foi feito em leilões públicos, com preços que quando foram estimulados pelo governo foi para sem maiores e se maiores não foram em certos casos (por exemplo, na Light do Rio de Janeiro, ou na Vale do Rio Doce) foi porque o "mercado" avaliou que, nas condições da época, mais não valiam, quer dizer: não havia empresas dispostas a comprar pelo preço estipulado porque o consideravam alto. O empenho do governo foi para que houvesse mais lances, tal era o temor do capital privado (sobretudo o nacional) que considerava elevados os valores mínimos dos leilões. Algumas dessas empresas tiveram um sucesso estrondoso graças ao trabalho que desenvolveram, caso da Vale, hoje controlada basicamente pela Previ e pelo Bradesco. Outras tiveram menos sorte: os capitais franceses investidos na Light, aliás estatais, certamente não se recuperaram na recente venda da empresa à Cemig e à Telemar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso dizer com todas as letras e toda a força que a privatização da Telebrás foi um sucesso absoluto, que o preço pago pelo que o Estado possuía dela (20% do capital total, embora de controle) talvez não corresponda hoje ao valor total das empresas de telecomunicações e que o povo se beneficiou enormemente, dispondo o país de um moderno sistema de comunicações, sem o qual não haveria internet nem modernização produtiva. E dizer também que no setor elétrico houve fracasso: privatizamos apenas a distribuição de energia e a Eletrosul, permanecendo nas mãos do governo Furnas, Chesf, Eletronorte e, naturalmente, Itaipu, que por seu caráter especial não deve mesmo ser privatizada. Resultado: é só ver as estatísticas sobre investimentos no setor (que não dispõe de um modelo claro e competente, indutor de parcerias com o setor privado) para entender porque vira-e-mexe fala-se de apagão. Não o de 2001, conseqüência da má gerência e da falta das águas, mas da falta de investimentos para geração nova de energia. E a privatização da Rede Ferroviária Nacional, acaso não foi um êxito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, o PSDB não deve alimentar dúvidas metafísicas sobre se teria sido certo ou errado privatizar. Não que tudo deva ser privatizado: jamais aceitamos a privatização do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e da Petrobrás, por exemplo. Mas no governo do PSDB essas organizações não serviam de instrumento de politicalha, como agora no caso da quebra de sigilo na Caixa ou do valerioduto no BB, sem falar das compras de navio pela Petrobrás em estaleiros inexistentes, ou na diminuição do ritmo da exploração do petróleo. É preciso devolver a estas grandes organizações seu caráter de "corporações públicas" que atuam no mercado e não estão sujeitas à ingerência de políticos, obedecendo apenas às políticas de estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Se não devemos fazer da privatização objetivo único e nem mesmo central do governo, tampouco podemos desprezar a colaboração do capital privado nacional e estrangeiro com o governo, sobretudo nas obras de infra-estrutura e no terreno em que temos melhores promessas de futuro, o das energias renováveis. Onde estão as PPP? Nenhuma saiu do papel, sem esquecer que quando privatizávamos, o Tesouro recebia recursos dos particulares enquanto que agora, com a filosofia lulista das PPP, dá-se o contrário: é o Tesouro quem dá dinheiro aos particulares para que eles invistam... Mas não são benesses o que o capital privado sério mais deseja, são outras coisas: regras firmes e transparentes. Ou voltamos a dispor de agências regulatórias com o espírito com o qual as criamos, de independência para garantir ao mesmo tempo o interesse do consumidor, o dos investidores e o nacional, ou veremos a politiquice prevalecer sobre tudo o mais, como já ocorre hoje de forma incipiente na ANATEL na ANP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digamos claramente também que o PSDB sabe que para retomar o crescimento com consistência, além das reformas, será necessário aumentar o investimento público em infra-estrutura e cortar impostos, simultaneamente. Esta "mágica" só se faz quando o governo está decidido a melhorar a qualidade do gasto, cortando programas desnecessários, sendo comedido na concessão de benesses e, garantidos os eventuais direitos, enxugando a máquina pública. Ou seja: fazendo o contrário do que faz o atual governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, para não me alongar mais, chega de dizer bobagens sobre a globalização, como se fosse culpada de nossa própria incapacidade. Chega de agir na prática como se acordos comerciais, tipo ALCA, fossem projetos imperialistas de anexação de território. São sim projetos de grupos de poder e interesse, diante dos quais temos de prezar e defender os nossos, e não enfiar a cabeça na areia e imaginar que na escuridão há "uma outra política", na verdade de um antiquado "terceiro-mundismo". O PSDB precisa assumir sua contemporaneidade. Queremos sim integrar-nos ao mercado internacional, o que não quer dizer submetermo-nos aos caprichos das potências dominantes, sejam os EEUU, a China, ou quem for. Nem quer dizer, por outro lado, que nos de-solidarizaremos dos países mais pobres ou que o mercado destes bem como o dos países de economia emergente não nos interessa. Esta postura claramente integradora na economia mundial obriga-nos simultaneamente a ter posições ainda mais firmes de repulsa às doutrinas da "guerra preventiva", estas sim imperialistas no campo político e ideológico. Da mesma maneira repudiamos a crença no destino manifesto das grandes potências para estabelecer à força a forma de democracia que lhes parece a mais adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto hesitamos na política externa, dando margem à difusão de que acreditamos que para combater o hegemonismo político-ideológico é preciso seguir a tradição populista latino-americana, nada fazemos para garantir acordos comercias que nos interessam, isolando-nos cada vez mais em um Mercosul enfraquecido por nossa falta de liderança. Resultado: nem ALCA, nem acordo com a União Européia, nem qualquer outro acordo bi-lateral. O PSDB precisa ter uma posição mais clara sobre tudo isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, se quisermos exercer uma liderança renovadora precisamos manter os antigos compromissos democráticos, radicalizando-os, através da reforma política com a introdução do voto distrital e da fidelidade partidária; precisamos reatar os fios entre o partido e a sociedade, buscar o diálogo com os sindicatos e movimentos populares (agora mais fácil pela quebra do hegemonismo petista). A visão moderna de democracia impõe a participação ampliada da cidadania no processo deliberativo, inclusive senão que principalmente, na rotina partidária, revigorando, as prévias para a seleção dos candidatos. Precisamos romper os vínculos ideológicos que ainda nos prendem à visão estatista-desenvolvimentista e rechaçar todas as formas de populismo, substituindo-as por práticas genuinamente populares com a presença mais ativa dos cidadãos e militantes na formatação das políticas do partido e na implementação dessas nos estados em que governamos. Precisamos assumir que, no contexto atual, ser progressista é lutar para democratizar a sociedade, sustentar políticas que reduzam a pobreza até sua eliminação, gerando empregos sem contentar-nos com o necessário assistencialismo e sem ficarmos embaraçados com a forma capitalista do crescimento da economia, à espera do novo Godot, a "revolução salvadora". Esta não está em nosso horizonte histórico, embora o ideal da Justiça possa e deva continuar a motivar nossos corações a lutar cada vez mais pela redução das desigualdades sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Henrique Cardoso&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115773198367643770?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115773198367643770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115773198367643770&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115773198367643770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115773198367643770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/62-registrando-carta-de-fhc-aos.html' title='62) Registrando: carta de FHC aos tucanos...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115773028348591790</id><published>2006-09-08T12:38:00.000-03:00</published><updated>2006-09-08T12:44:43.506-03:00</updated><title type='text'>61) Quanto custa um deputado?</title><content type='html'>Não se trata de uma campanha contra "suas excelências", mas bem que eles mereceriam. Apenas transcrevo matéria do boletim eletrônico "Congresso em Foco", do dia 8 de setembro de 2006: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O custo deputado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entre vencimentos pessoais, verba de gabinete, auxílio-moradia, passagens e outras despesas, cada deputado custa, em média, R$ 99.467 por mês&lt;br /&gt;Diego Moraes, &lt;a href="http://www.congressoemfoco.com.br/Noticia.aspx?id=9299"&gt;neste link&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a maioria dos 187 milhões de brasileiros, setembro só está começando. Mas, no Congresso, o mês acabou anteontem. Com todas as atenções voltadas à disputa eleitoral nos estados, os parlamentares retomaram o recesso branco, cumprindo o acordo de cavalheiros que lhes permitiu trabalhar somente três dias em agosto e outros três em setembro sem qualquer prejuízo em seus vencimentos. Mesmo porque, dos 513 deputados, apenas 22 não disputarão nenhum cargo em outubro. No Senado, 47 dos 81 senadores são candidatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do esforço para amenizar o desgaste da imagem da Casa esta semana - quando superaram a paralisia dos últimos três meses e votaram 40 matérias em apenas dois dias -, os parlamentares ainda enfrentam a desconfiança do eleitor pela relação entre a produtividade e o custo que representam aos cofres públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantamento feito pelo Congresso em Foco revela que, entre vencimentos pessoais, verba para manutenção do gabinete, auxílio-moradia, passagens aéreas, despesas com combustíveis, correios, telefone e publicações, um deputado custa, em média, R$ 99.467 por mês, o equivalente a 284 salários mínimos de R$ 350. A despesa mensal com os 513 deputados chega a R$ 51,02 milhões. Considerando-se que eles recebem 15 salários por ano (além do 13º, outros dois como ajuda de custo), essa cifra alcança a expressiva marca anual de R$ 632,17 milhões. Procurado pela reportagem, o Senado não informou quanto custa um senador (leia mais). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo deputado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom ressaltar que esse dinheiro não vai todo para o bolso dos parlamentares. Um deputado recebe atualmente salário bruto de R$ 12.847,20 (36 mínimos). Apesar de estar muito distante da realidade do cidadão comum, o salário de um parlamentar ainda está longe do teto do funcionalismo público (cerca de R$ 24,5 mil), que é quanto ganha um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, a série de regalias oferecidas com dinheiro público aos parlamentares é que costuma incomodar o eleitor. E são elas as maiores responsáveis pela inflação do chamado custo deputado. São R$ 50.815,62 todos os meses para a contratação de assessores de confiança dos parlamentares em seus gabinetes. Com esse dinheiro, podem ser contratados de cinco a 20 funcionários, com salários entre R$ 350 e R$ 6 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Regimento da Casa veda que esses servidores desempenhem funções que não sejam de caráter legislativo, mas não é raro encontrar assessores de parlamentares nos estados, durante o período eleitoral, auxiliando nas campanhas. Nas duas últimas semanas, alguns chegaram a ser demitidos por serem funcionários fantasmas (leia mais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodando por conta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da chamada verba de gabinete, o deputado tem direito a receber R$ 15 mil para cobrir despesas de suas atividades políticas no estado de origem. O dinheiro só é repassado mediante a apresentação de notas fiscais. Em abril, a Mesa Diretora da Câmara decidiu limitar a 30% da chamada verba indenizatória os gastos mensais dos deputados com combustível (R$ 4,5 mil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O restante pode ser usado na manutenção de escritórios, despesas com funcionários e em outros gastos ligados ao exercício do mandato. A fiscalização dessas despesas só se tornou mais severa em abril, quando um grupo de parlamentares foi flagrado apresentando notas fiscais frias para a compra de combustíveis. No ano passado, a Casa gastou R$ 41 milhões só para manter os carros dos parlamentares com o tanque cheio (leia mais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O limite, porém, não afetou o poder de locomoção dos parlamentares. Só em passagens aéreas, os deputados recebem entre R$ 4,1 mil e R$ 15,6 mil, dependendo do estado de origem. São três bilhetes por semana. De acordo com o Regimento da Câmara, o parlamentar pode solicitar o depósito da quantia em sua conta caso não utilize toda a cota. Detalhe curioso: mesmo os representantes do Distrito Federal, que moram em Brasília, têm direito a receber a cota mínima para se deslocarem país afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direito à moradia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Câmara gasta R$ 19 milhões por ano com moradia de deputados. O dinheiro seria suficiente para construir casas populares, com 55 metros quadrados cada, que resolveriam definitivamente o problema habitacional de 1.151 famílias brasileiras. Mas esta é só uma pequena parte do problema. A Casa tem 432 apartamentos funcionais, o que seria insuficiente para atender a todos os 513 deputados. Mas 217 unidades estão abandonadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, a Casa paga auxílio-moradia de R$ 3 mil a 295 parlamentares, inclusive deputados eleitos pelo Distrito Federal que têm residência própria em Brasília. Para completar, dois imóveis funcionais são ocupados por parlamentares cassados (leia mais). A maioria alega que os apartamentos da Câmara são grandes para uma só pessoa e estão sucateados. Por isso, preferem usar a verba pública e morar em hotéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contas pagas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as vantagens desfrutadas pelos deputados não param por aí. Para se manterem bem informados, todos têm direito a cinco assinaturas de jornais ou revistas. Além disso, dispõem de R$ 6 mil por ano para serviços de impressão gráfica. Essa verba, entretanto, é intransferível e não pode ser acumulada para o mês seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentemente dos senadores, os deputados não recebem um celular funcional com conta ilimitada. Mas têm direito a R$ 4.268,55 para gastarem com telefonemas e envio de cartas. No caso dos líderes e vice-líderes, essa cota aumenta para R$ 5.513. O telefone fixo instalado no gabinete, registrado em nome da Câmara, é de uso ilimitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menos benefício, mais salário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o líder da oposição na Câmara, José Carlos Aleluia (PFL-BA), o gasto com a manutenção de um deputado federal no Brasil não é alto, é mal distribuído. Segundo ele, o parlamentar deveria receber menos benefícios e um salário mais alto. "Deputado não poderia ganhar o salário que ganha", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cientista político João Augusto de Castro Neves, do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos (IBEP), também concorda que os gastos com os legisladores poderia ser menor se o aumento dos vencimentos fosse suficiente para cortar as regalias. "Se o salário fosse maior, poderia cortar esses benefícios e o parlamentar utilizaria esse dinheiro de forma mais eficiente", avalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neves argumenta que não é possível manter uma estrutura democrática sem custos, mas alerta para os possíveis exageros cometidos no Brasil. "Compensa (o gasto), não tem outra alternativa. Mas há excessos. Nos Estados Unidos essas regalias para todos é algo impensável. Acho que os parlamentares deveriam usar outros parâmetros para observar os exageros e tornar o Legislativo mais eficiente", sugere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, um parlamentar recebe anualmente US$ 162 mil (R$ 356 mil por ano, ou cerca de R$ 30 mil por mês) e não tem direito a benefícios como auxílio-moradia, passagens aéreas ou carros com motorista. As sessões legislativas ocorrem de segunda a sexta-feira e raramente são feitas convocações extraordinárias. Nos últimos 18 anos, o Congresso Nacional se reuniu 18 vezes durante o período do recesso, de maneira extraordinária. Apenas no início do ano, após pressão da opinião pública, os parlamentares decidiram acabar com a remuneração extra que recebiam por trabalhar no recesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formas de pagamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comparecimento, por aqui, só é obrigatório nas sessões deliberativas, ou seja, aquelas destinadas a votação. Além dos vencimentos mensais e do 13°, cada parlamentar recebe ainda um salário no início e no fim do ano, a título de ajuda de custo. O vencimento bruto de R$ 12.847,20 é depositado sem cortes desde que o parlamentar tenha registrado presença no plenário nos dias em que foram realizadas sessão para votações, em geral entre terça e quinta-feira, mesmo que nada tenha sido analisado. Em 2006, a Câmara convocou 109 dias de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O salário também é depositado integralmente quando o parlamentar justifica sua ausência por problemas de saúde ou por estar em "missão oficial", termo usado para viagens ou compromissos relacionados ao exercício do mandato. Nos bastidores, porém, vários congressistas admitem que recorrem ao argumento da missão oficial para escapar do corte nos vencimentos mesmo quando deixam de comparecer às sessões para participar de atos políticos e eleitorais em seus estados (leia mais sobre a assiduidade dos parlamentares).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desformatado, em relação ao original, mas digno de registro.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.congressoemfoco.com.br/Noticia.aspx?id=9301"&gt;Neste link&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quanto vale um deputado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Benefício  &lt;br /&gt;Valor&lt;br /&gt;Salário bruto  &lt;br /&gt;R$ 12.847,20&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verba de gabinete (para manutenção e pagamento de até vinte servidores) &lt;br /&gt;R$ 50.815,62 mensais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auxílio-moradia (para quem não mora em apartamento funcional)  &lt;br /&gt;R$ 3.000 mensais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verba indenizatória (para gastos no estado) &lt;br /&gt;R$ 15.000 mensais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cota postal e telefônica &lt;br /&gt;R$ 4.268 (deputados); R$ 5.513 (líderes, vice-líderes, presidentes e vice-presidentes de comissões permanentes) mensais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passagens aéreas (média da variação de preços entre os estados) &lt;br /&gt;R$ 12.405 mensais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revistas e jornais (média para cinco assinaturas) &lt;br /&gt;R$ 100 mensais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gastos com gráfica &lt;br /&gt;R$ 500 mensais (R$ 6 mil por ano)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Total por mês (média, cada deputado)&lt;br /&gt;R$ 99.467&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Total por ano (soma dos 513 deputados)&lt;br /&gt;R$ 612,4 milhões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verba para 13°, 14° e 15° salários&lt;br /&gt;R$ 19,77 milhões anuais (para os 513 deputados)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Total geral por ano (513 deputados)&lt;br /&gt;R$ 632,17 milhões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, finalmente: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Senado não divulga gastos&lt;br /&gt;Ao contrário da Câmara, Senado não revela dados sobre gastos com senadores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem tentou fazer a mesma análise nas contas do Senado, onde o vencimento bruto também é de R$ 12.847,20 e os senadores dispõem, ainda, de carro oficial para se locomoverem. Porém, a assessoria de imprensa da Casa informou que seria impossível repassar os dados e sugeriu como alternativa uma pesquisa sobre os custos de cada um dos 81 gabinetes parlamentares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surpreso com as benesses oferecidas pelo cargo, o ex-senador Darcy Ribeiro chegou a imortalizar a seguinte frase: "O Senado é melhor que o paraíso". Um espaço onde até mesmo as informações sobre os gastos públicos continuam inacessíveis. Em outro levantamento, publicado no início do ano, o Congresso em Foco também não obteve do Senado a lista de freqüência dos senadores relativa ao ano passado (leia mais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se que, além de invejável estrutura administrativa e dos funcionários de seus gabinetes, lotados nos estados pelos quais foram eleitos ou em Brasília, os senadores têm direito a um telefone celular funcional, cedido a cada parlamentar (leia mais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, os deputados acabam sendo mais expostos pela maior transparência da Câmara, que mantém atualizadas informações sobre gastos e assiduidade dos parlamentares. Dados que podem ser acessados, diariamente, na página da Casa na internet. Apesar dos recursos de que dispõe, o Senado não oferece a mesma ferramenta para que o eleitor fiscalize o seu representante."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a minha pergunta final: &lt;br /&gt;O TCU não tem poderes para investigar os gastos e divulgar os resultados?&lt;br /&gt;Como é possível que esses gastos permaneçam desconhecidos de quem paga?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115773028348591790?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115773028348591790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115773028348591790&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115773028348591790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115773028348591790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/61-quanto-custa-um-deputado.html' title='61) Quanto custa um deputado?'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115772671197772654</id><published>2006-09-08T11:38:00.000-03:00</published><updated>2006-09-08T11:45:12.000-03:00</updated><title type='text'>60) Tucanos desesperados?</title><content type='html'>Não tenho por costume reproduzir propaganda, a favor ou contra quem quer que seja. Mas, certas peças são reveladoras de um certo estado de espírito.&lt;br /&gt;No dia 8 de setembro, quando escrevo, tudo aponta para uma vitória do atual presidente ainda no primeiro turno.&lt;br /&gt;Daí o desespero de alguns setores de oposição com o que aparece como uma derrota inevitável.&lt;br /&gt;O material abaixo transcrito, e que vem sendo circulado na Internet, demonstra o que digo: em lugar de propostas próprias, afirmativas, acusações, em lugar de argumentos, invectivas.&lt;br /&gt;Não quero ser profeta, mas acho que o jogo já está jogado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MUITO IMPORTANTE. TEMOS QUE REVERTER A SITUAÇÃO DE NOSSO PAÍS.&lt;br /&gt;REPASSEM SEM MODERAÇÃO (Leia com atenção!!!) &lt;br /&gt;Saiu na página de abertura do UOL hoje que existe grande chance de 2º turno entre Lula e Alckmin!!! &lt;br /&gt;Isso significa que as pessoas estão raciocinando... &lt;br /&gt;Temos que continuar isso!!! &lt;br /&gt;Lembre-se SEMPRE que quem ganhou o plebiscito das armas foi a Internet... &lt;br /&gt;Se você não concorda com a bandalheira reinante, repasse...  &lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Se alguém, ainda tem alguma dúvida sobre o governo Lula, aí vão algumas informações. &lt;br /&gt;Vamos trabalhar para um voto mais consciente.! &lt;br /&gt;REPASSEM SEM MODERAÇÃO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"REALIZAÇÕES" DO GOVERNO LULA &lt;br /&gt;1) A MENOR TAXA DE CRESCIMENTO (2,3%) DA AMÉRICA DO SUL E A SEGUNDA MENOR DA AMÉRICA (SÓ GANHA DO HAITI). TAXA DE CRESCIMENTO MENOR QUE TODOS OS PAÍSES EMERGENTES E METADE DA MÉDIA MUNDIAL; &lt;br /&gt;2) TAXA DE CRESCIMENTO 47% MENOR QUE NOS PRIMEIROS ANOS DO GOVERNO FHC E IGUAL A MÉDIA DOS OITO ANOS DO GOVERNO FHC (LEVANDO-SE EM COMPARAÇÃO QUE FHC ENFRENTOU 5 CRISES INTERNACIONAIS - MÉXICO, ÁSIA, RÚSSIA, 11 DE SETEMBRO E ARGENTINA); &lt;br /&gt;3) LUCRO DOS BANCOS EM 3 ANOS DO GOVERNO LULA (44,12 BILHÕES) É MAIOR DO QUE TODO O LUCRO DOS BANCOS EM 8 ANOS DO GOVERNO FHC ( 35,9 BILHÕES)!; &lt;br /&gt;4) A DÍVIDA INTERNA SUPEROU O VALOR DE 1 TRILHÃO DE REAIS; &lt;br /&gt;5) A MAIOR TAXA DE JUROS REAL DO PLANETA, POR ISTO A FESTA DOS BANCOS; &lt;br /&gt;6) A CARGA TRIBUTÁRIA CRESCEU EM MAIS 3 PONTOS PERCENTUAIS DO PIB , SUFOCANDO AS EMPRESAS;&lt;br /&gt;7) A EXPLOSÃO DOS GASTOS PÚBLICOS;&lt;br /&gt;8) A SAFRA AGRÍCOLA EM TONELADAS DE GRÃOS REDUZIU-SE ENTRE 2004 E 2005; &lt;br /&gt;9) OS GASTOS SUNTUÓSOS DO PALÁCIO DO PLANALTO DISPARARAM, DOBRANDO EM RELAÇÃO AO PERÍODO FHC. OS CARTÕES CORPORATIVOS DA PRESIDÊNCIA FAZEM A FESTA DO PRESIDENTE E SUA ENTOURAGE; &lt;br /&gt;10) A FEBRE AFTOSA VOLTOU COM FORÇA TOTAL AO BRASIL; &lt;br /&gt;11) A TAXA DE CÂMBIO ESTÁ MAIS VALORIZADA DO QUE NA ÉPOCA DO GUSTAVO FRANCO, GERANDO IMPORTAÇÕES DE LUXO E PERDA PARA O SETOR AGROPECUÁRIO; &lt;br /&gt;12) O LUCRO DAS EMPRESAS ESTATAIS, TÃO COMEMORADO, ESTÁ INDO PARA FINANCIAR O SUPERÁVIT PRIMÁRIO; &lt;br /&gt;13) O INVESTIMENTO EM ESTRADAS CAIU AO NÍVEL MÍNIMO LEVANDO A CHAMADA OPERAÇÃO TAPA-BURACOS, A MAIOR ENGANAÇÃO E O MAIOR PROGRAMA DE CONTRATAÇÃO DE EMPRESAS SEM LICITAÇÃO DESDE O COLLOR;&lt;br /&gt;14) A RENDA PER CAPITA CRESCEU MEROS 0,8% EM 2005; &lt;br /&gt;15) OS EMPREGOS CRIADOS ESTÃO LONGE DO QUE FOI PROMETIDO NA CAMPANHA DE 2002; &lt;br /&gt;16) OS GASTOS EM PUBLICIDADE EM DOIS MESES DE 2006 CRESCERAM MAIS DE 60%; &lt;br /&gt;17) OS INVESTIMENTOS EM INFRA-ESTRUTURA FORAM PRATICAMENTE ZERO; &lt;br /&gt;18) A CRIMINALIDADE CRESCEU ASSUSTADORAMENTE; &lt;br /&gt;19) ESTÁ USANDO O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA (BOLSA ESCOLA DO GOVERNO FHC) UNICAMENTE COMO CAMPANHA POLÍTICA; (O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal-arcebispo D. Geraldo Majella Agnelo, afirmou nesta quinta-feira que o Bolsa Família é um programa assistencialista. "Quem está com fome deve receber seu alimento, mas não ficar assim, sendo estimulado a não fazer nada, ganhando R$ 60, R$ 80 por mês. Dê trabalho para todos."); &lt;br /&gt;20) Pensa que é o maior estadista do mundo, vive passeando no brinquedinho AEROLULLA; &lt;br /&gt;21) NÃO SABE NADA DO QUE ESTÁ ACONTECENDO NO SEU GOVERNO. NEM MESMO NO PT!!; &lt;br /&gt;22) FECHA OS OLHOS PARA AS INVASÕES BRUTAIS DO MST;&lt;br /&gt;23) FARSA DA QUITAÇÃO DA DÍVIDA COM O FMI - O BRASIL ELIMINOU EMPRÉSTIMOS EM DÓLARES, A JUROS BARATOS de 6 a 7 % a.a. E TROCOU POR OUTROS EM REAIS, COM JUROS EXORBITANTES DE 18% a.a. &lt;br /&gt;24) A CORREÇÃO DAS APOSENTADORIAS SERÁ DE 3%; &lt;br /&gt;25) O TÃO FESTEJADO "FOME ZERO" NUNCA SAIU DO PAPEL; &lt;br /&gt;26) COM SUA MIRABOLANTE POLÍTICA EXTERNA, CONSEGUIU FAZER O BRASIL SER HUMILHADO ATÉ PELA BOLÍVIA, NO CASO DO GÁS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENQUANTO ISTO : &lt;br /&gt;O FILHO DO PRESIDENTE, LULINHA, DE BIÓLOGO PASSOU A GRANDE EMPRESÁRIO GANHANDO 5 MILHÕES DE PRESENTE DA TELEMAR. &lt;br /&gt;O MAIOR "CASE" DE SUCESSO EMPRESARIAL JÁ VISTO NO MUNDO; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E OS DEPUTADOS MENSALEIROS CONTINUAM RECEBENDO A PROTEÇÃO DO PT: SÃO "PERDOADOS" NO CONGRESSO E O SILÊNCIO DO PRESIDENTE AUMENTA A IMPUNIDADE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RELAÇÃO DE MARACUTAIAS DO GOVERNO LULLA! &lt;br /&gt;1) Correios &lt;br /&gt;2) IRB &lt;br /&gt;3) Portugal Telecom &lt;br /&gt;4) Leão &amp; Leão (República de Ribeirão) &lt;br /&gt;5) Celso Daniel com morte de 7 testemunhas (até agora) &lt;br /&gt;6) Interbrazil &lt;br /&gt;7) Cartões de crédito corporativos da presidência &lt;br /&gt;8) Farra com o fundo partidário &lt;br /&gt;9) Daniel Dantas &lt;br /&gt;10) Toninho da Barcelona &lt;br /&gt;11) Toninho de Campinas &lt;br /&gt;12) Duda Mendonça &lt;br /&gt;13) Mensalão &lt;br /&gt;14) Waldomiro Diniz &lt;br /&gt;15) Fundos de pensão e o Marcelo Sereno &lt;br /&gt;16) Gushiken &lt;br /&gt;17) Gilberto Carvalho &lt;br /&gt;18) Juscelino Dourado &lt;br /&gt;19) José Dirceu &lt;br /&gt;20) Delúbio &lt;br /&gt;21) Roberto Teixeira &lt;br /&gt;22) Excessos etílicos do presidente &lt;br /&gt;23) Aerolula &lt;br /&gt;24) FARC &lt;br /&gt;25) Baltazar (armas RJ) &lt;br /&gt;26) Osasco &lt;br /&gt;27) Foro de São Paulo &lt;br /&gt;28) ONG Ágora &lt;br /&gt;29) Miro Teixeira &lt;br /&gt;30) INSS RJ &lt;br /&gt;31) Palocci 1 e Palocci 2 &lt;br /&gt;32) Furnas &lt;br /&gt;33) Paulo Okamoto e SEBRAE &lt;br /&gt;34) Cueca dos dólares e João Adalberto &lt;br /&gt;35) Firma do Lulinha &lt;br /&gt;36) Citibank &lt;br /&gt;37) Luís Favre, aliás Felipe Belisario, contas no Caribe, esquema da Martaxa, emprego no Duda 3 Severino &lt;br /&gt;39) Jeany Mary Corner &lt;br /&gt;40) Casa da Moeda e seu presidente &lt;br /&gt;41) Ciro Gomes e seu secretário &lt;br /&gt;42) Passeio da cadelinha Michelle em carro oficial &lt;br /&gt;43) Passeio da Benedita da Silva em Buenos Aires &lt;br /&gt;44) Trevisan &lt;br /&gt;45) Manuel Dutra &lt;br /&gt;46) Glenio Guedes &lt;br /&gt;47) Anderson Adauto &lt;br /&gt;48) Paulo Pimenta e o seu dossiê fajuto &lt;br /&gt;49) Pororoca &lt;br /&gt;50) David Messer &lt;br /&gt;51) Boa idéia: Lula &lt;br /&gt;52) Passeio de Boeing dos filhos do Lula &lt;br /&gt;53) Marta e o esquema do lixo em São Paulo &lt;br /&gt;54) Esquema do lixo em todas as demais prefeituras (Ribeirão, Matão...) &lt;br /&gt;55) Esquema do Bingo &lt;br /&gt;56) Esquema dos ônibus &lt;br /&gt;57) Grana ilegal para o MST, UNE, UBES &lt;br /&gt;58) FAT &lt;br /&gt;59) BMG e o crédito consignado &lt;br /&gt;60) Buratti &lt;br /&gt;61) José Mentor e o abafa da CPI do Banestado &lt;br /&gt;62) Acordo com o Maluf &lt;br /&gt;63) Dinheiro do BNDES para O Globo &lt;br /&gt;64) Reforma do apê do Gilberto Gil &lt;br /&gt;65) Fundos exclusivos &lt;br /&gt;66) Plataformas, gás natural da Petrobrás &lt;br /&gt;67) Jacó Bittar &lt;br /&gt;68) Marcos Valério, Banco Rural, valerioduto, embaixador em Portugal &lt;br /&gt;69) Aloisio Mercadante e o caixa 2 &lt;br /&gt;70) Olívio Dutra e o Bingo/Bicho no RS &lt;br /&gt;71) Blindagem &lt;br /&gt;72) Professor Luizinho e o Cohiba nas festas do Gran Bittar &lt;br /&gt;73) Madeireiras do Pará, corrupção no IBMA e a Senadora Ana Júlia &lt;br /&gt;74) Greenhalg, caso celso Daniel, caso Lubeca, indenizações milionárias &lt;br /&gt;75) Hugo Werle e a madeira do MT &lt;br /&gt;76) Roberto Marques, amigo do Zé Dirceu &lt;br /&gt;77) Silvinho e o Land Rover &lt;br /&gt;78) Genoíno &lt;br /&gt;79) Najun Turner &lt;br /&gt;80) Caso dos vampiros da saúde (Humberto Costa) &lt;br /&gt;81) Outdoors da Ideli Salvatti em SC &lt;br /&gt;82) Henrique Pizzolato &lt;br /&gt;83) Luiz Gonzaga da Silva (Gegê), acusado de homicídio &lt;br /&gt;84) Ivan Guimarães e o Banco Popular &lt;br /&gt;85) Estrela vermelha nos jardins do Alvorada &lt;br /&gt;86) Morte por fome dos indiozinhos de Dourados (MS) &lt;br /&gt;87) Festa com dinheiro público para comemorar a expulsão da Heloisa Helena &lt;br /&gt;88) Compra do apê da ex-esposa do Dirceu &lt;br /&gt;89) Intervenção ilegal na Saúde do RJ &lt;br /&gt;90) Os 300.000 dos advogados do Delúbio e os honorários do Aristides Junqueira &lt;br /&gt;91) Medalha Rio Branco para o Severino (essa dói no coração!) &lt;br /&gt;92) Suspensão dos benefícios dos velhinhos acima de 80 pelo Berzoini &lt;br /&gt;93) Dinheiro para a transoceânica no Peru e corte de verbas do Rodoanel de SP &lt;br /&gt;94) Superfaturamento de contratos de patrocínio do esporte pelo BB &lt;br /&gt;95) Caixa 2 de Tocantins e Márcia Barbosa &lt;br /&gt;96) Uso indevido da CIDE dos combustíveis &lt;br /&gt;97) Compra de votos no 1o turno da eleição para presidente do PT &lt;br /&gt;98) Propina de Taiwan para a campanha do Lula &lt;br /&gt;99) Compra do PL e José Alencar por 10 milhões no quarto ao lado do Lula. &lt;br /&gt;100) Jóias presenteadas da D. Marisa Letícia &lt;br /&gt;Só isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115772671197772654?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115772671197772654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115772671197772654&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115772671197772654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115772671197772654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/60-tucanos-desesperados.html' title='60) Tucanos desesperados?'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115715631276805775</id><published>2006-09-01T21:17:00.000-03:00</published><updated>2006-09-01T21:18:32.783-03:00</updated><title type='text'>59) Um discurso indignado: Senador Jefferson Peres se despede antecipadamente</title><content type='html'>Pronunciamento do Sen. Jefferson Peres em 30.08.2006 no plenário do Senado Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, depois de uma longa ausência de algumas semanas, volto a esta Tribuna para manifestar o meu desalento com a vida pública deste País. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de estar aqui discutindo, a respeito das riquezas naturais do Brasil, e não como falarei, sobre algo muito pior: a dilapidação do capital ético deste País. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senador José Jorge, poderíamos não ter um barril de petróleo nem um metro cúbico de gás, mas poderíamos ser uma das potências mundiais em termos de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Japão não tem nada. Não tem petróleo, gás ou riquezas minerais. A Coréia do Sul também não tem nada disso, e nos dá um banho em termos de desenvolvimento não apenas econômico, mas também humano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está faltando mesmo a este País e sempre faltou é uma elite dirigente com compromisso com a coisa pública, capaz de fazer neste País o que precisaria ser feito: investimento em capital humano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam que País é este. Estamos aqui com seis Senadores em pleno mês de agosto, porque estamos em recesso branco. Por que não se reduz a campanha eleitoral a trinta dias e transfere-se o recesso de julho para setembro? Nós ficaríamos com o Congresso aberto, de Casa cheia, até 31 de agosto. Faríamos trinta dias de campanha em recesso oficial, remunerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos aqui no faz-de-conta. Como disse o Ministro Marco Aurélio, este é o País do faz-de-conta. Estamos fingindo que fazemos uma sessão do Senado, estamos em casa sem trabalhar. Estou em Manaus há quase um mês, recebendo, sem fazer nada " para o Congresso Nacional, pelo menos. Como se ter animação em um País como este com um Presidente que, até poucos meses atrás, era sabidamente " como o é " um Presidente conivente com um dos piores escândalos de corrupção que já aconteceu neste País e este Presidente está marchando para ser eleito, talvez, em primeiro turno? É desinformação da população? Não, não é. Se fizermos uma enquete em qualquer lugar deste País, todos concordarão, ou a grande maioria, que o Presidente sabia de tudo. Então, votam nele sabendo que ele sabia. A crise ética não é só da classe política, não. Parece que ela atinge grande parte da sociedade brasileira. Ele vai voltar porque o povo quer que ele volte. Democracia é isso. Curvo-me à vontade popular, mas inconformado. Esta será uma das eleições mais decepcionantes da minha vida. É a declaração pública, solene, histórica do povo brasileiro de que desvios éticos por parte de governantes não têm mais importância. Isso vem até da classe dos intelectuais, dos artistas. Que episódio deplorável aquele que aconteceu no Rio de Janeiro semana passada! Artistas, numa manifestação de solidariedade ao Presidente, com declarações cínicas, desavergonhadas! Um compositor dizer que "política é isso mesmo, fez o que deveria fazer", o outro dizer que "política é meter a mão na 'm...'"! Um artista, em qualquer país do mundo, é a consciência crítica de uma nação. Aqui é essa, é isso que é a classe artística brasileira, pelo menos uma grande parte dela, é o povo conivente com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pior, pior ainda: os artistas estão fazendo isso em interesse próprio, porque recebem de empresas públicas contratos milionários - isso é a putrefação moral deste País - , e o povo vai reconduzir o Presidente porque "política é isso mesmo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho quatro anos de Senado. Não me candidatarei em 2010, não quero mais viver a vida pública. Vou cumprir o mandato que o povo do Amazonas me deu, não vou silenciar. Ele pode ser eleito com 99,9%. Eu estarei aí na tribuna dizendo que ele deveria ter sido mesmo destituído. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ele fez é muito grave. É muito grave. Curvo-me à vontade popular, mas não sem o sentimento de profunda indignação. A classe política já nem se fala, essa já apodreceu há muito tempo mesmo. Este Congresso que está aqui, desculpem-me a franqueza, é o pior de que já participei. É a pior legislatura da qual já participei. Nunca vi um Congresso tão medíocre. Claro, com uma minoria ilustre, respeitável, a quem cumprimento. Mas uma maioria, infelizmente, tão medíocre, com nível intelectual e moral tão baixo, eu nunca vi. O que se pode esperar disso aí? Não sei. Eu não vou mais perder o meu tempo. Vou continuar protestando sempre, cumprindo o meu dever. Não teria justificativa dizer que não vou fazer mais nada. Vou cumprir rigorosamente o meu dever neste Senado até o último dia de mandato, mas para cá não quero mais voltar, não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um País que tem um Congresso desse, que tem uma classe política dessa, que tem um povo...  dizem que político não deve falar mal do povo. Eu falo, eu falo. Parte da população que compactua com isso? É lamentável. E que sabe. Não é por desinformação, não. E que não é só o povão, não. É parte da elite, inclusive intelectual. Compactuam com isso é porque são iguais, se não piores. Vou continuar nessa vida pública? Para quê, para mim, chega!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou continuar pelejando pelos jornais e por todos os meios possíveis, mas, como ator na vida política e na vida pública deste País, depois de 2010, não quero mais! Elejam quem vocês quiserem! Podem chamar até o Fernandinho Beira-Mar e fazê-lo Presidente da República - ele não vai com o meu voto, mas, se quiserem, façam-no. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu desalento é profundo. Deixo isso registrado nos Anais do Senado Federal. Infelizmente, eu gostaria de estar fazendo outro tipo de pronunciamento, mas falo o que penso, perdendo ou não votos " pouco me importa". Aliás, eu não quero mais votos mesmo, pois estou encerrando a minha vida pública daqui a quatro anos, profundamente desencantado com ela.&lt;br /&gt;Muito obrigado, Sr. Presidente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115715631276805775?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115715631276805775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115715631276805775&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115715631276805775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115715631276805775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/59-um-discurso-indignado-senador.html' title='59) Um discurso indignado: Senador Jefferson Peres se despede antecipadamente'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115713211399641552</id><published>2006-09-01T14:32:00.000-03:00</published><updated>2006-09-01T14:35:14.023-03:00</updated><title type='text'>58) Lula: ausente do debate do jornal O Globo</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Longe da 'praça pública de debates'&lt;/span&gt;                                                                          &lt;br /&gt;O Globo, 1/9/2006                                                                 &lt;br /&gt;                                                                         &lt;br /&gt;  Lula recusa convite do GLOBO para ser entrevistado por colunistas  do    &lt;br /&gt;  jornal                                                                   &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  Um dia depois de comparecer à abertura do 6º Congresso Brasileiro de     &lt;br /&gt;  Jornais, onde, em discurso lido, defendeu o papel da imprensa como "a    &lt;br /&gt;  grande praça pública de debates", o presidente Luiz Inácio Lula da Silva &lt;br /&gt;  mandou avisar que não participaria da série de entrevistas do GLOBO com  &lt;br /&gt;  os  candidatos à Presidência. O aviso de sua ausência foi feito apenas   &lt;br /&gt;  quarta-feira à noite, embora estivesse convidado a participar desde o dia&lt;br /&gt;  1º de agosto. Segundo informações do Palácio do Planalto, Lula também não&lt;br /&gt;  comparecerá a entrevistas nos jornais "O Estado de S.Paulo" e "Folha de  &lt;br /&gt;  S.Paulo".                                                                &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  Lula iria encerrar a série de entrevistas, ontem à tarde. Na             &lt;br /&gt;  segunda-feira o entrevistado foi Cristovam Buarque (PDT); na terça,      &lt;br /&gt;  Heloísa Helena (PSOL); e na quarta, Geraldo Alckmin (PSDB). Como os      &lt;br /&gt;  demais  candidatos, Lula seria entrevistado por colunistas do GLOBO,     &lt;br /&gt;  entre eles os  escritores Luis Fernando Verissimo, Paulo Coelho e João   &lt;br /&gt;  Ubaldo Ribeiro, e  os jornalistas Elio Gaspari, Tereza Cruvinel, Merval  &lt;br /&gt;  Pereira, Jorge Bastos  Moreno, Zuenir Ventura, Ancelmo Gois, Míriam      &lt;br /&gt;  Leitão, Chico Caruso, Flávia  Oliveira, Fernando Calazans, Artur Xexéo,  &lt;br /&gt;  Cora Rónai, Artur Dapieve,  Joaquim Ferreira dos Santos e Arnaldo Bloch. &lt;br /&gt;  O formato das entrevistas foi  o mesmo usado na eleição de 2002, quando  &lt;br /&gt;  Lula esteve no auditório do  GLOBO, assim como seus adversários de então:&lt;br /&gt;  José Serra (PSDB), Anthony  Garotinho (PSB) e Ciro Gomes (PPS).          &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  Segundo Lula disse no Congresso de Jornais, antes de decidir faltar à    &lt;br /&gt;  entrevista, "a liberdade de imprensa não pode ser um valor relativo". E  &lt;br /&gt;  ele acrescentou: "Minha história política se deve muito à imprensa livre &lt;br /&gt;  e  independente".                                                        &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  ANCELMO GOIS: "Em setembro de 2002, o  senhor, como candidato, deu       &lt;br /&gt;  entrevista a colunistas do GLOBO. Na época,  fiz uma pergunta sobre a    &lt;br /&gt;  escalada da violência. O senhor criticou FH, que,  em oito anos, só tinha&lt;br /&gt;  se reunido duas vezes com os governadores para  tratar da dívida dos     &lt;br /&gt;  estados, e nunca para discutir temas como a  violência. O senhor defendeu&lt;br /&gt;  ainda a idéia de o governo federal coordenar  o combate nacional ao      &lt;br /&gt;  narcotráfico e ao crime organizado. O senhor não  acha que faltou ao     &lt;br /&gt;  presidente ter ouvido o candidato Lula?"                                 &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LUIS FERNANDO VERISSIMO: "O senhor  acabou fazendo um governo mais       &lt;br /&gt;  social-democrata do que se esperava. No seu  segundo mandato pode se     &lt;br /&gt;  esperar um Lula ainda mais de centro atrás do  consenso ou mais de       &lt;br /&gt;  esquerda?"                                                               &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  ELIO  GASPARI: "O senhor conversou com Paulo Okamotto a respeito da      &lt;br /&gt;  dívida de  R$29 mil que o PT lhe cobrou? Ele diz que não quis ficar      &lt;br /&gt;  'enchendo o seu  saco com uma coisa como essa'. Quando a dívida sumiu, o &lt;br /&gt;  senhor teve a  curiosidade de descobrir como ela foi quitada?"           &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  MERVAL PEREIRA: 1. "O senhor, certa vez, no auge da crise  do mensalão,  &lt;br /&gt;  se disse traído. Em seguida, por diversas vezes, esteve  reunido, pública&lt;br /&gt;  ou privadamente, com vários membros do PT envolvidos nas  denúncias, e   &lt;br /&gt;  sempre teve palavras de incentivo a eles. Chegou a dizer  certa vez que  &lt;br /&gt;  ninguém deveria abaixar a cabeça, e que os companheiros que  erraram não &lt;br /&gt;  podem ser desprezados. Afinal, o senhor foi ou não traído? E  por quem?" &lt;br /&gt;  2. "Quando, recentemente, o senhor disse, em reunião com  intelectuais em&lt;br /&gt;  São Paulo, que política a gente faz com quem a gente tem,  e não com quem&lt;br /&gt;  a gente quer, estava concordando com os artistas que, no  Rio, admitiram &lt;br /&gt;  que política se faz metendo a mão na merda e, mais que  isso, admitindo  &lt;br /&gt;  que a real política o levou a fazer uso de esquemas como o  mensalão para&lt;br /&gt;  organizar sua maioria no Congresso?" 3. "Por melhor que seja  a situação &lt;br /&gt;  econômica internacional, por melhores que sejam os números da  economia  &lt;br /&gt;  brasileira hoje, o crescimento continua tão medíocre quanto no  governo  &lt;br /&gt;  anterior, que o senhor tanto critica. Proporcionalmente, seus  resultados&lt;br /&gt;  são até piores, pelas condições da economia internacional, sem  crises e &lt;br /&gt;  com o mundo crescendo a taxas muito maiores que as do Brasil. O  que está&lt;br /&gt;  dando errado?"                                                           &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  ZUENIR  VENTURA: "Como candidato, o senhor promete investir em           &lt;br /&gt;  infra-estrutura,  cortas gastos e reduzir impostos. Por que o senhor não &lt;br /&gt;  fez isso como  presidente?"                                              &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  TEREZA CRUVINEL: "Para  formar uma base parlamentar, seu governo cooptou &lt;br /&gt;  partidos e políticos que  nunca tiveram nada a ver com o PT e com suas   &lt;br /&gt;  idéias. PL, PP e PTB, que  vieram a ser conhecidos como partidos do      &lt;br /&gt;  mensalão. Agora, disputando a  reeleição, o senhor tem o apoio de        &lt;br /&gt;  candidatos de mesmo perfil, como o  senador Crivella no Rio, Newton      &lt;br /&gt;  Cardoso em Minas, e de candidatos a  deputado envolvidos nos escândalos  &lt;br /&gt;  recentes. O senhor não acha que com  isso está criando as condições para &lt;br /&gt;  que os mesmos erros e delitos  políticos se repitam num eventual segundo &lt;br /&gt;  mandato?"                                                                &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  JORGE BASTOS MORENO:  "Presidente, se, como o senhor diz, está para      &lt;br /&gt;  nascer alguém que possa dar  lição de ética para o senhor, já apareceu   &lt;br /&gt;  algum companheiro seu para dar a  ficha técnica dos seus maiores aliados &lt;br /&gt;  políticos em Minas, Pará e Rio de  Janeiro?"                             &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  ARTUR XEXÉO: Na campanha  de 2002, o senhor se orgulhava de ser o o único&lt;br /&gt;  candidato "que participou  de todos os debates desde 1989". Estamos a um &lt;br /&gt;  mês das eleições de 2006 e,  até agora, o senhor não participou de debate&lt;br /&gt;  algum. Há alguma chance de  antes do dia 1o de outubro o senhor voltar a &lt;br /&gt;  se orgulhar daquele  comportamento?                                      &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  CORA RÓNAI:  "Presidente, o senhor se considera um bom pai?"             &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  CHICO CARUSO: "O senhor é a favor ou contra o sistema de  cotas raciais  &lt;br /&gt;  para acesso a universidades?"                                            &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  ARNALDO BLOCH: "O Lula que aparece hoje no horário  gratuito é um ser    &lt;br /&gt;  independente, sem filiação partidária, sem companheiros  históricos, um  &lt;br /&gt;  herói solitário. Expurgar o PT da sua trajetória política  não é faltar  &lt;br /&gt;  com a verdade? Não é ser injusto com aqueles que se  mantiveram fiéis e  &lt;br /&gt;  não pactuaram com a corrupção, a 'banda boa'? Não é  como dar um soco na &lt;br /&gt;  militância que, ao longo das décadas, o ajudou a  sobreviver             &lt;br /&gt;  politicamente? Enfim, uma vez que virou as costas ao PT,  gostaria de    &lt;br /&gt;  saber com que partido o senhor se identifica hoje, já que, a  exemplo da &lt;br /&gt;  última campanha, continua a trocar apoios com uma gama bastante  variada &lt;br /&gt;  de tendências políticas".                                                &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  MÍRIAM LEITÃO: "Candidato, ainda que a grande dúvida sobre  seu governo  &lt;br /&gt;  seja no campo da corrupção, o senhor muda tanto de explicação  para os   &lt;br /&gt;  escândalos que ficarei em outro tema. O senhor me disse, numa  entrevista&lt;br /&gt;  em 2002, a seguinte frase: 'Míriam, eu vou te dizer uma coisa  porque eu &lt;br /&gt;  quero que você me cobre depois: eu vou fazer reforma agrária sem  uma    &lt;br /&gt;  ocupação e sem uma morte'. Atendendo ao pedido, aqui vai a cobrança:     &lt;br /&gt;  foram 880 ocupações e 72 mortes pelos dados oficiais do seu governo que  &lt;br /&gt;  vão apenas até março. Como o senhor explica ter errado tanto?"           &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  FERNANDO CALAZANS: "Presidente,  quais foram a maior vitória e a maior   &lt;br /&gt;  derrota de seu governo?"                                                 &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  JOAQUIM FERREIRA DOS SANTOS:  "Afinal, o que é ética para o senhor? Serve&lt;br /&gt;  para o PT?"                                                              &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  FLÁVIA OLIVEIRA: "A carta  tributária no Brasil vem aumentando           &lt;br /&gt;  sistematicamente desde os anos 90. No  governo Lula, atingiu seu mais    &lt;br /&gt;  alto nível histórico. Segundo dados da  própria Receita Federal, a carga &lt;br /&gt;  tributária em 2005 alcançou 37,37% do  PIB. Para o empresariado nacional,&lt;br /&gt;  o peso dos impostos é o principal  entrave ao crescimento e à            &lt;br /&gt;  competitividade da economia, em razão dos  custos que impõe à produção e &lt;br /&gt;  à concorrência desleal dos sonegadores. O  senhor concorda com essa      &lt;br /&gt;  afirmação? O que pretende fazer para diminuir a  carga tributária e fazer&lt;br /&gt;  quem sonega acertar as contas com o Fisco?"                              &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  JOÃO UBALDO RIBEIRO: "Por que o  senhor se considera o melhor candidato a&lt;br /&gt;  presidente da República? Sua  eleição foi vista como a expressão de um   &lt;br /&gt;  desejo de mudanças importantes,  estruturais mesmo, por parte do         &lt;br /&gt;  eleitorado. O senhor acha que promoveu  essas mudanças? Caso afirmativo, &lt;br /&gt;  quais são elas? O senhor fez inúmeras  referências às 'elites' que o     &lt;br /&gt;  repudiam e lhe fazem oposição. O senhor  poderia especificar que elites  &lt;br /&gt;  são essas?"                                                              &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  ARTUR DAPIEVE: "Durante seu governo, o senhor pleiteou um  papel de líder&lt;br /&gt;  não apenas regional, mas também mundial para o Brasil,  articulando uma  &lt;br /&gt;  cadeira no Conselho de Segurança da ONU e mandando tropas  para o Haiti, &lt;br /&gt;  por exemplo. Apesar disso, assistiu passivamente a Hugo  Chávez assumir  &lt;br /&gt;  este papel, inclusive pela intromissão na política de  outros países.    &lt;br /&gt;  Qual será a política brasileira para a Venezuela caso o  senhor conquiste&lt;br /&gt;  o segundo mandato?"                                                      &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  PAULO COELHO: "Depois de uma grande expectativa  internacional criada em &lt;br /&gt;  torno de sua eleição para presidente, que resultou  inclusive em uma     &lt;br /&gt;  consagradora acolhida em Davos que eu tive oportunidade  de presenciar,  &lt;br /&gt;  me parece que a visão estrangeira da política na América  Latina está    &lt;br /&gt;  sendo marcada por outros mandatários no continente. A política  exterior &lt;br /&gt;  brasileira tem sido bastante coerente, mas as negociações em Doha        &lt;br /&gt;  terminaram em um retumbante fracasso - que, diga-se de passagem, não é   &lt;br /&gt;  culpa do Brasil. O país tem um 'plano B' para a Organização Mundial de   &lt;br /&gt;  Comércio? É possível uma pressão conjunta com outros governantes da      &lt;br /&gt;  América Latina, evitando cair na armadilha do discurso demagógico e      &lt;br /&gt;  inútil  de alguns deles?"                                                &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  LULA:                                                                    &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  Prejuízo ao  debate                                                      &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  A DECISÃO do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não participar da   &lt;br /&gt;  série de entrevistas do GLOBO com os candidatos atende a uma conveniência&lt;br /&gt;  eleitoral.                                                               &lt;br /&gt;                                                                           &lt;br /&gt;  É UM truque, uma esperteza de ocasião, em prejuízo do debate  democrático&lt;br /&gt;  e contra a necessidade de os eleitores melhorarem a qualidade  do seu    &lt;br /&gt;  voto a partir do conhecimento das propostas e do pensamento de quem  lhes&lt;br /&gt;  pede um crédito de confiança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115713211399641552?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115713211399641552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115713211399641552&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115713211399641552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115713211399641552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/58-lula-ausente-do-debate-do-jornal-o.html' title='58) Lula: ausente do debate do jornal O Globo'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115712116970666976</id><published>2006-09-01T11:30:00.000-03:00</published><updated>2006-09-01T11:32:49.730-03:00</updated><title type='text'>57) Ainda na serie "escatologia diplomatica"</title><content type='html'>Do jornal El Mercurio, do Chile: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTERNACIONAL&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lula habría dicho que "Chile es una mierda", según libro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Miércoles 30 de Agosto de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se le soltó la lengua. (Foto: AP).&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;SAO PAULO.- El presidente de Brasil, Luis Inacio Lula da Silva usó palabras ofensivas contra el presidente de Argentina, Néstor Kirchner y el ex presidente de Uruguay, Jorge Batlle, tras beber tres whiskys en una cena, informa hoy el diario "Folha de Sao Paulo", citando un libro de dos periodistas brasileños. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;También habría atacado a Chile. "Chile es una mierda. Chile es una broma. Ellos hacen acuerdos con los americanos. Quieren que uno se joda por aquí. Ellos se cagan en nosotros".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En el libro "Viajes con el Presidente" los periodistas Eduardo Scolese y Leonencio Nossa, que realizan la cobertura informativa sobre el Palacio del Planalto, sede de la presidencia brasileña, se refieren a una cena realizada en la embajada de Brasil en Tokio, en mayo de 2005, en la que frente a unas 20 personas el mandatario soltó palabrotas contra los presidentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hay momentos, mis queridos, que tengo ganas de mandar a Kirchner a la puta que lo parió", habría afirmado Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre el entonces presidente de Uruguay, Lula habría dicho: "Aquel no es uruguayo, carajo. Aquel fue criado en los Estados Unidos. Es cachorro de los (norte)americanos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los estancieros brasileños tampoco se habrían salvado de los improperios del presidente. "Hay que acabar con esa mierda de los estancieros que a cada rato vienen a pedirle dinero al gobierno". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En la seguna página del libro los autores relatan el primer diálogo entre Lula y el ex presidente de Brasil, Fernando Henrique Cardoso al día siguiente a la victoria del ex sindicalista en 2002. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Fernando, cómo haces para hacerte una escapadita", le preguntó Lula a Cardoso, que respondió. "Es imposible, Lula... imposible. Aquí hay 'ayudante de órdenes' (espías, soplones) por todos lados". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula aparece en el libro como alguien que ironiza sobre sus auxiliares, que puede llegar a ser bastante ríspido y que usa palabras ofensivas con mucha frecuencia, indica el medio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, los autores destacan que sus auxiliares no se incomodan por ello, por el contrario, "oír una palabrota (del presidente) puede significar estatus" frente a Lula, señalan.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115712116970666976?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115712116970666976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115712116970666976&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115712116970666976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115712116970666976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/09/57-ainda-na-serie-escatologia.html' title='57) Ainda na serie &quot;escatologia diplomatica&quot;'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115703332345501542</id><published>2006-08-31T11:07:00.000-03:00</published><updated>2006-08-31T11:08:43.550-03:00</updated><title type='text'>56) Da série "escatologia diplomática"</title><content type='html'>INFORMAÇÃO e OPINIÃO -IOCM- !&lt;br /&gt;ex-Blog do Cesar Maia  31/08/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LULA -DEPOIS DE TRÊS AMARELINHAS- OFENDE CHEFES DE ESTADO DE NAÇÕES AMIGAS!&lt;br /&gt;Do livro recém lançado "Dois Repórteres no Encalço de Lula do Planalto ao Exterior, de Scolese e Nossa.&lt;br /&gt;Folha de SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Scolese e Nossa relatam jantar na embaixada do Brasil em Tóquio, no final de maio de 2005, presentes cerca de 20 pessoas, todos brasileiros, no qual, após beber três doses de uísque e com a quarta ao meio, o presidente diz coisas como: "Tem horas, meus caros, que eu tenho vontade de mandar o Kirchner para a puta que o pariu". "Aquele lá [referindo-se a Jorge Battle, então presidente do Uruguai] não é uruguaio porra nenhuma. Aquele lá foi criado nos Estados Unidos. É filhote dos americanos." "O Chile é uma merda. O Chile é uma piada.&lt;br /&gt;Eles fazem os acordos lá deles com os americanos. Querem mais é que a gente se foda por aqui. Eles estão cagando para nós." Sobrou também para os fazendeiros: "Tem que acabar com essa porra de fazendeiros que toda hora vem pedir dinheiro ao governo".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115703332345501542?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115703332345501542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115703332345501542&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115703332345501542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115703332345501542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/56-da-srie-escatologia-diplomtica.html' title='56) Da série &quot;escatologia diplomática&quot;'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115634038113642652</id><published>2006-08-23T10:37:00.000-03:00</published><updated>2006-08-23T10:39:41.166-03:00</updated><title type='text'>55) Promessas vazias?: aposta da candidata HH</title><content type='html'>Jornal Zero Hora, 23 de agosto de 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que há de viável no que ela promete&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;CAROLINA BAHIA/ Agência RBS/Brasília&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sensação das pesquisas eleitorais, é com a imagem de guerreira indignada que a senadora Heloísa Helena, do P-Sol conquistou grande parcela de simpatia junto ao eleitorado. Até chegar ao Palácio do Planalto, porém, o caminho é longo. Se essa alagoana arretada conseguisse a proeza de assumir a cadeira de presidente da República teria pela frente o desafio de tirar difíceis promessas do papel. De acordo com especialistas consultados por Zero Hora, algumas das ações só seriam viáveis sob o jugo de um governo autoritário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As propostas de Heloísa Helena &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Reforma agrária&lt;br /&gt;Heloísa Helena: &lt;br /&gt;"Vou fazer a reforma que ninguém fez. Vou assentar 1 milhão de famílias." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise &lt;br /&gt;Ivaldo Gehlen, professor de Sociologia da UFRGS: &lt;br /&gt;"A promessa de Lula, em 2002, também era assentar 1 milhão de famílias. Mas logo no primeiro ano de governo, baixou a meta para 400 mil. É uma promessa de difícil execução. A possibilidade é remota. Um assentado custa entre R$ 20 mil a R$ 30 mil. Seriam necessários R$ 30 bilhões para cumprir essa meta. Além disso, ela enfrentaria resistência do Congresso e de outras áreas, que apresentam suas demandas sociais." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Política econômica &lt;br /&gt;Heloísa Helena: &lt;br /&gt;"É essencial aumentar os investimentos em saúde, com a redução da taxa de juros, o combate à corrupção e a extinção da Desvinculação dos Recursos da União (DRU), que saqueia mais de 20% da CPMF e da Previdência Social." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise &lt;br /&gt;Raul Velloso, economista e especialista em contas públicas: &lt;br /&gt;"A extinção da DRU, que permite ao governo utilizar recursos com maior liberdade orçamentária, seria um desastre. Sem a DRU, o governo teria de emitir dívida para conseguir pagar os funcionários e fechar o Orçamento da União." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Banco Central: &lt;br /&gt;Heloísa Helena: &lt;br /&gt;"Meu Banco Central será autônomo, sem depender do sistema financeiro." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise &lt;br /&gt;Raul Velloso, economista: &lt;br /&gt;"O Banco Central não depende do sistema financeiro. É o regulador do sistema. Além disso, o problema da Saúde no Brasil não é de montante de recursos, mas a forma como o dinheiro é investido." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Juros &lt;br /&gt;Heloísa Helena: &lt;br /&gt;"Não pretendo baixar os juros por decreto. Se eu quisesse, como presidente poderia fazê-lo, mas não vou precisar, porque quem estará no Conselho Monetário Nacional não serão os sabotadores do crescimento do país." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise &lt;br /&gt;Raul Velloso, economista: &lt;br /&gt;"Ela está errando o alvo. O Conselho Monetário Nacional se reúne algumas vezes ao ano. Cabe a ele, por exemplo, definir a meta de inflação. Mas não é isso que prejudica o crescimento do país. É a política de governo." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Murilo de Aragão, analista político: &lt;br /&gt;"As taxas de juros dependem de fatores que não estão sob controle do presidente. O governo pode até determinar a redução e não ser aceito pelo mercado. Antes, ela tem que dizer como melhorar o perfil da dívida brasileira." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- educação &lt;br /&gt;Heloísa Helena disse que uma de suas propostas é aumentar para R$ 10 bilhões os recursos do Fundo da educação Básica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise &lt;br /&gt;Célio da Cunha, especialista em educação da Unesco: &lt;br /&gt;"A Unesco luta pela ampliação dos recursos para educação e considera que todas as propostas neste sentido merecem aplauso. O que também é necessário fazer hoje no Brasil é estabelecer as metas necessárias para toda a cadeia de ensino. Com essas metas, estabelecer um planejamento." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Segurança &lt;br /&gt;A senadora Heloísa Helena propôs que o governo federal coordene um pacto federativo para encontrar soluções para a segurança pública: "O problema da segurança pública é muito mais pela covardia do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional, que não aprovam o pacote antiviolência", referindo ao conjunto de medidas que endurecem as penas de detentos, em tramitação na Câmara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise &lt;br /&gt;Rodrigo de Azevedo, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Criminais da PUCRS: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O pacto federativo é importante, mas já faz parte do Plano de Segurança Nacional desde o governo Fernando Henrique. O programa está implementado de forma parcial. A participação dos municípios, por exemplo, é essencial. A idéia de aprovar um pacote de forma emergencial, que crie leis de afogadilho, gera efeitos mais nefastos do que a não-aplicação. Acaba não tendo efeito sobre os delitos." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Déficit habitacional &lt;br /&gt;"Na Presidência vou fazer um plano que terá por ambição resolver o déficit de 7 milhões de moradias no país." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise &lt;br /&gt;Marta Romero, professora do Departamento de Tecnologia da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UnB: &lt;br /&gt;"Dizer que vai eliminar o déficit habitacional virou chavão. Ela demonstra boa intenção ao fixar um valor para investimento. No caso da habitação, o problema não é o dinheiro, mas como esse recurso será aplicado. O déficit habitacional hoje, no Brasil, é de cerca de 5 milhões de moradias. Tem que dizer como isso será realizado. É essencial o envolvimento da construção civil e da sociedade."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115634038113642652?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115634038113642652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115634038113642652&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115634038113642652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115634038113642652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/55-promessas-vazias-aposta-da.html' title='55) Promessas vazias?: aposta da candidata HH'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115624292620903341</id><published>2006-08-22T07:33:00.000-03:00</published><updated>2006-08-22T07:35:26.243-03:00</updated><title type='text'>54) Turismo presidencial</title><content type='html'>Da coluna diaria de Joelmir Beting (15/08/2006):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Até aqui, em 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem contar, ora pois, as até aqui, 283 viagens pelo Brasil.&lt;br /&gt;Hoje, dia 15, ele completa 382 dias fora do país desde a posse. E pelo Brasil, no mesmo período, 602 dias fora de Brasília.&lt;br /&gt;Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: exatos 984 dias fora do Palácio, em exatos 1.201 dias de presidência. Equivale a 81,9% do seu mandato fora do seu gabinete.&lt;br /&gt;Esta é a defesa da tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do Planalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governar ou despachar, nem pensar. A ordem é circular.&lt;br /&gt;A qualquer pretexto. E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi) chegado ao batente, ao despacho, ao expediente.&lt;br /&gt;Jamais poderá mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para estudar, que dirá para trabalhar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joelmir Beting&lt;br /&gt;&lt;http://geo.yahoo.com/serv?s=97490435&amp;grpId=10632587&amp;grpspId=2086114750&amp;msgId=5939&amp;stime=1153869819&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115624292620903341?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115624292620903341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115624292620903341&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115624292620903341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115624292620903341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/54-turismo-presidencial.html' title='54) Turismo presidencial'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115612901013856364</id><published>2006-08-20T23:56:00.000-03:00</published><updated>2006-08-20T23:56:50.150-03:00</updated><title type='text'>53) Um simples poema, que expressa o momento...apenas o momento...</title><content type='html'>A implosão da mentira (Por Affonso Romano de Sant´Anna)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mentiram-me.Mentiram-me ontem&lt;br /&gt;e hoje mentem novamente.&lt;br /&gt;Mentem de corpo e alma completamente.&lt;br /&gt;E mentem de maneira tão pungente&lt;br /&gt;que acho que mentem sinceramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentem sobretudo impunemente.&lt;br /&gt;Não mentem tristes, alegremente mentem.&lt;br /&gt;Mentem tão nacionalmente&lt;br /&gt;que acho que mentindo história a fora&lt;br /&gt;vão enganar a morte eternamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentem, mentem e calam mas nas frases falam&lt;br /&gt;e desfilam de tal modo nuas&lt;br /&gt;que mesmo o cego pode ver a verdade em trapos pelas ruas.&lt;br /&gt;Sei que a verdade é difícil e para alguns é cara e escura,&lt;br /&gt;mas não se chega à verdade pela mentira&lt;br /&gt;nem à democracia pela ditadura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente crer que uma flor nasceu em Hiroshima&lt;br /&gt;e em Auschwitz havia um circo permanentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentem, mentem caricaturalmente,&lt;br /&gt;mentem como a careca mente ao pente,&lt;br /&gt;mentem como a dentadura mente ao dente&lt;br /&gt;mentem como a carroça à besta em frente,&lt;br /&gt;mentem como a doença ao doente,&lt;br /&gt;mentem como o espelho transparente&lt;br /&gt;mentem deslavadamente c&lt;br /&gt;omo nenhuma lavadeira mente ao ver a nódoa sobre o rio&lt;br /&gt;mentem com a cara limpa e na mão o sangue quente,&lt;br /&gt;mentem ardentemente como doente nos seus instantes de febre,&lt;br /&gt;mentem fabulosamente&lt;br /&gt;como o caçador que quer passar gato por lebre&lt;br /&gt;e nessa pilha de mentiras a caça é que caça o caçador&lt;br /&gt;e assim cada qual mente indubitavelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentem partidariamente,&lt;br /&gt;mentem incrivelmente,&lt;br /&gt;mentem tropicalmente,&lt;br /&gt;mentem hereditariamente,&lt;br /&gt;mentem, mentem e de tanto mentir tão bravamente&lt;br /&gt;constróem um país de mentiras diariamente."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115612901013856364?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115612901013856364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115612901013856364&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115612901013856364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115612901013856364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/53-um-simples-poema-que-expressa-o.html' title='53) Um simples poema, que expressa o momento...apenas o momento...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115594477198981266</id><published>2006-08-18T20:44:00.000-03:00</published><updated>2006-08-18T20:46:12.000-03:00</updated><title type='text'>52) Site da Transparencia Brasil com a ficha dos (re)candidatos...</title><content type='html'>...algumas vezes criminal.&lt;br /&gt;Pena que nao tenhamos fichas completas dos marinheiros de primeira viagem, que também podem ser pescadores de águas turvas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ONG Transparência Brasil colocou à disposição o histórico dos candidatos à câmara dos deputados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue o link do seu site: &lt;a href="http://perfil.transparencia.org.br/"&gt;http://perfil.transparencia.org.br/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão lá todos os nomes;  antes de votar vale a pena checar o histórico de seu candidato. Tem-se acesso completo às ações dos deputados, leis e projetos por eles apresentados, seus votos em projetos importantes, inquéritos, despesas de gabinete, bens declarados e casos de corrupção. Uma contribuição fantástica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divulgar para o maior número possível de pessoas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115594477198981266?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115594477198981266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115594477198981266&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115594477198981266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115594477198981266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/52-site-da-transparencia-brasil-com.html' title='52) Site da Transparencia Brasil com a ficha dos (re)candidatos...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115588742170268819</id><published>2006-08-18T04:48:00.000-03:00</published><updated>2006-08-18T04:50:21.726-03:00</updated><title type='text'>51) Lula multado pessoalmente</title><content type='html'>Agencai Estado, Qui, 17 Ago - 22h26 &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TSE multa Lula em R$900 mil por propaganda eleitoral antecipada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por Áureo Germano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASÍLIA (Reuters) - O Tribunal Superior Eleitoral condenou, nesta quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a pagar do próprio bolso uma multa de 900 mil reais por prática de propaganda eleitoral antecipada. Por quatro votos a dois, o plenário da corte entendeu que Lula, candidato à reeleição, cometeu crime eleitoral ao divulgar em janeiro uma publicação elaborada pela Casa Civil e Ministério do Planejamento na qual é feito um balanço dos primeiros três anos da atual administração.&lt;br /&gt;Segundo representação apresentada pelo PSDB, a revista, com 36 páginas e um milhão de exemplares distribuídos, fez comparações eleitoreiras do atual governo com o anterior, o que infringiu a Lei 9504/97, que rege o processo eleitoral.&lt;br /&gt;A ação foi relatada pelo ministro José Delgado, que a considerou procedente. "A cartilha contem louvores ao governo federal sem objetivo educacional", disse o magistrado em seu voto ao estabelecer a punição ao candidato.&lt;br /&gt;Seu posicionamento foi acompanhado pelos ministros Cezar Peluso, Caputo Bastos, e César Asfor Rocha. Foram vencidos os ministros Gerardo Grossi e Enrique Ricardo Lewandowski.&lt;br /&gt;Segundo o advogado de Lula, José Antônio Dias Toffoli, o caso será levado à apreciação do Supremo Tribunal Federal.&lt;br /&gt;"Apresentaremos um recurso extraordinário ao STF por entendermos ter havido ofensas a princípios constitucionais no julgamento", disse em entrevista a jornalistas.&lt;br /&gt;Ao apresentar sua candidatura à Justiça Eleitoral, Lula declarou possuir bens no valor de 839.033,52 reais. O montante é inferior à punição estabelecida pelo TSE.&lt;br /&gt;"Por ser considerada infração eleitoral, em tese, a multa poderá ser relacionada como gasto de campanha do comitê eleitoral do candidato," argumentou Toffoli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SESSÃO&lt;br /&gt;O julgamento do mérito foi iniciado na sessão do dia 29 de junho. Na ocasião, após voto favorável à condenação apresentado pelos ministros Delgado e Caputo Bastos, o ministro Grossi pediu vista à matéria, o que adiou o julgamento.&lt;br /&gt;Na sessão desta noite, ao retomar a apreciação da representação, ele apresentou questão de ordem na qual afirmou que a matéria já havia sido arquivada em fevereiro, pelo ministro Gomes de Barros.&lt;br /&gt;Grossi afirmou que o PSDB, autor da representação, recorreu do arquivamento fora do prazo concedido à época, que foi de 24 horas. O plenário posicionou-se contrário aos argumentos do ministro por considerar a questão superada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115588742170268819?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115588742170268819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115588742170268819&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115588742170268819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115588742170268819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/51-lula-multado-pessoalmente.html' title='51) Lula multado pessoalmente'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115578091413183705</id><published>2006-08-16T23:10:00.000-03:00</published><updated>2006-08-16T23:15:14.190-03:00</updated><title type='text'>50) Prontuario ou folha corrida? Voce decide...</title><content type='html'>Algumas pessoas ficam realmente indignadas com o espetáculo indecente que nos vem sendo servido há muitos anos...&lt;br /&gt;Compreendo, eu também fico indignado e acho que eles mereceriam tomates, não votos. Como isso é difícil, fica a sugestão de algum jogo eletrônico do tipo "jogue tomate no seu político preferido" (é o caso de se dizer...) