domingo, julho 23, 2006

33) Embates pre-eleitorais: reacao ao convite feito ao lider do MST para palestrar na ESG

Registrando, o que me chegou, em 23 de julho de 2006, por um desses e-mails "corrente"...


E-mail que Lício Maciel mandou para "O Dia"

Prezado jornalista Editor de O DIA

O gen José Benedito Barros Moreira, autor do convite a Stédile para participar da atividade do II Encontro na ESG com as Universidades, tenta justificar seu convite, utilizando-se dos mesmos artifícios utilizados pelo resto do bando que rodeia o Chefe dos 40 ladrões, a mentira, os devaneios e a banalização de um ato altamente condenável. E se esses alunos da ESG não vêem, por esse prisma, melhor que deixem a carreira militar, mesmo porque com generais como esse e outros, de estrela vermelha, incluído o observador de tartarugas e fura-fila de avião, a instituição que era permanente, em médio prazo estará dando lugar a organizações paramilitares clandestinas, subsidiadas pelo governo para dar-lhe o sustento necessário para, através das armas e não do voto, apoderar-se do país, a exemplo de Cuba e Venezuela.

Certamente quando esse dia chegar (no sonho desses imbecis) o futuro ditador, vai precisar de generais, ou até mesmo numa reeleição quem sabe, de elementos como o comandante da ESG (Escola Superior de Guerra), JOSÉ BENEDITO BARROS MOREIRA (que acaba de sair do ostracismo para entrar para história, ao lado de CALABAR). Homens com essa qualidade de“camaleão”, capazes de passarem tanto tempo despercebido entre tantos verdes que o rodeiam, são necessários, obedientes, transigentes, subservientes possuidores de uma coragem patriótica embrionária, com tendências e afinidades com organizações de caráter esquerdista, de cunho comunista, até poderia ser lembrado, se não estivesse apenas no rol dos “kamaradas de viagem”.

Seu Zé Benedito, seu ato, produto de covardia e de oportunismo impatriótico, para não desagradar o “coisa” da defesa, sujou o nome de muitos GENERAIS, com letra maiúscula, desde o de César Obino, Cordeiro de Farias, Idálio Saderberg, Juarez Távora e muitos outros que poderíamos citar. A Escola Superior de Guerra foi criada com a concepção de proporcionar aos seus estagiários, os futuros donos do saber, da Arte da Guerra, da retidão moral de caráter ilibado, do respeito à hierarquia sem subserviência, qualidades desejadas nos formandos dessa instituição, dos sonhos dos Generais João e Guilherme Figueiredo, para que a Pátria pudesse com tranqüilidade e confiança atingir seus objetivos colimados de independência e desenvolvimento, garantindo a figura do Presidente da República, do Legislativo e do Judiciário e a Nação Brasileira, a segurança interna necessária para a concretização do seu desenvolvimento em prol de seus cidadãos. Dos formandos da EsG se espera que estejam preparados pra defenderem, com a própria vida se necessário, o território Nacional, seja de ameaça interna ou externa e, em curtíssimo prazo, que valorizem acima de tudo, o solo em que nasceram; que não se subjuguem em desfavor da justiça e da verdade; que considerem crime de lesa Pátria as investidas contra a Democracia, as liberdades de expressão; o respeito aos brasões e marcas da República; que considerem crime grave o desrespeito à Bandeira e a inclusão de cores sanguinárias, controversas ao espírito da Pátria; que entendam que soberania não se compra doando o seu patrimônio, abrindo mão de seus direitos, muito menos com submissão; ou deixando-se dominar por outras Nações. Soberania se adquire com altivez, força, respeito e determinação; que saibam afinal que ninguém respeita uma Nação sem Forças Armadas à altura de sua topografia e seu poder de fogo.