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Folha corrida&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOME&lt;br /&gt;CARGO&lt;br /&gt;PARTIDO&lt;br /&gt;ACUSAÇÃO OU CRIME A QUE RESPONDE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABELARDO LUPION &lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PFL-PR&lt;br /&gt;Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADEMIR PRATES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PDT-MG&lt;br /&gt;Falsidade Ideológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AELTON FREITAS&lt;br /&gt;Senador&lt;br /&gt;PL-MG&lt;br /&gt;Crime de Responsabilidade e Estelionato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AIRTON ROVEDA&lt;br /&gt;Deputado &lt;br /&gt;PPS-PR&lt;br /&gt;Peculato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALBÉRICO FILHO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-MA&lt;br /&gt;Apropriação Indébita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALCESTE ALMEIDA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-RR&lt;br /&gt;Peculato e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALEX CANZIANI&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-PR&lt;br /&gt;Peculato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALMEIDA DE JESUS&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-CE&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALMIR MOURA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PFL-RJ&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMAURI GASQUES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-SP&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANDRÉ ZACHAROW&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-PR&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANÍBAL GOMES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-CE&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANTERO PAES DE BARROS&lt;br /&gt;Senador&lt;br /&gt;PSDB-MT&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANTÔNIO CARLOS PANNUNZIO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSDB-SP&lt;br /&gt;Crime de Responsabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANTÔNIO JOAQUIM&lt;br /&gt;Deputado &lt;br /&gt;PSDB-MA&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BENEDITO DE LIRA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-AL&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BENEDITO DIAS&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-AP&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BENJAMIN MARANHÃO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-PB&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BISPO WANDERVAL&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-SP&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CABO JÚLIO&lt;br /&gt;(JÚLIO CÉSAR GOMES DOS SANTOS)&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-MG &lt;br /&gt;Crime Militar, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARLOS ALBERTO LERÉIA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSDB-GO&lt;br /&gt;Lesão Corporal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CELSO RUSSOMANNO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-SP&lt;br /&gt;Crime Eleitoral, Peculato e Agressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHICO DA PRINCESA&lt;br /&gt;(FRANCISCO OCTÁVIO BECKERT)&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-PR&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CIRO NOGUEIRA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-PI&lt;br /&gt;Crime Contra a Ordem Tributária e Prevaricação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLEONÂNCIO FONSECA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-SE&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLÓVIS FECURY&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PFL-MA&lt;br /&gt;Crime Contra a Ordem Tributária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORIALANO SALES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PFL-BA&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DARCÍSIO PERONDI&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-RS&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAVI ALCOLUMBRE&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PFL-AP&lt;br /&gt;Corrupção Ativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DILCEU SPERAFICO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-PR&lt;br /&gt;Apropriação Indébita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOUTOR HELENO &lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSC-RJ&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDSON ANDRINO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-SC&lt;br /&gt;Crime de Responsabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDUARDO AZEREDO&lt;br /&gt;Senador&lt;br /&gt;PSDB-MG&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDUARDO GOMES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSDB-TO&lt;br /&gt;Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDUARDO SEABRA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-AP&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO&lt;br /&gt;Deputado &lt;br /&gt;PRONA-SP&lt;br /&gt;Falsidade Ideológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDIR DE OLIVEIRA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-RS&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDNA MACEDO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-SP&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELAINE COSTA &lt;br /&gt;Deputada&lt;br /&gt;PTB-RJ&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELISEU PADILHA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-RS&lt;br /&gt;Corrupção Passiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENIVALDO RIBEIRO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-PB&lt;br /&gt;Crime Contra a Ordem Tributária, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÉRICO RIBEIRO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-RS&lt;br /&gt;Crime Contra a Ordem Tributária e Apropriação Indébita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FERNANDO ESTIMA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PPS-SP&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FERNANDO GONÇALVES&lt;br /&gt;Deputado &lt;br /&gt;PTB-RJ&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GARIBALDI ALVES&lt;br /&gt;Senador&lt;br /&gt;PMDB-RN&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GIACOBO&lt;br /&gt;(FERNANDO LUCIO GIACOBO)&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-PR&lt;br /&gt;Crime Contra a Ordem Tributária e Seqüestro &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GONZAGA PATRIOTA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSDB-PE&lt;br /&gt;Apropriação Indébita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUILHERME MENEZES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PT-BA&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INALDO LEITÃO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-PB&lt;br /&gt;Crime Contra o Patrimônio, Declaração Falsa de Imposto de Renda &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INOCÊNCIO DE OLIVEIRA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-PE&lt;br /&gt;Crime de Escravidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IRAPUAN TEIXEIRA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-SP&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IRIS SIMÕES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-PR&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ITAMAR SERPA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSDB-RJ&lt;br /&gt;Crime Contra o Consumidor, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ISAÍAS SILVESTRE&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSB-MG&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JACKSON BARRETO &lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-SE&lt;br /&gt;Peculato e Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JADER BARBALHO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-PA&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa, Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Lavagem de Dinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAIME MARTINS &lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-MG&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JEFERSON CAMPOS&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-SP&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOÃO BATISTA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-SP&lt;br /&gt;Falsidade Ideológica, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOÃO CALDAS&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-AL&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOÃO CORREIA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-AC&lt;br /&gt;Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOÃO HERRMANN NETO &lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PDT-SP&lt;br /&gt;Apropriação Indébita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOÃO MAGNO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PT-MG&lt;br /&gt;Lavagem de Dinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOÃO MENDES DE JESUS&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSB-RJ&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOÃO PAULO CUNHA &lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PT-SP&lt;br /&gt;Corrupção Passiva, Lavagem de Dinheiro e Peculato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOÃO RIBEIRO&lt;br /&gt;Senador&lt;br /&gt;PL-TO&lt;br /&gt;Peculato e Crime de Escravidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JORGE PINHEIRO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-DF&lt;br /&gt;Crime Ambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ DIVINO &lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PRB-RJ&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ JANENE&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-PR&lt;br /&gt;Estelionato, Improbidade Administrativa, Lavagem de Dinheiro, Corrupção Passiva, Formação de Quadrilha, Apropriação Indébita e Crime Eleitoral &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ LINHARES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-CE&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ MENTOR&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PT-SP&lt;br /&gt;Corrupção Passiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ MILITÃO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-MG&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ PRIANTE&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-PA&lt;br /&gt;Crime Contra o Sistema Financeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOVAIR ARANTES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-GO&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOVINO CÂNDIDO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PV-SP&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JÚLIO CÉSAR&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PFL-PI&lt;br /&gt;Peculato, Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro&lt;br /&gt;e Falsidade Ideológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JÚLIO LOPES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-RJ&lt;br /&gt;Falsidade Ideológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JÚNIOR BETÃO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-AC&lt;br /&gt;Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JUVÊNCIO DA FONSECA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSDB-MS&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAURA CARNEIRO&lt;br /&gt;Deputada&lt;br /&gt;PFL-RJ&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa e Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEONEL PAVAN&lt;br /&gt;Senador&lt;br /&gt;PSDB-SC&lt;br /&gt;Contratação de Serviços Públicos Sem Licitação e Concussão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIDEU ARAÚJO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-SP&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINO ROSSI&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-MT&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LÚCIA VÂNIA&lt;br /&gt;Senadora&lt;br /&gt;PSDB-GO&lt;br /&gt;Peculato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUIZ ANTÔNIO FLEURY&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-SP&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUPÉRCIO RAMOS&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-AM&lt;br /&gt;Crime de Aborto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÃO SANTA&lt;br /&gt;Senador &lt;br /&gt;PMDB-PI&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARCELINO FRAGA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-ES&lt;br /&gt;Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARCELO CRIVELA&lt;br /&gt;Senador&lt;br /&gt;PRB-RJ&lt;br /&gt;Crime Contra o Sistema Financeiro e Falsidade Ideológica &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARCELO TEIXEIRA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSDB-CE&lt;br /&gt;Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÁRCIO REINALDO MOREIRA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-MG&lt;br /&gt;Crime Ambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARCOS ABRAMO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-SP&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÁRIO NEGROMONTE&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-BA&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAURÍCIO RABELO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-TO&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÉLIO DIAS&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-RN&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NELSON BORNIER&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-RJ&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NEUTON LIMA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-SP&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NEY SUASSUNA&lt;br /&gt;Senador&lt;br /&gt;PMDB-PB&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NILTON CAPIXABA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-RO&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OSMÂNIO PEREIRA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-MG&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OSVALDO REIS&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-TO &lt;br /&gt;Apropriação Indébita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PASTOR AMARILDO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSC-TO&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAULO AFONSO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-SC&lt;br /&gt;Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Improbidade Administrativa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAULO BALTAZAR&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSB-RJ&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAULO FEIJÓ&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSDB-RJ&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAULO JOSÉ GOUVEIA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-RS &lt;br /&gt;Porte Ilegal de Arma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAULO LIMA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-SP&lt;br /&gt;Extorsão e Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAULO MAGALHÃES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PFL-BA&lt;br /&gt;Lesão Corporal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEDRO HENRY&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-MT&lt;br /&gt;Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e Corrupção Passiva, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROFESSOR IRAPUAN&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-SP&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROFESSOR LUIZINHO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PT-SP&lt;br /&gt;Lavagem de Dinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RAIMUNDO SANTOS&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-PA&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGINALDO GERMANO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-BA&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REINALDO BETÃO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-RJ&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REINALDO GRIPP&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-RJ&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REMI TRINTA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-MA&lt;br /&gt;Estelionato e Crime Ambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBAMAR ALVES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSB-MA&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RICARDO BARROS &lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-PR&lt;br /&gt;Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RICARTE DE FREITAS&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-MT&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RODOLFO TOURINHO&lt;br /&gt;Senador&lt;br /&gt;PFL-BA&lt;br /&gt;Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROMERO JUCÁ&lt;br /&gt;Senador&lt;br /&gt;PMDB-RR&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROMEU QUEIROZ&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-MG&lt;br /&gt;Corrupção Ativa, Corrupção Passiva e Lavagem de Dinheiro &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RONALDO DIMAS&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PSDB-TO&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SANDRO MABEL&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PL-GO&lt;br /&gt;Crime Contra a Ordem Tributária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUELY CAMPOS&lt;br /&gt;Deputada&lt;br /&gt;PP-RR&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TATICO&lt;br /&gt;(JOSÉ FUSCALDI CESÍLIO) &lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PTB-DF&lt;br /&gt;Crime Contra a Ordem Tributária, Declaração Falsa de Imposto de Renda e Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TETÉ BEZERRA&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-MT&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;THELMA DE OLIVEIRA &lt;br /&gt;Deputada&lt;br /&gt;PSDB-MT&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VADÃO GOMES&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-SP&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa e Crime Contra a Ordem Tributária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VALDIR RAUPP&lt;br /&gt;Senador&lt;br /&gt;PMDB-RO &lt;br /&gt;Peculato, Uso de Documento Falso, Crime Contra o Sistema Financeiro, Crime Eleitoral e Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VALMIR AMARAL&lt;br /&gt;Senador&lt;br /&gt;PTB-DF&lt;br /&gt;Apropriação Indébita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VANDERLEI ASSIS &lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PP-SP&lt;br /&gt;Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIEIRA REIS&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PRB-RJ&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VITTORIO MEDIOLI&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PV-MG&lt;br /&gt;Sonegação Fiscal &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WANDERVAL SANTOS&lt;br /&gt;Deputada&lt;br /&gt;PL-SP&lt;br /&gt;Corrupção Passiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WELLINGTON FAGUNDES&lt;br /&gt;Deputada&lt;br /&gt;PL-MT&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ZÉ GERARDO&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PMDB-CE&lt;br /&gt;Crime de Responsabilidade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ZELINDA NOVAES&lt;br /&gt;Deputada&lt;br /&gt;PFL-BA&lt;br /&gt;Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por precaução, aos nomes acima podem ser acrescentados também os seguintes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ângela Guadagnin&lt;br /&gt;Deputada &lt;br /&gt;PT-SP&lt;br /&gt;Dançarina do Plenário da Câmara, comemorando absolvição de corrupto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônio Palocci&lt;br /&gt;Ex-Ministro&lt;br /&gt;PT-SP&lt;br /&gt;Quebra de Sigilo Bancário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Rodrigues&lt;br /&gt;Ex-Deputado&lt;br /&gt;PL-RJ&lt;br /&gt;Bispo Rodrigues &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delúbio Soares&lt;br /&gt;Tesoureiro&lt;br /&gt;PT-GO&lt;br /&gt;Ex Tesoureiro do PT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Dirceu&lt;br /&gt;Ex-Deputado&lt;br /&gt;PT-SP&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Genoíno&lt;br /&gt;Ex-Deputado&lt;br /&gt;PT-SP&lt;br /&gt;Mensalão, Dólares na Cueca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Nobre Guimarães &lt;br /&gt;Deputado Est.&lt;br /&gt;PT-CE&lt;br /&gt;Dólares na Cueca (Agora Candidato a Dep. Federal)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Josias Gomes&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PT-BA&lt;br /&gt;Mensalão, CPI dos Correios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Gushiken&lt;br /&gt;Ex-Ministro&lt;br /&gt;PT-SP&lt;br /&gt;CPI dos Correios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Salim Maluf&lt;br /&gt;Ex&lt;br /&gt;PPB-SP&lt;br /&gt;Corrupção, Falcatruas, Improbidade Administrativa, Desvio de Dinheiro Público, Lavagem de dinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Pimenta&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PT-RS&lt;br /&gt;Compra de Votos, Mensalão, CPI Correios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Corrêa&lt;br /&gt;Ex-Deputado&lt;br /&gt;PP-PE&lt;br /&gt;Cassado em associação ao Escândalo do Mensalão, Compra de Votos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Brant&lt;br /&gt;Deputado&lt;br /&gt;PFL-MG&lt;br /&gt;Crime Eleitoral, Mensalão, CPI Correios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Jefferson&lt;br /&gt;Ex-Deputado&lt;br /&gt;PTB-RJ&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Severino Cavalcanti&lt;br /&gt;Ex-Deputado&lt;br /&gt;PP-PE&lt;br /&gt;Escândalo do Mensalinho (Renuncio para evitar a cassação)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silvio Pereira&lt;br /&gt;Secretário PT&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valdemar Costa Neto &lt;br /&gt;Exc-Deputado&lt;br /&gt;PL-SP&lt;br /&gt;Mensalão (renunciou para evitar a cassação)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Folha on-line (várias edições) e Revista Veja , 12 de julho, 2006.&lt;br /&gt;Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística &lt;br /&gt;UE/PR-SOF - Tel. (0 xx 41)  3595 4423&lt;br /&gt;Al. Dr. Carlos de Carvalho, 552 , Centro&lt;br /&gt;80.430-180 - Curitiba, PR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUARDE BEM ESSES NOMES,&lt;br /&gt;ESSES NÃO MERECEM VOTO!!!!&lt;br /&gt;NÃO JOGUE TEU VOTO NA PRIVADA!!! &lt;br /&gt;QUEM ROUBA DINHEIRO PÚBLICO É PIOR QUE ASSASSINO,&lt;br /&gt;DEIXA FALTAR PARA A SAÚDE&lt;br /&gt;E OUTRAS NECESSIDADE DA NAÇÃO!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Marcha Cibernética pela Decência&lt;br /&gt;Antes de escolhermos nossos candidatos a deputado estadual, deputado federal e senador, vamos consultar essa lista! &lt;br /&gt;Esta mensagem foi enviada por Eduardo Plastino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115578091413183705?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115578091413183705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115578091413183705&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115578091413183705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115578091413183705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/50-prontuario-ou-folha-corrida-voce.html' title='50) Prontuario ou folha corrida? Voce decide...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115575073116482142</id><published>2006-08-16T14:49:00.000-03:00</published><updated>2006-08-16T14:52:11.216-03:00</updated><title type='text'>49) PT não quer que se fale de mensaleiros...</title><content type='html'>Do blog do Noblat:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Investida estapafúrdia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;16/08/2006 ¦ 09:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme noticiado pela imprensa ontem, o PT de São Paulo entrou com notícia crime contra a Transparência Brasil por esta manter, na Internet e em outros veículos de comunicação, a campanha “Não vote em mensaleiro” (e sanguessugas, piranhas etc.).&lt;br /&gt;Alega o PT que a campanha teria objetivo eleitoralmente prejudicial a seus próprios candidatos.&lt;br /&gt;O trecho acima é do artigo quinzenal de Claudio Weber Abramo, diretor da ONG Transparência Brasil. Está postado na seção aí ao lado chamada Artigos. Leia aqui&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16/08/2006&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Investida estapafúrdia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Claudio Weber Abramo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme noticiado pela imprensa ontem, o PT de São Paulo entrou com notícia crime contra a Transparência Brasil por esta manter, na Internet e em outros veículos de comunicação, a campanha “Não vote em mensaleiro” (e sanguessugas, piranhas etc.).&lt;br /&gt;Alega o PT que a campanha teria objetivo eleitoralmente prejudicial a seus próprios candidatos.&lt;br /&gt;Curioso o esperneio do PT. A campanha exorta o eleitor a evitar votar em pessoas indiciadas criminalmente na Justiça. Trata-se de uma opinião expressa a respeito de melhor deveria o eleitor comportar-se na eleição que se aproxima. O PT-SP acha que dizer isso constitutiria crime eleitoral.&lt;br /&gt;Como o ministro Marco Aurélio de Mello declarou exatamente a mesma coisa anteontem a respeito dos parlamentares envolvidos em escândalos (“não são dignos de respeito e muito menos de voto"), deve-se imaginar que o PT-SP entrará com notícia crime também contra o ministro.&lt;br /&gt;Não só surpreende que o PT paulista imagine que possa coibir a livre manifestação do pensamento a respeito da eleição (a campanha nçao acusa ninguém de nada), mas também que se arvore em defensor de uma turma de gente que pegou dinheiro na boca do caixa do valerioduto, que desviou recursos no caso das ambulâncias, que se apropriou de salários de funcionários de gabinete, que cometeu uma série de crimes que percorre o código penal.&lt;br /&gt;Esses indivíduos são indiciados na Justiça por tais crimes. Salta à vista que não vale a pena votar neles. Se, depois de transitado em julgado, a cupla dessas pessoas não for provada, então poderão eles apresentar-se ao eleitorado e buscar seu voto.&lt;br /&gt;Como os partidos que os abrigam não tomam a medida profiláxica de negar-lhes legenda, resta ao eleitor puni-los com a rejeição do voto.&lt;br /&gt;É isso o que a Transparência Brasil advoga, no âmbito de sua campanha “Não vote em mensaleiro”. É espantoso que o PT de São Paulo pretenda suprimir a expressão dessa opinião por meio da estapafúrdia investida judicial que está patrocinando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 visitas por segundo&lt;br /&gt;Mudando de assunto, o projeto Excelências, da Transparência Brasil (perfil.transparencia.org.br), está experimentando uma visitação média de 15 consultas por segundo durante os últimos dez dias.&lt;br /&gt;O projeto corresponde a um cadastro de todos os candidatos à reeleição à Câmara dos Deputados, e mais ex-ministros, ex-prefeitos de capitais etc. que buscam eleição àquela Casa.&lt;br /&gt;São cobertos candidatos de todos os estados e de todos os partidos, e as informações prestadas são todas de domínio público. Incluem os processos judiciais a que respondem.&lt;br /&gt;O projeto tem o intuito de propiciar ao eleitor uma comparação direta entre os desempenhos desses candidatos, para assim melhor se orientar quanto ao voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visite e divulgue.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115575073116482142?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115575073116482142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115575073116482142&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115575073116482142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115575073116482142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/49-pt-no-quer-que-se-fale-de.html' title='49) PT não quer que se fale de mensaleiros...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115542263223497522</id><published>2006-08-12T19:42:00.000-03:00</published><updated>2006-08-12T19:43:52.250-03:00</updated><title type='text'>48) A politica segundo HH: coerencias e incoerencias...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A política segundo HH&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Do colunista André Petry &lt;br /&gt;VEJA, 16 de agosto de 2004:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que deu em Heloísa Helena? Por que, numa conversa de dez minutos no JN, a senadora esquece a luta de toda a sua vida? Com isso, ela cria uma nova modalidade de política: é a brincadeira de roda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua entrevista ao Jornal Nacional, Heloísa Helena fez a mais bela declaração de amor à demagogia. Aconteceu o seguinte. A apresentadora Fátima Bernardes quis saber se a candidata, uma vez eleita, cumpriria o programa de seu partido, o PSOL, que defende a expropriação de terras para a reforma agrária, sejam elas produtivas ou não. Heloísa Helena, em vez de defender o programa de seu partido ou repudiá-lo, saiu-se com uma resposta espantosa. "Eu não posso, meu amor, porque a Constituição proíbe", começou ela, negando que fosse tomar terras produtivas. Em seguida, emendou o mais estupendo dos complementos: "Programa de partido trata de objetivos estratégicos do partido. Não tem nada a ver com programa de governo". Parece incrível, mas é isso mesmo: Heloísa Helena acha que o partido pode dizer qualquer coisa, prometer e pretender o que quiser, mas na hora em que chega ao governo, bem, aí a coisa muda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo Heloísa Helena, logo ela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordemos a heróica batalha da senadora para permanecer no PT, do qual acabou sendo expulsa em dezembro de 2003. Naquele tempo, Heloísa Helena lutava com todas as suas forças em nome da coerência entre o que diz o partido e o que se faz no governo. Queria que o governo do PT fosse uma expressão do programa do PT. Por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Em maio de 2003, num evento em que se debateu a reforma da Previdência Social, Heloísa Helena virou uma gigante da honestidade de princípios. Disse assim: "É inaceitável a fraude no debate político. O PT faz no governo o contrário do que sempre defendeu na oposição".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Em dezembro de 2003, ao apresentar sua defesa no processo de expulsão do PT, Heloísa Helena deu uma lição de retidão ideológica aos companheiros. Escreveu assim: "Dediquei toda a minha vida à construção do PT, que agora mudou de lado ao chegar ao governo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que deu em Heloísa Helena? Por que, numa conversa de dez minutos na bancada do Jornal Nacional, a senadora esquece a luta de toda a sua vida? Não era isso que ela antes enfaticamente classificava como "fraude no debate político"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo Heloísa Helena, logo ela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senadora, ao renovar bruscamente sua visão sobre partido e governo, cria uma nova modalidade de atuação política durante períodos eleitorais: é a brincadeira de roda. Nela, cada candidato levanta as bandeiras de seu partido, canta a musiquinha que quiser e faz um ou dois passinhos novos, mas apenas com o objetivo de divertir a platéia – e capturar-lhe o voto, claro. Mas que fique claro: é apenas brincadeira de roda. Se o candidato da mais bela musiquinha ou do mais belo passo de dança ganhar, isso não tem nada a ver com o que vai cantar ou dançar no governo. Aí, é coisa séria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heloísa Helena pode brincar de roda. Sua popularidade eleitoral pode ficar em 12%, pode cair ou pode subir. Mas, antes de manter-se na brincadeirinha eleitoral, seria um gesto de elegância que ao menos pedisse desculpas à antiga companheirada do PT por ter cobrado coerência quando o partido chegou ao governo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115542263223497522?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115542263223497522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115542263223497522&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115542263223497522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115542263223497522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/48-politica-segundo-hh-coerencias-e.html' title='48) A politica segundo HH: coerencias e incoerencias...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115542192922470691</id><published>2006-08-12T19:29:00.000-03:00</published><updated>2006-08-12T19:32:09.243-03:00</updated><title type='text'>47) Previsões de votacao, segundo linhas sociais</title><content type='html'>11 DE AGOSTO DE 2006 - 14h18&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carta Capital explica força do pobre com dados do Vox Populi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Carta Capital que chega às bancas nesta sexta-feira (11, com capa sobre a doença de Fidel) traz uma nova edição da pesquisa do instituto Vox Populi: mostra  Lula com 45% (cresceu três pontos desde 6 de julho), Geraldo Alckmin com 24% (baixou 8) e Heloísa Helena com 11% (subiu 4). A revista indica que "o presidente ampliou a chance de vencer a eleição no primeiro turno, graças, principalmente, ao enorme apoio que tem entre os eleitores mais pobres".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na pesquisa espontânea, Lula subiu de 33% para 36%, Alckmin recuou de 18% para 15% e Heloísa avançou de 3% para 6%. Os números são basicamente os mesmos das rodadas desta semana dos institutos Sensus, Datafolha e Ibope. O diferencial são os textos dos jornalistas Maurício Dias e Marcos Coimbra, buscando destrinchar o conteúdo e o sentido da dança dos números. Veja o primeiro deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A força do pobre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por Maurício Dias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A popularidade de Luiz Inácio Lula da Silva voltou a crescer e, às vésperas do início do horário gratuito da propaganda eleitoral (os 45 dias que marcam a reta final da campanha), o presidente ampliou a chance de vencer a eleição no primeiro turno, graças, principalmente, ao enorme apoio que tem entre os eleitores mais pobres. Nesta terceira rodada da pesquisa CartaCapital/Vox Populi, Lula (PT) venceria a eleição com 45% das intenções de voto, contra 24% de Geraldo Alckmin (PSDB); 11% de Heloísa Helena (PSOL); 1% de Cristovam Buarque (PDT) e 1% de Rui Pimenta (PCO). Nenhum dos demais candidatos atinge 1%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula conta com 58% de apoio entre os eleitores de baixa escolaridade e 63% entre aqueles de baixa renda. Em relação à pesquisa de julho, Lula cresceu 15 pontos porcentuais entre esses eleitores com até a 4ª série do ensino fundamental e 17 pontos porcentuais na faixa de renda familiar de apenas um salário mínimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São dois indicadores incontestáveis de que Lula se sustenta na base da pirâmide social. Uma estatística do eleitorado divulgada em julho pelo Tribunal Superior Eleitoral, tendo como referência o grau de instrução, mostra que (sem contar cerca de 8 milhões de analfabetos) há um contingente de quase 54 milhões de eleitores no Brasil com o primeiro grau completo e o primeiro grau incompleto. Os 58% de apoio a Lula, nessa faixa, traduzem aproximadamente 30 milhões de votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata de acentuar a disputa polarizada entre o candidato dos pobres contra o candidato dos ricos, que, certamente, inspirou o slogan do petista: “A força do povo”. A candidatura de Lula transita nas classes mais altas com mais desenvoltura do que a de Alckmin entre os mais pobres. Lula tem, por exemplo, 27% de intenção de voto entre os eleitores que ganham acima de dez salários mínimos, considerados “mais ricos”. E chegou, agora, a 25% de apoio entre os que têm ensino superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disputa de 2006 (muito mais do que em 2002), com um candidato de origem operária em busca da reeleição, está inserida num cenário de confronto de classes. Embora quase nunca explicitado. A moldura do choque das candidaturas se dá, principalmente, porque o anti-lulismo cresceu entre a população mais rica, que, depois da crise do caixa 2 (quando o PT foi apanhado com a boca na botija), passou a empunhar a bandeira da ética. O problema é que a fisionomia desse movimento está marcada pela presença de velhos conhecidos dos eleitores. Enfim, contaminada por figuras que enriqueceram na política à sombra do silêncio imposto pela truculência da ditadura militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A votação do candidato tucano, por outro lado, ajuda a compor esse quadro. Alckmin também tem votos entre os eleitores mais pobres. Poucos, no entanto. Na pesquisa de julho, ele obteve 9% das intenções de voto entre os eleitores com até a 4ª série do ensino fundamental. Em agosto, quase dobrou o apoio nesse segmento e chegou a 17%. O candidato tucano ampliou a vantagem sobre Lula nos eleitores de escolaridade elevada. Em julho, ele tinha 30% (Lula estava com 20%); em agosto Alckmin subiu para 38% (Lula cresceu para 25%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse bolsão de eleitores, onde se confina a população mais privilegiada (classe média e classe alta), passa pouco da casa dos 7 milhões. Forma o grupo dos que têm curso superior completo ou incompleto, segundo a estatística do TSE. Na população eleitoral com renda familiar acima de dez salários mínimos, o ex-governador paulista Geraldo Alckmin está 9 pontos porcentuais à frente de Lula: 32% contra 23%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa situação acirrou antigos preconceitos sociais. Segundo essas vozes, tocadas pelas palpitações do coração e não pela razão, o apoio a Lula nas camadas mais baixas seria decorrente da ignorância, falta de instrução e emoção. Em qualquer grupo de eleitores haverá quem seja levado pela emoção. A maioria, no entanto, sempre vota por interesses concretos. Trata-se do mesmo grupo (ampliado) de pessoas que em 1994 e em 1998 assegurou a vitória a Fernando Henrique Cardoso, graças aos efeitos provisórios do bem-sucedido Plano Real. Em 2002, Lula ganhou em razão dos danos colaterais do plano, como, por exemplo, o alto nível de desemprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma regra: no Brasil, ninguém ganha eleição presidencial sem o apoio eleitoral da maioria pobre que significa, no total, cerca de 60 milhões de votos. Há quem faça diferença. Quando votaram em Fernando Henrique, eram racionais; quando votam em Lula, são ignorantes. Só rindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sinal, nesta reta final da campanha (a propaganda eleitoral gratuita começa no dia 15 de agosto) em que a esperança da oposição vem da antena da tevê, é oportuna a lembrança do Plano Real, que favoreceu uma das raras viradas eleitorais no Brasil. Em 1994, o petista Lula puxava o apoio da maioria até o mês de julho. Durante o horário eleitoral gratuito, o tucano FHC valeu-se do sucesso do plano e potencializou seus efeitos. A força da candidatura estava no plano e não na telinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes disso, em 1986, o então presidente José Sarney fez um truque que favoreceu eleitoralmente o PMDB. Lançou, em março, o Plano Cruzado e insistiu nele, embora seus efeitos tivessem se esgotado, para virar o jogo em muitos estados a partir dos programas eleitorais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ambos os casos, os governantes foram os favorecidos. É possível que Lula se beneficie desta vez. Os números da economia sopram a favor dele, ainda que as previsões do setor produtivo a respeito do PIB de 2006 não sejam tão otimistas quanto as do governo. Ainda esta semana, quando quatro institutos de pesquisa apontaram a subida de Lula e a queda de Alckmin, a economia botou mais um trunfo na mão do presidente: o mais baixo índice do risco-Brasil. Desceu para pouco mais de 200 pontos. Um recorde histórico. Essa queda, para Lula, foi tão comemorada quanto a queda nos porcentuais de Alckmin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação do desempenho do governo e do governante é considerada uma das mais importantes na definição do voto. Considera-se que a possibilidade de influência da campanha eleitoral para a oposição guarda uma relação estreita com a popularidade do governante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for verdade, o presidente estaria quase blindado, segundo os dados da pesquisa Vox Populi. A avaliação de Lula à frente do governo retornou quase aos patamares eufóricos dos primeiros meses de governo. Ele conta com uma avaliação positiva de 41%, com 37% de regular e 21% de negativo. Por outro lado, a avaliação do governo é de 54%, ante 34% de desaprovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas situações em que houve mudanças exploradas com sucesso pelo horário eleitoral surgiram a partir de dois fatos relevantes: os planos Cruzado e Real. A mídia multiplicou os efeitos. A pesquisa Vox Populi mostra que a tevê tem força. Mas não a força absoluta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisa, 54% dos eleitores dizem que se informam sobre política “assistindo ao noticiário na tevê”. A telinha é, também, a segunda referência dos entrevistados: 28%. Em seguida, os eleitores fazem a cabeça, politicamente, dentro de casa, em conversa com familiares e amigos (tabela na edição impressa). &lt;br /&gt;Exceto pelo porcentual de rejeição, em que Alckmin vence Lula, todas as outras variáveis favorecem a candidatura do petista. É claro que a situação não é imutável. Até agora, porém, para mudá-la só mesmo um fato imponderável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja os gráficos da pesquisa:&lt;br /&gt;Estimulada: www.cartacapital.com.br/tabelas/pesquisa406a.jpg&lt;br /&gt;Espontânea: www.cartacapital.com.br/tabelas/pesquisa406b.jpg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a íntegra do texto de Marcos Coimbra em www.cartacapital.com.br/index.php?funcao=exibirMateria&amp;id_materia=5209 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte, revista Carta Capital: www.cartacapital.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115542192922470691?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115542192922470691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115542192922470691&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115542192922470691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115542192922470691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/47-previses-de-votacao-segundo-linhas.html' title='47) Previsões de votacao, segundo linhas sociais'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115525708916104117</id><published>2006-08-10T21:42:00.000-03:00</published><updated>2006-08-10T21:44:49.180-03:00</updated><title type='text'>46) Servico de utilidade publica: deputados pouco frequentaveis...</title><content type='html'>Relação dos Deputados que não deveriam receber um novo mandato:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Deputado Federal&lt;br /&gt;Partido&lt;br /&gt;Estado&lt;br /&gt;Crime pelo qual é processado/investigado&lt;br /&gt;Junior Betão &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;AC&lt;br /&gt;Declaração falsa de Imposto de Renda, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;João Correia &lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;AC&lt;br /&gt;Declaração falsa de Imposto de Renda, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Ronivon Santiago&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;AC&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;João Caldas &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;AL &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Benedito de Lira &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;AL &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Davi Alcolumbre&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;AP &lt;br /&gt;Corrupção Ativa&lt;br /&gt;Amauri Gasques &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;AP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Benedito Dias &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;AP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Eduardo Seabra &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;AP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Paulo Magalhaes&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;BA&lt;br /&gt;Lesão Corporal&lt;br /&gt;Guilherme Menezes&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;BA&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Josias Gomes da Silva&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;BA&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Coriolano Sales &lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;BA &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Zelinda Novaes &lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;BA &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Mário Negromonte &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;BA &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Reginaldo Germano &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;BA &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Almeida de Jesus &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;CE &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Aníbal Gomes&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;CE &lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Zé Gerardo&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;CE &lt;br /&gt;Crime de Responsabilidade&lt;br /&gt;José Linhares&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;CE &lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Marcelo Teixeira&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;CE &lt;br /&gt;Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;Jorge Pinheiro&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;DF&lt;br /&gt;Crime Ambiental&lt;br /&gt;Tatico&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;DF&lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria. - Receptaçao de carga roubada&lt;br /&gt;Marcelino Fraga &lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;ES&lt;br /&gt;Crime Eleitoral, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Feu Rosa&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;ES&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Sandro Mabel&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;GO&lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria.&lt;br /&gt;Carlos Alberto Lereia&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;GO&lt;br /&gt;Lesão Corporal&lt;br /&gt;Jovair Arantes&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;GO&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Clovis Fecury&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;MA &lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria.&lt;br /&gt;Remi Trinta&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;MA &lt;br /&gt;Estelionato&lt;br /&gt;Albérico Filho&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;MA &lt;br /&gt;Apropriação Indébita&lt;br /&gt;Ribamar Alves &lt;br /&gt;PSB&lt;br /&gt;MA &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Antonio Joaquim&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;MA &lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Ademir Prates&lt;br /&gt;PDT&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Falsidade Ideologica&lt;br /&gt;Roberto Brant&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Aelton Freitas&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Crime de responsabilidade e estelionato&lt;br /&gt;Jaime Martins&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;Cabo Júlio &lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Crime Militar, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Ibrahim Abir-Ackel&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Ligação com o Valerioduto&lt;br /&gt;Marcio Reinaldo Moreira&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Crime Ambiental&lt;br /&gt;Eduardo Azeredo&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Ligação com o Valerioduto&lt;br /&gt;João Magno de Moura&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Lavagem de Dinheiro&lt;br /&gt;Romeu Queiroz&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Corrupção Ativa e Lavagem de Dinheiro&lt;br /&gt;Vittorio Medioli&lt;br /&gt;PV&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;Isaías Silvestre &lt;br /&gt;PSB&lt;br /&gt;MG &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;José Militão &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;MG &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Osmânio Pereira &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;MG &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;João Grandão&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;MS&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Pedro Henry&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;MT&lt;br /&gt;Lavagem de dinheiro, corrupção passiva e Mafia das Sanguessugas.&lt;br /&gt;Thelma de Oliveira&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;MT&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Ricardo de Freitas&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;MT&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Wellington Fagundes &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;MT &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Teté Bezerra &lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;MT &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Ricarte de Freitas &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;MT &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Ann Pontes&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PA&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Jader Barbalho&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PA&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa e Lavagem de dinheiro.&lt;br /&gt;José Priante&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PA&lt;br /&gt;Crime contra o sistema Financeiro&lt;br /&gt;Paulo Rocha&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;PA&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Inaldo Leitão&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;PB&lt;br /&gt;Crime contra o patrimonio publico, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Benjamin Maranhão&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PB&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;Enivaldo Ribeiro &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PB&lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Carlos Dunga&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;PB&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Raimundo Santos &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;PB &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Inocencio Oliveira&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PE&lt;br /&gt;Crime de escravidão&lt;br /&gt;Pedro Correa&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PE&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Severino Cavalcanti&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PE&lt;br /&gt;Propina de dono de restaurante no congresso&lt;br /&gt;Gonzaga Patriota&lt;br /&gt;PSB&lt;br /&gt;PE&lt;br /&gt;Apropriação Indébita.&lt;br /&gt;Julio Cesar&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;PI&lt;br /&gt;Peculato e Lavagem de dinheiro.&lt;br /&gt;Ciro Nogueira&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PI&lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria e Prevaricação.&lt;br /&gt;Abelardo Lupion&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;Chico da Princesa&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;Giacobo&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria e sequestro.&lt;br /&gt;André Zacharow&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Jose Borba&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Dilceu Sperafico&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Apropriação Indébita.&lt;br /&gt;José Janene&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa e Lavagem de dinheiro.&lt;br /&gt;Ricardo Barros&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;Suely Campos&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Crime eleitoral&lt;br /&gt;Airton Roveda&lt;br /&gt;PPS&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Peculato&lt;br /&gt;Alex Canziani&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Peculato&lt;br /&gt;Iris Simões &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;PR &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Laura Carneiro &lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Carlos (Bispo) Rodrigues&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Almerinda Carvalho&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Nelson Bronier&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Julio Lopes&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Falsidade Ideologica&lt;br /&gt;Itamar Serpa &lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Crime contra o consumidor, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Roberto Jefferson&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Almir Moura &lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Reinaldo Betão &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Reinaldo Gripp &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;José Divino &lt;br /&gt;PRB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Vieira Reis &lt;br /&gt;PRB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;João Mendes de Jesus &lt;br /&gt;PSB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Paulo Baltazar &lt;br /&gt;PSB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Dr. Heleno &lt;br /&gt;PSC&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Paulo Feijó &lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Elaine Costa &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Fernando Gonçalves &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Nélio dias &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;RN &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Nilton Capixaba &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;RO &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Alceste de Almeida &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;RR &lt;br /&gt;Peculato, Formação de quadrilha e Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Paulo Jose Gouvea&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;RS &lt;br /&gt;Porte Ilegal de Arma&lt;br /&gt;Darcisio Perondi&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;RS &lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Eliseu Padilha&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;RS &lt;br /&gt;Corrupção Passiva&lt;br /&gt;Érico Ribeiro&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;RS &lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria.&lt;br /&gt;Edir de Oliveira &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;RS &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Edison Andrino&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;SC&lt;br /&gt;Crime de responsabilidade&lt;br /&gt;Paulo Afonso&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;SC&lt;br /&gt;Crime contra o sistema Financeiro e Improbidade Administrativa.&lt;br /&gt;Cleonâncio Fonseca &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SE &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Jackson Barreto&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;SE &lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;João Hermann Neto&lt;br /&gt;PDT&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Apropriação Indebita&lt;br /&gt;Valdemar Costa Neto&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Wanderval Santos&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Mensalão e Corrupção Passiva&lt;br /&gt;Gilberto Nascimento&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Paulo Lima&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Extorção e sonegação fiscal&lt;br /&gt;Celso Russomanno&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Crime Eleitoral, Peculato e Agressão&lt;br /&gt;Ildeu Araujo&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;João Batista &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Falsidade Ideologica, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Professor Irapuan&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Crime Eleitoral.&lt;br /&gt;Vadão Gomes&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Mensalão e Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Vanderlei Assis &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Crime eleitoral e Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Elimar Máximo Damasceno&lt;br /&gt;PRONA&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Falsidade Ideologica&lt;br /&gt;Antonio Carlos Pannunzio&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Crime de responsabilidade&lt;br /&gt;João Paulo Cunha&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Lavagem de Dinheiro&lt;br /&gt;Jose Dirceu&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;José Mentor&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Corrupção Passiva&lt;br /&gt;Professor Luizinho&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Lavagem de Dinheiro&lt;br /&gt;Luiz Antonio Fleury&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Jovino Candido&lt;br /&gt;PV&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Bispo Wanderval &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Irapuan Teixeira &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Marcos Abramo &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Ricardo Estima &lt;br /&gt;PPS&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Edna Macedo &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Jefferson Campos &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Newton Lima &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Maurício Rabelo &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;TO &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Osvaldo Reis&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;TO &lt;br /&gt;Apropriação Indebita&lt;br /&gt;Pastor Amarildo &lt;br /&gt;PSC&lt;br /&gt;TO &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Eduardo Gomes &lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;TO &lt;br /&gt;Crime Eleitoral, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Ronaldo Dimas&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;TO &lt;br /&gt;Crime eleitoral&lt;br /&gt;Lino Rossi &lt;br /&gt;licenciado &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agora é com a gente!!&lt;br /&gt;Vamos divulgar esses números e tentar conscientizar esse nosso povo que tem um memória tão curta!!&lt;br /&gt;Está na hora de acabar com a pizza no congresso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115525708916104117?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115525708916104117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115525708916104117&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115525708916104117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115525708916104117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/46-servico-de-utilidade-publica.html' title='46) Servico de utilidade publica: deputados pouco frequentaveis...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115500085793371815</id><published>2006-08-07T22:31:00.000-03:00</published><updated>2006-08-07T22:34:17.973-03:00</updated><title type='text'>45) Servico de Utilidade Publica: deputados nao frequentaveis...</title><content type='html'>Com base no jornal O Globo de 19/07/2006, na revista Veja edição 1964 de 12/07/2006 e no portal da&lt;br /&gt;Camara dos Deputados(www.camara.gov.br) temos as seguintes informações:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;OLHEM O ABSURDO!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estado &lt;br /&gt;Numero de Deputados &lt;br /&gt;Estado&lt;br /&gt;Numero de Deputados envolvidos em algum crime&lt;br /&gt;Percentual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MT&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt;MT&lt;br /&gt;7&lt;br /&gt;88%&lt;br /&gt;TO&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;TO&lt;br /&gt;6&lt;br /&gt;75%&lt;br /&gt;AP&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;AP&lt;br /&gt;4&lt;br /&gt;50%&lt;br /&gt;PB&lt;br /&gt;12&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PB&lt;br /&gt;6&lt;br /&gt;50%&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;46&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;19&lt;br /&gt;41%&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;30&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;12&lt;br /&gt;40%&lt;br /&gt;AC&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;AC&lt;br /&gt;3&lt;br /&gt;38%&lt;br /&gt;DF&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;DF&lt;br /&gt;3&lt;br /&gt;38%&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;70&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;26&lt;br /&gt;37%&lt;br /&gt;PI&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PI&lt;br /&gt;3&lt;br /&gt;30%&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;53&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;15&lt;br /&gt;28%&lt;br /&gt;MA&lt;br /&gt;18&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;MA&lt;br /&gt;5&lt;br /&gt;28%&lt;br /&gt;MS&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;MS&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;25%&lt;br /&gt;RN&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RN&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;25%&lt;br /&gt;RO&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RO&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;25%&lt;br /&gt;RR&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RR&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;25%&lt;br /&gt;SE&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;SE&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;25%&lt;br /&gt;GO&lt;br /&gt;17&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;GO&lt;br /&gt;4&lt;br /&gt;24%&lt;br /&gt;PA&lt;br /&gt;17&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PA&lt;br /&gt;4&lt;br /&gt;24%&lt;br /&gt;CE&lt;br /&gt;22&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CE&lt;br /&gt;5&lt;br /&gt;23%&lt;br /&gt;AL&lt;br /&gt;9&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;AL&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;22%&lt;br /&gt;BA&lt;br /&gt;39&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;BA&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt;21%&lt;br /&gt;ES&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;ES&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;20%&lt;br /&gt;SC&lt;br /&gt;16&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;SC&lt;br /&gt;3&lt;br /&gt;19%&lt;br /&gt;RS&lt;br /&gt;31&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RS&lt;br /&gt;5&lt;br /&gt;16%&lt;br /&gt;PE&lt;br /&gt;25&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PE&lt;br /&gt;4&lt;br /&gt;16%&lt;br /&gt;AM&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;0%&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agora vamos ver esses números por partido:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Partido&lt;br /&gt;Numero de Deputados&lt;br /&gt;Partido&lt;br /&gt;Numero de Deputados envolvidos em algum crime&lt;br /&gt;Percentual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRB&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;PRB&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;100%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;48&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;30&lt;br /&gt;63%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;37&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;22&lt;br /&gt;59%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRONA&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;PRONA&lt;br /&gt;1&lt;br /&gt;50%&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;44&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;22&lt;br /&gt;50%&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;80&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;23&lt;br /&gt;29%&lt;br /&gt;PSC&lt;br /&gt;7&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PSC&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;29%&lt;br /&gt;PV&lt;br /&gt;7&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PV&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;29%&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;55&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt;18%&lt;br /&gt;PSB&lt;br /&gt;28&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PSB&lt;br /&gt;5&lt;br /&gt;18%&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;66&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt;15%&lt;br /&gt;PPS&lt;br /&gt;15&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PPS&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;13%&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;81&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;9&lt;br /&gt;11%&lt;br /&gt;PDT&lt;br /&gt;21&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PDT&lt;br /&gt;2&lt;br /&gt;10%&lt;br /&gt;PCdoB&lt;br /&gt;12&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;0%&lt;br /&gt;PSOL&lt;br /&gt;7&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;0%&lt;br /&gt;PTC&lt;br /&gt;1&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;0%&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Desta vez está nas nossas mão, não podemos mais dizer que não sabiamos de nada!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para ser mais específico, segue a relação dos Deputados que não deveriam receber um novo mandato:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Deputado Federal&lt;br /&gt;Partido&lt;br /&gt;Estado&lt;br /&gt;Crime pelo qual é processado/investigado&lt;br /&gt;Junior Betão &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;AC&lt;br /&gt;Declaração falsa de Imposto de Renda, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;João Correia &lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;AC&lt;br /&gt;Declaração falsa de Imposto de Renda, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Ronivon Santiago&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;AC&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;João Caldas &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;AL &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Benedito de Lira &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;AL &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Davi Alcolumbre&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;AP &lt;br /&gt;Corrupção Ativa&lt;br /&gt;Amauri Gasques &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;AP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Benedito Dias &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;AP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Eduardo Seabra &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;AP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Paulo Magalhaes&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;BA&lt;br /&gt;Lesão Corporal&lt;br /&gt;Guilherme Menezes&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;BA&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Josias Gomes da Silva&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;BA&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Coriolano Sales &lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;BA &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Zelinda Novaes &lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;BA &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Mário Negromonte &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;BA &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Reginaldo Germano &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;BA &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Almeida de Jesus &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;CE &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Aníbal Gomes&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;CE &lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Zé Gerardo&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;CE &lt;br /&gt;Crime de Responsabilidade&lt;br /&gt;José Linhares&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;CE &lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Marcelo Teixeira&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;CE &lt;br /&gt;Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;Jorge Pinheiro&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;DF&lt;br /&gt;Crime Ambiental&lt;br /&gt;Tatico&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;DF&lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria. - Receptaçao de carga roubada&lt;br /&gt;Marcelino Fraga &lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;ES&lt;br /&gt;Crime Eleitoral, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Feu Rosa&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;ES&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Sandro Mabel&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;GO&lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria.&lt;br /&gt;Carlos Alberto Lereia&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;GO&lt;br /&gt;Lesão Corporal&lt;br /&gt;Jovair Arantes&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;GO&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Clovis Fecury&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;MA &lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria.&lt;br /&gt;Remi Trinta&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;MA &lt;br /&gt;Estelionato&lt;br /&gt;Albérico Filho&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;MA &lt;br /&gt;Apropriação Indébita&lt;br /&gt;Ribamar Alves &lt;br /&gt;PSB&lt;br /&gt;MA &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Antonio Joaquim&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;MA &lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Ademir Prates&lt;br /&gt;PDT&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Falsidade Ideologica&lt;br /&gt;Roberto Brant&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Aelton Freitas&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Crime de responsabilidade e estelionato&lt;br /&gt;Jaime Martins&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;Cabo Júlio &lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Crime Militar, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Ibrahim Abir-Ackel&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Ligação com o Valerioduto&lt;br /&gt;Marcio Reinaldo Moreira&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Crime Ambiental&lt;br /&gt;Eduardo Azeredo&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Ligação com o Valerioduto&lt;br /&gt;João Magno de Moura&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Lavagem de Dinheiro&lt;br /&gt;Romeu Queiroz&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Corrupção Ativa e Lavagem de Dinheiro&lt;br /&gt;Vittorio Medioli&lt;br /&gt;PV&lt;br /&gt;MG&lt;br /&gt;Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;Isaías Silvestre &lt;br /&gt;PSB&lt;br /&gt;MG &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;José Militão &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;MG &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Osmânio Pereira &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;MG &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;João Grandão&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;MS&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Pedro Henry&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;MT&lt;br /&gt;Lavagem de dinheiro, corrupção passiva e Mafia das Sanguessugas.&lt;br /&gt;Thelma de Oliveira&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;MT&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Ricardo de Freitas&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;MT&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Wellington Fagundes &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;MT &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Teté Bezerra &lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;MT &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Ricarte de Freitas &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;MT &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Ann Pontes&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PA&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Jader Barbalho&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PA&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa e Lavagem de dinheiro.&lt;br /&gt;José Priante&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PA&lt;br /&gt;Crime contra o sistema Financeiro&lt;br /&gt;Paulo Rocha&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;PA&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Inaldo Leitão&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;PB&lt;br /&gt;Crime contra o patrimonio publico, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Benjamin Maranhão&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PB&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;Enivaldo Ribeiro &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PB&lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Carlos Dunga&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;PB&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Raimundo Santos &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;PB &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Inocencio Oliveira&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PE&lt;br /&gt;Crime de escravidão&lt;br /&gt;Pedro Correa&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PE&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Severino Cavalcanti&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PE&lt;br /&gt;Propina de dono de restaurante no congresso&lt;br /&gt;Gonzaga Patriota&lt;br /&gt;PSB&lt;br /&gt;PE&lt;br /&gt;Apropriação Indébita.&lt;br /&gt;Julio Cesar&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;PI&lt;br /&gt;Peculato e Lavagem de dinheiro.&lt;br /&gt;Ciro Nogueira&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PI&lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria e Prevaricação.&lt;br /&gt;Abelardo Lupion&lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;Chico da Princesa&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;Giacobo&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria e sequestro.&lt;br /&gt;André Zacharow&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Jose Borba&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Dilceu Sperafico&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Apropriação Indébita.&lt;br /&gt;José Janene&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa e Lavagem de dinheiro.&lt;br /&gt;Ricardo Barros&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Sonegação Fiscal&lt;br /&gt;Suely Campos&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Crime eleitoral&lt;br /&gt;Airton Roveda&lt;br /&gt;PPS&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Peculato&lt;br /&gt;Alex Canziani&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;PR&lt;br /&gt;Peculato&lt;br /&gt;Iris Simões &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;PR &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Laura Carneiro &lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Carlos (Bispo) Rodrigues&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Almerinda Carvalho&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Nelson Bronier&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Julio Lopes&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Falsidade Ideologica&lt;br /&gt;Itamar Serpa &lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Crime contra o consumidor, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Roberto Jefferson&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;RJ&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Almir Moura &lt;br /&gt;PFL&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Reinaldo Betão &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Reinaldo Gripp &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;José Divino &lt;br /&gt;PRB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Vieira Reis &lt;br /&gt;PRB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;João Mendes de Jesus &lt;br /&gt;PSB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Paulo Baltazar &lt;br /&gt;PSB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Dr. Heleno &lt;br /&gt;PSC&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Paulo Feijó &lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Elaine Costa &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Fernando Gonçalves &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;RJ &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Nélio dias &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;RN &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Nilton Capixaba &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;RO &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Alceste de Almeida &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;RR &lt;br /&gt;Peculato, Formação de quadrilha e Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Paulo Jose Gouvea&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;RS &lt;br /&gt;Porte Ilegal de Arma&lt;br /&gt;Darcisio Perondi&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;RS &lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Eliseu Padilha&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;RS &lt;br /&gt;Corrupção Passiva&lt;br /&gt;Érico Ribeiro&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;RS &lt;br /&gt;Crime contra a ordem tributaria.&lt;br /&gt;Edir de Oliveira &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;RS &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Edison Andrino&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;SC&lt;br /&gt;Crime de responsabilidade&lt;br /&gt;Paulo Afonso&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;SC&lt;br /&gt;Crime contra o sistema Financeiro e Improbidade Administrativa.&lt;br /&gt;Cleonâncio Fonseca &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SE &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Jackson Barreto&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;SE &lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;João Hermann Neto&lt;br /&gt;PDT&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Apropriação Indebita&lt;br /&gt;Valdemar Costa Neto&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;Wanderval Santos&lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Mensalão e Corrupção Passiva&lt;br /&gt;Gilberto Nascimento&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Máfia das ambulancias&lt;br /&gt;Paulo Lima&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Extorção e sonegação fiscal&lt;br /&gt;Celso Russomanno&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Crime Eleitoral, Peculato e Agressão&lt;br /&gt;Ildeu Araujo&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Crime Eleitoral&lt;br /&gt;João Batista &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Falsidade Ideologica, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Professor Irapuan&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Crime Eleitoral.