Guardem a data, que doravante os Militares, “não confundir com qualquer coisa fardada que atualmente se encontre por ai”, não se caracterizam pela farda, independente de posto e graduação, mas pelo que está dentro da farda, militar é povo, capacidade, mente e coração à disposição da Pátria vinte e quatro horas por dia; militar, na expressão da palavra, é tudo dar à sua Pátria sem nada dela exigir, nem mesmo compreensão,” 18 de julho de 2006 esse dia chamarão de “dia da vergonha”, como se já não fosse suficiente a humilhação de termos dois terroristas, com envolvimento em assassinatos, roubos, assaltos, seqüestros de autoridades, ostentando a Medalha de Caxias e a Medalha da Ordem do Mérito Militar, por subserviência do “guardião de tartaruga voadora” ao “coisa” da Defesa, e não é por menos, temos a vergonha de ver uma palestra de João Pedro , integrante da direção nacional do MST, sobre o tema Reforma Agrária e Meio Ambiente, como se o indigitado fosse autoridade no assunto, quando em verdade se trata de um estelionatário que atua livremente pela displicência da polícia federal na aplicação da Lei e sob a proteção velada do próprio ministro da justiça e do presidente da república - este último para não perder os votos dos fanáticos de Stédile.

Convidar o dirigente de uma organização clandestina, de cunho subversivo, de ideologia alienígena, com envolvimentos com as FARC’s, com Fidel Castro que é seu mentor, com Chaves, um paranóico, e Morales, um índio cocaleiro travestido de nacionalista, defensor da liberação do plantio de coca como pilar econômico. Todos dispostos a reativar na América latina o comunismo, falido no resto do mundo, já que não considero Cuba parte do mundo, e que tem como prioridade no Brasil assumir o poder através da luta armada, à semelhança de tentativas feitas no passado e sempre rechaçadas pelas FFAA atendendo ao clamor popular, das quais esse lentíssimo general, provavelmente jamais participou.

O Comandante da ESG dificilmente vai conseguir convencer a qualquer brasileiro que acompanha o desenrolar da política do País, de que o “ anfitrião” não comunga com a ideologia do convidado, diante das evidências e das afinidades de suas opiniões.

Deixemos que cada um fale por si.

O comandante da ESG, general José Benedito Calabar Moreira, declarou concordar com praticamente tudo o que disse Stédile.

Calabar Moreira falou sobre a burrice das elites, de política internacional, fez uma análise da atual crise no Oriente Médio provocado pelo agravamento dos confrontos entre Israel, palestinos e o Líbano. Segundo ele, só estão acontecendo os bombardeios israelenses no Líbano porque um dos contendores, justamente Israel, tem a proteção e o apoio de um lado, o mais forte. Caso contrário, já teria sido esmagado.

Vejamos o que pensa o comandante do exército vermelho, braço armado do PT. João Pedro Stédile convidou os professores da ESG a visitarem a Escola Florestan Fernandes, situada em Guararema, no interior de São Paulo. Declarou que o MST participa de ato na embaixada de Israel, 19/07/2006 - Amanhã os movimentos sociais ligados à Via Campesina Brasil, Rede Jubileu Sul Brasil e Campanha Brasileira contra a Alca (Área de Livre Comércio das Américas) realizam um ato, às 12h00, em frente à embaixada de Israel em Brasília. O protesto é contra os ataques ao Líbano e o Acordo Marco de Comércio entre o Mercosul e Estado de Israel.

Essa escola ensina aos jovens do campo toda sorte de critérios contra os fazendeiros, contra os proprietários, contra o direito de propriedade. O agro negócio deve ser combatido e suas terras tomadas para reforma agrária. Não disse, porém, para que. Declarou que o país deve ser governado pelo proletariado. Para encerrar:
Pelo que se paga hoje a um general, não se pode exigir muito mais do que se exige de um segurança da Câmara que ganha o dobro.

Lembram-se dos artigos do jornalista Olavo de Carvalho sobre a ESG? Pois é, está aí mais uma prova insofismável... transformaram-na num antro de comunistas, como ele afirmou em pelo menos três artigos que li.
E deu o nome aos bois, ou melhor, aos jumentos.

Licio Maciel – RG 308 139 - GDF

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