&lt;br /&gt;Vadão Gomes&lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Mensalão e Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Vanderlei Assis &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Crime eleitoral e Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Elimar Máximo Damasceno&lt;br /&gt;PRONA&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Falsidade Ideologica&lt;br /&gt;Antonio Carlos Pannunzio&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Crime de responsabilidade&lt;br /&gt;João Paulo Cunha&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Lavagem de Dinheiro&lt;br /&gt;Jose Dirceu&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Mensalão&lt;br /&gt;José Mentor&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Corrupção Passiva&lt;br /&gt;Professor Luizinho&lt;br /&gt;PT&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Lavagem de Dinheiro&lt;br /&gt;Luiz Antonio Fleury&lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Jovino Candido&lt;br /&gt;PV&lt;br /&gt;SP&lt;br /&gt;Improbidade Administrativa&lt;br /&gt;Bispo Wanderval &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Irapuan Teixeira &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Marcos Abramo &lt;br /&gt;PP&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Ricardo Estima &lt;br /&gt;PPS&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Edna Macedo &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Jefferson Campos &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Newton Lima &lt;br /&gt;PTB&lt;br /&gt;SP &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Maurício Rabelo &lt;br /&gt;PL&lt;br /&gt;TO &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Osvaldo Reis&lt;br /&gt;PMDB&lt;br /&gt;TO &lt;br /&gt;Apropriação Indebita&lt;br /&gt;Pastor Amarildo &lt;br /&gt;PSC&lt;br /&gt;TO &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Eduardo Gomes &lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;TO &lt;br /&gt;Crime Eleitoral, Mafia das Sanguessugas&lt;br /&gt;Ronaldo Dimas&lt;br /&gt;PSDB&lt;br /&gt;TO &lt;br /&gt;Crime eleitoral&lt;br /&gt;Lino Rossi &lt;br /&gt;licenciado &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mafia das Sanguessugas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115500085793371815?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115500085793371815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115500085793371815&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115500085793371815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115500085793371815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/45-servico-de-utilidade-publica.html' title='45) Servico de Utilidade Publica: deputados nao frequentaveis...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115499270855980903</id><published>2006-08-07T20:17:00.000-03:00</published><updated>2006-08-07T20:18:28.576-03:00</updated><title type='text'>44) O Rio sempre foi o retrato da inconsciencia, total e absoluta</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Esquerda Festiva Carioca &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rodrigo Constantino &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pelos cariocas, o segundo turno das próximas eleições se daria entre Lula e Heloísa Helena.  É o que mostra a última pesquisa do Ibope, onde a senadora fica à frente de Alckmin, com 19% das intenções de voto.  E isso não é o mais estarrecedor: a candidata pelo PSOL tem o melhor desempenho entre os eleitores cariocas com maior renda e escolaridade.  Heloísa Helena, que adora Che Guevara e gostaria de transformar o Brasil em uma Cuba gigante, tem 26% dos votos entre os eleitores com ensino superior!  Lula, o presidente do "mensalão" e camarada de Chávez obtêm 29% dos votos.  PT ou PSOL, eis as escolhas do carioca que estudou.  Falam em educação como uma verdadeira panacéia.  Seria o caso de perguntar: essa educação?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não se improvisa um absurdo desses.  Isso é obra de décadas de lavagem cerebral, de mentalidade deformada e de idolatria do fracasso.  Os ícones dessa esquerda festiva são figuras como Chico Buarque, o cantor que adora o ditador Fidel Castro - do conforto de sua mansão, claro.  Ou então Oscar Niemeyer, o rico arquiteto que ainda prega o comunismo - mas não recusa um projeto milionário do Estado nem distribui sua fortuna em nome da "igualdade social".  Foi Roberto Campos quem melhor diagnosticou a coisa: "É divertidíssima a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda: admiram o socialismo de Fidel Castro, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar - bons cachês em moeda forte, ausência de censura e consumismo burguês; trata-se de filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca-Cola...".&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pois é.  O carioca padrão, esse que faz com que "uma dinossaura raivosa" como Heloísa Helena tenha mais de um quarto dos votos, é aquele que normalmente mora bem, não entende absolutamente nada de política ou economia, mas adora esbravejar contra o "capitalismo selvagem" durante seu porre no barzinho da esquina.  Ele acredita que basta condenar Bush por todos os males do mundo e vociferar contra o egoísmo dos capitalistas - como se ele fosse a Madre Teresa de Calcutá - que um "novo mundo" será possível.  "Se ao menos esses ricos fossem menos gananciosos e distribuíssem suas fortunas..." - eles pensam, comprando a paz de espírito enquanto guardam para si suas próprias poupanças (ninguém é de ferro).  E seguem adiante, com a consciência tranqüila de quem fez muito pelos pobres:&lt;br /&gt;"garçom, mais uma cerveja!".&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os cariocas se acham malandros, espertos e adoram colocar as emoções acima da razão.  Depois não entendem porque os empregos estão migrando para São Paulo...  É lamentável que certas pessoas jamais aprendam com os próprios erros ou com a experiência passada.  O Rio sofreu uma barbaridade com figuras como Brizola, que tornou as favelas intocáveis, permitindo as fortalezas do crime que são atualmente.  Depois tivemos o casal Garotinho.  O carioca foi capaz de eleger Saturnino Braga como senador ao invés de Roberto Campos!  Não é preciso falar muito mais.  Racionalidade não parece ser um dos fortes aqui.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A cidade maravilhosa está infestada pela esquerda festiva.  Seus representantes estão por todos os lugares.  Os professores são marxistas, os jornalistas chamam o ditador Fidel Castro de presidente e os padres defendem o MST.  Os vereadores votam centenas de leis inconstitucionais.  Isso para não falar que somos a cidade dos funcionários públicos, herança dos tempos de Capital.  Não é justo generalizar, pois tem muita gente séria nesse meio. Mas basta lembrar que o cão não morde a mão que o alimenta, e dificilmente um funcionário público prega a redução do Estado e dos privilégios por ele concedido para sua categoria.  Há que ser muito honesto, qualidade em falta na capital da malandragem.  Aqui vale mais o brocardo "se a farinha é pouca, meu pirão primeiro".&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Enquanto o casal Garotinho dominar a cena política; enquanto Lula for visto como o bastião da honestidade; enquanto a "lei de Gérson" for mais respeitada que o trabalho honesto; e enquanto Heloísa Helena tiver 26% dos votos entre aqueles com ensino superior, resta mesmo a pessimista - porém realista - previsão do saudoso Roberto Campos: "não corremos o menor risco de dar certo".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115499270855980903?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115499270855980903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115499270855980903&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115499270855980903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115499270855980903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/44-o-rio-sempre-foi-o-retrato-da.html' title='44) O Rio sempre foi o retrato da inconsciencia, total e absoluta'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115479942059456343</id><published>2006-08-05T14:35:00.000-03:00</published><updated>2006-08-05T14:37:00.610-03:00</updated><title type='text'>44) Dívidas perdoadas: cem anos de perdao?</title><content type='html'>Comentarios certamente maldosos...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Números do perdão das dívidas dos países "amigos" de LULA&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil perdoa 95% da dívida de Moçambique &lt;br /&gt;      Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva , e de Moçambique, Joaquim Alberto Chissano, assinaram na terça-feira (31) em Brasília um acordo em que o Brasil perdoa 95% da dívida do país africano - no valor de US$ 315 milhões. Lula acompanhou o gesto de um comentário dirigido elipticamente às metrópoles desenvolvidas: "Eu penso que isso pode servir de exemplo para que outros países da mesma magnitude do Brasil tenham o mesmo gesto com outros países pobres do mundo, que muitas vezes têm uma dívida que todo mundo sabe que é praticamente impagável, mas que funciona como uma espécie de espada na cabeça dos devedores", afirmou.&lt;br /&gt;Brasil perdoa mais da metade de dívida da Nigéria&lt;br /&gt;      O Brasil vai receber apenas US$ 67,3 milhões da dívida de US$ 150,4 milhões que a Nigéria contraiu com o país, há mais de 20 anos, em financiamentos e seguros de exportações. Os outros R$ 83,1 milhões serão cancelados, conforme acordo assinado ontem (29/12) pelo ministro interino da Fazenda, Murilo Portugal, e pela ministra das Finanças da Nigéria, Ngozi Okonjo-Iweala.&lt;br /&gt;Brasil perdoa dívida de US$ 52 mi da Bolívia&lt;br /&gt;      O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quinta-feira o perdão de uma dívida de US$ 52 milhões que a Bolívia tinha com Brasil.&lt;br /&gt;      O anúncio foi feito durante uma breve visita do presidente brasileiro à Bolívia, para onde viajou depois do final da Cúpula do Mercosul, em Puerto Iguazú, na Argentina.&lt;br /&gt;       Além de demonstrar seu apoio político a Mesa e perdoar dívidas do país, Lula anunciou a abertura de uma linha de crédito do BNDES para que a Bolívia possa construir uma rodovia ligando Puerto Suarez (cidade boliviana na fronteira com o Brasil, perto de Corumbá/MS) a Santa Cruz de La Sierra.&lt;br /&gt;Brasíl perdoa dívida de 4 milhões de dólares a Cabo Verde&lt;br /&gt;      O Brasil vai perdoar ao Estado de Cabo Verde a dívida de 4 milhões de dólares que este acumula junto das instituições daquele país.&lt;br /&gt;BRASIL PERDOA DÍVIDA DA NICARÁGUA&lt;br /&gt;      Havana, 17 de maio (RHC).- O presidente nicaragüense, Enrique Bolaños,&lt;br /&gt;agradeceu a decisão do Brasil de perdoar 95% da dívida       nicaragüense com esse país, estimada em 141 milhões de dólares.&lt;br /&gt;BRASIL VAI PERDOAR DÍVIDA DE CUBA&lt;br /&gt;      HAVANA - Brasil e Cuba devem assinar acordo para amortizar a dívida do&lt;br /&gt;governo cubano com o governo brasileiro, que já chega aos 40 milhões Euros.&lt;br /&gt;      O pagamento da dívida será suavizada com a redução de 20% dos alores&lt;br /&gt;de alguns produtos comprados pelo Brasil.&lt;br /&gt;      Cuba ainda tem uma dívida com o setor privado brasileiro no valor de R$ 10 milhões.&lt;br /&gt;      Lula chega em Cuba com presente econômico&lt;br /&gt;      Pagamento de 20% da dívida de cerca de R$ 134 mi do país com o BB Será facilitado; usina terá R$ 20 mi do BNDES      Havana (AF)&lt;br /&gt;      O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 57, desembarcou em Cuba com presentes econômicos para o ditador Fidel Castro, 77. Será facilitado o pagamento de 20% da dívida de cerca de R$ 134 milhões do país com o Banco do Brasil e serão investidos R$ 20 milhões do BNDES na construção de uma usina de álcool combustível.&lt;br /&gt;OAB critica perdão de Lula à dívida do Gabão&lt;br /&gt;      O presidente em exercício do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Aristoteles Atheniense, criticou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de perdoar a dívida do Gabão com o Brasil, calculada em US$ 36 milhões. O perdão foi anunciado durante viagem presidencial ao país africano, na semana passada.&lt;br /&gt;Afinal de contas, o Lula é  presidente de que pais? &lt;br /&gt;      O BNDES do governo LULA emprestou milhões de dólares para a  VENEZUELA do palhaço HUGO CHAVEZ para a construção do METRÔ, gerando empregos para milhares de venezuelanos.&lt;br /&gt;      O BNDES de LULA emprestou milhões de dólares a BOLÍVIA para que fosse construída uma estrada com 100% em território boliviano, que liga "lugar nenhum" a "porra nenhuma" só para dar emprego a milhares de  bolivianos.&lt;br /&gt;      O BNDES do LULA emprestou 450 milhões de dólares para o ditador FIDEL CASTRO para diversas obras em CUBA, para dar empregos aos cubanos. O governo LULA anistiou a dívida do assassino FID EL CASTRO, de Cuba, de 150 milhões de  dólares.&lt;br /&gt;      O governo de LULA anistiou a dívida de diversos PAISES AFRICANOS,todos governados por DITADORES, 700 milhões de dólares.&lt;br /&gt;      O governo LULA pagou mais de 55 milhões de dólares por um avião nababesco, ao nível dos marajás das arábias.&lt;br /&gt;      O governo LULA gasta, anualmente, mais de 10 milhões de reais com cartões de créditos  corporativos  distribuidos aos ministros, ao próprio LULA. Só a inútil da 1ª Dama, Marisa, gastou cerca de 450 mil reais em futilidades.&lt;br /&gt;      O governo LULA está fazendo uma LOTERIA para que os clubes de  futebol possam pagar as suas dívidas com o INSS. &lt;br /&gt;E, PARA FINALIZAR, LEVA UMA "TROLHA" DE EVO MORALES, "ÍNDIO COCALEIRO", PRESIDENTE DA BOLÍVIA &lt;br /&gt;ATÉ QUANDO O POVO BRASILEIRO VAI CONTINUAR PAGANDO ESSA CONTA  ? ? ?&lt;br /&gt;ALÔ CONGRESSO NACIONAL, ALÔ MINISTÉERIO PÚBLICO,&lt;br /&gt;CHAMEM A POLÍCIA  ! ! !&lt;br /&gt;O BRASIL NÃO PERTENCE AO "G-7", PERTENCE, NA REALIDADE, AO G-171.&lt;br /&gt;ACORDA, BRASIL  ! ! !&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115479942059456343?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115479942059456343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115479942059456343&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115479942059456343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115479942059456343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/44-dvidas-perdoadas-cem-anos-de-perdao.html' title='44) Dívidas perdoadas: cem anos de perdao?'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115466614173833160</id><published>2006-08-04T01:27:00.000-03:00</published><updated>2006-08-04T01:35:41.763-03:00</updated><title type='text'>42) Vossa Excelencia é um gatuno? Imagine...</title><content type='html'>Servico de utilidade pública: descubra se o seu candidato é um ladrão, simples larápio, um perigoso meliante...&lt;br /&gt;Esta matéria, da newsletter NO Mínimo (Notícia e Opinião), de 4 de agosto de 2006, informa como se informar (no &lt;a href="http://transparencia-1.ig.com.br/"&gt;Transparência Brasil&lt;/a&gt;) se o seu candidato tem informacoes privilegiadas sobre formas de fazer dinheiro nascer em árvores, por exemplo, ou aparecere misteriosamente embaixo do colchão...&lt;br /&gt;Incrível a quantidade de nobres colegas que não confiam no sistema bancário, preferindo o velho sistema do troca-troca, isto é, troca um favor aqui, por um pacote de verdinhas aqui e ali...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A ficha corrida de suas excelências&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Luiz Antônio Ryff&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;NO Mínimo&lt;/span&gt;, 04.08.2006 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Quando alguém está para ser contratado, a primeira coisa que se levanta são as suas referências e antecedentes. A atual legislatura mostra que nem sempre há o mesmo cuidado ao escolher nossos representantes políticos. Mas um novo site promete facilitar a vida dos eleitores que desejam controlar de perto a qualidade de seus parlamentares. Com ele, vai ser possível saber se um candidato à Câmara dos Deputados merece o seu voto. Ou se merece outra coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O braço brasileiro da ONG Transparência Internacional resolveu aproveitar as possibilidades da internet para reunir em um só lugar informações importantes de domínio público que habitualmente ficam dispersas em vários lugares. Agora, bastam uns poucos cliques no mouse para qualquer um saber se um determinado candidato responde a processo na Justiça ou se está envolvido em algum escândalo. Assim é mais fácil separar o joio do trigo, sem cair naquela velha ladainha de que político é tudo igual. Não é. E o site mostra isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto se chama “&lt;a href="http://transparencia-1.ig.com.br/"&gt;Excelências&lt;/a&gt;” e traz informações relevantes sobre os principais candidatos à Câmara dos Deputados nas eleições deste ano. A listagem inclui todos os postulantes à reeleição, ex-ministros, ex-governadores, ex-senadores e ex-prefeitos de capitais. Ou seja, os candidatos com uma carreira pública mais extensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quesitos são abrangentes o suficiente para que alguns pesos-pesados da política nacional sejam “fichados” no site. Em São Paulo, por exemplo, o ex-ministro Antonio Palocci (PT), o ex-governador Paulo Maluf (PP), o ex-prefeito Celso Pitta (PTB), o ex-presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o ex-presidente do PT, José Genoíno, estão na lista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tantos escândalos envolvendo a atual legislatura, as informações ajudam a perceber que nem tudo está perdido. “Há vários políticos com a ficha limpa", afirma o jornalista Marcelo Soares, coordenador do projeto. Ele próprio, no entanto, faz a ressalva: "Ou pelo menos que não têm nada que a gente tenha conseguido encontrar”. Com efeito, na primeira leva de 150 analisados, 82 candidatos não estão envolvidos em escândalos nem respondem a processos. Embora isso não signifique um atestado de idoneidade, já é um bom sinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No outro lado, 68 candidatos têm algo a macular suas fichas. O diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil, Cláudio Abramo, diz que uma das curiosidades percebidas no levantamento é que, na maioria das vezes, um político que responde a um processo acaba respondendo a outros. “Quando é réu por uma coisa, normalmente é por outras também. É difícil ter um processo apenas. Vira contumaz.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No site, o eleitor encontra uma ficha com os dados e um pequeno perfil de cada político. É possível saber se os candidatos respondem a processos no Supremo Tribunal Federal ou em segunda instância nos Tribunais de Justiça; se há pendências nos Tribunais de Contas dos Estados ou na Procuradoria Geral Eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem foi candidato nas últimas duas eleições (em 2002 e 2004) tem o registro do número de votos, onde ficam seus redutos eleitorais e as informações sobre financiamento de campanha. Dá para saber que empresas ou pessoas deram dinheiro para os candidatos. Na consulta, é possível descobrir que a Embraer foi uma das empresas que ajudou a eleger, em 2002, a deputada federal Ângela Guadagnin (PT-SP), aquela ganhou notoriedade nacional após comemorar com a “Dança da Pizza” a absolvição de seu colega de bancada, João Magno, envolvido no escândalo no Mensalão. Serve como uma curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja mais importante saber que o deputado federal Fernando Estima, do PPS – que assumiu no ano passado como suplente na vaga aberta com a renúncia de Valdemar Costa Neto (então presidente nacional do PL) – teve como doadores de sua campanha dois ex-governadores de São Paulo, Orestes Quércia (PMDB) e Paulo Maluf (PP). Não é surpreendente saber que um político, candidato do ex-partido comunista, conseguiu receber dinheiro de Quércia e de Maluf ao mesmo tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E embora tenha iniciado sua carreira como deputado apenas no ano passado, Estima já está em maus lençóis. Seu nome está envolvido no escândalo da máfia dos Sanguessugas, que fraudava preços na compra de ambulâncias. A informação também está no site “Excelências”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, como falcatruas mais recentes não tiveram ainda seguimento na Justiça, há uma seção chamada “Deu no Jornal”. Foi a forma encontrada para informar se um candidato foi personagem de algum escândalo noticiado pela imprensa. Assim, políticos citados como envolvidos com a máfia dos Sanguessugas, por exemplo, têm destaque assegurado. Os do Mensalão também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, há dados mais básicos, relacionados à atuação parlamentar, como a relação de projetos aprovados, as emendas de liberação de verbas, o número de faltas e como votaram (esse ainda pouco útil, já que não cita as situações específicas). Há também a declaração de bens dos candidatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação não contempla todos aqueles que disputam uma vaga na Câmara dos Deputados. “Se fossem todos, teríamos que trabalhar com 5.206 candidatos", afirma Cláudio Abramo. "Não tínhamos condição de fazer. É uma pena.” Ficaram aqueles com “mais estrada”. O banco de dados está sendo montado aos poucos. Inicialmente foram contemplados os candidatos de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal _ que reúnem quase 50% do eleitorado nacional. Bahia e Rio Grande do Sul entram ainda esta semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente o nome do site seria “ficha corrida”. Para evitar contestação judicial, a opção foi descartada em prol do irônico “Excelências”, alusão à forma de tratamento usada entre os deputados. Embora nem sempre alguns estejam à altura dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, não há algo semelhante que permita conhecer melhor nem os candidatos ao Senado Federal, nem aos governos de Estado, nem às Assembléias Legislativas, nem à Presidência. Mas o que existe já é um ótimo começo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ryff@nominimo.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115466614173833160?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115466614173833160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115466614173833160&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115466614173833160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115466614173833160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/42-vossa-excelencia-um-gatuno-imagine.html' title='42) Vossa Excelencia é um gatuno? Imagine...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115466104220836074</id><published>2006-08-04T00:09:00.000-03:00</published><updated>2006-08-04T00:10:42.226-03:00</updated><title type='text'>41) Comparacoes maldosas</title><content type='html'>Recebido de uma dessas correntes, nas quais nunca se sabe quem, quando ou por que se produzem materiais desse gênero, certamente maldoso em relação a um dos candidatos presidenciais: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comparações Pertinentes:- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-Londres, 1940. Os bombardeios são diários, e uma invasão&lt;br /&gt;aeronaval nazista é iminente. O primeiro-ministro W. Churchill pede &lt;br /&gt;ao rei George VI que vá para o Canadá. Tranqüilo, o rei avisa que&lt;br /&gt;não vai. Churchill insiste: então que, ao menos, vá a rainha com as&lt;br /&gt;Filhas. Elas não aceitam e a filha mais velha entra no exército&lt;br /&gt;britânico; como tenente-enfermeira, sua função é recolher feridos em &lt;br /&gt;meio aos bombardeios. Hoje ela é a rainha Elizabeth II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 2005. A primeira-dama Marisa requer cidadania&lt;br /&gt;italiana - e consegue. Explica, candidamente, que quer "um futuro &lt;br /&gt;melhor para seus filhos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-Diamantina, interior de Minas, 1914. O jovem Juscelino&lt;br /&gt;Kubitschek, de 12 anos, ganha seu primeiro par de sapato. Passou&lt;br /&gt;fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras dificuldades, &lt;br /&gt;concluiu Medicina e se especializou em Paris. Como presidente,&lt;br /&gt;modernizou o Brasil. Legou um rol impressionante de obras e amantes;&lt;br /&gt;humilde e obstinado, é (e era) querido por todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 2003. Lula assume a presidência. Arrogante, se&lt;br /&gt;vangloria de não ter estudado. Acha bobagem falar inglês. "Tenho&lt;br /&gt;diploma da vida", afirma. E para ele basta. Meses depois, diz que&lt;br /&gt;ler é um hábito chato. Quando era sindicalista, percebeu que poderia &lt;br /&gt;ganhar sem estudar e sem trabalhar - sua meta até hoje, ao que&lt;br /&gt;parece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3-Washington, 1961. John F. Kennedy é eleito presidente dos EUA. &lt;br /&gt;Herói da 2ª Guerra Mundial, enfrenta certa aversão por ser católico&lt;br /&gt;e neto de irlandeses num país onde o protestantismo é dominante, bem&lt;br /&gt;como a antipatia a imigrantes recentes. Sem reclamar da&lt;br /&gt;discriminação, ganha a confiança do povo por sua coragem ao &lt;br /&gt;enfrentar os soviéticos na crise dos mísseis de Cuba em 1962,&lt;br /&gt;tornando-se ídolo no mundo livre. Como o colega JK, não podia ver um&lt;br /&gt;rabo de saia. Quando Cuba expropriou as empresas americanas em 1961,&lt;br /&gt;sem indenizar ninguém, Kennedy congelou os bens cubanos nos EUA e &lt;br /&gt;criou o embargo comercial que perdura até hoje. Os americanos&lt;br /&gt;aplaudiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 2004. Sem poder explicar o desastre de seu governo&lt;br /&gt;de idéias atrasadas, desmandos e corrupção, Lula reclama que é &lt;br /&gt;discriminado por ser pobre e nordestino. Esquece que passou grande&lt;br /&gt;parte da vida em São Paulo, foi eleito presidente e hoje mora num&lt;br /&gt;lugar chamado Palácio da Alvorada. Não segue o gosto de JK e de JFK&lt;br /&gt;pelo sexo oposto. Prefere a bebida. Quando a Bolívia expropriou as &lt;br /&gt;empresas brasileiras em 2006, sem indenizar ninguém, Lula disse que&lt;br /&gt;eles são pobres e têm razão, coitados. Os brasileiros, ainda&lt;br /&gt;anestesiados pela humilhação, não decidiram o que fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4-Washington, 1974. A imprensa americana descobre que o&lt;br /&gt;presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso&lt;br /&gt;Watergate. Ele nega, mas jornais e Congresso o encostam contra a &lt;br /&gt;parede, e ele acaba confessando. Renuncia nesse mesmo ano, pedindo&lt;br /&gt;desculpas ao povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 2005. Flagrado no maior escândalo de corrupção da&lt;br /&gt;história do País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público &lt;br /&gt;em caixa 2, Lula é instado a se explicar. Ante as muitas provas,&lt;br /&gt;Lula repete o "eu não sabia de nada!", e ainda acusa a imprensa de&lt;br /&gt;persegui-lo. Disse que foi "traído", mas não conta por quem. Ninguém &lt;br /&gt;espera que renuncie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5-Londres, 2001. O filho mais velho do primeiro-ministro Tony&lt;br /&gt;Blair é detido, embriagado, pela polícia. Sem saber quem ele é, &lt;br /&gt;Avisam que vão ligar para seu pai buscá-lo. Com medo de envolver o&lt;br /&gt;pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso. A polícia&lt;br /&gt;descobre e chama Blair, que vai sozinho à delegacia buscar o filho,&lt;br /&gt;numa madrugada chuvosa. Pediu desculpas ao povo pelos erros do &lt;br /&gt;filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 2005. O filho mais velho de Lula é descoberto&lt;br /&gt;recebendo R$ 5 milhões de uma empresa financiada com dinheiro&lt;br /&gt;público. Alega que recebeu a fortuna vendendo sua empresa, de fundo &lt;br /&gt;de quintal, que não valia nem um décimo disso. O pai, raivoso, o&lt;br /&gt;defende e diz que não admite que envolvam seu filhinho&lt;br /&gt;nessa "sujeira". Qual sujeira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6-Nova Délhi, 2003. O primeiro-ministro indiano pretende comprar&lt;br /&gt;um avião novo para suas viagens. Adquire um excelente,&lt;br /&gt;brasileiríssimo EMB 195, da Embraer, por menos de US$ 10 milhões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 2003. Lula quer um avião novo para a presidência.&lt;br /&gt;Fabricado no Brasil não serve. Quer um dos caros, de um consórcio&lt;br /&gt;anglo-alemão. Gasta US$ 57 milhões e manda decorar a aeronave de &lt;br /&gt;luxo nos EUA. Ao menos a usa bastante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115466104220836074?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115466104220836074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115466104220836074&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115466104220836074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115466104220836074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/41-comparacoes-maldosas.html' title='41) Comparacoes maldosas'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115461382810909381</id><published>2006-08-03T11:01:00.000-03:00</published><updated>2006-08-03T11:03:48.136-03:00</updated><title type='text'>40) Finalmente a estabilidade?</title><content type='html'>Materia da revista Forbes, do mes de julho 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Colhendo os bons frutos da estabilidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa mostra que o governo Lula tirou 6 milhões de eleitores das classes D e E e os promoveu para a classe C&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Liliana Lavoratti&lt;br /&gt;BLOOMBERG NEWS/MARIO VILLAFUERTE&lt;br /&gt;Melhora no consumo da parcela mais pobre da população explica a preferência que tem o petista na corrida pela Presidência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das questões que vai perpassar o debate eleitoral nos próximos três meses é a origem do apoio popular à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E também se os já mais do que evidentes benefícios gerados pelo cenário econômico devem ser atribuídos ao governo petista ou em parte são mérito do governo Fernando Henrique Cardoso. Afinal de contas, foi em 1994, no Plano Real, que o País inaugurou a política macroeconômica praticada nos dois mandatos do tucano e cuja essência foi mantida no governo petista. A receita do Fundo Monetário Internacional (FMI), calcada nos juros altos para segurar o dragão da inflação, associada ao ajuste fiscal para segurar a fome de gastança dos governantes, marcou o Brasil nos últimos dez anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema vai dar muito pano para manga, mas já se arriscam algumas opiniões. Para o economista-chefe da RC Consultores, Marcel Pereira, os juros altos são fator de concentração de renda, porém, inflação alta é fator de concentração de renda ainda maior e, por isso, é tão indesejável. "Estabilidade não é um capricho econômico, é pré-condição para uma sociedade mais justa", enfatiza. É isto que explica, em boa dose, a opção do governo petista em prosseguir com a ortodoxia tucana dos juros mais elevados do mundo para não colocar em risco a conquista dos preços estáveis. É também o que ajuda a interpretar o que recente pesquisa DataFolha revelou: o governo Lula tirou 6 milhões de eleitores das classes D e E e os promoveu para a classe C.&lt;br /&gt;STEPHEN HILGER/BLOOMBERG NEWS&lt;br /&gt;Foi o governo FHC que criou a política macroeconômica que ainda está em vigor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa melhora no consumo e nas expectativas da parcela mais pobre da população também justifica em grande medida o favoritismo do petista na corrida presidencial. Embora o tucano Geraldo Alckmin tenha crescido nas intenções de voto nas últimas semanas, Lula ainda venceria no primeiro turno com larga vantagem sobre o principal adversário. São as classes C, D/E - no primeiro grupo, 68% têm renda familiar mensal de até três salários mínimos e no segundo, 86% têm renda de até dois mínimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É justamente essa parcela dos brasileiros que concentra as taxas mais expressivas de intenção de voto na reeleição de Lula, com 44% e 54%, respectivamente, contra 34% na A/B -metade deles têm renda superior a cinco salários mínimos. Mas os ricos e classe média também ganharam com a política de juros altos. A mesma pesquisa mostra que entre 2001 e 2004 a renda financeira do rico subiu, em termos reais, 66%, enquanto a do trabalhador cresceu apenas 19% acima da inflação. Ou seja, quem tem dinheiro disponível para usufruir dos rendimentos financeiros, os chamados "rentistas", foram mais beneficiados ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouca margem de manobra na área econômica explica a falta de promessas dos candidatos de promover mudanças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números continuam falando por si mesmos: desde 2003, o salário mínimo subiu 32, 2% acima da inflação; o valor da cesta básica caiu em 2003 (- 6, 5%) e 2004 (-2, 6%) e ficou estável ano passado (0, 3%), comportamento que deverá se repetir em 2006. "Esse fenômeno tem nome e sobrenome: melhora do poder de compra da população de baixa renda", ressalta Pereira. Apesar de considerar razoável a contribuição dos programas sociais na distribuição de renda das camadas populares de 2003 para cá, Pereira atribui um peso maior ao controle da inflação para essa situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A estabilidade de preços incide diretamente sobre o custo da cesta básica, aumentando a capacidade de consumo dos que têm menos renda no bolso", acrescenta. Na opinião dele, o barateamento da cesta básica e o aumento do salário mínimo ainda são as maiores ferramentas de desconcentração de renda no Brasil. "E a queda da inflação ainda é o principal vetor para a redução da desigualdade social. Na época da hiperinflação, não havia programa social capaz de se contrapor a corrosão do poder de compra da moeda", ressalta o consultor.&lt;br /&gt;JEAN PIERRE PINGOUD/BLOOMBERG NEWS&lt;br /&gt;Lula: preocupação com controle de inflação, câmbio flutuante e geração de superávit primário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião de Amir Khair, consultor e ex-secretário de Fazenda da Prefeitura de São Paulo na gestão de Luíza Erundina, embora "a inflação seja poderosa", é também forte o impacto, na economia, das políticas compensatór ias, como o Bolsa Família, que já abrange 11, 1 milhões de famílias de brasileiros situadas abaixo da linha da pobreza . "Quando se cria consumo, o investimento ocorre porque os investidores não querem perder o bonde do novo mercado que se avizinha", enfatiza Khair. Ele lembra que as iniciativas de distribuição de renda têm efeitos multiplicadores, não apenas na economia, mas em outros indicadores sociais, como a redução da violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O próprio setor público se beneficia quando parte da população carente passa a demandar menos atendimento por parte do Estado, é menos tensão em cima dos governos", acrescenta. Dentre essas iniciativas, ele cita a Previdência Social, "o maior programa de redistribuição de renda no Brasil". Neste ano, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) gastará R$ 156 bilhões em aposentadorias e pensões, cerca de R$ 42 bilhões acima do que o governo arrecada de empregados e empresas de contribuição para a Previdência Social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse rombo, apontado internamente como um dos principais nós que o Brasil terá de desatar nos próximos anos, não chega a ser condenado por organismos internacionais como o FMI. A instituição vê com bons olhos a distribuição de renda feita por meio do pagamento de benefícios previdenciários, que para a maioria dos segurados se constitui na única fonte de renda, conforme estudos publicados pelo Fundo. É bom lembrar que o Brasil é um dos países com maior concentração de renda em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os juros altos são o único remédio para tratar das doenças do Brasil, se a dose aplicada está sendo excessiva, se essa política tem mais ganhos que perda para o País e para a população, tudo isso vai apimentar o debate ao longo desses meses que antecedem a votação nas urnas. Por enquanto, o que existe é a sensação de que não haverá muito espaço nem para um novo Lula caso ele seja reeleito, nem para um governo muito diferente do atual para o candidato que venha substituir o petista no Palácio do Planalto. Os pré-programas dos dois candidatos com maior chances na corrida presidencial são muito parecidos, em especial na forma como prometem conduzir a política econômica para colocar o Brasil no prometido eixo do desenvolvimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ninguém que estiver sentado na cadeira do Presidente da República a partir de janeiro de 2007 vai conseguir fugir muito dessa lógica", afirma Marcel Pereira. É por isso que Lula e Alckmin preocupam-se com controle da inflação, câmbio flutuante e geração de superávit primário para equilibrar as contas públicas. Se o novo governo fugir do controle de preços no momento seguinte o ganho vira perda. E a população rejeitaria qualquer movimento no sentido de colocar em risco a estabilidade, constata o economista-chefe da RC Consultores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pouca margem de manobra no campo macroeconômico é o que também justifica a ausência de promessas dos presidenciáveis indicando uma guinada no modelo atual. "Ninguém até agora falou o que gostaríamos de ouvir: a redução do peso atribuído à política monetária como principal instrumento de manutenção da estabilidade econômica e controle de gastos do próprio governo", afirma Marcos Crivelaro, professor da Faculdade de Informática e Administracão Paulista (Fiap).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pequena diferença entre os candidatos pode resultar em uma reeleição com um resultado muito aperto e similar ao que está acontecendo no México, com perigo até de ocorrer indignação popular", desconfia Crivelaro, fazendo um paralelo com a derrota do candidato de esquerda à Presidência do México, López Obrador, pelo governista Felipe Calderón. Obrador sustenta que houve fraude e pediu recontagem de votos. Ele prevê que a batalha jurídica vai começar antes dos eleitores irem às urnas. "As modificações na lei eleitoral, que ainda são de pouco conhecimento dos partidos, pode transformar essa eleição na eleição dos advogados", diz o professor da Fiap.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o Brasil não seja o México e a economia esteja sorrindo para Lula, a verdade é que o presidente vem se empenhando em criar condições de governabilidade para um segundo mandato. Ofereceu a direção dos Correios para o PMDB, aliado de peso não apenas para angariar votos, mas especialmente para garantir maioria no Congresso Nacional nos próximos quatro anos. "Compartilhar o poder é uma tendência natural e Lula aprendeu com isso", diz o consultor Amir Khair. Ele acredita que, embora divididos, a maioria dos peemedebistas tenderá a ficar ao lado de Lula.&lt;br /&gt;ROGÉRIO MONTENEGRO&lt;br /&gt;Fábio Silveira, da RC Consultores: influência externa dará volatilidade ao câmbio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A largada oficial da corrida presidencial, no início deste mês, e o esquentamento da campanha, vai se definindo melhor o segundo semestre do ano, não só na política, mas também na economia. Ao lado da evolução do quadro da disputa político-eleitoral, e sob o clima do "Lula já ganhou", as atenções estarão voltadas para algumas questões diretamente ligadas à economia. E isso vai acontecer menos por causa das eleições e mais por fatores externos que representam uma pequena dose de ameaça ao cenário atual de estabilidade interna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esta será a eleição menos empolgante e mais previsível da história do Brasil desde a redemocratização. Ganhe Lula ou ganhe Alckmin, ninguém espera rupturas na política econômica do próximo governo", afirma o cientista político Rogério Schmitt, da Tendências Consultoria. Por isso, não haverá turbulência no mercado financeiro. Ele acrescenta que as eleições em curso têm um caráter plebiscitário até mais forte do que a corrida presidencial de 1998, quando o então presidente Fernando Henrique Cardoso era franco favorito à reeleição. "Isso por si só diminui o interesse sobre o resultado do pleito", deduz Schmitt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Marcel Pereira, os elementos de insegurança vindos do exterior, especialmente a dúvida sobre a evolução dos juros nos Estados Unidos, não permitem tirar conclusões sobre o segundo semestre. "O certo é que não haverá mais a fartura entre 2002 e 2006, quando os juros americanos estavam baixo e o capital internacional fluía com volúpia para as economias emergentes. Isso não vai acontecer mais", completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor da RC Consultores pensa um pouco diferente. Para Fábio Silveira, os ventos externos resultarão em certa volatilidade do câmbio, com possibilidade de pequena desvalorização do real. Da mesma forma, os preços do petróleo deverão continuar oscilando. "Se não é um cenário confortável, também não indica terror", afirma Fábio. Ele acredita que no final do ano o governo não escapará de reajustar os preços dos combustíveis em torno de 10% . Entretanto, tudo isso não comprometerá o crescimento "sem muito brilho" do PIB estimado em cerca de 3, 7% para este ano em relação a 2005.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115461382810909381?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115461382810909381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115461382810909381&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115461382810909381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115461382810909381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/40-finalmente-estabilidade.html' title='40) Finalmente a estabilidade?'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115440483460269974</id><published>2006-08-01T00:57:00.000-03:00</published><updated>2006-08-01T01:00:34.616-03:00</updated><title type='text'>39) Carta para o nao-desenvolvimento...</title><content type='html'>"CARTA PELO DESENVOLVIMENTO"&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=11811&amp;editoria_id=7"&gt;http://cartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=11811&amp;editoria_id=7&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Desenvolvimento: uma agenda para além da estabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia a íntegra do documento divulgado nesta terça (26), no Rio, durante o seminário internacional “Pobreza e Desenvolvimento no Contexto da Globalização”, organizado pelo Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Redação - Carta Maior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Desenvolvimento: uma agenda para além da estabilidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A eleição presidencial de 2006 oferece aos brasileiros a oportunidade de definir uma nova agenda de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Na vida democrática contemporânea, o sufrágio universal não se limita a conferir legitimidade aos que recebem mandato para o exercício do poder, mas deve exprimir a soberania do povo sobre temas e metas de interesse dos cidadãos-eleitores. Deliberada, ou involuntariamente, nas últimas décadas essas questões foram usurpadas pelos mercados e seus porta-vozes. Vivemos o questionamento e a luta pela reversão e superação desse processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. As condições internacionais, com a crise da hegemonia neoliberal, abrem espaço para a retomada do desenvolvimento. Os impasses que limitam o avanço dessa nova agenda no Brasil escapam à lógica estreita do economicismo. Originam-se antes, e acima de tudo, na incapacidade das camadas dominantes de construir as articulações necessárias a um projeto nacional capaz de promover conjuntamente a prosperidade econômica, o avanço da igualdade social e a garantia efetiva das liberdades políticas. Essa inépcia, é preciso dizer com todas as letras, aprofunda o amesquinhamento do imaginário social e a ausência de compromissos históricos capazes de reinventar um futuro que não seja a dolorida e indesejável reiteração do passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Aos desequilíbrios sociais, econômicos e culturais do passado associou-se, com o predomínio do neoliberalismo, o revigoramento do individualismo darwinista. Sua hostilidade aos destinos coletivos é impossível exagerar. Esse arranjo tem feito prevalecer deformações socioeconômicas que se evidenciam em democracias oligárquicas, repúblicas privatizadas e nações desprovidas de projetos nacionais. O resultado tem sido o semi-desenvolvimento que submete os povos, há mais de duas décadas, ao flagelo do crescimento medíocre, incapaz de conter a deterioração valores da convivência solidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Uma nova etapa do desenvolvimento brasileiro e latino-americano exige a construção de uma hegemonia democrática vigorosa o bastante para superar essa armadura de consensos pré-fabricados nas usinas da desigualdade e da injustiça. Essa, a relevância da integração política e econômica que está mudando a paisagem continental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. A próxima eleição presidencial do Brasil pode contribuir para desarmar a engrenagem produtora de uma lógica social e econômica ao mesmo tempo intolerável e auto-referente. Diante dos obstáculos ao desenvolvimento, é necessário que partidos e candidatos assumam seu papel, respeitando a política como o espaço da liberdade. Em especial, a liberdade dos que não dispõem de poder econômico, social ou burocrático para projetar seu próprio destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. No Estado Democrático de direito, a nenhuma instância do aparelho estatal é permitido exercer a autoridade, ou atribuir-se esferas de independência decisória, sem que para isso haja uma delegação da soberania popular. Tampouco se deve tolerar que os poderes privados da economia ou da mídia – como afirmava Karl Mannheim, um dos inspiradores de Celso Furtado – tenham a pretensão e a prepotência de se impor à sociedade como se estivessem acima da lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Reconhecer os direitos civis, sociais e econômicos das classes desfavorecidas – e ao mesmo tempo ampliar os canais de participação da sociedade nas decisões – é a melhor maneira de fortalecer e aprofundar a democracia, o voto e a esperança, bem como superar as assimetrias de poder e riqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Esse é o desafio lançado pela cidadania aos que disputam a eleição presidencial. Se, na sociedade moderna, é obrigação dos especialistas e técnicos debater abertamente as alternativas de políticas públicas, não cabe aos mercados ditar condições – em nome de uma racionalidade abstrata – com a pretensão de desacreditar escolhas políticas que decorrem do exercício pleno da soberania popular – antes, durante e depois do voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Para além da agenda da estabilidade, exortamos partidos e candidatos à Presidência da República a se comprometerem a buscar um novo pacto político para superar o abismo que separa liberdade civil e igualdade econômica em nossa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Um pacto político, vale dizer, que possibilite à grande maioria da sociedade resistir a imposições dos mercados e afirmar definitivamente uma nova agenda de desenvolvimento para o Brasil. Uma agenda que garanta maior crescimento econômico e substancial melhoria de vida para o nosso povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Cabe, portanto, às lideranças progressistas retomar a construção interrompida – assinalada por Celso Furtado – rumo a um Brasil em que a democracia não seja apenas coadjuvante do desenvolvimento, mas possa modificar sua substância para torná-lo, de fato, duradouro, justo e humanista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro, 25 de julho de 2006.&lt;br /&gt;Pela Diretoria do Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Gonzaga Beluzzo – Presidente Institucional&lt;br /&gt;Maria da Conceição Tavares – Presidente Acadêmica&lt;br /&gt;Rosa Freire d’Aguiar Furtado – Presidente Cultural"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30714145-115440483460269974?l=eleicoespresidenciais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/feeds/115440483460269974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30714145&amp;postID=115440483460269974&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115440483460269974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30714145/posts/default/115440483460269974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eleicoespresidenciais.blogspot.com/2006/08/39-carta-para-o-nao-desenvolvimento.html' title='39) Carta para o nao-desenvolvimento...'/><author><name>Paulo R. de Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18268769837454266546</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_uQuXEROb9Io/SmFWoZ3M6pI/AAAAAAAAAIc/ggf-Ht1BvNk/S220/001PRAlmeida.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30714145.post-115433867481036688</id><published>2006-07-31T06:36:00.000-03:00</published><updated>2006-07-31T06:37:54.823-03:00</updated><title type='text'>38) "70 por cento do Congresso pode ser comprado"</title><content type='html'>Acho que é apenas sincero, o chefe da máfia dos sanguessugas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do site Congresso em Foco, &lt;a href="http://www.congressoemfoco.com.br/Resumo.aspx?tipo=3"&gt;31 de julho de 2006&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Vedoin: "70% do Congresso pode ser comprado"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em depoimentos à CPI dos Sanguessugas, Darci Vedoin, Ronildo Pereira Medeiros e Ivo Spínola, acusados de participarem da máfia das ambulâncias, reforçaram as declarações já prestadas pelo empresário Luiz Antonio Trevisan Vedoin à Justiça Federal do Mato Grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o jornal Folha de S. Paulo de ontem (30), em três trechos do depoimento, Darci Vedoin declara que até 70% dos 513 deputados e dos 81 senadores são corruptíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tem muitos deputados e muitos senadores - muitos - que são honestos. Mas tem 70%, que só faz o cargo dele para isso (corrupção)". Em outro trecho da gravação, o empresário dá a entender que usou o termo como força de expressão. "Não estou dizendo que é todo mundo. Quando eu falei que tem 70%, tomara que tenha só 10%. Tomara!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fraudes continuam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dono da Frontal, empresa que forneceria equipamentos para ambulâncias, Ronildo Medeiros, declarou que esquemas fraudulentos de emendas ainda continuam sendo executados. "Se não vendêssemos, outros venderiam. Tanto é que hoje deve estar acontecendo a mesma coisa. Nós estamos fora do circuito, e está acontecendo da mesma forma", disse Ronildo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ronildo Medeiros preferiu não citar para a CPI os nomes das empresas. Disse que voltaria a falar sobre assunto somente no seu depoimento à Justiça. "Senador, eu posso até, na defesa, fazer isso", disse, referindo-se à revelação dos nomes das empresas que continuam operando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto Ronildo quanto Darci prestaram novos depoimentos à Justiça do Mato Grosso. Como Luiz Antonio já havia feito, os dois também fizeram acordo de delação premiada. Assim, têm direito à redução de pena por confessarem seus crimes e contarem tudo que sabem. A CPI deve receber os dois depoimentos entre amanhã e terça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu depoimento, Ivo Spínola disse que passou a participar do esquema para montar, na Bahia, uma empresa de carroceria de ônibus e que o grupo tentou viabilizar o projeto com financiamento do Banco do Nordeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensaleiros e sanguessugas enriquecem mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornal Folha de S.Paulo trouxe na edição deste domingo (30) uma análise das declarações de bens dos congressistas acusados de participação nos escândalos do mensalão e dos sanguessugas. Segundo o jornal, o levantamento mostra que esse grupo teve uma evolução patrimonial maior durante o governo Lula do que nos últimos quatro anos da administração do tucano Fernando Henrique Cardoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista Fernando Rodrigues, que assinou a matéria, analisou os dados patrimoniais de 33 congressistas que estiveram presentes nas eleições de 1998, 2002 e 2006. De 1998 a 2002, informa o jornal, os mensaleiros e sanguessugas registraram um aumento médio de patrimônio da ordem de 28,6%. Já nos quatro anos seguintes, com Lula, a evolução pula para 136,9%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patrimônio de Vadão cresceu 810%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado Vadão Gomes (PP-SP) registrou um crescimento patrimonial acima da média ao longo dos últimos períodos. Em 1998, Vadão declarou ter um patrimônio avaliado em R$ 3,929 milhões. Já em 2002, passou para R$ 7,140 milhões. Agora, está com R$ 35,781 milhões. Um crescimento de 403% num período de quatro anos e de 810% em oito anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo a matéria
